<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-943926596414377381</id><updated>2012-01-25T14:39:13.443-02:00</updated><category term='jejum'/><category term='animais'/><category term='reino'/><category term='Papa João Paulo II'/><category term='Sacramentos'/><category term='Dinâmica para Encontros'/><category term='Novo Testamento'/><category term='dinâmica'/><category term='roubo'/><category term='fontes'/><category term='Religiões/Seitas'/><category term='liturgia'/><category term='crianças'/><category term='formação de catequistas'/><category term='Histórias de Reflexão'/><category term='ambientação'/><category term='discípulos'/><category term='aborto'/><category term='O DOMINGO'/><category term='Cf2009'/><category term='oração'/><category term='preparar o encontro'/><category term='catequista'/><category term='apostilas'/><category term='encontro'/><category term='Jesus'/><category term='Ministério de Música'/><category term='editora salesiana'/><category term='Arquidiocese'/><category term='objetivo do encotro'/><category term='bispos'/><category term='catequisar catequista'/><category term='encontros'/><category term='dor Deus'/><category term='silêncio'/><category term='Jesus Cristo'/><category term='homem'/><category term='boa nova'/><category term='meio ambiente'/><category term='atividades'/><category term='dignidade'/><category term='paulus'/><category term='fé'/><category term='agir'/><category term='suicídio'/><category term='Cinzas'/><category term='Cristo'/><category term='hino'/><category term='sacrificio'/><category term='Paulinas'/><category term='DNC- Diretório Nacional da Catequese'/><category term='caridade'/><category term='sociedade'/><category term='Namoro Cristão'/><category term='Juventude'/><category term='Retiros Espirituais'/><category term='Antigo Testamento'/><category term='10 mandamentos'/><category term='Ssmo. Sacramento'/><category term='DNC- Diretório Catequetico Geral'/><category term='Igreja Católica'/><category term='Brasil'/><category term='Escolas de fe'/><category term='História da Igreja'/><category term='diácono'/><category term='tecnologia'/><category term='São Sebastião'/><category term='Igreja'/><category term='Deus'/><category term='a paz e fruto da justiça'/><category term='família'/><category term='site'/><category term='catequisar'/><category term='vida'/><category term='CNBB'/><category term='download'/><category term='Documento de Aparecida'/><category term='eutánasia'/><category term='oração inicial'/><category term='fecundidade'/><category term='grupos'/><category term='contra a vida'/><category term='CR- Catequese Renovada'/><category term='Amazônia'/><category term='celerbação'/><category term='chat'/><category term='amar'/><category term='famílias'/><category term='catecismo'/><category term='musica'/><category term='criador'/><category term='profetas'/><category term='escolhe pois  vida'/><category term='II Concurso Universo Catequista'/><category term='Tipos de Terço'/><category term='espirito'/><category term='Gênesis'/><category term='acolhida'/><category term='palavra'/><category term='Evangelho'/><category term='Fraternidade e seguraça publica'/><category term='ver iluminar'/><category term='catequese'/><category term='Bíblia'/><category term='missão'/><category term='Senhor'/><category term='jovens'/><category term='Maria'/><category term='comunidades'/><category term='missinários'/><category term='V Conferencia Geral dos Bispos da America Latina e do Caribe'/><category term='Fraternidade e defesa da vida'/><category term='oração final'/><category term='gratuitos'/><category term='defesa da vida'/><category term='Campanha da Fraternidade'/><category term='planejamento'/><category term='Papa Bento XVI'/><category term='CF-2008'/><category term='Quaresma'/><category term='Pe. Zezinho'/><title type='text'>FORMAÇÃO PARA CATEQUISTAS         O Blog do Catequista</title><subtitle type='html'>Destinado a (in)formação do catequista e animadores de comunidades. Um ótimo espaço para estudos mais aprofundados de vários temas tão necessários em nossa prática evangelizadora! Acesse e bons estudos!!!</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Caroline Gadêlha</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>85</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-943926596414377381.post-4526167715431162457</id><published>2011-08-03T22:37:00.000-03:00</published><updated>2011-08-03T22:37:24.343-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Evangelho'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jesus Cristo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='catequisar catequista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CR- Catequese Renovada'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Deus'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='boa nova'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cristo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jesus'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História da Igreja'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amar'/><title type='text'>O Sofrimento de Jesus (Análise Física)</title><content type='html'>Esse belo&amp;nbsp;texto eu recebi por e-mail há algum tempo&amp;nbsp;e achei legal colocar aqui para nossa reflexão. Nunca se esqueçam que Jesus também representa Sacrifício e não apenas a sua Ressurreição. Vemos que muitas pessoas só querem os "louros" de Cristo e se esquecem do Sacrício que é necessário para segui-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TUDO ISSO PARA NOS SALVAR...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relato aqui a descrição das dores de Jesus feita por um grande estudioso francês, o médico Dr. Barbet : dando a possibilidade de compreender realmente as dores de Jesus durante a sua paixão. "Eu sou um cirurgião, e dou aulas há algum tempo. Por treze anos vivi em companhia de cadáveres e durante a minha carreira estudei a fundo anatomia. Posso portanto escrever sem presunção."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus entrou em agonia no Getsemani - escreve o evangelista Lucas - orava mais intensamente. "E seu suor tornou-se como gotas de sangue a escorrer pela terra". O único evangelista que relata o fato é um médico, Lucas. E o faz com a precisão dum clínico. O suar sangue, ou "hematidrose", é um fenômeno Raríssimo. Se produz em condições excepcionais: para provocá-lo é necessário uma fraqueza física, acompanhada de um abatimento moral violento causado por uma profunda emoção, por um grande medo. O terror, o susto, a angústia terrível de sentir-se carregando todos os pecados dos homens devem ter esmagado Jesus. Tal tensão extrema produz o rompimento das finíssimas veias capilares que estão sob as glândulas sudoríparas, o sangue se mistura ao suor e se concentra sobre a pele, e então escorre por todo o corpo até a terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conhecemos a farsa do processo preparado pelo Sinédrio hebraico, o envio de Jesus a Pilatos e o desempate entre o procurador romano e Herodes. Pilatos cede, e então ordena a flagelação de Jesus. Os soldados despojam Jesus e o prendem pelo pulso a uma coluna do pátio. A flagelação se efetua com tiras de couro múltiplas sobre as quais são fixadas bolinhas de chumbo e de pequenos ossos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os carrascos devem ter sido dois, um de cada lado, e de diferente estatura. Golpeiam com chibatadas a pele, já alterada por milhões de microscópicas hemorragias do suor de sangue. A pele se dilacera e se rompe; o sangue espirra. A cada golpe Jesus reage em um sobressalto de dor. As forças se esvaem; um suor frio lhe impregna a fronte, a cabeça gira em uma vertigem de náusea, calafrios lhe correm ao longo das costas. Se não estivesse preso no alto pelos pulsos, cairia em uma poça de sangue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois o escárnio da coroação. Com longos espinhos, mais duros que aqueles da acácia, os algozes entrelaçam uma espécie de capacete e o aplicam sobre a cabeça. Os espinhos penetram no couro cabeludo fazendo-o sangrar (os cirurgiões sabem o quanto sangra o couro cabeludo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pilatos, depois de ter mostrado aquele homem dilacerado à multidão feroz, o entrega para ser crucificado. Colocam sobre os ombros de Jesus o grande braço horizontal da Cruz; pesa uns cinqüenta quilos. A estaca vertical já está plantada sobre o Calvário. Jesus caminha com os pés descalços pelas ruas de terreno irregular, cheias de pedregulhos. Os soldados o puxam com as cordas. O percurso, é de cerca de 600 metros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus, fatigado, arrasta um pé após o outro, freqüentemente cai sobre os joelhos. E os ombros de Jesus estão cobertos de chagas. Quando ele cai por terra, a viga lhe escapa, escorrega, e lhe esfola o dorso. Sobre o Calvário tem início a crucificação. Os carrascos despojam o condenado, mas a sua túnica está colada nas chagas e tirá-la é atroz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguma vez vocês tiraram uma atadura de gaze de uma grande chaga? Não sofreram vocês mesmos esta experiência, que muitas vezes precisa de anestesia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podem agora vos dar conta do que se trata. Cada fio de tecido adere à carne viva: ao levarem a túnica, se laceram as terminações nervosas postas em descoberto pelas chagas. Os carrascos dão um puxão violento. Como aquela dor atroz não provoca uma síncope?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sangue começa a escorrer. Jesus é deitado de costas, as suas chagas se incrustam de pé e pedregulhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depositam-no sobre o braço horizontal da cruz. Os algozes tomam as medidas. Com uma broca, é feito um furo na madeira para facilitar a penetração dos pregos; horrível suplício! Os carrascos pegam um prego (um longo prego pontudo e quadrado), o apoiam sobre o pulso de Jesus, com um golpe certeiro de martelo o plantam e o rebatem sobre a madeira. Jesus deve ter contraído o rosto assustadoramente. No mesmo instante o seu pólice, com um movimento violento se posicionou opostamente na palma da mão; o nervo mediano foi lesado. Pode-se imaginar aquilo que Jesus deve ter provado; uma dor lancinante, agudíssima, que se difundiu pelos dedos, e espalhou-se, como uma língua de fogo, pelos ombros, lhe atingindo o cérebro. Uma dor mais insuportável que um homem possa provar, ou seja, aquela produzida pela lesão dos grandes troncos nervosos. De sólido provoca uma síncope e faz perder a consciência. Em Jesus não. Pelo menos se o nervo tivesse sido cortado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário (constata-se experimentalmente com freqüência) o nervo foi destruído só em parte: a lesão do tronco nervoso permanece em contato com o prego: quando o corpo for suspenso na cruz, o nervo se esticará fortemente como uma corda de violino esticada sobre a cravelha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cada solavanco, a cada movimento, vibrará despertando dores dilacerantes. Um suplício que durará três horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O carrasco e seu ajudante empunham a extremidade da trava; elevam Jesus, colocando-o primeiro sentado e depois em pé; conseqüentemente fazendo-o tombar para trás, o encostam na estaca vertical. Depois rapidamente encaixam o braço horizontal da cruz sobre a estaca vertical. Os ombros da vítima esfregaram dolorosamente sobre a madeira áspera. As pontas cortantes da grande coroa de espinhos o laceraram o crânio. A pobre cabeça de Jesus inclinou-se para frente, uma vez que a espessura do capacete o impedia de apoiar-se na madeira. Cada vez que o mártir levanta a cabeça, recomeçam pontadas agudíssimas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pregam-lhe os pés. Ao meio-dia Jesus tem sede. Não bebeu desde a tarde anterior. As feições são impressas, o vulto é uma máscara de sangue. A boca está semi-aberta e o lábio inferior começa a pender. A garganta, seca, lhe queima, mas ele não pode engolir. Tem sede. Um soldado lhe estende sobre a ponta de uma vara, uma esponja embebida em bebida ácida, em uso entre os militares. Tudo aquilo é uma tortura atroz. Um estranho fenômeno se produz no corpo de Jesus. Os músculos dos braços se enrijecem em uma contração que vai se acentuando: os deltóides, os bíceps esticados e levantados, os dedos se curvam. Se diria um ferido atingido de tétano, presa de uma horrível crise que não se pode descrever. A isto que os médicos chamam tetania, quando os sintomas se generalizam: os músculos do abdômen se enrijecem em ondas imóveis, em seguida aqueles entre as costelas, os do pescoço, e os respiratórios. A respiração se faz, pouco a pouco mais curta. O ar entra com um sibilo, mas não consegue mais sair. Jesus respira com o ápice dos pulmões. Tem sede de ar: como um asmático em plena crise, seu rosto pálido pouco a pouco se torna vermelho, depois se transforma num violeta purpúreo e enfim em cianítico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus atingido pela asfixia, sufoca. Os pulmões cheios de ar não podem mais esvaziar-se. A fronte está impregnada de suor, os olhos saem fora de órbita. Que dores atrozes devem ter martelado o seu crânio!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que acontece? Lentamente com um esforço sobre-humano, Jesus tomou um ponto de apoio sobre o prego dos pés. Esforçando-se a pequenos golpes, se eleva aliviando a tração dos braços. Os músculos do tórax se distendem. A respiração se torna mais ampla e profunda, os pulmões se esvaziam e o rosto recupera a palidez inicial. Porque este esforço? Porque Jesus quer falar: "Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo em seguida o corpo começa afrouxar-se de novo, e a asfixia recomeça. Foram transmitidas sete frases pronunciadas por ele na cruz: cada vez que quer falar, deverá elevar-se tendo como apoio o prego dos pés, inimaginável!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enxames de moscas, grandes moscas verdes e azuis, zunem ao redor do seu corpo; irritam sobre o seu rosto, mas ele não pode enxotá-las.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pouco depois o céu escurece, o sol se esconde: de repente a temperatura se abaixa. Logo serão três da tarde. Jesus luta sempre: de vez em quando se eleve para respirar. A asfixia periódica do infeliz que está destroçado. Uma tortura que dura três horas. Todas as suas dores, a sede, as cãibras, a asfixia, o latejar dos nervos medianos, lhe arrancaram um lamento: "Meu Deus, meu Deus, porque me abandonastes?". Jesus grita: "Tudo está consumado!". Em seguida num grande brado disse: "Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E morre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ele fez tudo isso por amor a você!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E você, o que faz por ele?!?"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/943926596414377381-4526167715431162457?l=formacaodecatequistas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/feeds/4526167715431162457/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=943926596414377381&amp;postID=4526167715431162457' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/4526167715431162457'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/4526167715431162457'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/2011/08/o-sofrimento-de-jesus-analise-fisica.html' title='O Sofrimento de Jesus (Análise Física)'/><author><name>Juberto Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09621638691091875264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-GAdUAiWfNE0/Tjny9jvExkI/AAAAAAAAAVk/iKpYIcga3j4/s220/chamado5.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-943926596414377381.post-8145608002828879764</id><published>2010-12-19T21:42:00.001-03:00</published><updated>2010-12-19T21:42:58.239-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Igreja'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='discípulos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Escolas de fe'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='preparar o encontro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fé'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='catequisar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='10 mandamentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='catecismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Juventude'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='catequese'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='homem'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jovens'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='família'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='catequista'/><title type='text'>Devemos buscar sempre seguir o exemplo de Jesus?</title><content type='html'>&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 18pt;"&gt;Ser Exemplo Hoje &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;shapetype coordsize="21600,21600" filled="f" id="_x0000_t75" o:preferrelative="t" o:spt="75" path="m@4@5l@4@11@9@11@9@5xe" stroked="f"&gt;&lt;stroke joinstyle="miter"&gt;&lt;/stroke&gt;&lt;formulas&gt;&lt;f eqn="if lineDrawn pixelLineWidth 0"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="sum @0 1 0"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="sum 0 0 @1"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="prod @2 1 2"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="prod @3 21600 pixelWidth"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="prod @3 21600 pixelHeight"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="sum @0 0 1"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="prod @6 1 2"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="prod @7 21600 pixelWidth"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="sum @8 21600 0"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="prod @7 21600 pixelHeight"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="sum @10 21600 0"&gt;&lt;/f&gt;&lt;/formulas&gt;&lt;path gradientshapeok="t" o:connecttype="rect" o:extrusionok="f"&gt;&lt;/path&gt;&lt;lock aspectratio="t" v:ext="edit"&gt;&lt;/lock&gt;&lt;/shapetype&gt;&lt;shape id="_x0000_s1026" style="height: 123.7pt; 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como diz Dom Rafael Cifuentes. Entendeu-se que o líder, em suma, é aquele que auxilia o grupo a atingir seus objetivos em objetivos em uma determinada situação. O cristão, dessa forma, precisa ser exemplo perante os outros. Ser Cristão é ser líder, pois é aquele que conhece a verdade e tem a missão de transmiti-la aos outros. Eu preciso ser exemplo (“Sal da terra e luz do mundo”) perante minha família, meu ministério, meu grupo,&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;minha Igreja sempre, em todo o lugar e a toda a hora!!! O que adianta eu ser uma pessoa na igreja, nos encontros e eventos e outra totalmente diferente com a minha namorada, meu esposo, meus filhos, com meus amigos... Mascarado não dá mais pra viver! Temos que fazer nossas escolhas, sair de cima dos muros da indecisão &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;(Ap 3, 15-16) Essa é a nossa maior vocação!&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Mas assim que pensamos isso, vem as perguntas: Como? Por que? ... Se somos cristãos, devemos seguir o exemplo de Jesus. &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;"Aquele que diz que está nele, também deve andar como ele andou." (1Jo 2, 6)&lt;/b&gt; Se você é uma liderança religiosa,&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;precisa ser luz e exemplo para o próximo. Precisamso ser castos e Santos!! Deus não quer homens conformados com este mundo (Rm 12, 2); é preciso ir além e não tomar a forma dada por uma vida paganizada. Essa é a única maneira de discernir a vontade de Deus. Todo aquele que assume a Fé em Jesus, deve assumi-la incondicionalmente “&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Aquele que vive E crê em mim jamais morrerá&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;” (Jo 11, 26) &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Não podemos brincar se ser Igreja!!! &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Estamos em guerra contra um exército aguerrido e extremamente maligno, cujo comandante é um anjo decaído, chamado Satanás. É preciso &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;RENUNCIAR, RESISTIR e Deus irá &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;RESTAURAR&lt;/b&gt;. Você tem vivido os Sacramentos? Participado da Eucaristia? Vivenciado a Confissão??... Amado(a), &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Deus é tão fabuloso, que Ele nos deu: &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;2 olhos&lt;/b&gt; (um para contemplá-lo e o outro para o irmão), &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;2 orelhas&lt;/b&gt; (uma para escutar sua voz e outra para ouvir o próximo), &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;2 braços&lt;/b&gt; (um para o louvor e outro para ajudar o irmão), &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;2 pernas&lt;/b&gt; (uma para andar para o Evangelho de Cristo e outra para ir em direção ao outro). Nos temos que olhar para todos com um olhar transformador. Temos que ter desprendimento das coisas mundanas e ter mais segurança em Deus! Tenha certeza que, no “mínimo”, você terá o auxílio de 14 pessoas (Maria, José, e os doze Apóstolos), além dos Anjos e Santos. Com certeza, eles intercederão a Deus por ti e pela sua missão. Este questionamento é muito importante porque vemos que a figueira que &lt;u&gt;não produz frutos é amaldiçoada por Jesus&lt;/u&gt;. “&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Meu justo viverá pela fé, mas se voltar atrás não contará com a minha estim&lt;/i&gt;a”&lt;/b&gt; (Hb 10, 38).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Para servir a Deus verdadeirmente, é necessário inúmeras virtudes: Humildade, Vida Interior, Ser Instrumento de Deus, ser um homem de Oração, inspirar segurança e confiança, ser laegre, dinâmico, saber escutar, ser discreto... SER SERVO. Mas existem as tentações e os grandes pecados para aqueles que estão a frente de algum ministério. Eis os grandes pecados: &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;VAIDADE, CIÚME, SERVIR PELA METADE, SERVIR SEM AMOR, VOLVAR A VIDA ANTIGA, ORGULHO, AGIR PELA CARNE, FALTA DE COMPROMISSO, NÃO PARTILHAR, e a pior de todas... AQUELA QUE NÃO CONTAMOS A NINGUÉM, QUE NÃO PARTILHAMOS... AQUELA QUE NÃO ADMITIMOS QUE TEMOS... É A MAIS OCULTA E MAIS PERIGOSA DE TODAS!!!&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Não podemos criar um &lt;u&gt;novo catecismo&lt;/u&gt;, viver e pregar o &lt;u&gt;nosso próprio Evangelho&lt;/u&gt;, anunciar um &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;u&gt;Cristo light&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; Depois que JESUS morreu todos os discípulos ficaram com muito medo e viviam trancados. Pedro disse: &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;“Eu vou pescar e todos os outros disseram: Vamos contigo.” Esta é a primeira atitude que temos quando estamos em uma dificuldade, &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;u&gt;é voltar a vida velha&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;, mas esta palavra diz que eles passaram a noite inteira e não pegaram nem um peixe e sabe porque???&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Porque um dia este Pedro passou de pescador de peixes para ser pescador de homens e o mesmo acontece com todos nós. Um dia Jesus lhe disse algo que você pode até não lembrar de cabeça, mas está cravado em seu coração. Da mesma forma que Jesus conhecia a vocação de Pedro, ELE também conhece a sua. Eis o maior desafio do servo fiel a Deus: &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;"É preciso que ele cresça e eu diminua" (João 3,30).&lt;/b&gt; Nós somos instrumentos de salvação de almas! A minha vida de ontem cheia de erros e de pecados não poder ser a mesma de hoje!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Eis o que assinalou um padre&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;: “Não vou à Igreja porque alguém me obriga... Não rezo porque tenho medo de Deus... Não tenho 'obrigações espirituais'... Ninguém me proíbe ou me condena, minha igreja apenas me orienta, me mostra o caminho, porque... ‘minha fé é expressão de minha liberdade!’ (Jo 6,67)&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-no-proof: no;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Há muitas tarefas a serem realizadas, mas são poucos aqueles que as aceitam, ou melhor, entendem o verdadeiro chamado de Deus. Muitos não abrem espaço em suas vidas para Deus nem para o seu Evangelho, dizem não possuir tempo para tal. Madre Tereza de Calcutá sobre esse assunto costumava dizer: “Ter tempo é uma silenciosa declaração de amor”. Em Jeremias vemos a nossa vocação: &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;“&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Eu te constitui profeta para as nações&lt;/i&gt;” (Jr 1, 5).&lt;/b&gt; E para chegarmos ao Povo de Deus, precisamos ter maleabilidade, temos que trabalhar uma conscientização cristã, com carinho, dedicação e muito amor. Nós somos os instrumentos onde o Senhor pega a água (nossas qualidades) e a areia (nossos defeitos) e os coloca a serviço do Reino. Não se esqueça disso: Sozinhos, não somos nada; mas juntos, vencemos distâncias!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A paz!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Juberto Santos/RJ&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/943926596414377381-8145608002828879764?l=formacaodecatequistas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/feeds/8145608002828879764/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=943926596414377381&amp;postID=8145608002828879764' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/8145608002828879764'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/8145608002828879764'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/2010/12/devemos-buscar-sempre-seguir-o-exemplo.html' title='Devemos buscar sempre seguir o exemplo de Jesus?'/><author><name>Juberto Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09621638691091875264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-GAdUAiWfNE0/Tjny9jvExkI/AAAAAAAAAVk/iKpYIcga3j4/s220/chamado5.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-943926596414377381.post-3603685094283505493</id><published>2010-12-19T21:28:00.003-03:00</published><updated>2010-12-19T21:36:19.956-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='discípulos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Namoro Cristão'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='encontros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='10 mandamentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='encontro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jovens'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Juventude'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='apostilas'/><title type='text'>Namoro Cristão - Relacionamento Cristão</title><content type='html'>&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 11pt;"&gt;Como sabemos, namoro é tempo de conhecimento mútuo, de revelação um ao outro, de alegria serena e de descoberta do amor. Por isso, é necessário levar os jovens a reflexão neste tempo de namoro para que possam pensar sobre suas escolhas e desejos antes de formarem uma família. Namoro é o período em que o rapaz e a moça procuram conhecer-se em preparação para um compromisso mais sério: o casamento. No matrimônio, homem e mulher doam seus corpos, constituem uma só carne e tornam-se instrumentos de Deus na formação de uma família e na geração de novas vidas. &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;“A sexualidade está ordenada para o amor conjugal entre o homem e a mulher. No casamento a intimidade corporal dos esposos se torna um sinal e um penhor de comunhão espiritual (...)"&lt;/b&gt; Catecismo da Igreja Católica - Parágrafo &lt;metricconverter productid="2360. A" w:st="on"&gt;2360&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;. &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;A&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/metricconverter&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt; sexualidade humana é obra divina. Por isso é um sublime mistério. A sexualidade humana está ordenada à totalidade da pessoa, sendo de importância decisiva para o desenvolvimento equilibrado da personalidade. Desse modo, a sexualidade é muito mais abrangente, pois engloba o físico, o psíquico e o espiritual. &lt;/i&gt;(CIC) &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 11pt;"&gt;Contudo, antes de doar os corpos é preciso doar as almas. No período do namoro, os jovens devem procurar não o corpo do outro, mas a sua alma. Eles não podem ter relações sexuais, pois o corpo do outro ainda não lhe pertence. Unir-se ao corpo alheio antes do casamento (&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;fornicação&lt;/b&gt;) é um pecado contra a justiça, algo como um roubo. &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;“Fugi da fornicação. Qualquer outro pecado que o homem comete é fora do corpo, mas o impuro peca contra o seu próprio corpo.” (1Cor 6, 18) &lt;/b&gt;Nosso corpo é templo do Espírito Santo e a profanação desse templo é um sacrilégio! &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;“Não sabeis que sois o templo de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós? Se alguém destruir o templo de Deus, Deus o destruirá. Porque o templo de Deus é sagrado - e isto sois vós.” (1Cor 3, 16-17)&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 11pt;"&gt;Todavia, não é apenas a fornicação que é pecado, mas tudo que provoca o desejo de fornicação, como certos abraços e beijos que, são mais do que constituições de afeto e despertam o desejo físico. Aliás, é possível profanar o templo do nosso corpo até por pensamento: &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;“Todo aquele que olha para uma mulher com mau desejo já cometeu adultério com ela em seu coração”&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (Mt 5, 28). Vale a pena lembrar o que Jesus dizia: &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;“Vigiai e orais para não caíres &lt;personname productid="em tenta￧￣o. O" w:st="on"&gt;em tentação. O&lt;/personname&gt; espírito está pronto, mas a carne é fraca.”&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (Mt 26, 41&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;). &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;“Tudo me é permitido, mas nem tudo convém. Tudo me é permitido, mas eu não me deixarei dominar por coisa alguma.”&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt; &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;(1Cor 6, 12).&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 11pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O prazer da excitação dos sentidos, além disso, torna-os incapazes de perceber a beleza da alma do outro. O namoro deixa de ser uma ocasião de amar e passa a ser uma ocasião de egoísmo a dois, cada um tentando sugar do outro o máximo de prazer, contudo, só quem quer seguir verdadeiramente a Jesus precisa ter essa conscientização sobre o relacionamento com o outro. Mas como se deve namorar?? Sendo o namoro o encontro de dois templos sagrados que desejam conhecer-se e amar-se interiormente, devem lembrar que vocês são cristãos, logo, precisam agir como tal, precisam ser exemplos aos outros. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;E SE O OUTRO NÃO ACEITAR NAMORAR CRISTÃMENTE??&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;É &lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 11pt;"&gt;preciso renunciar ao namorado! Jesus afirmava claramente: &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Quem ama seu pai ou sua mãe mais que a mim, não é digno de mim. Quem ama seu filho mais que a mim, não é digno de mim. Quem não toma a sua cruz e não me segue, não é digno de mim. (Mt 10, 37-38)&lt;/b&gt; E Jesus poderia ter acrescentado: AQUELE QUE AMA SEU NAMORADO MAIS DO QUE A MIM, NÃO É DIGNO DE MIM! Para conservar a Graça que Cristo nos conquistou com o preço do seu sangue, devemos renunciar até a própria vida. Mas há um conforto: Se o outro não aceitar namorar se não através de beijos e abraços escandalosos, querer ter relações sexuais antes do casamento ou carícias impróprias, na verdade, ele (a) não ama você, mas deseja apenas o prazer que você pode oferecer. Quer apenas te usar como um copo descartável. Lembre-se: O verdadeiro amor sabe esperar. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;É PRECISO SER DIFERENTE DE TODO MUNDO??&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 11pt;"&gt;SIM&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 11pt;"&gt;. O verdadeiro cristão deve ser Sal da Terra e Luz do mundo (Mt 13, 33). Na carta de São Paulo a Romanos, vemos claramente como nós devemos ser frente a esse mundo cheio de violências, modismos, drogas, prostituições, poligamias, injustiças e inverdades: &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;“Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso espírito, para que possais discernir qual é a vontade de Deus, o que é bom, o que lhe agrada e o que é perfeito.” (Rm 12, 2)&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 11pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 11pt;"&gt;Aquele que procura o prazer encontra o prazer, mas depois vem o vazio, o remorso de consciência e a tristeza. Aquele que se abstém do prazer por amor, encontra a alegria. Os puros de coração são capazes desde já de conhecer as coisas de Deus muito melhor que os outros. A pureza se expressa no olhar. Ao olharmos parar os olhos de uma pessoa pura, vemos algo de Deus em sua alma. A alegria da pureza está acima do prazer carnal assim como o céu está acima da terra. Ser puro não é fácil, mas não é impossível. &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Amado (a), Castidade é virtude, não radicalismo!! &lt;/b&gt;Deus nos capacitou a vencer tal provação! Leia a Palavra Dele: &lt;b&gt;"Não vos sobreveio tentação alguma que ultrapassasse as forças humanas. Deus é fiel: não permitirá que sejais tentados além das vossas forças, mas com a tentação ele vos dará os meios de suportá-la e sairdes dela". (1Cor 10,13)&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;NAMORO: INÍCIO DO MATRIMÔNIO&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 11pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O namoro deve ser visto como um ato de amor, não como diversão, pois você estará desrespeitando um templo de Deus. Atualmente, a sociedade vem usando um termo do mundo que é contra tudo o que Jesus pregou e faz com que seu Sacrifício seja sem nenhum valor. Esse termo é o FICAR. Ele possui uma conotação anti-cristã, pois representa: &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Desonestidade, Desconfiança, Descompromisso, Superficialidade, Desrespeito contra vida, Não valoriza o verdadeiro amor, Infidelidade, Impureza, Indecisão, Perversidade, Ato de pura atração Física...&lt;/b&gt; O relacionamento entre duas pessoas cristãs dever ser sincero, honesto, fraterno, compromissado e, principalmente, santo! &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;“Sereis santos porque Eu sou santo.” (Lv 11, 45). &lt;/b&gt;Lembre-se que não basta crer, é preciso viver a fé!! &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;“Meus filhinhos, não amemos com palavras nem com a língua, mas por atos e em verdade.” (1Jo 3, 18)&lt;/b&gt; E mais: &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;“E todo aquele que vive e crê em mim, jamais morrerá. Crês nisto?”&lt;/b&gt; &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;(Jo 11, 26).&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 11pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 11pt;"&gt;Nada deve ser feito sem pensar muito. O ditado diz: &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;“A pressa é a inimiga da perfeição”&lt;/b&gt; e com o namoro não é diferente. As pessoas precisam observar bem os pretender antes de se aproximar, Analisar como ele (a) se relaciona com os amigos, parentes, se participa da mesma fé que você e que se sinta a vontade com as atividades que você tem ou participa, se possui um ideal de vida, os tipos de locais onde freqüenta, como ele é por dentro. Observar é a principal arma que nós temos para evitar desilusões, sofrimentos, desapontamentos e arrependimentos futuros. Você precisa querer namorar não pelos outros, mas por você mesmo. A felicidade do mal é querer mais do que se tem e querer ser o que não é. Você não precisa de maus conselhos dizendo que você deve namorar esta ou aquela pessoa. O que vale mesmo é o interior e não o exterior. &lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;“Sede sóbrios e vigiai. Vosso adversário, o &lt;u&gt;demônio&lt;/u&gt;, anda ao redor de vós como o leão que ruge, buscando a quem devorar. Resisti-lhe fortes na fé. (1Pd 5, 8)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;shape id="_x0000_s1026" style="height: 106.15pt; left: 0px; margin-left: 423pt; margin-top: 1.45pt; position: absolute; text-align: left; width: 117pt; z-index: 1;" type="#_x0000_t75"&gt;&lt;imagedata o:title="156519" src="file:///C:\DOCUME~1\juberto\CONFIG~1\Temp\msohtml1\01\clip_image003.jpg"&gt;&lt;/imagedata&gt;&lt;wrap type="square"&gt;&lt;/wrap&gt;&lt;/shape&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 5pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 11pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Noivado&lt;/b&gt; é um ato mais firme que o namoro, pois ambos têm um pouco mais de certeza do sentimento que sentem um pelo outro e querem ampliar seu compromisso. Ele é um passo mais concreto do futuro que o casal deseja para si. Não há um tempo determinado para o noivado, dependendo de cada casal, contudo, é necessário que esse “degrau” dure um bom tempo de discernimento. O respeito e o modo de namorar devem ser o mesmo! Para o verdadeiro cristão esses três estágios (namoro, noivado e matrimônio) precisam ser percorridos, pois são dons de Deus para a sua vida, são sacramentos vivos para que juntos, vocês possam planejar e estruturar sua futura família, o casal possa caminhar na Graça de Deus.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 11pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Lembre-se que você é exemplo e precisa ser diferente das outras pessoas que não são cristãs. &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;“Aquele que diz conhecê-lo e não guarda os seus mandamentos é mentiroso e a verdade não está nele.”&lt;/b&gt; (1Jo 2, 4) &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;“aquele que afirma permanecer nele deve também viver como ele viveu.”&lt;/b&gt; (1Jo 2, 6). Se no decorrer desta longa caminhada, você perceber que o outro não está caminhando junto, é o momento de repensar o namoro e talvez até desfazê-lo. É para isso que ele existe!! Não dê ouvidos para que os outros falam ou o que a sociedade vem impondo. Nós estamos no mundo, mas não pertencemos a ele!!! Não se acomode; não se conforme com os erros. Seja firme e terás a felicidade. A sociedade prega que o casal deve ter relações sexuais quando quiserem, contudo, a Bíblia nos diz claramente&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;: “Mas, se não podem guardar a castidade, casem-se. É melhor casar do que abrasar-se.” (1Cor 7, 9)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 11pt;"&gt;No&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt; Matrimônio, &lt;/b&gt;vemos a completa união do casal.&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt; &lt;/b&gt;Ele é para toda a vida&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;! “Vós todos considerai o matrimônio com respeito e conservai o leito conjugal imaculado, porque Deus julgará os impuros e os adúlteros.” (Hb 13, 4)&lt;/i&gt; Jesus foi muito claro quando afirmou a indissolubilidade do casamento&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 11pt;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;“Não separe, pois, o homem o que Deus uniu (...) Ele disse-lhes: Quem repudia sua mulher e se casa com outra, comete adultério contra a primeira. E se a mulher repudia o marido e se casa com outro, comete adultério."&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 10pt;"&gt; (Mt 10, 9-12&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 11pt;"&gt;) &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 11pt;"&gt;Quando lemos a carta de Paulo a Romanos, vemos claramente: &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;“Assim, a mulher casada está sujeita ao marido pela lei enquanto ele vive; mas, se o marido morrer, fica desobrigada da lei que a ligava ao marido. Por isso, enquanto viver o marido, se se tornar mulher de outro homem, será chamada adúltera. Porém, morrendo o marido, fica desligada da lei, de maneira que, sem se tornar adúltera, poderá casar-se com outro homem.” (Rm 7, 2-3)&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 11pt;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;É BOM SER QUADRADO! &lt;personname productid="EM UM PENHASCO" w:st="on"&gt;EM UM PENHASCO&lt;/personname&gt;, QUANDO ALGUÉM NOS EMPURRA, O QUADRADO PÁRA, MAS O REDONDO SEGUE E CAI...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Estrangelo Edessa';"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Seja Santo!!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/943926596414377381-3603685094283505493?l=formacaodecatequistas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/feeds/3603685094283505493/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=943926596414377381&amp;postID=3603685094283505493' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/3603685094283505493'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/3603685094283505493'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/2010/12/namoro-cristao-relacionamento-cristao.html' title='Namoro Cristão - Relacionamento Cristão'/><author><name>Juberto Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09621638691091875264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-GAdUAiWfNE0/Tjny9jvExkI/AAAAAAAAAVk/iKpYIcga3j4/s220/chamado5.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-943926596414377381.post-7620142258728230456</id><published>2010-12-19T21:18:00.001-03:00</published><updated>2010-12-19T21:20:37.051-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sacramentos'/><title type='text'>O Sacramento da Eucaristia</title><content type='html'>&lt;div align="center" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #274e13;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;A&lt;b&gt; Eucaristia&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; é o alimento. Ninguém vive sem se alimentar. Para viver, dependemos não só da comida, mas também do pão da fraternidade, do carinho, da justiça. Nessa experiência de repartir o pão de cada dia, seja o pão de trigo, seja o pão da dor ou da alegria, Deus está presente. Celebrar a Eucaristia é também uma denúncia contra a falta de fraternidade que existe no mundo; porque na Eucaristia comemos do mesmo pão, quando na vida falta pão para tanta gente. Acreditamos e celebramos tudo isso na comunhão. A Eucaristia é Deus mesmo se repartindo como pão, na doação de Jesus.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A santa Eucaristia conclui a iniciação cristã. Os que foram elevados à dignidade do sacerdócio régio pelo Batismo e configurados mais profundamente a Cristo pela Confirmação, estes, por meio da Eucaristia, participam com toda a comunidade do próprio sacrifício do Senhor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="texto" style="margin: auto 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Na última ceia, na noite em que foi entregue, nosso Salvador institui o Sacrifício Eucarístico de seu Corpo e Sangue. Por ele, perpetua pelos séculos, até que volte, o sacrifício da cruz, confiando destarte à Igreja, sua dileta esposa, o memorial de sua morte e ressurreição: sacramento da piedade, sinal da unidade, vínculo da caridade, banquete pascal em que Cristo é recebido como alimento, o espírito é cumulado de graça e nos é dado o penhor da glória futura. Muitos pensam que os Sacramentos são obras eclesiásticas, ou seja, criadas pela Igreja, mas isso não é verdade, todos os Sacramentos são sinais da graça de Deus que são expressos sem sombra de dúvidas na Palavra de Deus. Por exemplo: a presença de Jesus no Pão e no Vinho, é bem explicada nas Escrituras que relatam a última refeição de Cristo com os Apóstolos: A Santa Ceia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="texto" style="margin: auto 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: large;"&gt;Veja abaixo algumas palavras que Jesus disse aos seus apóstolos:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="texto" style="margin: auto 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;"Durante a refeição, Jesus tomou o pão e, depois de o benzer, partiu-o e deu-lhe, dizendo: 'Tomai, isto é o meu corpo'. Em seguida, tomou o cálice em suas mãos, deu graças e o apresentou, e todos deles beberam. E disse-lhes: 'Isto é o meu sangue, o sangue da nova e eterna aliança que será derramado por vós e por todos. Em verdade eu vos digo: já não bebereis do fruto da videira, até aquele dia em que o beberei de novo no Reino de Deus'" (Mc 14, 22-25)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="texto" style="margin: auto 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Através das palavras de Cristo, podemos perceber a firmeza de suas palavras. Ele não disse que o Pão simbolizava a sua carne, mas é verdadeiramente a sua carne. Não disse também que o vinho representava o seu sangue, mas é verdadeiramente o seu sangue. Jesus disse também: "Eu sou o pão da vida: aquele que vem a mim não terá fome, e aquele que crê em mim jamais terá sede" (Jo 6, 35). Quem recebe o Cristo, com a convicção que realmente Jesus está presente na Hóstia Consagrada, tem a benção de estar sempre saciado de graças vindas Dele.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="texto" style="margin: auto 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Quando comungamos, nos transformamos em verdadeiros Sacrários, por isso é importante deixar bem limpo o lugar em que Jesus vai habitar. É através da Confissão que limpamos o nosso ser, recebendo a absolvição de nossos pecados. Podemos então concluir que a Eucaristia, que significa "Ação de Graças" é o alimento da alma. Através dele passamos a caminhar com mais força rumo à Salvação. O importante é comungar com a convicção que Jesus é o Sacramento da Eucaristia, que é um grande presente Dele à nós.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Os Sacramentos encerram em si todas as graças que precisamos durante a vida para que a imagem de Cristo seja formado em nós. Nascemos de nossos pais para uma vida de sofrimentos herdada de Adão; o Batismo nos faz renascer, dando-nos uma vida nova, de filhos de Deus, herdeiros do Céu, passando pela morte e ressurreição de Cristo (Rm 6, 1-11). Aos poucos a criança atinge a adolescência e se robustece; na vida espiritual recebe o Sacramento da Crisma que lhe dá pelo dom do Espírito Santo, a maturidade espiritual e a força para viver e testemunhar a fé. A cada dia a vida precisa ser alimentada com o pão, mas ele não impede que a morte aconteça; então, Cristo nos dá, pela Igreja, o Pão do Céu, a Eucaristia, que é remédio e sustento para a caminhada, e que nos garante a vida eterna.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;EUCARISTIA:&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br style="mso-special-character: line-break;" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;strong&gt;Matéria&lt;/strong&gt; - O pão e o vinho consagrados na Santa Missa. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Forma&lt;/strong&gt; - "Isto é o meu Corpo" - para a consagração do pão; "Este é o cálice do meu sangue, do sangue da nova e eterna aliança, mistério da Fé, que será derramado para vós e para muitos para o perdão dos pecados" -, para a consagração do vinho. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Graça&lt;/strong&gt; - É a presença do próprio Jesus Cristo na nossa alma, com seu Corpo, Sangue, Alma e &lt;strong&gt;Divindade&lt;/strong&gt; - é o alimento espiritual. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="NormalWeb1" style="margin: 12pt 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;"Tomou em seguida o pão e depois de ter dado graças, partiu-o e deu-lho, dizendo: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;" (Lc 22,19)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="NormalWeb1" style="margin: 12pt 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A santa Eucaristia faz parte dos Sacramentos da iniciação cristã. Os que foram elevados à dignidade do sacerdócio régio pelo Batismo, por meio da Eucaristia, participam com toda a comunidade do próprio sacrifício do Senhor.&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Na última ceia, na noite em que foi entregue, nosso Salvador institui o Sacrifício Eucarístico de seu Corpo e Sangue. Por ele, perpetua pelos séculos, até que volte, o sacrifício da cruz, confiando portanto à Igreja, sua dileta esposa, o memorial de sua morte e ressurreição: sacramento da piedade, sinal da unidade, vínculo da caridade, banquete pascal em que Cristo é recebido como alimento, o espírito é cumulado de graça e nos é dado o penhor da glória futura. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="NormalWeb1" style="margin: 12pt 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Muitos pensam que os Sacramentos são obras eclesiásticas, ou seja, criadas pela Igreja, mas isso não é verdade, todos os Sacramentos são sinais da graça de Deus que são expressos sem sombra de dúvidas na Palavra de Deus. Por exemplo: a presença de Jesus no Pão e no Vinho, é bem explicada nas Escrituras que relatam a última refeição de Cristo com os Apóstolos, A Santa Ceia: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="NormalWeb1" style="margin: 12pt 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;"Durante a refeição, Jesus tomou o pão e, depois de o benzer, partiu-o e deu-lhe, dizendo: 'Tomai, isto é o meu corpo'. Em seguida, tomou o cálice em suas mãos, deu graças e o apresentou, e todos eles beberam. E disse-lhes: 'Isto é o meu sangue, o sangue da nova e eterna aliança que será derramado por vós e por todos. Em verdade eu vos digo: já não bebereis do fruto da videira, até aquele dia em que o beberei de novo no Reino de Deus'" (Mc 14, 22-25). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="NormalWeb1" style="margin: 12pt 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Através das palavras de Cristo, podemos perceber a firmeza de suas palavras. Ele não disse que o Pão simbolizava a sua carne, mas é verdadeiramente a sua carne. Não disse também que o vinho representava o seu sangue, mas é verdadeiramente o seu sangue. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="NormalWeb1" style="margin: 12pt 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Jesus disse também: "Eu sou o pão da vida: aquele que vem a mim não terá fome, e aquele que crê em mim jamais terá sede" (Jo 6, 35). Quem recebe o Cristo, com a convicção que realmente Jesus está presente na Hóstia Consagrada, tem a benção de estar sempre saciado de graças vindas Dele. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="NormalWeb1" style="margin: 12pt 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Quando comungamos, nos transformamos em verdadeiros Sacrários, por isso é importante deixar bem limpo o lugar em que Jesus vai habitar. É através da Confissão (Sacramento da Penitência) que limpamos o nosso ser, recebendo a absolvição de nossos pecados. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="NormalWeb1" style="margin: 12pt 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Podemos então concluir que a Eucaristia, que significa "Ação de Graças" é o alimento da alma. Através dele passamos a caminhar com mais força rumo à Salvação. O importante é comungar com a convicção que Jesus é o Sacramento da Eucaristia, que é um grande presente Dele a nós. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="NormalWeb1" style="margin: 12pt 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Celebrar a Eucaristia é também uma denúncia contra a falta de fraternidade que existe no mundo; porque na Eucaristia comemos do mesmo pão, quando na vida falta pão para tanta gente. Acreditamos e celebramos tudo isso na comunhão. A Eucaristia é Deus mesmo se repartindo como pão, na doação de Jesus. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="NormalWeb1" style="margin: 12pt 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Você tem vivido os Sacramentos? Participado da Eucaristia? Vivenciado a Confissão??... No século II, Tertuliano diz:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="NormalWeb1" style="margin: 12pt 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;“&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;O Corpo é &lt;u&gt;lavado&lt;/u&gt;, para que a alma seja purificada; o corpo é &lt;u&gt;ungido&lt;/u&gt;, para que a alma seja consagrada; o corpo é &lt;u&gt;assinalado&lt;/u&gt; (com o sinal da cruz), para que a alma seja fortificada; o corpo é &lt;u&gt;sombreado&lt;/u&gt; (pela imposição das mãos) para que a alma seja iluminada pelo Espírito Santo; o corpo é &lt;u&gt;alimentado&lt;/u&gt; com o corpo e o sangue de Cristo para que a alma se nutra de Deus&lt;/b&gt;”&lt;/span&gt; (Dicionário Teológico Espiritual – Verbete: Iniciação Cristã, Paulus).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="NormalWeb1" style="margin: 12pt 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;Fontes diversas!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/943926596414377381-7620142258728230456?l=formacaodecatequistas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/feeds/7620142258728230456/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=943926596414377381&amp;postID=7620142258728230456' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/7620142258728230456'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/7620142258728230456'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/2010/12/o-sacramento-da-eucaristia.html' title='O Sacramento da Eucaristia'/><author><name>Juberto Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09621638691091875264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-GAdUAiWfNE0/Tjny9jvExkI/AAAAAAAAAVk/iKpYIcga3j4/s220/chamado5.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-943926596414377381.post-3992889033166040964</id><published>2010-12-19T21:12:00.001-03:00</published><updated>2010-12-19T21:14:11.785-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tipos de Terço'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='oração'/><title type='text'>Você sabe rezar o Terço da Misericórdia?</title><content type='html'>&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;TERÇO DA MISERICÓRDIA&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;shapetype coordsize="21600,21600" filled="f" id="_x0000_t75" o:preferrelative="t" o:spt="75" path="m@4@5l@4@11@9@11@9@5xe" stroked="f"&gt;&lt;stroke joinstyle="miter"&gt;&lt;/stroke&gt;&lt;formulas&gt;&lt;f eqn="if lineDrawn pixelLineWidth 0"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="sum @0 1 0"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="sum 0 0 @1"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="prod @2 1 2"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="prod @3 21600 pixelWidth"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="prod @3 21600 pixelHeight"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="sum @0 0 1"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="prod @6 1 2"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="prod @7 21600 pixelWidth"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="sum @8 21600 0"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="prod @7 21600 pixelHeight"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="sum @10 21600 0"&gt;&lt;/f&gt;&lt;/formulas&gt;&lt;path gradientshapeok="t" o:connecttype="rect" o:extrusionok="f"&gt;&lt;/path&gt;&lt;lock aspectratio="t" v:ext="edit"&gt;&lt;/lock&gt;&lt;/shapetype&gt;&lt;shape id="_x0000_s1026" style="height: 138.4pt; 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font-size: 10pt;"&gt;Creio... &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;Nas contas do Pai-Nosso, reza-se: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;Eterno Pai, eu Vos ofereço o Corpo e Sangue, Alma e Divindade de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e do mundo inteiro. &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;Nas contas das Ave-Marias, reza-se:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt; Pela Sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro. (10 vezes)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;Ao final do terço, reza-se: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende piedade de nós e do mundo inteiro (3X)&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;em&gt;BREVE HISTÓRICO&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;Este terço foi ensinado durante uma visão que Irmã Faustina teve em 13 de setembro de 1935:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;"Eu vi um anjo, o executor da cólera de Deus... a ponto de atingir a terra... Eu comecei a implorar intensamente a Deus pelo mundo, com palavras que ouvia interiormente. Na medida em que assim rezava, vi que o anjo ficava desamparado, e não mais podia executar a justa punição...”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;No dia seguinte, uma voz interior lhe ensinou essa oração nas contas do rosário. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;Mais tarde, Jesus disse a Irmã Faustina: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;"Pela recitação desse Terço agrada-me dar tudo que Me pedem. Quando o recitarem os pecadores empedernidos, encherei suas almas de paz, e a hora da morte deles será feliz. Escreve isto para as almas atribuladas: Quando a alma vê e reconhece a gravidade dos seus pecados, quando se desvenda diante dos seus olhos todo o abismo da miséria em que mergulhou, que não desespere, mas se lance com confiança nos braços da minha Misericórdia, como uma criança nos braços da mãe querida. Estas almas têm sobre meu Coração misericordioso um direito de precedência. Dize que nenhuma alma que tenha recorrido a minha Misericórdia se decepcionou nem experimentou vexame..." &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;"....Quando rezarem este Terço junto aos agonizantes, Eu me colocarei entre o Pai e a alma agonizante, não como justo Juiz, mas como Salvador misericordioso".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;SEMPRE ESSE TERÇO É REZADO ÀS 15H TODOS OS DIAS!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/943926596414377381-3992889033166040964?l=formacaodecatequistas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/feeds/3992889033166040964/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=943926596414377381&amp;postID=3992889033166040964' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/3992889033166040964'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/3992889033166040964'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/2010/12/voce-sabe-rezar-o-terco-da-misericordia.html' title='Você sabe rezar o Terço da Misericórdia?'/><author><name>Juberto Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09621638691091875264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-GAdUAiWfNE0/Tjny9jvExkI/AAAAAAAAAVk/iKpYIcga3j4/s220/chamado5.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-943926596414377381.post-6899349724249938785</id><published>2010-10-05T13:56:00.003-03:00</published><updated>2010-10-05T14:00:22.959-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='catequisar catequista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='catequese'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Retiros Espirituais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='discípulos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CR- Catequese Renovada'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='preparar o encontro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='planejamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='famílias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='objetivo do encotro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jovens'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Juventude'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='catequista'/><title type='text'>A Importância dos Retiros Espirituais</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sua comunidade tem o costume de realizar retiros? As pastorais têm em seus cronogramas anuais tal atividade? Os catequistas e demais lideranças costumam se fortalecer em alguns dias de afastamento?? Esse artigo trará algumas importantes respostas para suas principais dúvidas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Retiro significa sair do seu lugar de convívio, afastar-se; deixar suas atividades para buscar uma reflexão... Lembro ainda que a palavra Retiro é mais ampla, pois se refere a todos aqueles que se recolhem para orar, tendo assim um encontro mais profundo com Deus (Mt 6, 5-8). Todas as pastorais deveriam ter, em seu cronograma anual, um retiro espiritual. E também os catequistas deveriam participar te tais atividades, pois precisam também encher “suas talhas” com a Graça de Deus, visando que elas não fiquem secas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;- Eles são mesmo Importantes??&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Retiro é fundamental para fortalecer a fé das pessoas, pois elas deixam suas preocupações diárias para voltar seu pensamento para o Senhor. E nesses dias de refúgio, os jovens e adultos podem perceber a importância de suas famílias, a valorização das amizades, além de todos poderem passar pelo “deserto” entendendo a plenitude da fé. Lembro que o “deserto” não dever ser visto como algo sem vida, estéril, ou duro de caminhar, mas como algo fértil. E essa fertilidade poderá nos transformar e nos renovar na caminhada. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Não podemos esquecer que Jesus, em vários momentos, saía várias vezes para rezar, para meditar:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;“Venham vocês também para um lugar deserto e descansem um pouco” (Mc 6, 31)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;“Partiram na barca para um lugar solitário, à parte”.(Mc 6, 32)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;“Retirou-se para uma região vizinha do deserto, a uma cidade chamada Efraim, e ali se detinha com seus discípulos.” (Jo 11, 54).&lt;/li&gt;&lt;li&gt;"Num daqueles dias ele subiu com os seus discípulos a uma barca. Disse ele: Passemos à outra margem do lago. E eles partiram." (Lc 8, 22)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;“A hora já estava bem avançada quando se achegaram a ele os seus discípulos e disseram: Este lugar é deserto, e já é tarde”. (Mc 6, 35).&lt;/li&gt;&lt;li&gt;“Mas ele costumava retirar-se a lugares solitários para orar”.(Lc 5, 16)&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os retiros espirituais, de formação, as vivências ou os chamados acampamentos são muito importantes para aprofundar nossa fé. Os retiros podem ser de metade de um dia, de um dia, de três dias, de uma semana... Depende da sua finalidade e do público-alvo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;- Como prepará-lo? É muito difícil??&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para a realização dessa atividade, é necessário ter em mente o objetivo do retiro, ver a realidade do grupo e buscar apoio e orientação com o sacerdote de sua comunidade. A equipe de coordenação precisa estar fortalecida e sem problemas internos, pois algo assim pode comprometer seu evento. Eis as principais etapas da organização: &lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Pensar o tema do retiro (ponto fundamental que abrangerá as demais partes do evento);&lt;/div&gt;- Projetar o programa (corpo do retiro com as pregações, os momentos de oração, animações, desertos, lembrancinhas, celebração com o padre, as músicas, as dinâmicas, a ornamentação...);&lt;br /&gt;- Pesquisar o melhor local (é necessário pesquisar um local que traga as melhores condições para receber os retirantes e para a realização das atividades pensadas no programa do Retiro). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além dessas medidas, é necessário lembrar do transporte, da alimentação, lista do que levar, Missa de entrega, autorização dos responsáveis, possíveis gastos, os horários, material de primeiros socorros, mensagens dos amigos e responsáveis.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É interessante dividir a coordenação em equipes visando dinamizar a organização e também diminuir que cada um fique sobrecarregado. Equipe de finanças, cozinha, música, momentos de oração, formação, intercessão, apoio, dinâmica, ornamentação, dentre outros. Nem sempre nossas coordenações são grandes em números e essas “mini-equipes” ficam representadas por uma ou duas pessoas, todavia, já é uma boa divisão de tarefas.Nas reuniões preparatórias cada equipe apresenta seus avanços e o retiro vai tendo sua estrutura montada. Peça, se possível, a presença do sacerdote em algumas dessas reuniões, visando apresentar o que vem sendo estruturado e pedindo orientações e sugestões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cada Retiro é um momento único, mesmo que você repita o tema e as atividades nos ano seguinte. Não se podem prever as suas realizações em cada pessoa, mas tenha certeza que o Espírito Santo irá agir e fará que esse retirante tenha um encontro maior com Deus. Talvez você pense que essa atividade requer muitas atenções, traz inúmeras dificuldades e obstáculos para a sua realização, porém não se esqueça que você não estará sozinho(a)! O sacerdote é o seu maior aliado e ainda você dispõe da sua equipe de coordenação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao iniciar esse grandioso projeto, você irá compreender a importância dos retiros na vida das pessoas; entenderá que será necessária persistência e trabalho árduo para montar toda a sua estrutura; ter toda a calma e paciência para executá-lo junto com sua equipe; achará as respostas para suas principais dúvidas e verá o quão maravilhoso é o seu resultado, pois os retiros são magníficos momentos de forte interiorização e maior sintonia com nosso amado Deus. Lance essa idéia em seu grupo, movimento ou pastoral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;- OLHA A DICA!!!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Devido a falta de literatura sobre o tema, escrevi um livro (Como preparar um Retiro) que orienta todas essas tarefas descritas acima e ainda traz inúmeros exemplos de retiros já realizados para exemplificar toda a teoria explicada no decorrer do mesmo. Fica a sugestão de leitura para que catequistas, agentes de pastoral e sacerdotes possam ter suas dúvidas sanadas para ampliar e aprofundar seus retiros. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Paz e Bem! &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Fonte:&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;em&gt; SANTOS, Juberto. “&lt;span style="color: blue;"&gt;Como preparar um Retiro&lt;/span&gt;” - Editora Vozes, 2009.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;__________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Juberto Santos&lt;/span&gt; é Historiador e professor de História, pela UFRJ. Atua como Catequista (Crisma e Perseverança) na Paróquia Nossa Senhora d’Ajuda (Igreja de Santo Antônio), no Rio de Janeiro. É ministro de música e pregador, animador de retiros e vivências. É autor de “&lt;span style="color: blue;"&gt;Como preparar um Retiro&lt;/span&gt;” - Editora Vozes, 2009.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/943926596414377381-6899349724249938785?l=formacaodecatequistas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/feeds/6899349724249938785/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=943926596414377381&amp;postID=6899349724249938785' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/6899349724249938785'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/6899349724249938785'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/2010/10/importancia-dos-retiros-espirituais.html' title='A Importância dos Retiros Espirituais'/><author><name>Juberto Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09621638691091875264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-GAdUAiWfNE0/Tjny9jvExkI/AAAAAAAAAVk/iKpYIcga3j4/s220/chamado5.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-943926596414377381.post-6324473759039923226</id><published>2010-10-05T12:16:00.000-03:00</published><updated>2010-10-05T12:16:01.778-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dinâmica para Encontros'/><title type='text'>Dinâmica III</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_LP-8xJB-0MA/TKtAy7qXVoI/AAAAAAAAATA/INbBymxhyPc/s1600/sem+t%C3%ADtulo121.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="166" px="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_LP-8xJB-0MA/TKtAy7qXVoI/AAAAAAAAATA/INbBymxhyPc/s320/sem+t%C3%ADtulo121.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ess dinâmica é interessante. Faça uma folha matriz com duas dessas imagens e faça cópias. E peça para os integrantes, individualmente, tentarem desvendar o que está na imagem (JESUS). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Boa dinâmica!!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/943926596414377381-6324473759039923226?l=formacaodecatequistas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/feeds/6324473759039923226/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=943926596414377381&amp;postID=6324473759039923226' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/6324473759039923226'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/6324473759039923226'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/2010/10/dinamica-iii.html' title='Dinâmica III'/><author><name>Juberto Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09621638691091875264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-GAdUAiWfNE0/Tjny9jvExkI/AAAAAAAAAVk/iKpYIcga3j4/s220/chamado5.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_LP-8xJB-0MA/TKtAy7qXVoI/AAAAAAAAATA/INbBymxhyPc/s72-c/sem+t%C3%ADtulo121.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-943926596414377381.post-1395927077360252202</id><published>2010-10-02T19:25:00.000-03:00</published><updated>2010-10-02T19:25:17.681-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='catequese'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='formação de catequistas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Histórias de Reflexão'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Juventude'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='catequista'/><title type='text'>Carta do Encardido</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;em&gt;Uma Carta para um “Cristão”&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu o vi ontem, quando começou suas tarefas diárias. Você levantou-se sem falar com Deus, o dia todo você sequer fez menção de orar. Fez muitas coisas, mas tempo pra Deus nada. Como eu fiquei feliz! De fato, nem se recordou de agradecer pelo alimento. Você é muito mal-agradecido, e é isso que gosto em você. Também me satisfaz a enorme falsidade que demonstra sempre que se fala sobre seu crescimento cristão, como se para ser de Deus precisasse apenas dizer isso uma vez na vida, e o bom é que você sabe disso, mas esconde isso de você mesmo muito bem... Que perspicácia! O melhor mentiroso é aquele consegue enganar a si mesmo! Parabéns!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Raramente lê a Bíblia, e quando o faz, está muito cansado para isso, não dá importância. É melhor que não leia, mas lendo sem dar valor, já é alguma coisa... Nessa hora eu posso tentar você, lembrando das suas coisas mais importantes pra fazer, atiçando seu cansaço, aumentando tuas preocupações. Como tenho prazer quando você fecha aquela... Palavra de Deus... Bah! Oras muito pouco e freqüentemente ora sem pensar nas palavras que diz. Por qualquer motivo falta ou chega atrasado nas reuniões de oração. Isso mesmo... Pra que falar com Deus? Fale comigo... No Inferno teremos muito que conversar. Ahaha&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E o que dizer nas suas queixas em cooperar no evangelismo? Gosto das tuas desculpas em não querer fazer isso ou aquilo. Tudo isso é útil pra mim... Não posso descrever minha alegria que em todo este tempo que estás seguindo teu Deus, não mudastes teu comportamento. Tantos anos se passaram e continuas comportando-se como no início, você pensa que não tem nada pra mudar. Você me encanta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Recordo-me das piadas sujas que você diz e ri da graça que acha nelas E eu rio, de um filho de Deus que participa disso. A verdade é que ambos passam bem... E as fofocas, que contas dos outros, que dizem ser teus irmãos? Delicio-me com aquilo... Como você ri das fraquezas deles... Eu também... São todos uns fracos e pobres coitados mesmo! Mas você não... Você é como eu. Sem defeitos...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Gosto quando você usa os outros... Você aprende rápido. Tem instinto! Mas a melhor parte é quando depois de conquistar os outros, você começa a usá-los e fazer com que eles façam a sua vontade. Eu faço isso sabia? Deve saber, aliás, você é mestre nisso... Pensa que aprendeu com quem?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Amo quando os seus problemas familiares interferem na sua vida de igreja, quando você se deixa abater por problemas de saúde, de relacionamento, de desentendimento. Isso me deixa felicíssimo! Ah, como amo ver suas pastorais se despedaçando por causa disso! Quando isso acontece, é sinal que você está entendendo os meus ensinamentos! Faço isso, pois odeio quando você faz eventos para esse tal de “Cristo”, logo não posso deixar que isso aconteça, mas quando eu lanço esses problemas familiares, sempre consigo atrapalhar e, às vezes, até faço o evento deixar de acontecer! Eu me amo!!!!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outro fato que eu fico orgulhoso é quando você tem problemas com o seu padre. Isso me deixa radiante, pois se vocês não caminham juntos, logo logo você desiste e eu ganho mais uns discípulos com os integrantes do seu antigo grupo! Valeu!!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sou apaixonado pela tua língua felina! Destilas veneno quando falas. Gosto quando você destrói as pessoas com teus comentários. Mas o que mais gosto é de ver o teu prazer quando desferes tuas palavras... Teus olhos brilham! Dou saltos de alegria quando Tu começas a dizer que isso se chama sinceridade... Quando dizes que és verdadeiro! Eu sou apaixonado por quem consegue pegar nomes e sentimentos cristãos e inverter em benefícios próprios! Na verdade és orgulhoso, prepotente, auto-suficiente e impulsivo... Mas dizes ser apenas verdadeiro! E os outros acreditam...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A música vulgar e de duplo sentido que escutas, me encanta. Como sabe quais são os grupos que gosto de escutar? Também desfruto muito quando difamas e se rebela contra o seu Deus, me sinto extremamente feliz... &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E quando o vejo dançar esses tipos de movimentos que tanto o fascinam? Como gosto! Certamente quando te divertes de maneira santa, me desilude, mas não há problemas, sempre há outras oportunidades... &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há vezes que me fazes serviços incríveis, quando dá mau exemplos aos filhos e quando permite que percam a inocência, por meio da TV e coisas desse tipo. Amo quando você os manda atender ao telefone dizendo pra eles: "Se for fulano diga que não estou..." São tão perceptivos que logo imitam o que vêem... Vão aprender a mentir rapidinho... E como eu sou o Pai da mentira... Agradeço-te muito. Logo não serão teus filhos, mas MEUS filhos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Você me agrada muitíssimo, pois são raras às vezes tenho que te tentar, porque sempre cais por tua conta... Você busca os momentos propícios, se expõe a situações perigosas... Seguindo-me assim certamente terás um lugar aqui comigo na minha humilde e aconchegante, residência!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agora... Se realmente me amas... Faças-me um favorzinho... Não mostre essa carta a ninguém! &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Combinado?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Ass: Satanás ou o “Encardido” se preferir!&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obs: Será que ele está com a razão? Será que eu estou me deixando abater? O Senhor Jesus está contigo sempre, e nada nem ninguém poderá te separar Dele! Leia (Jo 16, 33 Rm 12, 2 1 Pd 5, 8-9 Jo 11, 26 Mt 5, 13-14) e creia !!!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/943926596414377381-1395927077360252202?l=formacaodecatequistas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/feeds/1395927077360252202/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=943926596414377381&amp;postID=1395927077360252202' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/1395927077360252202'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/1395927077360252202'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/2010/10/carta-do-encardido.html' title='Carta do Encardido'/><author><name>Juberto Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09621638691091875264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-GAdUAiWfNE0/Tjny9jvExkI/AAAAAAAAAVk/iKpYIcga3j4/s220/chamado5.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-943926596414377381.post-3599930743582588001</id><published>2010-10-02T19:16:00.001-03:00</published><updated>2010-10-05T13:39:09.922-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Campanha da Fraternidade'/><title type='text'>A CAMPANHA DA FRATERNIDADE - CF</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 9pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A Campanha da Fraternidade surgiu durante o desenvolvimento do Concílio Vaticano II (1962-1965). A cada ano, desde 1964, a Igreja no Brasil pr&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 9pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 9pt;"&gt;opõe a todos os cristãos, a Campanha da Fraternidade (CF).&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Essa campanha desenvolveu-se mais intensamente durante a Quaresma, mas aos poucos, seu tema foi sendo refletido e engajado dentro da vida da Igreja durante todo o ano. É sempre um tema bem concreto através do qual, somos convidados a reconsiderar e, sobretudo, nossas atitudes para com o próximo, dando dimensão concreta à nossa conversão pessoal e à de nossas comunidades de Igreja.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 9pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A Quaresma é o período de 40 dias entre a Quarta-feira de cinzas – logo após o Carnaval - e a Semana Santa (que se inicia com o Domingo de Ramos). Durante a Quaresma, a Igreja e todos os cristãos preparam-se para a Páscoa. A Páscoa possui três interpretações: é a antiga festa de pastores para comemorar a primavera; é a festa dos Hebreus, para relembrar sua saída do Egito, no tempo de Moisés; é a festa anual dos Cristãos para celebrar a Ressurreição de Cristo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 9pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;É nesse contexto que inicia a CF, a qual é um projeto que procura animar todas as comunidades num compromisso pastoral concreto que marque a unidade da Evangelização pelo empenho comum em prol da solidariedade e fraternidade que nascem do amor de Cristo. Durante esse período, a liturgia trabalha paralelamente com a Campanha. Os cantos litúrgicos da missa, as preces e outras orações são voltados também para o tema que está sendo trabalhado. A CF atinge, cada ano, um problema determinado e urgente que precisa do esforço de ação pastoral conjunta no país, desafios sociais, econômicos, políticos, culturais e religiosos da realidade brasileira;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 9pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Inicialmente, a igreja buscou rever sua parte interna, tanto que as primeiras campanhas tinham por objetivo principal reaproximar os leigos das atividades comunitárias e pastorais, além de reforçar a vivência na paróquia e na comunidade. Dessa forma, os primeiros temas da Campanha da Fraternidade contemplaram mais a vida interna da Igreja. A partir dos anos de 1970 essa postura muda e a Igreja passa a Igreja preocupa-se com a realidade social da população, denunciando o pecado social e promovendo a justiça.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul style="margin-top: 0cm;" type="disc"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;Algumas Funções da Campanha da Fraternidade (CF):&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 9pt;"&gt;• É uma campanha quaresmal, que une em si as exigências da conversão, da oração, do jejum e da doação. Convoca os cristãos a uma maior participação nos sofrimentos de Cristo como possibilidade de auxílio aos pobres&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 9pt;"&gt;• início na quaresma e ressonância no ano todo (Cf. CNBB, Pastoral da Penitência, Doc. 34, nº. 4.3)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 9pt;"&gt;• É um grande instrumento para desenvolver o espírito quaresmal: conversão, renovação interior e ação comunitária em preparação da Páscoa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 9pt;"&gt;• Meio para viver os três elementos fundamentais da espiritualidade quaresmal: Oração – Jejum – esmola&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 9pt;"&gt;• A CF é especialmente manifestada na evangelização libertadora, clama a renovar a vida da Igreja, a transformar a sociedade e a partir de temas específicos, tratados à luz do Projeto de Deus.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 9pt;"&gt;• Busca a compreensão pelo “VER” – “JULGAR” – “AGIR”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul style="margin-top: 0cm;" type="disc"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;COLETA NO DOMINGO DE RAMOS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 9pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;No final da Campanha, cada comunidade é chamada a um gesto generoso, cuja destinação não contemplará apenas necessidades dela. Pela sua doação, a comunidade vai ajudar a Igreja desenvolver obras de promoção humana e a sustentar a ação pastoral. Certamente não há Diocese do Brasil que não tenha já recebido ajuda de irmãos e instituições eclesiais de outros países. Numerosas paróquias e comunidades receberam ajuda financeira de entidades católicas do estrangeiro para as mais diversas finalidades: construção de igrejas, de centros comunitários, programas de formação, seminários... Dessa forma, a CF se expressa concretamente pela oferta de doações em dinheiro na Coleta da solidariedade. É um gesto concreto de fraternidade feito em âmbito nacional, em todas as comunidades cristãs, paróquias e dioceses. Na coleta da Campanha, cada comunidade dá conforme pode, com cada uma colaborando de acordo com suas possibilidades. A colaboração deve ser generosa, gratuita, solidária e libertadora. A coleta da Campanha da Fraternidade, grande gesto concreto de fraternidade, deve tornar-se logo meio privilegiado para a auto-sustentação da Igreja no Brasil, garantindo recursos financeiros para ela manter obras sociais, programas de formação de leigos engajados, a infra-estrutura pastoral. A CNBB já recebe razoável recurso desta coleta para preparar a Campanha de cada ano e para as atividades que desenvolve. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul style="margin-top: 0cm;" type="disc"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;QUANDO TERMINA A CAMPANHA?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 9pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Alguns podem pensar que, após a Páscoa, a campanha chega ao fim, todavia, é um grande equívoco. Ela perdura pelo ano inteiro, junto com o Ano Litúrgico, atuando com fervor nas outras atividades pastorais que são desenvolvidas ao longo do ano. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 9pt;"&gt;Cartazes, desenhos, músicas, texto-base, textos voltados para cada pastoral, vídeos... Várias são as formas que a Campanha da Fraternidade pode ser trabalhada nas comunidades, sendo debatida e refletida pela comunidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: 122.25pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: 122.25pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: 122.25pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul style="margin-top: 0cm;" type="disc"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;TODOS OS TEMAS E OS LEMAS DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 63pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CF 1964 – Igreja em Renovação - &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Lembre-se: você também é Igreja&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 63pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CF 1965 – Paróquia em Renovação - &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Faça de sua paróquia uma Comunidade de fé, culto e amor&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 63pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CF 1966 – Fraternidade - &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Somos responsáveis uns pelos outros&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 63pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CF 1967 – Co-responsabilidade - &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Somos todos iguais, somos todos irmãos&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 63pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CF 1968 – Doação - &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Crer com as mãos&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 63pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CF 1969 – Descoberta - &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Para o outro, o próximo é você&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 63pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CF 1970 – Participação - &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Participar&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 63pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CF 1971 – Reconciliação - &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Reconciliar&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 63pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CF 1972 – Serviço e Vocação - &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Descubra a felicidade de servir&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 63pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CF 1973 – Fraternidade e Libertação - &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;O egoísmo escraviza, o amor liberta&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 63pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CF 1974 – Reconstruir a vida - &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Onde está teu irmão?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 63pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CF 1975 – Fraternidade é Repartir - &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Repartir o Pão&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 63pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CF 1976 – Fraternidade e Comunidade - &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Caminhar juntos&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 63pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CF 1977 – Fraternidade na Família - &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Comece em sua casa&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 63pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CF 1978 – Fraternidade no Mundo do Trabalho - &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Trabalho e justiça para todos&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 63pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CF 1979 – Por um mundo mais humano - &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Preserve o que é de todos&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 63pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CF 1980 – Fraternidade No mundo das migrações - &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Para onde vais?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 63pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CF 1981 – Saúde e Fraternidade - &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Saúde para todos&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 63pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CF 1982 – Educação e Fraternidade - &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;A verdade vos libertará&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 63pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CF 1983 – Fraternidade e Violência - &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Fraternidade sim, violência não&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 63pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CF 1984 – Fraternidade e Vida - &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Para que todos tenham Vida&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 63pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CF 1985 – Fraternidade e Fome - &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Pão para quem tem fome&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 63pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CF 1986 – Fraternidade e Terra - &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Terra de Deus, terra de irmãos&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 63pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CF 1987 – A Fraternidade e o menor - &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Quem acolhe o menor, a Mim acolhe&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 63pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CF 1988 – A Fraternidade e o negro - &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Ouvi o clamor deste povo!&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 63pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CF 1989 – A Fraternidade e a Comunicação - &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Comunicação para a verdade e a paz&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 63pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CF 1990 – A Fraternidade e a Mulher - &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Mulher e homem: imagem de Deus&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 63pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CF 1991 – A Fraternidade e o mundo do Trabalho - &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Solidários na dignidade do trabalho&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 63pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CF 1992 – Fraternidade e Juventude - &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Juventude - caminho aberto&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 63pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CF 1993 – Fraternidade e Moradia - &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Onde moras?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 63pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CF 1994 – Fraternidade e Família – &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;A Família, como vai?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 63pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CF 1995 – A Fraternidade e os excluídos - &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Eras tu, Senhor?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 63pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CF 1996 – A Fraternidade e a Política - &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Justiça e paz se abraçarão!&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 63pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CF 1997 – A Fraternidade e os encarcerados - &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Cristo liberta de todas as prisões!&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 63pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CF 1998 – Fraternidade e Educação - &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;A serviço da vida e da esperança!&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 63pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CF 1999 – Fraternidade e os Desempregados - &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Sem trabalho... Por quê?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 63pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CF 2000 – Dignidade Humana e Paz - &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Novo milênio sem exclusões (Ecumênica)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 63pt;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;Na celebração do Grande Jubileu da Encarnação a Campanha da Fraternidade foi realizada pelo Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC).&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 63pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CF 2001 – A Fraternidade e as Drogas &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;- &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Vida Sim, Drogas Não!&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 63pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CF 2002 – Fraternidade e povos Indígenas - &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Por uma terra sem males&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 63pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CF 2003 – Fraternidade e as pessoas idosas – &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Dignidade, Vida e Esperança&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 63pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CF 2004 – Fraternidade e Água - &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Dignidade, Vida e Esperança&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 63pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CF 2005 – Solidariedade e Paz - &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Felizes os que promovem a Paz&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 63pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CF 2006 – Fraternidade e pessoas com deficiência - &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Levanta-te, vem para o meio!&lt;/i&gt;&lt;/span&gt; &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;(Mc 3,3)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 63pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CF 2007 – Fraternidade e Amazônia - &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Vida e missão neste chão&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 63pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CF 2008 – Fraternidade e defesa da vida - &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Escolhe, pois a vida (Dt 30,19b)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 63pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CF 2009 – Fraternidade e Segurança Pública - &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;A paz é fruto da justiça&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 63pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CF 2010 – Economia e Vida – &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro (Mt 6,24)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 63pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CF 2011 –&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt; &lt;/i&gt;Fraternidade e a vida no planeta - &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;A criação geme em dores de parto (Rm 8, 22)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: 122.25pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul style="margin-top: 0cm;" type="disc"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt left 122.25pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;Sobre a CF 2010&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: 122.25pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 9pt;"&gt;O tema deste ano foi retirado do Evangelho de São Mateus e, de acordo com o arcebispo, corresponde a uma problemática do momento. Ele defende o uso da economia não apenas como fonte de exploração, mas como meio de diminuir as desigualdades sociais. O dinheiro se transformou num Deus para muita gente. Trabalha-se, vive-se como se ele fosse a finalidade em si. O dinheiro é necessário, como um meio para o sustento, para a vida. Tanto que não vamos levar dessa vida tudo isso que acumulamos que ressalta que não há condenação para a prosperidade e o acúmulo de riqueza. O mais Importante é ter uma mentalidade solidária, que faça com que esta riqueza beneficie a todos. Até o lançamento da próxima campanha, serão realizadas reflexões, debates, palestras, leituras bíblicas, além de iniciativas particulares, comunitárias e eclesiásticas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: 122.25pt; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: 122.25pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Rockwell Condensed'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;em&gt;Juberto Santos&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/943926596414377381-3599930743582588001?l=formacaodecatequistas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/feeds/3599930743582588001/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=943926596414377381&amp;postID=3599930743582588001' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/3599930743582588001'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/3599930743582588001'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/2010/10/campanha-da-fraternidade-cf-campanha-da.html' title='A CAMPANHA DA FRATERNIDADE - CF'/><author><name>Juberto Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09621638691091875264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-GAdUAiWfNE0/Tjny9jvExkI/AAAAAAAAAVk/iKpYIcga3j4/s220/chamado5.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-943926596414377381.post-4851363478230902792</id><published>2010-10-02T19:12:00.002-03:00</published><updated>2010-10-02T19:12:56.285-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dinâmica para Encontros'/><title type='text'>Dinâmicas - Parte II</title><content type='html'>&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: #003300; font-family: Garamond; font-size: 25pt;"&gt;Dinâmica do Tapete&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: navy; font-size: 17pt;"&gt;Materiais&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: #003300; font-size: 14pt;"&gt;:&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: #003300; font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;1 tapete (pode ser um lençol, toalha ...) que será colocado no chão e espalhado dentro dele, uma cruz (pode ser de madeira, cartolina ...) , uma Bíblia, uma vela acesa (pode ser o Círio Pascal), flores de papel, pequenas pedras, pegadas (podem ser feitas de cartolina), frases bíblicas (digitadas em folhas ou escritas em pedaços de cartolinas),&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;um aparelho de som (com músicas instrumentais ou de oração) ou uma pessoa tocando violão executando o mesmo tipo de músicas. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: navy; font-size: 17pt;"&gt;Local&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: #003300; font-family: Verdana;"&gt;: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: #003300; font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;poder ser uma sala, um grande espaço, contudo, se possível, com pouca iluminação para sobressair a luz da vela. As pessoas ficarão sentadas em volta do tapete. O número de participantes é indeterminado. Os participantes podem entrar em fila, um de cada vez silenciosamente.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: navy; font-size: 17pt;"&gt;Desenvolvimento&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: #003300; font-family: Verdana;"&gt;: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: #003300; font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Há vários modos de se aproveitar essa dinâmica. &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;O coordenador pode encaixá-la em várias situações: Conflitos dentro do grupo, problemas pessoais dos participantes, cura interior, integração...&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: #003300; font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Dentre elas, podemos ter:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: #003300; font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;1 - O coordenador orienta a todos que observem bem tudo o que está dentro do tapete e que vão se sentando calmamente. A&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;música já estará sendo executada. Deixe que eles permaneçam assim por alguns minutos. Após estes primeiro momento, o coordenador diz que cada participante (em ordem ou aleatoriamente) deverá pegar:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: #003300; font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;- Pedras (pode ser mais de uma) – São os problemas, tristezas, as barreiras que o aflige na caminhada, podendo comentá-los.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: #003300; font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;- Flores (pode ser mais de uma) – São as graças que têm recebido, as alegrias. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: #003300; font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;- Passagens bíblicas – se elas falarem algo para o seu coração.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: #003300; font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;- Pegadas – o que te move na fé, no caminho&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;de Deus.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: #003300; font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;E assim, o coordenador orientará o grupo, fazendo-os refletirem em seus problemas, nas situações do mundo (casa, trabalho, escola, faculdade, amigos, namoro, fé, igreja, grupo, pais...). Cada participante mostrará suas fraquezas, seus problemas, e o coordenador poderá trabalhá-los se utilizando também de músicas de oração (importante que todos tenham em mãos a letra) para ampliar essa reflexão.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: #003300; font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;2 – Com o mesmo estilo, só que, ao final, pode ser feito a queima desses problemas dentro de um recipiente. Os participantes, ao final, escreveriam seus problemas em um papel, ele seria aceso no Círio e colocado, posteriormente,&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;nesse recipiente para ser queimado por completo simbolizando que tais problemas, pecados podem ser superados, que cada um não o quer mais presente em sua vida. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/943926596414377381-4851363478230902792?l=formacaodecatequistas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/feeds/4851363478230902792/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=943926596414377381&amp;postID=4851363478230902792' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/4851363478230902792'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/4851363478230902792'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/2010/10/dinamicas-parte-ii.html' title='Dinâmicas - Parte II'/><author><name>Juberto Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09621638691091875264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-GAdUAiWfNE0/Tjny9jvExkI/AAAAAAAAAVk/iKpYIcga3j4/s220/chamado5.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-943926596414377381.post-2914514691146075315</id><published>2010-10-02T19:06:00.000-03:00</published><updated>2010-10-02T19:06:38.898-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='catequese'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='catequisar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sacramentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jovens'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Juventude'/><title type='text'>Sacramento da CRISMA</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É pelo Sacramento da Crisma que recebemos a maturidade da vida espiritual. Nascidos para a vida da graça pelo Batismo; Ou seja, somos fortalecidos pelo Divino Espírito Santo, que nos torna capazes de defender a nossa Fé, de vencer as tentações, de procurarmos a santidade com todas as forças da alma. Confirmação ou Crisma faz parte dos chamados Sacramentos de Iniciação Cristã (Batismo, Confissão, Eucaristia e Crisma). Ele é o sacramento do Cristão adulto, da Fé amadurecida, esclarecida, corajosa na defesa da justiça evangélica, cuja graça específica é dar vigor espiritual. O Batismo já nos dá o Espírito Santo; a Confirmação dá-o em plenitude. Após o nascimento vem o crescimento, através da formação integral do Cristão. Quem foi crismado se torna valente, revestido com toda a armadura celeste, está apto para a batalha contra os mais fortes inimigos de sua salvação e os vence. Os apóstolos que, segundo a promessa do Senhor, receberam o Espírito Santo no dia de Pentecostes, tinham o poder de completar a obra do Batismo pelo dom do Espírito Santo, como lemos nos Atos dos Apóstolos. Os crismados devem dar testemunho diante do mundo e serem membros vivos da Igreja, procurando servir a todos, à semelhança de Cristo, que não veio para ser servido, mas para servir. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;E o curso de Crisma?? Como se dá??? Quanto tempo leva?? Quem pode participar???&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O curso da Crisma tem a duração de 12 meses, sendo ministrado uma vez na semana. Em nossa paróquia, existem duas turmas de Crisma: uma na Igreja de Santo Antônio – Tauá (com encontros aos domingos, a partir das 15h) e a outra sendo ministrada na paróquia (com encontros aos domingos, a partir das 08h30min, no Centro Catequético). As turmas seguem um calendário repleto de atividades: Retiro espiritual de três dias, passeios, congressos católicos, dinâmicas, músicas animadas e de oração, doutrina católica, estudo bíblico, debates, feiras bíblicas, cidadania, dentre outras. Não são simples “aulas”, mas encontros profundos e ímpares. Não possui “professores”, mas pessoas que monitoram e ajudam nesse encontro com Deus. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Objetivo inicial do Curso é levar os crismandos a uma confirmação do Sacramento do Batismo. Mas essa Confirmação, nome designado ao Sacramento, se dá através de um processo de conversão, em vista do afastamento de muitos desses crismandos da Igreja. O objetivo do Curso é dar condições ao crismando de conscientemente responder ao chamado de Deus, de levá-lo a um amadurecimento, a um engajamento na Comunidade. Engajamento esse que fará com que o jovem já crismado viva tudo o que apreendeu durante o Curso. Tudo isso acontecerá tendo como base e alicerce a Palavra de Deus. Nela, encontramos o motivo da nossa fé: Jesus Cristo ressuscitado e servimos como equipe, obedientes ao sopro do Espírito Santo. Quando o curso chega ao final, esse crismando não termina sua missão, mas pelo contrário, inicia sua vida ativa na Igreja assumindo sua vocação. "Aquele que diz que está nele, também deve andar como ele andou." (1Jo 2, 6). Essa resposta se dá através do conhecimento da História da Salvação, da pessoa de Jesus Cristo, numa transposição para os dias de hoje e para a vida de cada um deles. Essa transposição acontece pela ação do Espírito Santo. Através dos momentos de oração, de animação, das pregações com poder e do pastoreio dos monitores de grupos; além de dinâmicas, cursos, eventos ao longo de todo o Curso vão se dando a conscientização de uma resposta concreta ao chamado de Deus. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Curso de Crisma é destinado a toda pessoa com 15 anos ou mais, que queira receber os Dons do Espírito Santo e engajar-se na Igreja. Caso a pessoa não seja batizada, ela pode realizar o curso da Crisma normalmente e receberá o sacramento do Batismo ao longo dele. O mesmo acontecerá para as pessoas que ainda não realizaram a Primeira Comunhão. A Crisma é, pois, a renovação do Batismo. Por isto deve ser uma decisão consciente. O Curso destina-se a preparar o futuro crismando para tomar tal decisão. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;E você? Já é crismado (a)? Não????? Entre no curso de Crisma de sua comunidade!! &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;“Eu te constitui profeta para as nações” (Jr 1, 5)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Juberto Santos&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/943926596414377381-2914514691146075315?l=formacaodecatequistas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/feeds/2914514691146075315/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=943926596414377381&amp;postID=2914514691146075315' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/2914514691146075315'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/2914514691146075315'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/2010/10/sacramento-da-crisma.html' title='Sacramento da CRISMA'/><author><name>Juberto Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09621638691091875264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-GAdUAiWfNE0/Tjny9jvExkI/AAAAAAAAAVk/iKpYIcga3j4/s220/chamado5.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-943926596414377381.post-1440511927674454263</id><published>2010-10-02T18:59:00.000-03:00</published><updated>2010-10-02T18:59:59.134-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Antigo Testamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bíblia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='formação de catequistas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História da Igreja'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='profetas'/><title type='text'>Quem são os Profetas?</title><content type='html'>&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 15pt;"&gt;A Voz dos Profetas&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Os profetas falam a palavra de Deus. Diante das injustiças de seus tempos, os profetas, homens e mulheres, condenaram tudo aquilo que impedia que a justiça e a paz se abraçassem, impossibilitando que o projeto de Deus para sua criação pudesse se realizar. Podemos aqui recordar três profetas, de diferentes épocas. O primeiro&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;, Amós&lt;/b&gt;, que viveu no século VIII aC, numa época &lt;personname productid="em que Israel" w:st="on"&gt;em que Israel&lt;/personname&gt; havia se dividido &lt;personname productid="em dois Reinos" w:st="on"&gt;em dois Reinos&lt;/personname&gt;, um ao Sul, Judá, e outro ao Norte, que conserva o nome de Israel. Amós era um pastor de Judá que exercia sua função profética no Reino do Norte. Em uma época de prosperidade e de muitas injustiças, Amós anunciava que Israel seria punido pelos seus pecados: sua prosperidade era abominável aos olhos de Deus, pois fora construída sobre a dominação e não sobre a fraternidade. Segundo o profeta, Deus despreza os holocaustos e sacrifícios oferecidos em Israel; o que Deus quer é que "o direito corra como água e a justiça como um rio caudaloso" (Am 5,21-27). Aqueles que estavam tranqüilos a comer e a beber sofreriam o exílio por não se preocuparem "com a ruína de José" (Am 6,1-7). Mas o profeta também anunciava que destruição não seria a última palavra de Iahweh. Um dia, a justiça e a fraternidade prevalecerão; Israel junto com toda a criação atingirá o seu destino (Am 9,11-15).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O profeta que escreveu a segunda parte do livro de Isaías viveu na época do exílio da Babilônia (586-538). Este profeta, chamado de segundo Isaías, falava da grandeza de Deus que criou o céu e a terra e que estava prestes a libertar Israel, em um novo êxodo (Is 40-43,21). Apesar dos pecados antigos de Israel, que havia cansado Deus com suas iniqüidades (Is 43,22-28), Iahweh estava amorosamente disposto a recomeçar tudo de novo. A causa da ruína de Israel foi o abandono de Deus, que se evidenciou, sobretudo na transgressão da justiça de Iahweh (Is 50,1-3). A nova Jerusalém será edificada sobre a justiça e assim conhecerá a prosperidade (Is 54,11-55,13).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O terceiro&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Isaías, que viveu depois do exílio, no VI século AC, continuou a obra de seus antecessores. Apesar da experiência do novo êxodo, Israel estava longe de colocar em prática a experiência da justiça.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Isaías, falava em nome de Deus contra as práticas religiosas que não levam à prática da justiça. Assim falou Deus ao profeta:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;"Por acaso não consiste nisto o jejum que escolhi: em romper os grilhões da iniqüidade, em soltar as ataduras do jugo e pôr em liberdade os oprimidos e despedaçar todo o jugo? Não consiste em repartires o teu pão com o faminto, em recolheres em tua casa os pobres desabrigados, em vestires aquele que vês nu e em não te esconderes daquele que é tua carne? Se fizeres isto, a tua luz romperá como a aurora, a cura das tuas feridas se operará rapidamente, a tua justiça irá à tua frente e a glória de Iahweh irá à tua retaguarda" (Is 58,5-8).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;Pela boca do profeta, Iahweh promete levar a criação a seu destino último: a comunhão fraternal, um novo céu e uma nova terra, "onde o lobo e o cordeiro pastarão juntos e o leão comerá feno com o boi" (Is 65). Aqueles que reconhecem ser Iahweh o Senhor devem desde já buscar viver no aqui da história o sonho de Deus para toda sua criação (Is 66).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Deve-se sublinhar que as vozes dos profetas que denunciam tudo o que é contrário ao plano de Deus reafirmam no povo a fé de que Iahweh no fim fará triunfar o Amor e a Verdade, a Justiça e a Paz sobre toda a criação. O Salmo 85 resume esta fé de Israel, proclamando que: &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;"Amor e Verdade se encontrarão, Justiça e Paz se abraçarão; da terra germinará a Verdade, e a Justiça se inclinará do céu. O próprio Iahweh dará a felicidade, e nossa terra dará seu fruto. A Justiça caminhará à sua frente, e com seus passos traçará um caminho".&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Extraído do Texto-Base da Campanha da Fraternidade de 1996&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Fraternidade e Política&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Justiça e Paz se Abraçaram&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/943926596414377381-1440511927674454263?l=formacaodecatequistas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/feeds/1440511927674454263/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=943926596414377381&amp;postID=1440511927674454263' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/1440511927674454263'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/1440511927674454263'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/2010/10/quem-sao-os-profetas.html' title='Quem são os Profetas?'/><author><name>Juberto Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09621638691091875264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-GAdUAiWfNE0/Tjny9jvExkI/AAAAAAAAAVk/iKpYIcga3j4/s220/chamado5.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-943926596414377381.post-4849285426187228375</id><published>2010-10-02T18:54:00.002-03:00</published><updated>2010-10-02T18:56:42.824-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dinâmica para Encontros'/><title type='text'>Dinâmicas - Parte I</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;DINÂMICA DO TUBARÃO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Material: Um local espaçoso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como Fazer:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- O animador explica a dinâmica: imaginem que agora estamos dentro de um navio, e neste navio existem apenas botes salva-vidas para um determinado número de pessoas, quando for dita a frase "Tá afundando", os participantes devem fazer grupos referentes ao número que comporta cada bote, e quem ficar fora do grupo será "devorado" pelo tubarão (deve ser escolhida uma pessoa com antecedência). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2- O número de pessoas no bote deve ser diminuído ou aumentado, dependendo do número de pessoas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão: Responde-se às seguintes perguntas: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;1) Quem são os tubarões nos dias de hoje?&lt;br /&gt;2) Quem é o barco?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;3) Quem são os botes?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;4) Alguém teve a coragem de dar a vida pelo irmão?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: red; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;MEUS SENTIMENTOS&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Objetivo: Apresentação e entrosamento &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Material: Papel e lápis de cor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como Fazer:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) Cada um deve retratar num desenho os sentimentos, as perspectivas que têm.&lt;br /&gt;b) Dar um tempo para este trabalho individual que deve ser feito em silêncio, sem nenhuma comunicação.&lt;br /&gt;c) Num segundo momento as pessoas se reúnem em subgrupos e se apresentam dizendo o nome, de onde vem, mostrando o seu desenho explicado-o.&lt;br /&gt;d) O grupo escolhe um dos desenhos para ser o seu símbolo apresentando-o e justificando.&lt;br /&gt;e) Pode-se também fazer um grupão onde cada um apresenta mostrando e comentando o seu desenho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palavra: Fl. 1,3-11 e Salmos 6 &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;MARCHA OU PONTO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;Objetivo: Oração, pedido de perdão, preces, revisão de vida... &lt;br /&gt;Material: Uma folha branca com um ponto escuro ou mancha, bem no centro da folha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como Fazer:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) Mostrar ao grupo a folha com o ponto ou mancha no centro. &lt;br /&gt;b) Depois de um minuto de observação silenciosa, pedir que se expressem descrevendo o que viram. &lt;br /&gt;c) Provavelmente a maioria se deterá no ponto escuro. Pedir, então, que tirem conclusões práticas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exemplo: Em geral, nos apresentamos nos aspectos negativos dos acontecimentos, das pessoas, esquecendo-nos do seu lado luminoso que, quase sempre, é maior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palavra: 1Cor 3,1-4 e Salmos 51&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #660000; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;AS FERRAMENTAS&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Objetivo: Oração, revisão de vida, Apresentação e integração &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Material: Um papel ou pedaço de cartolina com o nome de uma ferramenta escrita nele (martelo, prego, parafuso, serrote, emprumadeira, chave de fenda, pincel, porca, metro...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como Fazer: Será distribuído um papel para cada participante. Eles refletirão por alguns minutos. Após esse primeiro momento, o coordenador explicará que cada um terá que se apresentar e dizer qual ferramenta tirou e explicar um pouco como se pode qualificar uma pessoa sendo tal ferramenta, no caso, ele próprio. Se ele se vê daquela forma (dentro e fora da Igreja). O corrdenador pode auxiliar cada um sobre a ferramenta que retirou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exemplo: Uma pessoa retirou o “Parafuso”. Ele diz: “– Meu nome é Juberto, tenho 23 anos ..., e a ferramenta que eu retirei foi o parafuso. Ás vezes, vejo que eu dou muitas voltas para chegar aos meus objetivos, que preciso de ajuda assim como o parafuso precisa da chave de fenda...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão: Todos nós, mesmo sendo diferentes, somos fundamentais para a Evangelização, para Deus. Cada ferramenta possui seus defeitos e qualidades, mas apenas, juntas, conseguem criar cadeiras, mesas, portas. Para Deus também, pois nós temos defeitos e qualidade, mas apenas estando juntos conseguiremos alcançar a Glória de Deus (pode-se cantar a música “Vem Espírito, sozinho eu não posso mais...”)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palavra: Jo 17, 21 (“Para que todos sejam um”)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="background-color: white; color: magenta; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;A CHUVA&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Objetivo: Mostrar como a união pode realizar grandes coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Material: suas mãos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como Fazer: O coordenador perguntará a todos se é possível chover naquele momento onde todos estão. Isso mesmo dentro da sala? Se realmente acreditam que isso pode acontecer? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após isso, pedirá para que todos levantem o braço direito e abra bem a mão. Depois peça que todos peguem a mão esquerda e só levantem o dedo indicador&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - Todos começam a bater o dedo indicador na mão direita (terá a sensação de um “Chuvisco”). &lt;br /&gt;2 - Depois peça que todos levantem o dedo médio junto com o indicador e batam na outra mão (o chuvisco ficará mais forte).&lt;br /&gt;3 - Depois com três dedos ... (começou a chuva)&lt;br /&gt;4 - Depois com quatro dedos ... (Ta caindo um toró!!!)&lt;br /&gt;5 - Depois com cinco dedos ... (Dá uma salva de palmas para o nosso Deus que é 1000!!!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Repita esse procedimento algumas vezes. Quanto maior o número de participante, melhor será o som da chuva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão: Devemos acreditar que Jesus pode realizar milagres em nossas vidas, que Ele pode nos ajudar em nossos problemas, que nos Ama muito. Apenas precisamos crer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palavra: Is 43, 1ss / Jo 16, 33 / Jo 11, 26 / 1 Ts 5, 24 / Hb 10, 38 ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #274e13; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;PESSOAS - BALÕES&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Objetivo: Reflexão sobre a vivência comunitária; reflexão sobre as dificuldades em se superar críticas ou ofensas recebidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Material: balões cheios (um não amarrado) e um alfinete. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como Fazer:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) O coordenador deve explicar aos participantes porque certas pessoas em determinados momentos de sua vida, se parecem com os balões: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Alguns estão aparentemente cheios de vida, mas por dentro nada mais têm do que ar e esvaziam-se com facilidade (pega um balão não amarrado e o solta), para ele voar rapidamente murchando.&lt;br /&gt;- Outros parecem ter opinião própria, mas se deixam lavar pela mais suave brisa; (Dá um tapa no balão para ele voar perante todos)&lt;br /&gt;- Por fim, alguns vivem como se fossem balões cheios, prestes a explodir; basta que alguém os provoque com alguma ofensa para que (neste momento estoura-se um balão com um alfinete) "estourem", deixem a igreja, suas pastorais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) Pedir que todos dêem sua opinião e falem sobre suas dificuldades em superar críticas e ofensas. &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;PASSAR O OBJETO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;Objetivo: Mostrar que, apesar das dificuldades, podemos resolver questões, problemas, aparentemente impossíveis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Material: Um pequeno objeto (pode ser uma caixinha de papelão ou de madeira, uma bola de meia ou de tênis, um tubo de cola, .......)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como Fazer: Faz-se um circulo com os participantes e diz que o objeto terá que ser passado de um em um. Só que ele não poderá ser entregue usando as mãos. Terá que ser de outra maneira. Isso deixará todos preocupados. A pessoa que o receber pode pegá-lo com as mãos, mas ao passá-lo, terá que arrumar outro meio. Para complicar um pouco mais, diga que não será aceito a repetição de modos. Ao final pedir que repitam a passagem, com outras formas diferentes das que já foram feitas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Cada um deve tentar achar uma saída sozinho!!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posteriormente, pode-se auxiliá-lo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exemplos: Usando: o pé esquerdo, o direito, o ombro esquerdo, o direito, a cabeça, a boca, pelas mangas esquerda e direita da camisa, com os óculos, tirando o tênis ou sandália e colocando o objeto dentro (tênis do pé esquerdo ou direito), o cordão, as coxas, os calcanhares, as canelas, os braços, tirando a camisa e colocando o objeto dentro, a batata da perna ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão: Sempre é possível achar saídas, basta acreditarmos em nós mesmos e ter fé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;AS TRÊS PERGUNTAS...&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Material: Um simples objeto (uma flor, uma pedra...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalidade: Fazer com que as pessoas se conheçam e que consigam falar em grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descrição: inicia-se a dinâmica segurando o objeto e diz seu nome e a primeira pergunta: “&lt;strong&gt;O que as suas mãos fazem?”&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você responde e faz a pergunta para á pessoa a sua esquerda. Ela terá que dizer o seu nome e dizer que coisas as suas mãos fazem (trabalham, tocam, acariciam, acolhem, transmitem algo...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando objeto chegar em você de novo, faça a segunda pergunta: “&lt;strong&gt;O que a sua cabeça pensa?”&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diga a sua idade e responde o que sua cabeça tem pensado ultimamente (casa, família, trabalho, faculdade, vestibular, desemprego, violência...). E passa para a pessoa a sua direita. Faça a pergunta para ela e pede para ela dizer a idade e que responda a questão. Essa pessoa faz a pergunta para a passa ao lado dela e assim por diante...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o objeto voltar pra você, faça a última pergunta: “&lt;strong&gt;O que o seu coração sente?” &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você diria um apelido seu, ou alguma qualidade que você possui, ou a futura profissão que pensa em seguir e responde a terceira pergunta. Essa pergunta é mais pessoal e cada um falará aquilo que está sentindo. Depois, você faz a pergunta para a pessoa que quiser escolher. Dessa vez a escolha da próxima pessoa ficará a critério de cada um, não tem uma ordem pré-estabelecida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FINALIZAÇÃO: Quando todos tiverem respondido vc pega novamente o objeto e fecha a dinâmica frisando que o mais importante é ter sempre em mente que aquilo que almejamos depende tanto das nossas mãos (ação), quanto da nossa cabeça (pensar, refletir, escolher) e, principalmente, daquilo que temos em nossos corações (perseverança e garra).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Juberto Santos&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/943926596414377381-4849285426187228375?l=formacaodecatequistas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/feeds/4849285426187228375/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=943926596414377381&amp;postID=4849285426187228375' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/4849285426187228375'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/4849285426187228375'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/2010/10/dinamicas-parte-i.html' title='Dinâmicas - Parte I'/><author><name>Juberto Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09621638691091875264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-GAdUAiWfNE0/Tjny9jvExkI/AAAAAAAAAVk/iKpYIcga3j4/s220/chamado5.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-943926596414377381.post-6453309036758178101</id><published>2010-10-02T18:45:00.000-03:00</published><updated>2010-10-02T18:45:24.489-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Igreja Católica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='catequese'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='preparar o encontro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='catequisar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='formação de catequistas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jovens'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Juventude'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='catecismo'/><title type='text'>O líder não nasce; faz-se!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Antes de ser ministro de Música, somos líderes, catequistas, coordenadores!!! Ninguém pode dar aquilo que não tem! Se um líder tem que comunicar a fé, esperança e amor, ardor missionário, vibração e alegria, responsabilidade e dedicação, e tantas outras virtudes, deverá possuí-las antes. O líder não nasce; faz-se! Não podemos ser “pescadores de aquário”, como diz Dom Rafael Cifuentes. Eu preciso ser exemplo (“Sal da terra e luz do mundo”) perante minha família, meu ministério, minha Igreja sempre, em todo o lugar e a toda a hora!!! O que adianta eu ser uma pessoa na igreja, nos encontros e eventos e outra totalmente diferente com a minha namorada, com meus amigos... Mascarado não dá mais pra viver! Temos que fazer nossas escolhas, sair de cima dos muros da indecisão (Ap 3, 15-16)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas assim que pensamos isso, vem as perguntas: Como? Por que? ... Se somos cristãos, devemos seguir o exemplo de Jesus. "Aquele que diz que está nele, também deve andar como ele andou." (1Jo 2, 6) Se você é uma liderança religiosa, precisa ser luz e exemplo para o próximo. Precisamso ser castos! Precisamos ser Santos!! Deus não quer homens e mulheres conformados com este mundo (Rm 12, 2); é preciso ir além e não tomar a forma dada por uma vida paganizada. Antes devemos, convertendo-nos para o Senhor, deixar renovar a nossa mente. Essa é a única maneira de discernir a vontade de Deus. Todo aquele que assume a Fé em Jesus, deve assumi-la incondicionalmente “Aquele que vive E crê em mim jamais morrerá” (Jo 11, 26) &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não podemos brincar se ser Igreja!!! Estamos em guerra contra um exército aguerrido e extremamente maligno, cujo comandante é um anjo decaído, chamado Satanás. É preciso RENUNCIAR, RESISTIR e RESTAURAR. Você tem vivido os Sacramentos? Participado da Eucaristia? Vivenciado a Confissão??... No século II, Tertuliano diz: “O Corpo é lavado, para que a alma seja purificada; o corpo é ungido, para que a alma seja consagrada; o corpo é assinalado (com o sinal da cruz), para que a alma seja fortificada; o corpo é sombreado (pela imposição das mãos) para que a alma seja iluminada pelo Espírito Santo; o corpo é alimentado com o corpo e o sangue de Cristo para que a alma se nutra de Deus” (Dicionário Teológico Espiritual – Verbete: Iniciação Cristã, Paulus).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Catequista – líder – coordenador consciente assume totalmente as angústias e as esperanças do jovem de hoje, podendo, assim, oferecer-lhe condições de libertação plena. Como os coordenadores podem pregar castidade, fidelidade, pontualidade, e outras questões que eles próprios não vivem? Ninguém pode dar aquilo que não tem, iremos anunciar um Evangelho que não vivemos. Sem amor não há resposta ao Amor. Quem não ama vai adiando a resposta. O discípulo sem amor atola no caminho. Atola na hora da Paixão. Dessa forma, não conseguiremos evangelizar ninguém. Não podemos mudá-lo por nada nem por ninguém! Não podemos apresentar um Jesus deformado, quando não aceitamos a renovação da nossa vida. Lembre-se sempre: O ouvido mais próximo de suas palavras, não é o do irmão, é o seu!!!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deus é tão fabuloso, que Ele nos deu: 2 olhos (um para contemplá-lo e o outro para o irmão), 2 orelhas (uma para escutar sua voz e outra para ouvir o próximo), 2 braços (um para o louvor e outro para ajudar o irmão), 2 pernas (uma para andar para o Evangelho de Cristo e outra para ir em direção ao outro). Nos temos que olhar para todos com um olhar transformador. Temos que ter desprendimento das coisas mundanas e ter mais segurança em Deus! Tenha certeza que, no “mínimo”, você terá o auxílio de 14 pessoas (Maria, José, e os doze Apóstolos), além dos Anjos e Santos. Com certeza, eles intercederão a Deus por ti e pelo seu Ministério.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para ter atuante na Evangelização, é necessário inúmeras virtudes: Humildade, Vida Interior, Ser Instrumento de Deus, ser um homem de Oração, inspirar segurança e confiança, ser laegre, dinâmico, saber escutar, ser discreto... SER SERVO. Mas existem as tentações e os grandes pecados para aqueles que estão a frente de algum ministério. Eis os grandes pecados: VAIDADE, CIÚME, SERVIR PELA METADE, SERVIR SEM AMOR, VOLVAR A VIDA ANTIGA, STATUS DE ARTISTA, ORGULHO, AGIR PELA CARNE, FALTA DE COMPROMISSO, NÃO PARTILHAR, e a pior de todas... AQUELA QUE NÃO CONTAMOS A NINGUÉM, QUE NÃO PARTILHAMOS... AQUELA QUE NÃO ADMITIMOS QUE TEMOS... É A MAIS OCULTA E MAIS PERIGOSA DE TODAS!!!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Antes de eu querer converter alguém, é preciso que eu me converta, não concorda? Estaria havendo primeiramente conversão em mim mesmo???, Estaria havendo conversão no meu grupo de oração, de jovens, ministério de música (banda, coral, etc), e quando pregamos, falamos, cantamos ou tocamos??? Porque quando tocamos para o SENHOR algo de bom com certeza terá que estar acontecendo. Será que nossa musica tem sido fonte de cura e libertação para o próximo?? E muitos outros questionamentos que se resumem em: O nosso ministério está dando frutos?? Ou será que o nosso ministério é com aquela figueira estéril que Jesus cita em uma de suas parábolas?? Este questionamento é muito importante porque vemos que a figueira que não produz frutos é amaldiçoada por Jesus. “Meu justo viverá pela fé, mas se voltar atrás não contará com a minha estima” (Hb 10, 38).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O pecado é comum a todos os homens, mas quem se diz cristão não pode viver segundo as coisas do mundo: Ver situações erradas e agir como se fossem certas; querer soluções imediatas para tudo; não admitir esperar... Não podemos criar um novo catecismo, viver e pregar o nosso próprio Evangelho, anunciar um Cristo light. A oração deve orientar a nossa vida e devemos aproveitar dos nossos momentos de intimidade com Deus para pedir as diretrizes que nos vão conduzir. Quem reza e não ouve a Deus é como um cego diante de um imenso horizonte, só faz idéia por aquilo que lhe dizem e não pelo que de fato experimentou. "O Senhor bem deseja e quer dispensar-nos as suas graças. Contudo não as quer dispensar, senão a quem lhe pedir" (Sto Agostinho). As almas sem oração são semelhantes a um corpo entrevado ou paralítico. É preciso pedir a Deus a graça do discernimento para caminharmos na verdade e não na ilusão; na vida e não na morte. Quando Deus nos toca, transforma-nos interiormente, passamos a ser homens novos. “O Senhor me deu língua de discípulo: para que eu saiba acudir o enfraquecido, ele me faz surgir uma palavra. Manhã após manhã ele me desperta o ouvido, para que eu escute como os discípulos; O Senhor Deus abriu-me o ouvido. E eu não me revoltei, não me virei para trás” (Is 50.4-5).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois que JESUS morreu todos os discípulos ficaram com muito medo e viviam trancados. Pedro disse: “Eu vou pescar e todos os outros disseram: Vamos contigo.” Esta é a primeira atitude que temos quando estamos em uma dificuldade, é voltar a vida velha, mas esta palavra diz que eles passaram a noite inteira e não pegaram nem um peixe e sabe porque??? Porque um dia este Pedro passou de pescador de peixes para ser pescador de homens e o mesmo acontece com todos nós, se um dia fomos verdadeiramente chamados pelo SENHOR a ser músicos de almas deixamos de ser um músico qualquer. Um dia Jesus lhe disse algo que você pode até não lembrar de cabeça, mas está cravado em seu coração. (é mais ou menos assim): “vem e segue me que eu farei de ti um músico de almas” Eis os maiores pecados do Cristão: Voltar a vida velha; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Da mesma forma que Jesus conhecia a vocação de Pedro, ELE também conhece a sua. Se você foi realmente tocado pelo SENHOR e tenta um dia abandonar tudo aí toca em seu coração aquela antiga canção do Pe. Jonas: Não dá mais pra voltar o barco está em alto mar... Porque a realidade é esta, mesmo que pareça que tudo conspire contra nós, é o sacerdote que não deixa você tocar a música que você gostaria de tocar ou é o coordenador que falou algo que te ofendeu..., se somos realmente batizados no Espírito Santo, somos músicos de almas e o SENHOR realmente conquistou o nosso coração, então conseguiremos tudo no SENHOR, todos nós músicos temos um coração sofrido porque somos muitos sensíveis. "Quando tiveres algum aborrecimento e desgosto, lembra-te de Cristo Crucificado e cala-te." (São João da Cruz) Mas quando estamos na presença do SENHOR, ELE nos cura e nos faz novos. Se você passa por algo semelhante a realidade é que DEUS pode mudar toda esta situação, pedindo ao SENHOR humildade, sabedoria e discernimento dos espíritos nós conseguiremos transpor qualquer barreira e se não conseguimos “pescar” direito, devemos ficar atento a voz do SENHOR. Quem disse que seguir Jesus é fácil?? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nossa música só terá mais poder se tocadas por homens novos, renovados pelo amor de Deus, não há como tocar para o SENHOR sem ser tocado por ELE, Jesus tem que ser a razão do nosso ministério, a nossa música:.Música Católica não é uma música qualquer, se é um canto novo significa que não é um canto comum. O canto novo tem um grande poder sobre as pessoas. Não podemos dar aquilo que não possuímos!!! Se nós músicos não sentirmos a presença íntima de DEUS sobre nós, se não tivermos uma profunda experiência pessoal com o SENHOR, em vão é o nosso canto e a nossa música. DEUS não quer soldados despreparados para o combate, DEUS precisa de homens de fé, de músicos comprometidos com ELE e há uma imensa diferença do Ministro de Música que ministra com unção do que aquele que ministra porque apenas é um músico, quero dizer que você não é um Ministro de Música porque apenas sabe tocar um instrumento, pois isso tem aos montes por aí. Você é um Ministro de Música porque foi tocado pelo SENHOR E RECEBEU A SUA unção. A Evangelização que você escolheu foi levar Jesus ao próximo através da música.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em uma comunidade nos relacionamos uns com os outros e o que temos que colocar em nossos corações é que devemos aceitá-los como o são e não como gostaríamos que o fossem. "Suportaivos uns aos outros, e se alguém tiver algum motivo de queixa contra o outro , perdoai vos mutuamente; Assim como DEUS vos perdoou, fazei o mesmo também vós” (Colossenses 3,13). Não podemos pensar em fazer tudo sozinho, pois o próprio Cristo escolheu doze pessoas para auxiliá-lo, para que eles pudessem propagar a Boa Nova aos povos. E você?? Você eleva as pessoas que evangelizam junto com você? Você pede ajuda? Você dá ajuda?? Você não é melhor que outros, nem pode achar que a sua palavra é a mais correta. Para Deus, não pode haver estrelismos ou coisas do tipo. O SEU MELHO NEM SEMPRE É O MELHOR PARA DEUS !!!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;JESUS conhecia cada coração de seus apóstolos e mesmo assim trabalhou os e os preparou para dar prosseguimento ao seu trabalho e como foi dito na palavra anteriormente "Suportai vos uns aos outros”, quer dizer, aceita o seu irmão com os seus defeitos e as suas virtudes e se algum irmão de nossa comunidade tiver algum defeito que nos incomode devemos então ainda mais exercitar A nossa oração, orando ao SENHOR por ele. "É preciso que ele cresça e eu diminua" (João 3,30). Nós somos instrumentos de salvação de almas! A minha vida de ontem cheia de erros e de pecados não poder ser a mesma de hoje! A alma do grupo é o amor e a solidariedade de todos os membros.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Um exemplo: a CASTIDADE&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É impressionante ver como nos dias de hoje existem muitas pessoas que têm medo de se aprofundar nos seus relacionamentos. Tudo é muito superficial: as conversas, o jeito de ser, a maneira de tratar as pessoas, os relacionamentos. Aparentemente tudo está bem, o sorriso permanece no rosto, problemas não existem, as pessoas que cruzam o caminho são convidadas a curtir, a aproveitar a vida, porque, afinal, “eu tenho que ser feliz”. "A superficialidade é o pântano no qual os homens afogaram o amor". (Padre Pio)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O melhor que você tem a fazer para o SENHOR é me imitar e viver a castidade, porém, se você não consegue, é melhor que se case. Seja qual for o teu chamado o melhor é viver na castidade, temos visto em nossa igreja muitos seguindo este conselho do apostolo Paulo e vivendo a música a serviço de DEUS na castidade, são os nossos sacerdotes cantores, que pela graça de DEUS tem crescido a cada dia. A você irmão músico que não foi chamado a esta vocação e que vive hoje em sua vida o namoro, viva este namoro como Paulo diz na castidade, um namoro PHN, se for noivo como eu viva um noivado PHN e se fores casado viva o casamento PHN: "Por Hoje não, por hoje não vou ser infiel”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Mas o corpo não é para a devassidão, ele é para o SENHOR e o SENHOR é para o corpo” (I Cor 6,1314)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“...não sabeis porventura que os vossos corpos são membros de Cristo” (I Cor 6,15)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"...alguém pagou o preço do vosso resgate. Glorificai portanto a DEUS por vosso corpo” (I Cor 6,20).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nestes versículos acima, vemos quão sagrado é o nosso corpo e que devemos cuidar dele com mais santidade e pudor, glorificando a DEUS por nosso corpo. Nós músicos sabemos que a música é arte e toda espécie de arte mexe com os sentimentos e com a sexualidade, temos visto com a música secular tem abusado da sexualidade e devido a isso temos consciência do poder da música agindo em nossos sentimentos, em nossa sexualidade. "Acaso não sabeis que sois o templo de Deus E O Espírito Santo habita em vós? Se alguém destrói o templo de DEUS, DEUS o destruirá . Pois o templo de DEUS É SANTO e isso sois vós” (I Corintios 3,16). A única solução irmãos: Devemos nos preparar sempre na oração e consagrar sempre este ministério nas mãos do SENHOR pedindo ao SENHOR que purifique o nosso corpo e que nos dê força e sabedoria para conduzir a sua música em santidade dar nos forças para resistir as ciladas do inimigo e como foi dito acima pela palavra do SENHOR ele pagou o preço pelo resgate glorificai a portanto a DEUS por nosso corpo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não namore por lazer: Namoro não é passa-tempo e o cristão consciente deve encarar o namoro como uma etapa importante e básica para um relacionamento duradouro e feliz. Casamentos sólidos decorrem de namoros bem ajustados. Não busque pelos encantos do “FICAR”. Esse ato repele todos os maiores ensinamentos de Cristo. Ele prega o DESCOMPROMISSO, DESRESPEITO, IMATURIDADE, A INFIDELIDADE, IRRESPONSABILIDADE... Pratique a fidelidade: Infidelidade no namoro leva à infidelidade no casamento. Fidelidade é elemento imprescindível em qualquer tipo de relacionamento coerente à vontade de Deus, que abomina a leviandade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Mas uma idéia me ocorre que me parece mais acertada. A de que os jovens estejam, de forma inconsciente, fugindo do amor justamente porque podem ter o sexo. Explico melhor: o amor é uma emoção importante, o sexo também; mas só o amor somado ao sexo constitui a emoção fundamental do ser humano. Ora, nem todos os jovens têm um mesmo grau de amadurecimento. E nem todos se sentem prontos para chegar ao topo do seu universo emocional. Antes, todos podiam ter amor, e só os mais maduros - ou os mais inconscientes - se lançavam na completude amor/sexo. Agora, acontece exatamente o oposto; tendo o sexo, evitam somá-lo ao amor, adiando a sobrecarga emocional que não se sentem capazes de enfrentar”.(COLASSANTI, Marina. E por falar em amor. Rio de Janeiro, Salamandra, 1984. p.301)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há muitas tarefas a serem realizadas, mas são poucos aqueles que as aceitam, ou melhor, entendem o verdadeiro chamado de Deus. Muitos não abrem espaço em suas vidas para Deus nem para o seu Evangelho, dizem não possuir tempo para tal. Madre Tereza de Calcutá sobre esse assunto costumava dizer: “Ter tempo é uma silenciosa declaração de amor”. Existe várias passagens bíblicas que exaltam a figura daqueles que seguem verdadeiramente a vontade de Deus. A que eu mais aprecio está em Jeremias: “Eu te constitui profeta para as nações” (Jr 1, 5). E para chegarmos ao Povo de Deus, precisamos ter maleabilidade, temos que trabalhar uma conscientização cristã, com carinho, dedicação e muito amor. Você é o Vaso Novo do Povo de Deus. Nós somos os instrumentos onde o Senhor pega a água (nossas qualidades) e a areia (nossos defeitos) e os coloca a serviço do Reino. Não se esqueça disso: Sozinhos, não somos nada; mas juntos, vencemos distâncias!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A paz!!&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Juberto Santos&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;Fontes Consultadas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bíblia Sagrada, Editora Ave-Maria, 150ª Edição, São Paulo, 2002&lt;br /&gt;- Catecismo da Igreja Católica, Editora Vozes e Loyola, 1993.&lt;br /&gt;- AQUINO, Felipe. “O Catecismo da Igreja responde de A a Z”, Editora Cleofas e Loyola, São Paulo, 2003.&lt;br /&gt;- LOWERY, Daniel L. “Dicionário Católico Básico”, Editora Santuário, Aparecida, SP, 1999. p.131.&lt;br /&gt;-&amp;nbsp;“Formação Contínua dos Catequistas: importância – prioridade – compromisso”, Cadernos Catequéticos nº 04, Paulus, 2ª Edição, 1995.&lt;br /&gt;-&amp;nbsp;“Metodologia, Fé e Vida caminham juntas em Comunidade: Subsídio de reflexão para a formação dos catequistas”, Caderno Catequético nº 09, Paulus, 3ª Edição, São Paulo, 1998.&lt;br /&gt;-Projeto Nacional de Evangelização (2004-2007): Queremos ver Jesus – Caminho, verdade e vida, Documentos da CNBB – 72, Paulinas, São Paulo, 2003.&lt;br /&gt;- ZEZINHO, Pe. “Um Jovem custa muito pouco”, Edições Paulinas, 7ª Edição, São Paulo, 1979.&lt;br /&gt;- “A Evangelização no Mundo Contemporâneo: Evangelli Nuntiandi”, Papa Paulo VI, Edições Loyola, 1976.&lt;br /&gt;- MENDES, João Luís D.. “Guerreiros em Ordem de Batalha: Um ensaio prático de Combate Espiritual”, Edições Mãe do Redentor, 2ª Edição, Rio de Janeiro, 2000.&lt;br /&gt;-ZEZINHO, Pe. “O Espírito sopra onde quer”, Coleção Imagem, Paulinas, 1974.&lt;br /&gt;- KEMPIS, Tomás de. “Imitação de Cristo”, Círculo do Livro, São Paulo, S/D.&lt;br /&gt;- CÂMARA, Dom Hélder. “O Deserto é Fértil”, Civilização Brasileira, 12ª Edição, Rio de Janeiro, 1983&lt;br /&gt;- SOUZA, Marcelo. “Para Deus nada é impossível”, Com. Missionária Mãe do Redentor, Rio de Janeiro, 2001.&lt;br /&gt;- SCHIMITT, Pe. Carlos A. “Puebla e os Jovens: Uma esperança e um desafio”, Paulinas, 2ª Edição, São Paulo, 1979.&lt;br /&gt;- CIFUENTES, Rafael L. “Como tornar-se líder pastoral”, Rio de Janeiro, Marques Saraiva, 1996.&lt;br /&gt;- NASCIMENTO, Reinaldo Luiz F. do.” Formação de Músicos, Aparecida, SP: Santuário, 1998. (Coleção Paulo Apóstolo 11)&lt;br /&gt;- www.cancaonova.com/artigos (23/10/2005)&lt;br /&gt;- http://geocities.yahoo.com.br/skatolicos/ (23/10/2005)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/943926596414377381-6453309036758178101?l=formacaodecatequistas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/feeds/6453309036758178101/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=943926596414377381&amp;postID=6453309036758178101' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/6453309036758178101'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/6453309036758178101'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/2010/10/o-lider-nao-nasce-faz-se.html' title='O líder não nasce; faz-se!'/><author><name>Juberto Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09621638691091875264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-GAdUAiWfNE0/Tjny9jvExkI/AAAAAAAAAVk/iKpYIcga3j4/s220/chamado5.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-943926596414377381.post-706854272255441657</id><published>2010-10-02T18:21:00.000-03:00</published><updated>2010-10-02T18:21:48.833-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Igreja Católica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Igreja'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='catequese'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DNC- Diretório Catequetico Geral'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='discípulos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Escolas de fe'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='preparar o encontro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='catequisar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sacramentos'/><title type='text'>Perseverança: uma pastoral ainda esquecida</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bem, eis uma situação inda bem frequente em nossas Arquidioceses.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Infelizmente essa afirmação vem sendo cada vez mais vista em nossa amada Igreja nos últimos anos. Após as crianças receberem a Primeira Comunhão, a catequese deveria ser continuada em um novo grupo voltado para esse outro “degrau” de Evangelização, a chamada Perseverança. Em algumas comunidades esse grupo também é chamado de “Mini-Jovem”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Mas porque essa Pastoral não vem tendo uma atenção especial por parte das Dioceses e Paróquias? &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bem, essa é a pergunta que precisa ser vista, e resolvida! É evidente que não podemos generalizar, mas, em esfera nacional, essa pastoral vem ficando a margem das demais. Depois da Primeira Comunhão essas crianças só retornam na época de preparação para a Crisma, aos 15 anos, porém, esse “vácuo” de 5 a 6 anos acaba sendo muito prejudicial para a formação espiritual desses jovens. Grande parte dessas crianças acaba não retornando mais ao convívio da comunidade. A vivência da Fé acaba enfraquecendo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E não podemos esquecer que é nesse período da vida que as pessoas passam por grandes questionamentos, dúvidas em relação a tudo, agressividade, mudanças e descobertas, pois não estão amadurecidos. A participação em um grupo religioso torna-se essencial para que a fé desses jovens não seja minada pelo mundo nem pelas malícias do tentador.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Perseverança entra nesse espaço, dedicando-se a todas as crianças e adolescentes que já fizeram a Primeira Comunhão com até 14 anos de idade. Como esse grupo não visa sacramento em si, como ocorre na Crisma, por exemplo, é necessário que os encontros da perseverança sejam bem dinâmicos; com temas doutrinais um pouco mais profundos; temas sociais que tenham a ver com a faixa etária deles; com uso de música, animação; encontros com outras comunidades, eventos, atividades sociais... Enfim, atividades de cativem a permanência desse jovem na comunidade. Daí vem seu nome, pois é na perseverança que essas crianças irão amadurecer e sentir-se cada vez mais parte da comunidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esse grupo ajuda muito no engajamento da criança na paróquia, dá continuidade à vida cristã das crianças e faz com que elas tenham uma identidade maior com a comunidade e com a Igreja, colaborando para uma educação permanente na fé daqueles que já passaram pela Catequese Eucarística e fazer com que eles permaneçam até chegar a época de se preparar para o próximo sacramento de Iniciação Cristã, a Crisma. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bem, os problemas mais vistos são a falta de catequistas de perseverança, a falta de livros e materiais específicos a disposição do catequista, cursos de formação, a ausência de participação ativa do sacerdote auxiliando nesse chamado das famílias para que as crianças e adolescentes entrem na pastoral, falta de espaço físico nas igrejas (horários, salas...), falta de atividades e eventos para essa faixa etária, dentre outras dificuldades.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em alguns organogramas das igrejas vemos: Pastoral do Batismo, Pastoral da Catequese, Pastoral da Crisma, Grupo Jovens... Mas e a Perseverança? Alguns dizem que ela está vinculada à catequese, o que não estaria totalmente errado, entretanto, essa pastoral tem outro objetivo, não visa sacramento, trabalhará com esses “mini-jovistas” por alguns anos e não pode ser tratada nem deve ter encontros iguais à catequese de primeira comunhão porque essas crianças devem ver nessa nova pastoral, novidades e temas mais profundos e diferentes. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;• Então, como uma paróquia pode melhorar esse cenário?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #20124d;"&gt;&lt;strong&gt;O sacerdote pode formar um grupo de catequistas, adquirir livros de apoio de Perseverança para fornecer aos catequistas.&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #20124d;"&gt;&lt;strong&gt;Deve-se criar um calendário específico aonde os encontros semanais possam reforçar a formação católica e a espiritualidade através de: músicas, pregações, brincadeiras novas, momentos de oração, animação, lazer, eventos, confraternizações, coral, atividades em grupo, debates sobre temas diversos, dinâmicas, visitas a instituições carentes, dentre outros.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #20124d;"&gt;&lt;strong&gt;A paróquia pode organizar cursos de formação de catequistas focando a Catequese Renovada, com encontros dinâmicos e não “aulas” similares ao colégio...&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #20124d;"&gt;&lt;strong&gt;A paróquia pode procurar saber se há cursos de formação para catequistas de perseverança na forania, diocese ou arquidiocese visando assim, preparar melhor os catequistas para essa pastoral.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #20124d;"&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;span style="color: #20124d;"&gt;&lt;strong&gt;Aproveitar as fichas de inscrição das crianças da catequese para o envio de cartas para a casa desses jovens chamando para a perseverança, também durante as reuniões de pais das turmas de 2º ano já ir apresentando a pastoral aos pais.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #20124d;"&gt;&lt;strong&gt;Com a pastoral formada, escolher um slogan e um nome para o grupo, os quais podem ser vistos pelo próprio grupo.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lembro que a catequese está presente em todas as idades e deve ser uma trajetória CONTÍNUA de Educação na Fé.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Caríssimo leitor, a pastoral da perseverança é um grupo adolescente, que busca um novo amanhã. Porém, sabemos da importância de estarmos plantando-o hoje, para que ele possa nos dar muitos frutos. Viver é caminhar; todavia, sem perseverança, a nossa caminhada se torna difícil. E quando estamos em grupo, nos tornamos soldados de Cristo, mais firmes na Fé, partilhando todas as pedras e colhendo todas as flores em nossa vida. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ser jovem é construir um mundo melhor, mas tudo depende do nosso SIM hoje. Faça florescer essa pastoral em sua paróquia. Se ela já existe, torne-a mais participante, forme melhor os seus catequistas, busque dinamizar os encontros, pois com certeza os frutos serão maravilhosos!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Juberto Santos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;"Pois vos é necessária a perseverança para fazerdes a vontade de Deus e alcançardes os bens prometidos." (Hb 10, 36)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mãos à obra!!!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/943926596414377381-706854272255441657?l=formacaodecatequistas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/feeds/706854272255441657/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=943926596414377381&amp;postID=706854272255441657' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/706854272255441657'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/706854272255441657'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/2010/10/perseveranca-uma-pastoral-ainda.html' title='Perseverança: uma pastoral ainda esquecida'/><author><name>Juberto Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09621638691091875264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-GAdUAiWfNE0/Tjny9jvExkI/AAAAAAAAAVk/iKpYIcga3j4/s220/chamado5.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-943926596414377381.post-6482755385572002432</id><published>2010-10-02T17:57:00.000-03:00</published><updated>2010-10-02T17:57:13.994-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Novo Testamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jesus Cristo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jesus'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História da Igreja'/><title type='text'>A HISTÓRIA DE JESUS</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os Evangelhos são livros de testemunhos da fé dos Apóstolos e de suas comunidades em Jesus. Mas uma fé que brota do fato histórico e concreto de Jesus de Nazaré: sua vida, sua paixão e sua morte. Ele é Judeu proveniente do povo de Israel. Judeus também eram sua mãe e seu pai, e os amigos que reuniu e aos quais pediu que o seguissem. (Mc 1, 16-20;2, 13-14).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Praticamente passou toda a sua vida e exerceu toda a sua atividade em seu país: Galiléia. Lá como em todos os lugares e em todos os tempos existiam diferentes tipos de pessoas, de classes sociais, de partidos. O Estado judeu era o Estado do Templo, ou seja, o Templo era o centro da nação; a Lei sagrada era a base da legislação e de toda a vida dos Judeus. Jesus não foi sacerdote, Fariseu, Escriba, nem Saduceu ou Herodiano. Ele foi um homem simples, trabalhador, livre que fez o que tinha que fazer na terra sem medo de ninguém (Mt 23, 4-33. Mc 3, 5-7;8,33).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com Maria e José, esposo de Maria, Jesus vive num lugar pobre e simples. Maria teve de amamentar Jesus e limpa-lo, ensina-lo a andar a falar e como toda mãe amou e cuidou de seu filho. E Jesus, como todos nós, também, chorava, se sujava, fazia “malcriações” inocentes. Ele não sabia de tudo desde o começo (Mc 13,32).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E Jesus foi crescendo e amadurecendo, pouco a pouco, com esforço, com limitações, como toda criança, todo o jovem, todo homem (Lc 2, 52). Sofreu a pobreza radical nas dificuldades do dia-a-dia e viveu trinta anos ma aldeia de Nazaré. Ele encontrou na oração a essência do homem e é uma necessidade humana vital; Ele sente tentações, sendo posto à prova diariamente e tem de enfrentar diversas opções (Jô 6, 14-15; 7, 1). Retira-se para o deserto para descobrir qual é a vontade de Deus, e como a maioria dos Judeus de seu tempo, Ele também ouviu falar de João Batista. Procurou-o e recebeu o Batismo como qualquer um do povo. Jesus dedicou-se a pregar o Evangelho da salvação e da alegria (Mc 1, 15). A Boa Nova que Jesus leva a todos os lugares é:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;• O Reino de Deus já chegou. (Lc 11, 20; 17, 21).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;• O Reino é para a salvação de todos. (Mc 2, 17 e Lc 19, 10).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;• Deus é Pai e ama seus filhos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;• Para entrar no Reino é preciso ter fé em Jesus (Mc 8, 29-30), mudar de vida (Mc 10, 21. Lc 19, 1-10) e seguir Jesus incondicionalmente (Mc 8, 34-37. Lc 9, 57-62. Jo 11, 26).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Jesus inicia o seu ministério na Galiléia e agrupa alguns homens simples ao seu redor, em sua maior parte pescadores e um coletor de impostos (Mateus). Em suas Pregações, Jesus fala com freqüência através de Parábolas: são comparações elaboradas, espécies de histórias para ilustrar de maneira bem clara aquilo que Ele quer dizer. Refere-se, sobretudo ao Reino de Deus: o que acontece, o que é exatamente, sua importância, as disposições exigidas ao homem para que possa entrar no Reino.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Jesus, ao realizar os Milagres, mostra a sua importância na mensagem que desejava transmitir de forma clara, mas que só a fé poderia entender (Mc 3, 22). Ele não realizava milagres em benefício próprio, mas sim manifestava o amor de Deus aos homens, que fazem retroceder o mal, que convidam os homens à conversão e à ação de graças. Jesus nunca curou alguém. Eram as pessoas que vinham até Ele e pediam para serem curadas. Ele sempre dizia: “Vá, a tua fé te salvou!” ou “Vá, que a tua fé te curou!”, provando que era a fé das pessoas Nele que as curava, era o desejo delas de ficarem curadas. (Jo 11, 26).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/943926596414377381-6482755385572002432?l=formacaodecatequistas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/feeds/6482755385572002432/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=943926596414377381&amp;postID=6482755385572002432' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/6482755385572002432'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/6482755385572002432'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/2010/10/historia-de-jesus.html' title='A HISTÓRIA DE JESUS'/><author><name>Juberto Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09621638691091875264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-GAdUAiWfNE0/Tjny9jvExkI/AAAAAAAAAVk/iKpYIcga3j4/s220/chamado5.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-943926596414377381.post-2875145804452992084</id><published>2010-10-02T17:55:00.000-03:00</published><updated>2010-10-02T17:55:23.978-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Novo Testamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jesus Cristo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jesus'/><title type='text'>A VIDA DE JESUS</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;“ Eu vim para que todos tenham vida e a tenham em abundância. ”&amp;nbsp; (Jo 10, 10).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Jesus é o único que realiza plenamente o ideal de ser imagem de Deus. Ele é a imagem de Deus perfeita de Deus por ser seu Filho igual ao Pai, igual a Deus ( Fl 2, 6 ). O homem, então, na tarefa de se realizar como tal, de ser plenamente homem, à imagem e semelhança de Deus (Cl 3, 9-10) tem de seguir Jesus (Rm 8, 2-9), tem de entrar na dinâmica de sua vida, encarar em atitudes e vivências de hoje (inspirado pelo Espírito Santo) o que foi a vida toda de Jesus: “ Deixo o exemplo para que façam o mesmo que fiz.” (Jo 13, 15). Podemos resumir a vida de Jesus em duas palavras: PAI e a FORMULA DO REINO DE DEUS.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele viveu no mundo, isto significa que este não constitui nenhum obstáculo na caminhada para Deus. O segredo está em não se contaminar com as coisas do mundo (Jo 16, 33). Ao viver as tentações da caminhada, Ele nos dá o exemplo de que não precisamos fazer parte das coisas ou situações que não edificam a Deus. Jesus tem uma missão: a de ser fiel ao Pai. “DEUS ACIMA DE TUDO”. E a missão de Jesus é a nossa. As fidelidades de Jesus têm de ser as nossas, as tentações também (Mt 4, 1-11). A realização de Jesus também é nossa! &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nossa relação de Jesus com Deus, Jesus refere-se a Deus como a um Pai. O Pai é o centro da vida de Cristo. Sente-se querido por ele, e, portanto, com uma confiança sem limites. (Mc 14, 36) (Jo 5, 20). Jesus faz do AMOR a norma de sua vida. A marca de Cristo* era fazer o bem aos outros, sobretudo aos mais necessitados; anunciar a felicidade de Deus aos pobres, de modo que já o sintam aqui neste mundo. Jesus acolhe o mundo em seus braços; os pecadores com os quais partilha o alimento (Lc 15, 2); ajuda a senhora que andava toda curvada (Lc 13, 10-17) e as crianças (Mc 10, 13-16); o cego que estava mendigando na beira do caminho (Mc 10, 46-52), etc.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Jesus solidariza-se com todos os oprimidos: os estrangeiros, o povo humilde, os marginalizados, os pecadores, as mulheres, os doentes, as crianças. O seu coração está com eles, os ajuda e os defende. (Mc 2, 17) (Lc 19, 10). Jesus não teme as conseqüências de sua solidariedade. Mas é por esta solidariedade que o matam. O Deus deles é o da Lei, o da Tradição, o do Templo, o do Poder, o da Dominação. E Jesus lhes apresenta Deus como Pai de todos os homens, especialmente dos ingratos, maus e dos que estão perdidos em maus caminhos, dos pobres, e dos desgraçados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ninguém é excluído do anúncio do Evangelho e da preocupação da Igreja, sob a condição de que saiba ser solidário com a vida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;* CRISTO – Adjetivo grego que significa “Ungido de Deus” / “Messias”.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;PARA REFLETIR&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1. Como deve ser a minha vida?&lt;br /&gt;2. Como deve ser o meu relacionamento?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3. Como saberei qual o plano específico de Deus para mim?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;4. O que Deus quer de mim nesta vida?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;5. Onde está a minha felicidade?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;6. Como ser feliz?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;7. Que atitudes corresponderão em profundidade à realização do mais íntimo em meu ser?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/943926596414377381-2875145804452992084?l=formacaodecatequistas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/feeds/2875145804452992084/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=943926596414377381&amp;postID=2875145804452992084' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/2875145804452992084'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/2875145804452992084'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/2010/10/vida-de-jesus.html' title='A VIDA DE JESUS'/><author><name>Juberto Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09621638691091875264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-GAdUAiWfNE0/Tjny9jvExkI/AAAAAAAAAVk/iKpYIcga3j4/s220/chamado5.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-943926596414377381.post-7240248980304083620</id><published>2010-10-02T17:53:00.000-03:00</published><updated>2010-10-02T17:53:38.316-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Novo Testamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jesus Cristo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jesus'/><title type='text'>A MENSAGEM DE JESUS</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Este é o Profeta Jesus, o de Nazaré da Galiléia”. (Jo 12, 49-50)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O “Profeta” era, para os Judeus, o homem que proclamava a palavra de Deus e foi isso que Jesus fez (Hb 1, 1) (Jo 8, 40). Jesus é o melhor e o maior Mestre das coisas de Deus. É ele quem mais sabe destas coisas, porque vem da parte de Deus (Jo 5, 43; 12, 49-50). Ele não se limita em seu ensinamento, a repetir e a explicar os textos sagrados do Antigo Testamento, pois não basta combater as conseqüências, se primeiro não se elimina as causas (Mt 5, 22). Ele veio para instituir um novo ensinamento aprimorado aos Mandamentos do Antigo Testamento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os apóstolos, depois de haver convivido com Cristo, depois de havê-lo ouvido, havê-lo visto agir, depois de sua morte e ressurreição, entenderam a mensagem da Boa Nova quem foi Jesus e toda a sua vida: Que Deus é fiel a seu amor aos homens na vida e além da morte. A grande revelação que Deus nos faz, a grande mensagem de Jesus é que Deus nos ama! (Jo 3, 16-17). Que Deus é nosso Pai Responsável e Bom, que nos ama com carinho e preocupação de um verdadeiro Pai (Jo 20, 17) (Mt 23, 9; 5, 48). Que todos vós sois irmãos (Mt 23, 8).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele nos repete de diversas formas, que o amor a Deus coincide e identifica-se com o amor ao próximo (Mt 22, 37-40) e que são inseparáveis (1 Jo 4, 20-21). O que se faz ao próximo (e ao próximo mais humilde e necessitado) é como se fosse feito ao próprio Jesus (Mt 18, 5; 25, 40). E o que se faz a Jesus é como se fosse feito ao Pai: “Quem não honra o filho, não honra o Pai que lhe enviou.” (Jo 5, 23).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deus está perto de nós. Deus se fez homem. É Cristo Nosso Senhor. Se quisermos encontrar a Cristo, teremos de procurá-lo onde está, sobretudo entre os que necessitam de nossa ajuda (Mt 25, 40-45).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;A Causa a qual Jesus deu a Vida&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; A mensagem central de sua pregação e de toda a sua vida é o Reino de Deus. (Mc 1, 15)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; Envia o grupo de Discípulos e amigos que reuniu (Mt 10, 8)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; Depois da Ressurreição, o tema chave de sua conversa, de suas instruções é (At 1, 3):&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; O Reino de Deus divide-se em homens “filhos do Reino” e “Filhos do mal”;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; O homem em de vender tudo o que tem (Mt 13, 4), deixar tudo (Lc 18, 28), tornar-se eunuco (Mt 19, 12), tudo pelo Reino;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; O Reino e a sua Justiça é o que se deve procurar em primeiro lugar (Mt 6, 33)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;O REINO DE DEUS É “GRAÇA”, DOM QUE DEUS OFERECE AO HOMEM...&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Reino de Deus é definitivamente a comunhão dos homens com Deus e dos homens entre si, que se inicia aqui na terra que, com Jesus Cristo, “levará todos os homens, transformados em filhos de Deus pela eficácia do Espírito, a um domínio do mundo cada dia mais perfeito, a uma comunhão entre irmãos cada dia mais realizada, à plenitude da comunhão e participação que constituem a própria vida de Deus”. (Puebla 197, 219).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/943926596414377381-7240248980304083620?l=formacaodecatequistas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/feeds/7240248980304083620/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=943926596414377381&amp;postID=7240248980304083620' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/7240248980304083620'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/7240248980304083620'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/2010/10/mensagem-de-jesus.html' title='A MENSAGEM DE JESUS'/><author><name>Juberto Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09621638691091875264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-GAdUAiWfNE0/Tjny9jvExkI/AAAAAAAAAVk/iKpYIcga3j4/s220/chamado5.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-943926596414377381.post-6172625561270968654</id><published>2010-10-02T17:51:00.000-03:00</published><updated>2010-10-02T17:51:23.732-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Novo Testamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jesus Cristo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jesus'/><title type='text'>A Morte e Ressurreição de Jesus</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Jesus não morreu num acidente, nem de doença, tampouco de velhice. Mataram Jesus, torturando-o antes (Lc 22, 63; Mc 15, 15-27) e pregando-o numa cruz (Mt 27, 35; Mc 15, 25; Lc 23, 33; Jo 19, 18). Assassinaram-no. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas o que entendemos por cruz?? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Cruz era constituída por uma haste vertical de aproximadamente 3 metros e meio de comprimento, denominada “estipe”, que ficava cravado 1 metro de profundidade no local da crucificação, e um pau horizontal chamado “patíbulo”, que era transportado pelo condenado. No lugar determinado para a crucificação, colocavam o "patíbulo" no chão e deitavam o réu sobre ele, fixando os seus pulsos com cravos de ferro. A seguir, com forquilhas de madeira, levantavam o "patíbulo" com o crucificado e enganchavam na parte superior do "estipe" formando um "táu" (T). As duas peças eram unidas com cravos de ferro. A seguir, fixavam os pés do condenado no "estipe", colocando um sobre o outro e ambos eram atravessados por um único cravo de ferro. – “Este, depois de entregue, conforme o desígnio imutável e a previsão de Deus, matastes, cravando-O na cruz, pela mão de gente perversa” (At.2,23).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A vida de Jesus foi autêntica, real, quando comia, dormia, caminhava, falava, amava... Também o foi quando morreu. Sua morte foi plenamente humana, A morte não perdoou nada a Jesus (basta lermos os Evangelhos). Jesus foi morto por homens concretos (Mt 27, 20), observantes fiéis da Lei da região, guardiões da ordem, encerrados em um sistema de valores intocável e inquestionável. “A incredulidade de seus parentes” “e a incompreensão de seus discípulos” deixaram Jesus abandonado diante da morte. (Concílio de Puebla) A paixão, morte, ressurreição e ascensão de Cristo, constituem o Mistério Pascal, ou Mistério da Páscoa. “O Mistério Pascal da Cruz e Ressurreição de Cristo está no centro da Boa Nova que os Apóstolos, e depois deles a Igreja, devem anunciar ao mundo. O desígnio salvífico de Deus cumpriu-se «uma vez por todas»(He.9,26) pela morte redentora de seu Filho Jesus Cristo”.(CIC nº 571). O acontecimento celebrado na Páscoa Judaica, isto é, a libertação do povo israelita da escravidão do Egito, é a antecipação da completa libertação conquistada por Cristo para a raça humana. Assim, o Mistério Pascal é o Mistério central da fé Cristã, celebrado no Tríduo da Páscoa com uma solenidade única e sublime. Foi deste Mistério que nasceu a Igreja e, com ela, a vida sacramental. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Muitas atitudes e palavras de Jesus foram «sinal de contradição»(Lc. 2,34) para as autoridades religiosas de Jerusalém, porque, aparentemente, segundo eles, Jesus procedia contra as instituições essenciais do povo eleito. Mas Jesus não aboliu a Lei do Sinal, mas cumpriu-a com tal perfeição que resgatou as transgressões cometidas contra ela. Jesus, o Messias de Israel, fazia questão de cumprir a Lei, executando-a integralmente até nos menores preceitos, porque, segundo Jesus afirmou, Ele não vinha para revogar a Lei, mas para a aperfeiçoar. Jesus praticou atos que O manifestaram como sendo o próprio Deus Salvador e isso, para alguns, em vez de ser uma prova do poder e autoridade de Jesus, foi antes pretexto de blasfêmia, porque o acusavam de «um homem que se fazia Deus»(Jo.10,33). Mas, por fim, Jesus provou eloqüentemente toda a magnitude do seu Mistério Pascal, quando, depois de ter morrido pelos pecados de toda a humanidade, pelo seu próprio poder Ressuscitou, dando-nos a possibilidade da nossa regeneração, e essa foi, para as autoridades do seu tempo, a grande pedra de escândalo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por proclamar, com palavras e ações, o Reinado de Deus, ele foi julgado e condenado. É o reinado que prestigia os pobres, os pecadores, os enfermos, sobrepondo-os ao “sábado”, à Lei, ao lugar privilegiado do Templo e da classe sacerdotal dentro da sociedade judaica, aos poderosos (Mc 11, 15-19; 12, 38-44). A morte de Jesus foi sendo preparada ao longo de toda a sua vida. E Jesus preferiu morrer livremente a renunciar à verdade, a justiça, ao ideal da fraternidade universal que derramava o amor sobre todos, ainda que pecadores, inimigos; amor que privilegiava os pobres. Era o enviado do Pai misericordioso, seu Filho, e não o aceitaram como tal. Aquele mundo não pôde suportar Jesus: O mundo do Fanatismo Religioso (Mc 2, 27), do poder (Jo 11, 47-48), da ambição (Mt 23, 6-7), da violência (Mc 15, 7), da hipocrisia (Lc 11, 46)... Sua morte foi, assim, um assassinato religioso-político, por abuso da justiça. Foi condenado como subversivo, mas Jesus não seguiu o caminho do ódio ou da violência, mas o da doação e sacrificada do amor. Ao ser preso, diz a Pedro que abaixasse sua espada, pois esse tipo de atitude era errado: Jesus, no entanto, lhe disse: Embainha tua espada, porque todos aqueles que usarem da espada, pela espada morrerão. (Mt 26, 52). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Diz também que poderia ter uma legião de anjos para lhe proteger (Mt 26, 53), mas não o fez. Jesus ofereceu-se livremente pela nossa salvação. Este dom, ele o significa e o realiza por antecipação durante a Última Ceia: “Isto é o meu corpo que será entregue por vós” (Lc 22, 19). Jesus foi humilhado, ridicularizado, esbofeteado, torturado, linchado pelas ruas até o local da crucificação; teve suas mãos e pés furados por pregos, teve sede, e, do alto da cruz, com a certeza de que o amor, expresso no perdão aos que o condenaram e executaram, poderiam muito mais do que a vulgaridade do mal: “Pai, perdoai-lhes: eles não sabem o que fazem” (Lc 23, 33) Jesus morre, ontem e hoje, nas mãos dos que não querem nem um Deus próximo nem um mundo partilhado; nas mãos dos que afastaram Deus, absolutizando ritos, tradições e leis que rejeitam a Boa Nova. A sua morte é redentora (Rm 4, 24); é sinal de amor do Pai aos homens, que livremente (Jo 10, 18) e se fez Cordeiro de Deus para tirar o pecado do mundo (Rm 5, 6-11). A morte de Cristo é a máxima expressão de solidariedade com o homem: até o fim... Até a morte (Jo 13, 1; 15, 13) “Cristo morreu pelos nossos pecados segundo as escrituras”. (1 Cor 15, 3)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;... Mas a cruz não foi o fim...&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Jesus Cristo desceu aos infernos e ressuscitou dos mortos no terceiro dia. “Jesus desceu às profundezas da terra. Aquele que desceu é também aquele que subiu”. (Ef 4, 9-10) Antes de ressuscitar, ele ficou na morada dos mortos e foi para lá como o Salvador, proclamando a Boa Notícia aos espíritos que ali estavam aprisionados (CIC nº 632-633). Essa morada foi denominada pelas escrituras como infernos e significa que era o local onde os justos aguardavam a libertação, aqueles que o haviam precedido – “A Boa Nova foi igualmente anunciada aos mortos” (1Pd 4, 6). Assim se cumpria a última fase da missão messiânica de Jesus, que, pela sua morte, por nós, venceu o Diabo, o dominador da morte (Hb 2, 14). Cristo não foi vencido pela morte; ao contrário, venceu-a. Assim, pela sua morte, ele venceu a morte, aos mortos deu a vida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao terceiro dia, Jesus ressuscita dos mortos (Lc 24, 5-6). A Ressurreição de Jesus é verdadeiramente o maior dos alicerces da nossa fé em Cristo, estabelecida com os documentos do Novo Testamento, juntamente com a cruz pregada como parte essencial do mistério pascal. O túmulo vazio não constitui para todos um sinal essencial da ressurreição de Jesus. A sua descoberta pelos discípulos foi o primeiro passo rumo ao reconhecimento do fato da ressurreição (Lc 24, 5-6). As aparições do Ressuscitado às mulheres (Mc 16, 1; Lc 24, 1), aos apóstolos e discípulos (Lc 24, 9-10), tudo isso é para confirmar a fé de todos em Jesus; tornam-se, assim, as testemunhas do ressuscitado. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Ressurreição de Cristo é diferente das ressurreições que ele operou em algumas pessoas (filha de Jairo, jovem de Naim e Lázaro). É essencialmente diferente. Em seu corpo ressuscitado, ele passa de um estado de morte para uma outra vida, para além do tempo e do espaço. Na ressurreição, o corpo de Jesus é repleto de poder do Espírito Santo; participando da vida divina no estado da sua Glória, de modo que Paulo pode chamar a Cristo de “o homem celeste” (1 Cor 15, 35-50) A ressurreição é objeto de Fé enquanto intervenção transcendente do próprio Deus na criação da história. Nela, as três pessoas divinas agem ao mesmo tempo, juntas e manifestam sua originalidade própria. O mistério pascal, isto é, a morte e ressurreição de Cristo, é o fato fundamental do Cristianismo. Dele depende toda a nossa Fé (1 Cor 15, 14-17), a Nova Páscoa é o começo da “vida do novo povo de Deus. Para nós, cristãos, é o centro de tudo, porque se ele em verdade ressuscitou, então nós o seguiremos e “em Cristo, todos receberão a vida” (1Cor 15, 22) Jesus come com seus discípulos e demonstra que era ele mesmo (Lc 24, 41-43) (Jô 21, 12)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Ressurreição aconteceu pelo poder do Pai, que ressuscitou Cristo, seu filho, e desta forma introduziu de modo perfeito a sua humanidade – com o seu corpo – na Trindade. É a prova mais forte de sua divindade, é o argumento mais convincente de que a sua doutrina e a sua obra são divinas. Tudo o que Ele disse e o que Ele fez, pela Ressurreição dos mortos recebeu a sua afirmação final. E Jesus, pelo seu poder de Deus, sobe aos céus de corpo e alma (ascensão).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Todo o poder me foi dado no céu e na terra; ide, pois, anunciai o Evangelho a todos os povos, batizando-os, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, eu estarei sempre convosco, até o fim do mundo” (Mt 28, 18-20)&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/943926596414377381-6172625561270968654?l=formacaodecatequistas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/feeds/6172625561270968654/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=943926596414377381&amp;postID=6172625561270968654' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/6172625561270968654'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/6172625561270968654'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/2010/10/morte-e-ressurreicao-de-jesus.html' title='A Morte e Ressurreição de Jesus'/><author><name>Juberto Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09621638691091875264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-GAdUAiWfNE0/Tjny9jvExkI/AAAAAAAAAVk/iKpYIcga3j4/s220/chamado5.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-943926596414377381.post-6171844445771283824</id><published>2010-10-02T17:47:00.000-03:00</published><updated>2010-10-02T17:47:32.023-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Antigo Testamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='catequese'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bíblia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='formação de catequistas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='apostilas'/><title type='text'>O LIVRO DE JONAS</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bem, pensando em aprofundar o estudo em livros do Antigo Testamento, observemos atentamente o lovro de Jonas. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para ter uma idéia sobre a época em que esse livro foi escrito, alguns aspectos devem ser considerados. Segundo os biblistas o livro de Jonas contém expressões em aramaico, idioma oficial dos judeus durante o domínio Persa (538-333 a.C.), mas que não era conhecido por eles antes do Exílio da Babilônia (587-538 a.C.). Portanto, devido aos estudos, o livro deve ser posterior ao século VI a.C. O profeta Jonas, filho de Amitai, é contemporâneo do reinado de Jeroboão II, que reinou em Israel no século VIII a.C. Afirmar que o livro de Jonas foi escrito por ele seria algo semelhante a dizer que um dos modernos escritores brasileiros teria vivido no tempo de Dom João VI. O hebraico sofreu modificações ao longo da história, como acontece a qualquer idioma.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os judeus que retornaram do exílio, estavam convencidos de que haviam sofrido o exílio por causa da sua infidelidade a Deus. Como resultado, adotaram uma atitude de EXCLUSIVIDADE e rigorosa observância da Lei. Evitavam tudo que pudesse afastá-los de Deus, tal como costumes estrangeiros e até mulheres estrangeiras.&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;CONFRONTO ENTRE JONAS E O SENHO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;JONAS - 2Rs 14,25 - foi profeta no tempo de Jeroboão II (reinou em Israel - norte - 783-743 a.E.C.)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O autor usa um recurso literário chamado de pseudonímia. Ele não está interessado em destacar a autoria do livro, nem em focalizar sua identidade. Isso era muito comum naquela cultura. Os autores dos livros bíblicos geralmente não assinam suas obras porque acreditam que estão apenas representando a fé e a experiência de um povo do qual são membros, ou seja, eles não falam em nome próprio e com seus escritos querem apenas trazer os filhos de Israel de volta para a aliança firmada com Deus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O autor do livro permanece anônimo e usa como pseudônimo o antigo profeta Jonas, filho de Amitai, porque esse recurso o ajuda a divulgar melhor sua mensagem. Não sabemos quem escreveu o livro de Jonas, mas podemos fazer um perfil de sua personalidade a partir do texto bíblico. É alguém com mente aberta, como diríamos hoje, para ele todas as pessoas são alvos do amor e da misericórdia de Deus. É uma pessoa bem humorada que usa o recurso da ironia para convencer os judeus nacionalistas de sua época da inconsistência da postura exclusivista que considerava apenas o judeu como merecedor do amor de Deus&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;1,1 - “a palavra do Senhor foi dirigida a Jonas, filho de Amanti”&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O livro se inicia como muitos livros proféticos afirmando que ‘a palavra do Senhor foi dirigida a...” (Os 1,1; Jl 1,1; Mq 1,1; Sf 1,1; Ag 1,1; Zc 1,1). Com isso se estabelece um convite ao leitor para se identificar com o protagonista e se tornar um canal para que a palavra de Deus chegue a todos os povos. Lendo o livro atentamente se chega à conclusão de que Deus é o diretor do drama, ele está no controle de tudo, está determinado a fazer sua misericórdia chegar aos ninivitas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;1,2a - “levanta-te, vai a Nínive...”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;NINIVE - Capital da Assíria - residência dos grandes reis, Senaquerib (722 - invadiu o reino de Israel) construiu um grande palácio e fortificou a cidade com um muro de 12 Km. Foi sitiada pelos Medos e Babilônios em 614 a.E.C. Os vencedores destruíram inteiramente a grande cidade; esse evento é celebrado pelo profeta Naum. Não podemos deixar de perceber a ironia contida aqui: o Jonas histórico (2Rs 14,25) profetiza a prosperidade e a expansão do Reino do Norte e o Jonas personagem do conto edificante tem que profetizar a favor dos habitantes da cidade de Nínive, destruidores de Samaria, capital do reino do Norte.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;1,2b - “...anuncia contra ela que a sua maldade chegou até mim.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A missão de Jonas é precisa: tem que anunciar aos habitantes da grande cidade de Nínive que sua iniquidade subiu até Deus. Isso consiste numa parusia conforme se procedia em antigos reinos. O termo grego parusia significava a visita do rei a uma região distante da sede do governo para resolver certos problemas administrativos como o abuso de autoridade dos governantes e a prática da iniquidade por parte destes. O aviso de que o rei está sabendo da iniquidade, dava tempo aos culpados para mudar de conduta como também deixava os oprimidos cheios de esperança que o rei lhes fizesse justiça. Nesse sentido, o que Jonas deve anunciar é a parusia do verdadeiro rei do universo sobre um vassalo, o rei de Nínive. De nenhuma forma se trata de um veredicto definitivo do juiz, mas de um viso para que haja oportunidade de mudança de atitude por parte dos que estão praticando o erro. Não é uma condenação, mas uma boa-notícia o que Jonas deve anunciar. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;1,3a - “Jonas levantou-se para fugir para Tarsis, para longe da face do Sr.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O autor monta sua história em oposição à atitude de exclusividade. Deus chama Jonas para profetizar, não a seu povo, mas ao de Nínive. Jonas reluta em ir a Ninive, não tanto porque deseja evitar a vocação profética, mas porque está sem vontade de levar a palavra do Senhor a um inimigo tão odiado. Ver Ez 3,6-7&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;TARSIS - nome de lugar que significa refinaria, onde o metal é fundido e refinado. Um navio de Tarsis, significou por muito tempo um navio construído para enfrentar tempestades, capaz de fazer as longas viagens, construído para transportar cargas pesadas de metais. Para os judeus, ir para Tarsis, significava ir para um lugar bem longe, fim do mundo, o lugar mais longe possível.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;1,3b - “Ele desceu a Jope.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;JOPE - Cidade próxima à Jerusalém. Possuía o porto mais próximo de Jerusalém, porém não era um porto verdadeiro, não podia ser usado sob mal tempo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;1,5 - “os marinheiros tiveram medo... começaram a gritar cada qual para o seu deus.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;os marinheiros são de várias nacionalidades; cada qual tem seu deus, mas crêem no poder dos outros deuses também.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;1, 6 - “...Como podes dormir? Levanta-te, invoca o teu Deus!...”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Jonas é, de todos os personagens desse livro, o que mais precisa de conversão. Ele pode ser definido como o desobediente. Aos três imperativos da missão (levanta-te, vai, anuncia) Jonas age em sentido contrário: desce, foge, dorme.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;1,7 - “... eles lançaram as sortes e a sorte, caiu sobre Jonas.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Era um costume antigo a idéia de que a presença de culpado em navio é perigo para todos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;1,8 - “ conta-nos qual é tua missão...”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eles queriam saber qual a finalidade da viagem de Jonas para entender a causa daquele mal.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;1,9 - “...sou hebreu e venero ao Sr., o Deus do céu que fez o mar e a terra.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se Jonas crê nisso, porque pensa que Tarsis é longe o suficiente para fugir do Senhor? A fé no Deus criador traz como consequência o reconhecimento de seu amor por todos os povos. Dessa maneira, Jonas afirmou que a autoridade de seu Deus não está limitada a um território determinado, mas tinha domínio universal. Com isso se vê a ironia da situação de Jonas: crer que Deus domina sobre o mar e a terra e, ao mesmo tempo, está fugindo de sua presença.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;1,10 - “...os homens foram tomados por grande temor...”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eles são sábios o bastante para ficar com medo, enquanto Jonas, que auto proclamou temente a Deus, parece não ter temor algum. Os marinheiros, pagãos, se escandalizam com a rebelião de Jonas ao Senhor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;11,15 - “E tomaram Jonas e o lançaram ao mar e o mar cessou o seu furor.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Senhor envia o vento para que provoque uma grande tempestade, pára a tempestade assim que a fuga de Jonas é interrompida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;1,16 - “Os homens foram então tomados por um grande temos para com o Senhor, ofereceram ao Senhor e fizeram votos”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mostra a retidão dos marinheiros pagãos que reconhecem o poder de Deus e rendem culto a Ele. No capitulo 1, imagem do Senhor é a imagem do Criador todo-poderoso que dá uma missão ao profeta e o persegue até que a aceite.&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;strong&gt;A ORAÇÃO DE JONAS&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;2,1a - “O Senhor determinou que surgisse um peixe grande para engolir Jonas...”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Jonas representa o próprio judaísmo da época marcada por reformas radicais nacionalistas desde Esdras e Neemias, basta conferir os capítulos nove e dez do livro de Esdras e a ordem para que os judeus se divorciassem das esposas estrangeiras e expulsassem os filhos nascidos desses casamentos mistos. Veja também Ne 13,23–28. O grande peixe representa os grandes dominadores do povo judeu, que “engoliam” as tradições, os costumes, o próprio judaísmo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;2,1b - “... Jonas permaneceu nas entranhas do peixe três dias e três noites.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O tempo, 3+3 = 6, representa os grandes impérios que dominaram os Judeus até este período: Egito (2030 a 1200 a.E.C.) , Hicsos (1720 a1552 a.E.C.), Hititas (1370-1336 a.E.C), Assíria (722 a.E.C.), Babilônia (587 a 537 a.E.C.), Pérsia (538 a 333 a.E.C).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deus permitiu que fossem dominados, mas deu a chance de novo recomeço. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="color: blue;"&gt;2,2 - “Então Jonas orou ao Senhor, seu Deus, das entranhas do peixe.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;A oração consiste em um salmo provavelmente de outra fonte pondo-a na boca de Jonas enquanto ele volta no ventre do peixe. É uma oração de Lamentação. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;2,3-10&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O salmista começa por clamar a Deus e passa imediatamente a uma descrição de sua angústia. O fim da oração é uma expressão de confiança e ação de graças a Deus pelo salmista, que com confiança inabalável, acredita na salvação divina.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Muitas frases desta oração são comuns aos salmos, por exemplo:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;2,3a - Sl 86,6-7; 120,1; 34,7; 81,8&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;2,3b - Sl 18,6-7; 116,3-4&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;2,4b - Sl 42,8&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;2,5a - Sl 31,23&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;2,6a - Sl 18,5; 69,2-3; 88,17-18; 116,3&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;2,7b - Sl 16,10; 30,4&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;2,8a - Sl 42,7&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;2,8b - Sl 18-7; 88,3&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;2,10a - Sl 50,14; 116,17&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;2,10,b - Sl 22,26; 50,15; 66,13-14; 116,14.18; 3,9; 37,39.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;O salmo presta-se bem à situação de Jonas. Ele está em dificuldades lamentáveis e precisa voltar-se ao Senhor com confiança. As referencias à Morte (v 3.7), entretanto, indicam que o salmo descreve angustias gerais.&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;strong&gt;JONAS EM NINIVE&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Cap 3 começa com o segundo chamado do Senhor a Jonas. Desta vez ele não faz nenhuma objeção.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;3,3b - “Nínive era uma cidade muito grande, de três dias de marcha.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A descrição de Nínive como ‘uma cidade muito grande’, sendo preciso três dias para atravessá-la, mostra o exagero que é presente em todo livro. A quantidade de dias tem um equilíbrio significativo. Jonas passa três dias no ventre do peixe e depois é devolvido a sua responsabilidade para com o Senhor. Entretanto, três dias não bastam para provocar um verdadeiro arrependimento em Jonas. Porém a cidade não precisa nem de três dias para seu arrependimento; um dia basta. Contudo, a misericórdia do Senhor não restringe Nínive a três dias. O Senhor dá ’40 dias’, um número bem grande de dias, antes que a cidade seja destruída.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;3,4a - “Jonas entrou na cidade e percorreu durante um dia. Pregou então dizendo:...”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Jonas, mesmo quando parece ser obediente não o é de fato, pois anuncia a mensagem em apenas um dia, quando se levaria três dias para atravessar a cidade e proclama um conteúdo diferente daquele que lhe foi indicado. Com um dia de marcha, não foi possível chegar até o centro da cidade, onde era também o centro administrativo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;3,4b - ... Ainda quarenta dias e Nínive será destruída!”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É isto que o missionário anuncia apesar de não haver, em nenhuma parte do livro de Jonas, uma palavra vinda de Deus para condenar Nínive. Por que o missionário diria isso se a palavra de Deus foi outra (Jn 1,2)? Ora, segundo a ideologia da retribuição, se Deus sabia da iniquidade de Nínive deduzia-se que ele a destruiria como castigo pelos pecados. Jonas anunciou uma consequência lógica de suas concepções teológicas. Proclama um conteúdo diferente daquele que lhe foi indicado. Por esse motivo o livro de Jonas chama à conversão, não apenas os ouvintes, mas primeiramente o missionário.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;3,5a - “ Os homens de nínive creram em Deus...”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Jonas é, de todos os personagens desse livro, o que mais precisa de conversão. Ele pode ser definido como o desobediente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar de tudo os ninivitas creram em Deus, depositaram toda a sua confiança em Deus, mesmo tendo recebido uma mensagem de condenação. O que não fariam então, se tivessem recebido a boa-nova? Também os marinheiros estrangeiros adoraram o Deus de Israel (Jn 1,14-17), apesar de Jonas ter preferido ser lançado ao mar que falar-lhes sobre a misericórdia do Senhor. O grande problema do livro de Jonas, a maior dificuldade é a conversão do missionário e não a dos injustos e dos idólatras.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A reação do rei de Nínive foi muito distinta do procedimento dos reis de Israel que poucas vezes consideraram a exortação dos profetas. Assim como os marinheiros, o rei confiou na misericórdia de Deus, mesmo sem que Jonas a mencionasse em nenhum momento. E Jonas sabia que Deus é misericordioso, isso faz parte da fé de Israel (Ex 34,6).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;3,5b - “...convocaram um jejum e vestiram-se de panos de saco”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esses gestos externos eram expressões de uma mudança radical de atitude. Cada um deveria deixar o seu mau caminho, ou seja, o estilo de vida caracterizado pelo pecado e pela violência. Esse costume era empregado em momentos de tristeza (2Sm 3,31; Jr 6,26), de luto (Est 4,1-3), de arrependimento (Ne 9,1; Jó 42,6) e de humilhação (Dn 9,3-5). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="color: blue;"&gt;3,6 - “A notícia chegou ao rei de Ninive.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;A conversão dos ninivitas começou com o povo e depois chegou ao rei.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;3,7 - “...como decreto do rei e de seus grandes: ‘Homens e animais, gado graúdo e miúdo’...”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O rei expediu um decreto de penitência geral, incluindo também os animais para mostrar que a criação inteira é afetada pelos nossos pecados. Para demonstrar seu arrependimento sincero os ninivitas se uniram, desde os da mais alta classe social até os mais humildes, na busca da misericórdia de Deus. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;3,10 - “ eles se converteram de seu caminho perverso...”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Consiste em deixar um estilo de vida fundado na iniquidade por uma vida nova com perspectivas totalmente diferentes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;strong&gt;DESGOSTO DO PROFETA E RESPOSTA DIVINA&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="color: blue;"&gt;4,1 - “mas isso trouxe a Jonas um grande desgosto e ele ficou irado.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas a resposta de Deus à conversão dos ninivitas desagradou totalmente a Jonas, deixando-o profundamente irritado. Isto o fez revelar o objetivo da tentativa de fuga; não fora por medo da violência dos ninivitas nem por receio do desconhecido, como poderíamos supor. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;4&lt;span style="color: blue;"&gt;,2 - “...fugi apressadamente para Tarsis; pois sabia que tu és um Deus de piedade e ternura, lento para a ira, e rico em amor e que se arrepende do mal.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;Para surpresa do leitor, Jonas diz que fugiu porque Deus é misericordioso... Jonas não queria ser mensageiro de Deus porque assim evitaria que os ninivitas usufruíssem da misericórdia divina. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;4,3 - “ é melhor para mim a morte do que a vida.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O autor do livro de Jonas empresta sua voz à teologia universalista para defender o direito de Deus amar a todos, sem fazer acepção de pessoa. Para criticar a tendência nacionalista o autor faz o personagem Jonas preferir morrer a aceitar o amor de Deus para com os estrangeiros, a ver a salvação daqueles que considerava ímpios. Na linguagem de hoje diríamos que o livro de Jonas foi escrito para animar os judeus a assumirem sua responsabilidade missionária para com as outras nações, nesse sentido, esse escrito é um precursor do mandato missionário do evangelho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;4,4-10&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deus é misericordioso porque sabe quem é Jonas. Em vez de castigá-lo por sua fuga, sua profecia desanimada, sua falta de misericórdia, Deus lida com Jonas como se ele fosse uma criança que não sabe “sequer distinguir a mão direita da esquerda”. Dá uma lição a Jonas. Ele prepara um peixe (2,1), uma mamoneira (4,6), um verme (4,7), um vento oriental (4,8). E Jonas não consegue mudar o roteiro ou projeto divino. Os estrangeiros, tanto os marinheiros quanto os ninivitas, foram mais religiosos, e até o mar, o peixe, a planta, o verme, o vento oriental, todos submetem-se à vontade de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;4,11 - “E eu não terei pena de Nínive?...”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A misericórdia de Deus está sobre todos os povos e sobre toda criatura. Se a maioria das pessoas não sabe disso é porque falta quem lhes anuncie essa boa-notícia. O Senhor do céu e da terra ama a totalidade da criação. Essa é uma afirmação revolucionária para a maioria dos judeus contemporâneos do autor do livro de Jonas, pois se o Deus de Israel cuida de todos os seres, povos e nações, qual o lugar de Israel como povo da aliança? Hoje diríamos: qual o privilégio de ser cristão, se Deus ama os ateus, os membros de outras religiões e até mesmo aqueles que maculam sua imagem com o ódio? Isso significa que o povo de Deus deve investir na salvação dos injustos e não na destruição deles. Os opressores, os violentos, os ímpios conhecerão a misericórdia e a redenção que vem de Deus através dos missionários de boas notícias.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deus começa e termina o livro, a sua palavra é soberana e não volta a ele sem que se torne efetiva e produza o fruto almejado (Is 55,11).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O final do livro mostra o contraste entre Jonas e Deus: um deseja a morte, o outro, a vida; um quer a destruição, o outro, a salvação. O livro inteiro é uma exortação à conversão e à misericórdia, ambas são indesejáveis a Jonas e ele necessita das duas. O livro desafia o cristão atual, herdeiro da vocação de Israel, a deixar-se corrigir pela Palavra inspirada, santa e perfeita, útil para exortar e para “discernir os propósitos do coração” (Hb 4,12).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O livro termina bruscamente como é próprio desse gênero literário. Com isso permite ao leitor de cada geração fazer uma autocrítica e responder à pergunta do Senhor, confrontando-se com as atitudes de Jonas, dos marinheiros e dos ninivitas. Quem nunca desejou o desaparecimento definitivo do opressor ou do malvado? Quem se sente confortável em saber que “a misericórdia triunfa sobre o julgamento” (Tg 2,13)? O amor e a misericórdia de Deus se estendem a cada pessoa e deseja a conversão de todos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Fica para nós leitores a pergunta que o autor nos faz para pensarmos: Deus é livre? Ou deve agir, como Jonas pensa, segundo as estreitas limitações da justiça humana?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;strong&gt;Eliani Araújo Costa / setembro 2010&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;Para contatos e dúvidas: &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;elianidentista@yahoo.com.br / elianicatequista@yahoo.com.br&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;BIOGRAFIA CONSULTADA&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: #274e13;"&gt; Bíblia de Jerusalém. São Paulo, Paulus, 2004.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #274e13;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: #274e13;"&gt; Dicionário bíblico / John L. Mackenzie ; (tradução Álvaro Cunha ... et al.; revisão geral Honório Dalbosco). – São Paulo : Paulus, 1983.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #274e13;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: #274e13;"&gt; Comentário Bíblico. São Paulo, Edições Loiola, 1999&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #274e13;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: #274e13;"&gt; Artigo da CNBB - Mês da Bíblia 2010 - Jonas: Conversão e Missão - “Levanta-te e vai à grande cidade” (Jn 1,2) - Aila Luzia Pinheiro de Andrade&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #274e13;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: #274e13;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/943926596414377381-6171844445771283824?l=formacaodecatequistas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/feeds/6171844445771283824/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=943926596414377381&amp;postID=6171844445771283824' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/6171844445771283824'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/6171844445771283824'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/2010/10/o-livro-de-jonas.html' title='O LIVRO DE JONAS'/><author><name>Juberto Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09621638691091875264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-GAdUAiWfNE0/Tjny9jvExkI/AAAAAAAAAVk/iKpYIcga3j4/s220/chamado5.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-943926596414377381.post-8028694166277593616</id><published>2010-10-02T17:29:00.000-03:00</published><updated>2010-10-02T17:29:20.370-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='discípulos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='encontros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='preparar o encontro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='catequisar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='formação de catequistas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='catecismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='catequese'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='famílias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='defesa da vida'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='missinários'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jovens'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='profetas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='catequista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='missão'/><title type='text'>O "Ficar" é de Deus? Não!!!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Muito se tem discutido inda sobre uma frase dita pelo Bispo auxiliar do Rio de Janeiro, Dom Dimas Lara Barbosa, dita em 2007, o qual condenou o hábito de "ficar", comum entre jovens e adolescentes. O bispo assinalou na ocasião: “&lt;em&gt;&lt;strong&gt;O senso do descartável do 'ficar', que era próprio das garotas de programa, é hoje vivenciado pelas adolescentes. Os meninos apostam entre eles para saber quem fica com mais garotas numa noite. No dia seguinte, eles não sabem nem o nome delas, o que significa que essa pessoa, com quem 'ficou', não vale absolutamente nada. O problema é grave e atinge adolescentes e pré-adolescentes”.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;(O Globo Online 08/05/2007) &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alguns veículos de informação assinalaram que ficar então é algo do “Capeta”. Bem, queria ir pelo outro viés: “&lt;strong&gt;Ficar é de Deus&lt;/strong&gt;?”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bem, eu sou jovem, sou professor de História, tenho 29 anos, sou católico, sou catequista e líder pastoral, atuo com crianças, adolescentes e jovens no meu bairro desde 1998. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E nunca tive medo de assumir minha fé, os valores morais e a doutrina religiosa católica. Fiquei muito triste de ver parte da juventude católica criticando essa atitude de Dom Dimas. Jovens católicos aceitando relacionamentos superficiais, sendo verdadeiros “copos descartáveis”. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os católicos precisam levar o Cristo incondicionalmente, não nos conformando com o mundo, mas o que vemos são pessoas buscando apenas uma “fé de supermercado”, ou seja, você apenas assimila das “prateleiras” aquilo que gosta e descarta o restante da doutrina. O que está acontecendo? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O bispo nos lembra que não podemos brincar de ser Igreja! Não podemos buscar um Cristo “Light”, segundo um “quinto Evangelho” o qual aceita meus erros e pecados. Nós não podemos aceitar que os católicos tenham valores mundanos, modismos que vão de encontro com a Doutrina Cristã e acabam, assim, escrevendo “seu próprio Catecismo”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E o que vem a ser a prostituição? É a comercialização da prática sexual ou, é o oferecimento de satisfação sexual em troca de vantagens monetárias, prazeres ou favores. A Bíblia é clara sobre esse assunto. Em várias passagens vemos a condenação dessa prática: “Fugi da prostituição. Todo o pecado que o homem comete é fora do corpo; mas o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo.” (1 Cor 6, 18) Não se discute esse assunto, pois é um pecado muito grave, pois o nosso corpo é Templo do Espírito Santo (1Cor 3, 16-17). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um jovem paulista, em uma comunidade do site de relacionamentos Orkut assinalou: “&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Eu prefiro Ficar... Ficar esperando no Senhor. Quem fica está se prostituindo, pois esta trocando de parceiros. Lembrando que adultério não é só quando se tem um ato sexual...”&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E vemos a comparação do bispo do ato do “ficar” com “as garotas de programa”. Bem, quem está “ficando”, acaba também oferecimento o seu próprio corpo em troca do seu prazer pessoal e também em busca de “status” perante os amigos e colegas. “Ficam” com um enorme número de pessoas, beijam, trocam carícias, algumas vezes termina com o ato sexual e, no dia seguinte, partem para outros relacionamentos. Foi por isso que o bispo usou o termo “descartável”. As garotas e garotos de programa ficam por dinheiro, contudo, os adolescentes e jovens seguem um caminho próximo, usando seus corpos para relacionamentos sem nenhum tipo de preocupação com o outro, quantas vezes for necessário para se satisfazerem. Isso também é pecado. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Algumas pessoas dizem que o “ficar” é o antigo &lt;u&gt;ato de paquerar,&lt;/u&gt; contudo, quando você paquera alguém você não visa simplesmente utilizar o corpo do outro para o benefício próprio, mas a busca de um relacionamento duradouro e sincero. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O “ficar” prega atitudes anticristãs, tais como: a desonestidade&lt;strong&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;, desconfiança, descompromisso, a superficialidade, desrespeito contra vida, não valoriza o verdadeiro amor, prega a infidelidade, a impureza, indecisão, crueldade, ato de pura atração física&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;... O relacionamento entre duas pessoas cristãs dever ser sincero, fiel, puro, honesto, fraterno, compromissado e, principalmente, santo. O bispo apenas seguiu a Bíblia, a doutrina católica, assinalando que devemos ser cristãos autênticos, e se mostrou preocupado com a realidade dos jovens de hoje. Nós precisamos ser exemplo perante nossas famílias, nossos ministérios, nossos colegas da escola / faculdade, na nossa Igreja... Sempre em todo o lugar e a toda a hora!!! O que adianta ser uma pessoa na igreja, nos encontros e eventos e outra totalmente diferente com a minha namorada, meu esposo, meus filhos, com meus amigos... Mascarado não dá mais pra viver! A pergunta precisa ser feita. Então: O “ficar” é de Deus? &lt;span style="color: red;"&gt;Claro que não&lt;/span&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A castidade precisa ser vista pelos cristãos não como uma opção, mas como meta de vida. Tanto no namoro, como no noivado e até dentro do casamento, um sendo fiel ao outro. O sexo só poder ser feito após o matrimônio, pois no namoro e noivado um ainda não pertence ao outro. Precisamos abolir a camisinha, pois não podemos banalizar o ato sexual que vem sendo visto nas últimas décadas. Precisamos nos manifestar contra o aborto, pois são seres humanos assim como nós. A juventude precisa rever seus valores, as canções que estão escutando (com letras pornográficas e violentas). Isso não vem de uma “Igreja totalmente ultrapassada” (como foi dito por uma leitora na última edição), mas de uma igreja fiel à Bíblia e atualizada. Quem disse que seguir Jesus é fácil?? É necessário renunciar muitas coisas!! &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não vamos à Igreja porque alguém nos obriga... Não rezamos porque temos medo de Deus... Ninguém nos proíbe ou nos condena. A nossa igreja apenas nos orienta, nos mostra o caminho, porque nossa fé é expressão de nossa liberdade! "Aquele que diz que está nele, também deve andar como ele andou." (1Jo 2, 6)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Paz e bem! E sede Santos!!!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/943926596414377381-8028694166277593616?l=formacaodecatequistas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/feeds/8028694166277593616/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=943926596414377381&amp;postID=8028694166277593616' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/8028694166277593616'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/8028694166277593616'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/2010/10/o-ficar-e-de-deus-nao.html' title='O &quot;Ficar&quot; é de Deus? Não!!!'/><author><name>Juberto Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09621638691091875264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-GAdUAiWfNE0/Tjny9jvExkI/AAAAAAAAAVk/iKpYIcga3j4/s220/chamado5.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-943926596414377381.post-2825893993087479624</id><published>2010-03-24T13:55:00.000-03:00</published><updated>2010-03-24T13:55:22.721-03:00</updated><title type='text'>CONGRESSO CATÓLICO IN TENDA 2010</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_LP-8xJB-0MA/S6pB3tM4V0I/AAAAAAAAAPw/H9plLeKpk4s/s1600/90909.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" nt="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_LP-8xJB-0MA/S6pB3tM4V0I/AAAAAAAAAPw/H9plLeKpk4s/s320/90909.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_LP-8xJB-0MA/S6pB9FDSiHI/AAAAAAAAAP4/vwrRHcQkjBc/s1600/tenda+2.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" nt="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_LP-8xJB-0MA/S6pB9FDSiHI/AAAAAAAAAP4/vwrRHcQkjBc/s320/tenda+2.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_LP-8xJB-0MA/S6pDzGr-WII/AAAAAAAAAQI/RI9p63R5tyk/s1600/Intenda+2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" nt="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_LP-8xJB-0MA/S6pDzGr-WII/AAAAAAAAAQI/RI9p63R5tyk/s320/Intenda+2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;CONGRESSO CATÓLICO NA ILHA DO GOVERNADOR-RJ&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;ENTRE NA COMUNIDADE DO IN TENDA NO ORKUT&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;PARTICIPE!!!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/943926596414377381-2825893993087479624?l=formacaodecatequistas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/feeds/2825893993087479624/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=943926596414377381&amp;postID=2825893993087479624' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/2825893993087479624'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/2825893993087479624'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/2010/03/congresso-catolico-in-tenda-2010.html' title='CONGRESSO CATÓLICO IN TENDA 2010'/><author><name>Juberto Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09621638691091875264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-GAdUAiWfNE0/Tjny9jvExkI/AAAAAAAAAVk/iKpYIcga3j4/s220/chamado5.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_LP-8xJB-0MA/S6pB3tM4V0I/AAAAAAAAAPw/H9plLeKpk4s/s72-c/90909.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-943926596414377381.post-1878483901400779504</id><published>2010-02-26T17:32:00.000-03:00</published><updated>2010-02-26T17:32:42.986-03:00</updated><title type='text'>Bom filme...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_LP-8xJB-0MA/S4gv0xQYToI/AAAAAAAAAPg/KFUOyfxehYE/s1600-h/DSCF0394.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" kt="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_LP-8xJB-0MA/S4gv0xQYToI/AAAAAAAAAPg/KFUOyfxehYE/s320/DSCF0394.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_LP-8xJB-0MA/S4gv5PYRrFI/AAAAAAAAAPo/CwFJ7ICF_PI/s1600-h/imgCANDHXI9.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" kt="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_LP-8xJB-0MA/S4gv5PYRrFI/AAAAAAAAAPo/CwFJ7ICF_PI/s320/imgCANDHXI9.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/943926596414377381-1878483901400779504?l=formacaodecatequistas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/feeds/1878483901400779504/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=943926596414377381&amp;postID=1878483901400779504' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/1878483901400779504'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/1878483901400779504'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/2010/02/bom-filme.html' title='Bom filme...'/><author><name>Juberto Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09621638691091875264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-GAdUAiWfNE0/Tjny9jvExkI/AAAAAAAAAVk/iKpYIcga3j4/s220/chamado5.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_LP-8xJB-0MA/S4gv0xQYToI/AAAAAAAAAPg/KFUOyfxehYE/s72-c/DSCF0394.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-943926596414377381.post-4613257222868082140</id><published>2009-11-06T13:28:00.000-03:00</published><updated>2009-11-06T13:28:53.261-03:00</updated><title type='text'>O Pai-Nosso em 27 Línguas</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Português &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Pai nosso que estais nos céus,&lt;br /&gt;santificado seja o vosso nome;&lt;br /&gt;venha a nós o vosso reino,&lt;br /&gt;seja feita a vossa vontade,&lt;br /&gt;assim na terra como no céu;&lt;br /&gt;o pão nosso de cada dia nos daí hoje;&lt;br /&gt;perdoai-nos as nossas ofensas,&lt;br /&gt;assim como nós perdoamos&lt;br /&gt;a quem nos tem ofendido&lt;br /&gt;e não nos deixeis cair em tentação,&lt;br /&gt;mas livrai-nos do mal. Amém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;Alemão &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vater unser im Himmel,&lt;br /&gt;Geheiligt werde dein Name.&lt;br /&gt;Dein Reich komme.&lt;br /&gt;Dein Wille geschehe,&lt;br /&gt;wie im Himmel so auf Erden.&lt;br /&gt;Unser tägliches Brot gib uns heute.&lt;br /&gt;Und vergib uns unsere Schuld,&lt;br /&gt;wie auch wie vergeben unsern Schuldigern.&lt;br /&gt;Und führe uns nicht in Versuchung,&lt;br /&gt;sondern erlöse uns von dem Bösen. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;Basco &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gure Aita zeruetan zarana:&lt;br /&gt;santu izan bedi zure izena,&lt;br /&gt;etor bedi zure erreiñua,&lt;br /&gt;egin bedi zure naia zeruan bezela lurrean bere.&lt;br /&gt;Emoiguzu gaur cgun onetako ogia&lt;br /&gt;parkatu gure zorrak,&lt;br /&gt;geuk bere gure zordunai parkatzen dautsgun eskero;&lt;br /&gt;eta ez gu tentaldira croan,&lt;br /&gt;baiño atara gagizuz gatxetik. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;Ecumênica (Em Português) &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pai nosso que estás nos céus.&lt;br /&gt;Santificado seja o teu nome,&lt;br /&gt;venha o teu Reino.&lt;br /&gt;Seja feita a tua vontade&lt;br /&gt;assim na terra como no céu.&lt;br /&gt;O pão nosso de cada dia nos dá hoje,&lt;br /&gt;perdoa-nos as nossas ofensas,&lt;br /&gt;assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido.&lt;br /&gt;E não nos deixeis cair em tentação,&lt;br /&gt;mas livra-nos do mal,&lt;br /&gt;pois teu é o Reino, o poder e a glória para sempre.&lt;br /&gt;Amém. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Espanhol &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Padre nuestro,&lt;br /&gt;que estás en el cielo,&lt;br /&gt;santificado sea tu Nombre,&lt;br /&gt;venga tu reino,&lt;br /&gt;hágase tu voluntad&lt;br /&gt;en la tierra como en el cielo;&lt;br /&gt;nuestro pan de cada dia,&lt;br /&gt;dadnos hoy.&lt;br /&gt;Perdona nuestras ofensas,&lt;br /&gt;como tambien nosotros perdonamos a&lt;br /&gt;los que nos ofenden;&lt;br /&gt;no nos dejes caer en la tentación,&lt;br /&gt;libranos del mal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Filipino &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ama namin sumasalangit ka sambahin&lt;br /&gt;ang ngalan mo mapasaamin ang&lt;br /&gt;kaharian mo sundin ang loob mo&lt;br /&gt;dito sa lupa para na sa langit.&lt;br /&gt;Bigyan mo kami ngayon ng aming&lt;br /&gt;kakanin sa araw-araw at&lt;br /&gt;patawarin mo kami sa aming manga&lt;br /&gt;sala para ng pagpapatawad namin&lt;br /&gt;sa manga natakasala sa amin&lt;br /&gt;at huwag mo kaming ipahintulot sa&lt;br /&gt;tukso at ihadya mo kami sa&lt;br /&gt;lahat ng masama. Amen. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Francês &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Notre Père qui es aux cieux,&lt;br /&gt;que ton nom soit sanctifié,&lt;br /&gt;que ton règne vienne,&lt;br /&gt;que ta volonté soit faite&lt;br /&gt;sur la terre comme au ciel.&lt;br /&gt;Donne-nous aujourd'hui&lt;br /&gt;notre pain de ce jour.&lt;br /&gt;Pardonne-nous nos offensés,&lt;br /&gt;comme nous pardonnons aussi&lt;br /&gt;à ceux qui nos ont offensés.&lt;br /&gt;Et ne nous soumets pas à la tentation,&lt;br /&gt;mais délivre-nous du Mal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Hebraico &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Avinu Shebashamaim, Itkadesh shimba.&lt;br /&gt;Tavô Malkuteha, ieassê retsonha,&lt;br /&gt;Kebashamaim, ken baarets.&lt;br /&gt;Et lehem huquenu tem lanu haion&lt;br /&gt;uslab lanu al hataenu&lt;br /&gt;kefi shosolhim gam anahnu lahot'im lanu,&lt;br /&gt;Velatevienu lidei nissaion,&lt;br /&gt;Ki im haltsenu min Hárá.&lt;br /&gt;Ki leha hamamlaha, haguevurá ve hatiferet,&lt;br /&gt;Leolmei ólamim&lt;br /&gt;Amen &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;Inglês &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Our Father, who art in heaven,&lt;br /&gt;hallowed be thy name;&lt;br /&gt;Thy kingdom come;&lt;br /&gt;Thy will be done on earth as it is in heaven.&lt;br /&gt;Give us this day our daily bread;&lt;br /&gt;and forgive us our trespass against us;&lt;br /&gt;and lead us not into temptation,&lt;br /&gt;but deliver us from evil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Irlandês &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ár nAthair atá ar neamh,&lt;br /&gt;go naofar d'ainm,&lt;br /&gt;go dtaga do ríocht,&lt;br /&gt;go ndéantar do thoil ar na talamh&lt;br /&gt;mar a dhéantar ar neamh.&lt;br /&gt;Ár n-arán laethúil tabhair dúinn inniu&lt;br /&gt;agus maith dúinn ár bhfiacha&lt;br /&gt;mar a mhaithimidne dár bhféichiúna féin&lt;br /&gt;agus ná lig sinn i gcathú.&lt;br /&gt;ach saor sinn ó olc.&lt;br /&gt;Amen. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Italiano &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Padre nostro, che sei nei cieli,&lt;br /&gt;sia santificato il tuo nome,&lt;br /&gt;venga il tuo regno,&lt;br /&gt;sia fatta la tua vonlontà,&lt;br /&gt;come in cielo cosi in terra.&lt;br /&gt;Dacci oggi il nostro pane quotidiano,&lt;br /&gt;e rimetti a noi i nostri debiti&lt;br /&gt;como noi li rimettiamo ai nostri debitori,&lt;br /&gt;e nos ci indurre in tentazione,&lt;br /&gt;ma liberaci dal male. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Kiswahili &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Baba yetu uliye mbinguni,&lt;br /&gt;Jina lako litukuzwe. Ufalme&lt;br /&gt;Wako ufike. U takalo lifanyike,&lt;br /&gt;Duniani kama mbinguni. Utupe&lt;br /&gt;Leo mkate wetu wa kila&lt;br /&gt;Siku. Utusamehe makosa yetu,&lt;br /&gt;Kama tunavyowasamehe na&lt;br /&gt;Sisi waliotukosea. Usitutie&lt;br /&gt;Katika kishawish: lakini&lt;br /&gt;Utuopoe maovuni. Anima.&lt;br /&gt;Kwa Kuwa Ufalme ni wako&lt;br /&gt;Na nguvu hata milele &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;Latim &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pater noster, qui es in caelis;&lt;br /&gt;sanctificetur nomen tuum;&lt;br /&gt;adveniat regnum tuum,&lt;br /&gt;fiat voluntas tua,&lt;br /&gt;sicut in caelo et in terra.&lt;br /&gt;Panem nostrum quotidianum da nobis hodie;&lt;br /&gt;et dimitte nobis debita nostra,&lt;br /&gt;sicut et nos dimittimus&lt;br /&gt;debitoribus nostris;&lt;br /&gt;et ne nos inducas in tentationem;&lt;br /&gt;sed libera nos a malo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Neenderlandes &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onze Vader, die in de hemel zijt;&lt;br /&gt;uw naam worde geheiligd;&lt;br /&gt;uw rijk kome;&lt;br /&gt;uw wil geschiede op aarde zoals in de hemel.&lt;br /&gt;Geef ons heden ons dagelijks brood;&lt;br /&gt;en vergeef nos onze schuld,&lt;br /&gt;zoals ook wij aan anderen hun&lt;br /&gt;schuld vergeven;&lt;br /&gt;en leid ons van het kwade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Tupi-Guarani &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Orê rûb&lt;br /&gt;Igbàcupe tecoar,&lt;br /&gt;Ymoete pîramo,Nde rera toicô&lt;br /&gt;Toûr nde Reino&lt;br /&gt;Tônhémonhang&lt;br /&gt;Nderemîmotaraibîpe&lt;br /&gt;Igbâcupe, ynhemonhanga yabê&lt;br /&gt;Orê remiu&lt;br /&gt;Ara yabiõ ndoâra&lt;br /&gt;Eimceng cori orebe.&lt;br /&gt;Nde nhirõ&lt;br /&gt;Ore angaipaba recè&lt;br /&gt;Orebe&lt;br /&gt;Ore terecómemoáçara çupe&lt;br /&gt;Ore nhirõ yabe&lt;br /&gt;Ore moarû carumé yepe&lt;br /&gt;Tentação pupé:&lt;br /&gt;Ore pi cirõte yepe,&lt;br /&gt;Mbaê aiba çui.&lt;br /&gt;Amen IESV. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Aramaico&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abba&lt;br /&gt;Ythqaddasch Schemak&lt;br /&gt;Thethe Malkutak&lt;br /&gt;Lachamana Delimchar Hab Lan&lt;br /&gt;Yoma Haden&lt;br /&gt;Uscheboq Lan Chobenan Hekma&lt;br /&gt;Deschebaqnam Lechayyabenan&lt;br /&gt;Uela Taelinan Lenisyonah&lt;br /&gt;+ Amem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Japonês &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Shu no Inori &lt;br /&gt;Ten ni orareru watachi-tachi no chichi yo, &lt;br /&gt;Mina ga sei to saremasu yo ni. &lt;br /&gt;Mukuni ga kimasu yo ni. &lt;br /&gt;Mikokoro ga ten ni okonawareru toori chi ni mo &lt;br /&gt;okonawaremasu yo ni. &lt;br /&gt;Watashi-tachi no hi goto no kate wo kyo mo &lt;br /&gt;o-atae kudasai. &lt;br /&gt;watashi -tachi no tsumi wo o-yurushi kudasai. &lt;br /&gt;Watashi-tachi mo hito wo yorushimasu. &lt;br /&gt;Watashi-tachi wo yuwaku ni o-chiirasezu, &lt;br /&gt;aku kara o-sukui kudasai. &lt;br /&gt;Amem &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Grego &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Páter remôon ró en tóis uranóis&lt;br /&gt;raguiasthéetoo tó ónomá su,&lt;br /&gt;elthétoo rée basiléia su,&lt;br /&gt;gueneethéetoo tó théleemá su, rós en uranóo kái epí gées,&lt;br /&gt;tón árton remôon tón epiúsion dós remín séemeron,&lt;br /&gt;kái áfes remín tá ofeiléemata remôon, róss kái remêis aféelamen tóis afeilétais remôon,&lt;br /&gt;kái mée eisenénkees remâs eis peirasmón, allá rýsai remâs apó tû poneerû.&lt;br /&gt;Amen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Polonês&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;który jesteś w niebie, niech się święci imię Twoje!&lt;br /&gt;Niech przyjdzie królestwo Twoje; niech Twoja wola spełnia się na ziemi, tak jak i w niebie.&lt;br /&gt;Chleba naszego powszedniego daj nam dzisiaj;&lt;br /&gt;i przebacz nam nasze winy, jak i my przebaczamy tym, którzy przeciw nam zawinili;&lt;br /&gt;i nie dopuść, abyśmy ulegli pokusie, ale nas zachowaj od złego! Amen&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Albanês&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ati ynë që je në qiej, u shenjtëroftë emri yt.&lt;br /&gt;Ardhtë mbretëria jote. U bëftë vullneti yt në tokë si në qiell.&lt;br /&gt;Bukën tonë të përditshme na e jep sot.&lt;br /&gt;Dhe na i fal fajet tona, ashtu siç ua falim ne fajtorëve tanë.&lt;br /&gt;Dhe mos lejo të biem në tundim, por na çliro nga i ligu, sepse jotja është mbretëria dhe fuqia dhe lavdia përjetë. Amen".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Catalão&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pare nostre del cel, santifica el teu nom,&lt;br /&gt;vingui el teu Regne, que es faci la teva voluntat aquí a la terra com es fa en el cel.&lt;br /&gt;Dóna'ns avui el nostre pa de cada dia;&lt;br /&gt;perdona les nostres ofenses, així com nosaltres perdonem els qui ens ofenen;&lt;br /&gt;no permetis que caiguem en la temptació, i allibera'ns del mal. Amem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Czech&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Otče nás, který jsi v nebesích, ať se posvětí tvé jméno!&lt;br /&gt;Ať přijde tvé království! Ať se stane tvoje vůle jako v nebi, [tak] i na zemi.&lt;br /&gt;Dej nám dnes nás kazdodenní chléb,&lt;br /&gt;a odpusť nám nase viny, jako i my odpoustíme nasim viníkům.&lt;br /&gt;A neuveď nás do pokusení, ale vysvoboď nás od zlého. Neboť tvé je království i moc i sláva navěky. Amen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Danish&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vor Fader, du, som er i Himlene! Helliget vorde dit Navn;&lt;br /&gt;komme dit Rige; ske din Villie, som i Himmelen således også på Jorden;&lt;br /&gt;giv os i dag vort daglige Brød:&lt;br /&gt;og forlad os vor Skyld, som også vi forlade vore Skyldnere;&lt;br /&gt;og led os ikke i Fristelse; men fri os fra det onde; Amen&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Finnish&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isä meidän, joka olet taivaissa! Pyhitetty olkoon sinun nimesi;&lt;br /&gt;tulkoon sinun valtakuntasi; tapahtukoon sinun tahtosi myös maan päällä niinkuin taivaassa;&lt;br /&gt;anna meille tänä päivänä meidän jokapäiväinen leipämme;&lt;br /&gt;ja anna meille meidän velkamme anteeksi, niinkuin mekin annamme anteeksi meidän velallisillemme;&lt;br /&gt;äläkä saata meitä kiusaukseen; vaan päästä meidät pahasta, Amen&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Húngaro&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mi Atyánk, ki vagy a mennyekben, szenteltessék meg a te neved;&lt;br /&gt;Jôjjön el a te Országod; legyen meg a te akaratod, mint a mennyben úgy a földön is.&lt;br /&gt;A mi mindennapi kenyerünket add meg nékünk ma.&lt;br /&gt;És Bocsásd meg a mi vétkeinket, miképen mi is Megbocsátunk azoknak, a kik ellenünk vétkeztek;&lt;br /&gt;És ne Vígy minket Kísértetbe, de Szabadíts meg minket a Gonosztól. Mert tiéd az Ország és a hatalom és a dicsôség mind örökké. Åmen!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Norueguês&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fader vår, du som er i himmelen! Lat namnet ditt helgast.&lt;br /&gt;Lat riket ditt koma. Lat viljen din råda på jorda så som i himmelen.&lt;br /&gt;Gjev oss i dag vårt daglege brød.&lt;br /&gt;Og forlat oss vår skuld, som vi òg forlèt våre skuldmenn.&lt;br /&gt;Og før oss ikkje ut i freisting, men frels oss frå det vonde. For riket er ditt, og makta og æra i all æve. Amen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Russo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Отcе nаs, suscii nа nеbеsаch! dа svjaтiтsja iмja Тvое;&lt;br /&gt;dа priidет Cаrsтviе Тvое; dа budет vоpr Тvоja i nа zемpе, как nа nеbе;&lt;br /&gt;chpеb nаs nаsuscn'yj dаj nам nа sеj dеn';&lt;br /&gt;i prоsтi nам dоpgi nаsi, как i м'y prоscаем dоpzniкам nаsiм;&lt;br /&gt;i nе vvеdi nаs v isкusеniе, nо izbаv' nаs от puкаvоgо. Ibо Тvое еsт' Cаrsтvо i sipа i spаvа vо vекi. &lt;br /&gt;Амin'.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/943926596414377381-4613257222868082140?l=formacaodecatequistas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/feeds/4613257222868082140/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=943926596414377381&amp;postID=4613257222868082140' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/4613257222868082140'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/4613257222868082140'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/2009/11/o-pai-nosso-em-27-linguas.html' title='O Pai-Nosso em 27 Línguas'/><author><name>Juberto Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09621638691091875264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-GAdUAiWfNE0/Tjny9jvExkI/AAAAAAAAAVk/iKpYIcga3j4/s220/chamado5.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-943926596414377381.post-4450349019331537369</id><published>2009-11-06T13:19:00.001-03:00</published><updated>2009-11-06T13:20:25.700-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Igreja'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CR- Catequese Renovada'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comunidades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='encontros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='catequisar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='formação de catequistas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='grupos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dinâmica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vida'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='catequese'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='catequisar catequista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='atividades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='encontro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jovens'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='catequista'/><title type='text'>TIPOS DE CRISTÃOS EM NOSSAS IGREJAS</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O "Cristão de IBGE" -&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; porque só se descobre que é cristão em questionário;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O "Cristão INSS" -&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; que acredita que Igreja é para idosos e idosas; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O "Cristão socialite" -&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; pois só aparece em ocasiões sociais, como casamentos, batizados e enterros. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O "Cristão doente" -&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Pensei que fosse alguém doente pela Igreja, assim como alguns são "doentes" por seus times de futebol, mas não; é aquele que só procura a Igreja quando não tem mais jeito mesmo; está nas últimas. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O "Cristão Turista" -&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; que só aparece na comunidade aos domingos ;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O "Cristão político" -&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; dá o ar da graça de quatro em quatro anos, faz promessas aos santos e ao povo e some. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O "Cristão celeste" -&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; porque vivem olhando para o céu e não querem ouvir nem se preocupar com as coisas da terra.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Ou o "cristão fiel" -&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; aquele católico que segue fielmente a Jesus, que leva a palavra a todos os povos, que vai a missa regularmente, que tem trabalhos em sua comunidade e que não nega o Salvador. (Só responda esta, se você se adequara todas as qualidades)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Então qual destes você se encaixa?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/943926596414377381-4450349019331537369?l=formacaodecatequistas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/feeds/4450349019331537369/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=943926596414377381&amp;postID=4450349019331537369' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/4450349019331537369'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/4450349019331537369'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/2009/11/tipos-de-cristaos-em-nossas-igrejas.html' title='TIPOS DE CRISTÃOS EM NOSSAS IGREJAS'/><author><name>Juberto Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09621638691091875264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-GAdUAiWfNE0/Tjny9jvExkI/AAAAAAAAAVk/iKpYIcga3j4/s220/chamado5.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-943926596414377381.post-8740245265527492401</id><published>2009-11-06T13:14:00.001-03:00</published><updated>2009-11-06T13:15:56.632-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jesus Cristo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='catequese'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CR- Catequese Renovada'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bíblia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='boa nova'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='formação de catequistas'/><title type='text'>O Livro do Apocalipse</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Último livro de Bíblia, escrito cerca do ano 95 d.C., durante a perseguição aos cristãos, promovida pelo imperador Domiciano. Foi escrito por São João que, exilado na ilha de Patmos, teve, num domingo (Ap 1,9-10), extraordinárias visões simbólicas, que lhe deram a certeza de que Deus daria a vitória final a quantos se mantivessem fiéis a Jesus Cristo, vitória anunciada para breve (Ap 22,7-20). A uma primeira visão do Ressuscitado, seguem-se sete cartas a outras tantas Igrejas da Ásia Menor. O corpo maior do livro é preenchido por revelações sobre o sentido da história, em momento particularmente difícil para a Igreja dos primórdios (destruição de Jerusalém, decadência do Império Romano, primeiras heresias…), o que sugeria “o fim dos tempos”. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O livro do Apocalipse de São João (para católicos e ortodoxos) ou Apocalipse de João (para protestantes) ou (Revelação a João) é um livro da Bíblia — o livro sagrado do cristianismo — e o último da seleção do Cânon bíblico. A palavra significa, em grego,&lt;strong&gt; "Revelação"&lt;/strong&gt;. Um "apocalipse", na terminologia do judaísmo e do cristianismo, é a revelação divina de coisas que até então permaneciam secretas a um profeta escolhido por Deus. Por extensão, passou-se a designar de "apocalipse" aos relatos escritos dessas revelações.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para os cristãos, o livro possuiria a pré-visão dos últimos acontecimentos antes, durante e após o retorno do Messias cristão. Alguns Protestantes e Católicos mencionam que os acontecimentos previstos no livro já teriam começado. Devido ao fato de que, na maioria das bíblias em língua portuguesa, se usar o título Apocalipse, e não Revelação, até o significado da palavra ficou obscuro e é às vezes usado como sinônimo (errôneo) de "fim do mundo".&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;- Autoria&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Exegetas católicos e protestantes atribuem a sua autoria a João, o mesmo autor do Evangelho Segundo João, conforme o descrito no próprio livro: Eu, João, irmão vosso e companheiro convosco na aflição, no reino, e na perseverança em Jesus, estava na ilha chamada Patmos por causa da palavra de Deus e do testemunho de Jesus. Eu fui arrebatado em espírito no dia do Senhor, e ouvi por detrás de mim uma grande voz, como de trombeta, que dizia: O que vês, escreve-o num livro, e envia-o às sete igrejas: a Éfeso, a Esmirna, a Pérgamo, a Tiatira, a Sardes, a Filadélfia e a Laodicéia. (Apocalipse 1:9–11)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;- Conteúdo do Texto&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O imperador romano Domiciano (81- 96 d.C.) moveu forte perseguição aos cristãos, tendo deportado S. João, que era o bispo de Éfeso para a ilha de Patmos . Ao mesmo tempo os cristãos eram hostilizados pelo judeus e aguardavam a volta de Cristo, que não acontecia, para livrá-los de todos os males. Foi neste contexto que o Apóstolo escreveu o Apocalipse para confortar e animar os cristãos das já inúmeras comunidades da Ásia Menor. Apocalipse, em grego ´apokálypsis´(= revelação), era um gênero literário que se tornou usual entre os judeus após o exílio da Babilônia (587-535 a.C.), e descreve os fins dos tempos onde Deus vai julgar os homens. Essa intervenção de Deus abala a natureza (fenômenos cósmicos), com muita simbologia e números. A mensagem principal do livro é que Deus é o Senhor da História dos homens, e no final haverá a vitória dos justos. Mostra a vida da Igreja na terra como uma contínua luta entre Cristo e Satanás, mas que no final haverá o triunfo definitivo do Reino de Cristo, triunfo que implica na ressurreição dos mortos e renovação da natureza material.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As calamidades que são apresentadas não devem ser interpretadas ao pé da letra. Deus sabe e saberá tirar de todos os sofrimentos da humanidade a vitória final do Bem sobre o Mal. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Infelizmente há muitos que querem interpretar a Bíblia “a seu modo”, mesmo sem conhecer os gêneros literários, as línguas antigas, a história antiga, etc, e isto tem levado multidões a caminhar longe da verdade de Deus. Até “tarô bíblico” já se apresenta na TV; isto é, interpreta-se a Bíblia com o auxílio das cartas esotéricas do tarô ... Por tudo isso, e para que não acontecesse essas aberrações, e a Bíblia não ficasse sujeita à interpretação subjetiva de muitos, foi que Jesus deixou Pedro e os Apóstolos, hoje o Papa e os Bispos, sucessores dos Apóstolos, para interpretarem sem erro o que foi revelado sem erro. É o que chamamos de Magistério da Igreja.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Apocalipse foi escrito sob a forma de uma carta escrita às Igrejas da Ásia menor, que viviam tempos difíceis de perseguição romana. É um livro bastante enigmático e difícil de ser entendido, e que pode gerar muitos erros de interpretação como já ocorreu muitas vezes na história da Igreja se não observarmos com cuidado como a Igreja o interpreta. O Apocalípse não pretende dar uma descrição antecipada dos acontecimentos do futuro, mas de apresentar uma mesma realidade sob vários símbolos diferentes; e tudo é feito com uma linguagem intencionalmente figurada para despertar a atenção do leitor, que estava acostumado ao gênero apocalíptico usado pelos judeus. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alguns símbolos tem significado preciso: o Cordeiro simboliza o Cristo; a mulher, a Igreja ou a Virgem Maria; o dragão, as forças hostis ao reino de Deus; as duas feras (cap.13), o império romano e o culto imperial; a fera (cap.17), simboliza Nero; Babilônia, a Roma pagã; as vestes brancas, a vitória; o número três e meio, coisa nefasta ou caduca. Mas esses símbolos não são exclusivos; o Cristo é, às vezes representado como “filho do homem”ou cavaleiro. O Apocalípse é uma revelação sobrenatural, velada, sob símbolos, representando tanto o passado, quanto o presente da Igreja, e também o futuro. Se refere a um período indefinido que separa a Ascensão de Cristo de sua volta gloriosa. Deixa claro da impossibilidade de escapar à luta e ao sofrimento, às perseguições e ao fracasso aparente no plano terrestre, à realidade da salvação que lhe será concedida no meio de suas obrigações, e à vitória final, que é obra de Cristo ressuscitado que venceu o pecado e a morte. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A mensagem principal do livro é que Deus é o Senhor da História dos homens, e no final haverá a vitória dos justos, em que pese o sofrimento e a morte. Mostra a vida da Igreja na terra como uma contínua luta entre Cristo e Satanás, mas que no final haverá o triunfo definitivo do Reino de Cristo, triunfo que implica na ressurreição dos mortos e renovação da natureza material. As calamidades que são apresentadas não devem ser interpretadas ao pé da letra. Deus sabe e saberá tirar de todos os sofrimentos da humanidade a vitória final do Bem sobre o Mal.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;- O número da Besta 666 (Ap 13, 18) &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aproveitando do simbolismo dos números dos antigos, S. João designou o perseguidor dos cristãos (figurado como uma besta) dizendo que o nome desse homem (NERO) tem o valor numérico de 666. Ele foi o primeiro imperador romano a perseguir a Igreja desde o ano 64dC. E sua perseguição foi bárbara e cruel. Para os antigos as letras tinham valor numérico, como por exemplo no alfabeto romano (I=1; II=2; V=5; C=100; D=500; M=1000; ...), e a soma dos números correspondentes a cada letra de um nome dava o valor numérico desse nome. Qual é, então, para o autor sagrado do Apocalipse, o nome cujas letras somadas dão o total de 666? Note-se que não se deve procurar tal nome entre os latinos ou na história posterior a São João, uma vez que os leitores do Apocalipse estavam na Ásia Menor, e alí se falava o grego e não o latim; e só conheciam os acontecimentos do seu passado e do seu presente. É para esses leitores que S. João queria transmitir uma mensagem, na forma que pudessem compreender.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;OBS.: A mensagem do Apocalipse é perene, vale para o passado e para o futuro também. O 666 foi identificado pelos especialistas como sendo a decodificação de Cesar Nero, primeiro perseguidor dos Cristãos, a partir de 64. Mas pode representar o anti-Cristo de todas as épocas, todos que perseguiram e perseguirão os cristãos. Sobre a marca na mão direita e na testa, é sem dúvida um boicote aos cristãos, por parte do anti-Cristo de todas as épocas. Se isto vai se confirmar com o uso dos chips de mão ou coisas semelhantes, só esperando para ver. A Igreja nada afirma sobre esta questão.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;REVELAÇÃO de Jesus Cristo, a qual Deus lhe deu, para mostrar aos seus servos as coisas que brevemente devem acontecer; e pelo seu anjo as enviou, e as notificou a João seu servo; O qual testificou da palavra de Deus, e do testemunho de Jesus Cristo, e de tudo o que tem visto. Bem-aventurado aquele que lê, e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/943926596414377381-8740245265527492401?l=formacaodecatequistas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/feeds/8740245265527492401/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=943926596414377381&amp;postID=8740245265527492401' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/8740245265527492401'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/8740245265527492401'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/2009/11/o-livro-do-apocalipse.html' title='O Livro do Apocalipse'/><author><name>Juberto Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09621638691091875264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-GAdUAiWfNE0/Tjny9jvExkI/AAAAAAAAAVk/iKpYIcga3j4/s220/chamado5.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-943926596414377381.post-3389947188676235924</id><published>2009-10-20T12:43:00.002-03:00</published><updated>2010-10-05T14:01:24.674-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Retiros Espirituais'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/943926596414377381-3389947188676235924?l=formacaodecatequistas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/feeds/3389947188676235924/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=943926596414377381&amp;postID=3389947188676235924' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/3389947188676235924'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/3389947188676235924'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/2009/10/importancia-dos-retiros-espirituais.html' title=''/><author><name>Juberto Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09621638691091875264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-GAdUAiWfNE0/Tjny9jvExkI/AAAAAAAAAVk/iKpYIcga3j4/s220/chamado5.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-943926596414377381.post-4538428045924554740</id><published>2009-10-15T01:04:00.003-03:00</published><updated>2009-10-15T01:08:09.400-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='catequisar catequista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='catequese'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='catequisar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História da Igreja'/><title type='text'>Sacerdócio na História (Parte I)</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;"Os Padres da Igreja"&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;André Bernardo&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os livros de História ensinam que a Antiguidade é o período que abrange desde a invenção da escrita, por volta de 4 mil a.C., até a queda do Império Romano do Ocidente, em 476 d.C. Para a Igreja Católica, o período conhecido como ‘Patrística’ vai do século 1 d.C., que marca o início da Era Cristã, segundo o calendário gregoriano, à morte do Papa Gregório Magno, em 604 d.C. O termo ‘Patrística’, aliás, se refere aos ‘Padres da Igreja’ – teólogos que desfrutavam de inquestionável autoridade eclesiástica em termos de doutrina, como Santo Agostinho, São Jerônimo e Santo Ambrósio, entre outros. Mas, ao contrário do que o título dá a entender, nem todos os ‘Padres da Igreja’ foram, por assim dizer, padres. “Alguns eram sacerdotes, sim, mas muitos foram bispos, diáconos e até leigos”, explica Dom Justino de Almeida Bueno, mestre em Teologia e Professor de Patrologia da Faculdade de São Bento do Rio de Janeiro. O título de padre, inclusive, só começou a ser difundido entre as comunidades cristãs a partir da Idade Média. Na Antiguidade, esclarece &lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;Francisco José Silva Gomes&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;, Professor de História Antiga e Medieval da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o termo mais usado para designar a figura sacerdotal era presbítero. “Logo, os presbíteros começaram a ser chamados de ‘pai’ pelos fiéis. A partir da Idade Média, a palavra ‘padre’ se impôs e a ‘presbítero’ caiu em desuso. Hoje em dia, há quem pense que presbítero é o sacerdote da Igreja Presbiteriana”, observa Francisco José. Segundo os especialistas, a Patrística pode ser dividida em dois momentos: o período Pré-Niceno – anterior ao Concílio de Nicéia, de 325 d.C. – e o período Pós-Niceno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os três primeiros séculos do Cristianismo não foram nada fáceis. Muito pelo contrário. A começar por Nero, em 64 d.C., gerações e mais gerações de imperadores romanos dedicaram suas vidas a perseguir implacavelmente os cristãos. Muitos preferiam morrer como mártires a renunciar à fé em Cristo. “Até o século IV, o cristianismo era considerado ilegal e, por isso mesmo, seus seguidores eram perseguidos. Muitos eram acusados de sedição, impiedade e ateísmo por não cultuarem deuses e imperadores. Nesta situação, os sacerdotes eram líderes de comunidades isoladas. Eles se destacavam como pregadores, mas ainda não havia formação específica ou dedicação exclusiva”, afirma Pedro Paulo Abreu Funari, Professor de Pós-Graduação em Arqueologia da Universidade de São Paulo (USP) e Professor de História da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Encorajados pelos ensinamentos dos apóstolos, as primeiras comunidades cristãs logo estabeleceram um modelo de governo eclesiástico e nomearam bispos, presbíteros e diáconos para ensinar a palavra e difundir a fé. “Desde os primórdios, as missas consistiam no centro da vida religiosa da comunidade cristã”, acentua Pedro Funari.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda no século I, os primeiros cristãos desenvolveram um tipo de culto – muito semelhante ao atual. As primeiras comunidades se reuniam aos domingos, o Dia da Ressurreição, em vez do sábado, o Sabbat judeu. Nestas reuniões, celebravam a Eucaristia, estudavam as Escrituras e entoavam hinos de louvor. Na época, não havia igrejas ou basílicas. Com medo de ataques e perseguições, reuniam-se nas casas uns dos outros. “Até o século IV, não havia paróquias, no sentido estrito da palavra, porque os edifícios de culto, ou igrejas, eram proibidos. Os primeiros cristãos só podiam oficiar o culto em lugares privados, às escondidas”, ressalta Pedro Funari. “Nesta época, ainda não havia celebração litúrgica para os dias da semana. A liturgia era dominical ou, então, em ocasiões especiais, como na Páscoa, em Pentecostes ou, a partir do século IV, no Natal”, esclarece Francisco José. Embora os primeiros cristãos tivessem que se reunir às escondidas, não procede a história de que muitos deles eram obrigados a se refugiar em catacumbas para fazer celebrações litúrgicas. Quem garante é Francisco José: “As catacumbas eram cemitérios coletivos e, como tal, tinham que ter licença do governo para servirem de necrópole (cidade dos mortos). Além disso, eram lugares fiscalizados pelas autoridades romanas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas e como eram essas primeiras celebrações litúrgicas? Segundo estudiosos, os cristãos se reuniam, geralmente, pela manhã. Na assembleia, liam os profetas judeus, mas também os Atos dos Apóstolos e os Evangelhos. A certa altura, os presbíteros (ou bispos, em cidades como Roma, Antioquia e Alexandria) comentavam os textos lidos e os fiéis teciam comentários ou faziam observações a respeito da leitura. Por vezes, alguns membros discordavam das interpretações das Escrituras. Cabia ao bispo desfazer qualquer mal-entendido com base na Sagrada Escritura e na Tradição Oral (transmitida pelos apóstolos). Depois de comentar o texto sagrado, bispos e presbíteros abençoavam o pão e o vinho e os distribuíam entre os presentes. Ao término da celebração, os diáconos ficavam responsáveis por levar pão e vinho a quem não pôde comparecer à reunião. Nas primeiras comunidades cristãs, alguns presbíteros eram casados e tinham filhos. E se dedicavam a atividades paralelas para garantir o sustento da família. “O celibato já era valorizado desde os primórdios. Paulo recomenda o celibato, mas não o exige. Neste período, o celibato era apenas uma tendência e, não, uma lei”, salienta Paulo Augusto de Souza Nogueira, Professor de Pós-Graduação em Ciência da Religião da Faculdade de Teologia da Universidade Metodista de São Paulo (UMESP). “Nos primórdios do cristianismo, os padres não só podiam ser casados, como muitos eram. Pedro é um exemplo clássico. Ele tinha até sogra!”, lembra Francisco José.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos primeiros séculos do Cristianismo, os presbíteros, a exemplo dos demais clérigos, não se trajavam de modo distintivo. Só abriam exceção quando vestiam sua melhor túnica para a celebração litúrgica. “A partir do século V, os costumes romanos passaram a influenciar a indumentária clerical. Desde então, as vestes litúrgicas começaram a se distinguir das roupas do cotidiano. Os bispos usavam uma indumentária e os presbíteros, outra. Mas posso assegurar que as vestes católicas mantiveram uma tradição fantástica. A iconografia da época mostra que não há praticamente diferença entre a indumentária do século V e a do século XXI”, afirma Francisco José.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;- Santo Agostinho, Padre e Doutor da Igreja &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A implacável perseguição romana durou até 313 d.C. Neste ano, o imperador Constantino promulgou o famoso Edito de Milão, que concedia liberdade de culto a todos os cristãos. Em 380 d.C, foi ainda mais longe. E proclamou o Cristianismo como religião oficial do Estado. A partir de então, passou a usar símbolos cristãos em suas moedas, declarou o dia de domingo como o dia do descanso e, principalmente, começou a construir basílicas, como a de São Pedro, em Roma. “Tudo mudou muito a partir do século IV. Igrejas foram legalizadas e passaram a ocupar lugares públicos de destaque. A hierarquia eclesiástica, que ainda era muito incipiente, desenvolveu-se rapidamente. Os sacerdotes passaram a ter formação, embora ainda não houvesse seminários”, explica Pedro Funari, da USP e da UNICAMP. Com o fim da perseguição romana, surgiu a necessidade de codificar as doutrinas básicas da Igreja Cristã. Pior do que a espada dos romanos, só mesmo a língua dos hereges. Foi o próprio imperador Constantino, aliás, quem convocou o concílio de Nicéia – atual Iznik, na Turquia –, em 325 d.C. Dos 1.800 bispos convocados, apenas 250 compareceram ao primeiro grande concílio ecumênico da História. Dali em diante, outros concílios seriam realizados sempre em momentos de grave tensão teológica e pastoral com o propósito de resolver problemas que afetavam a Igreja. Não por acaso, Agostinho pode ser considerado uma das figuras mais atuantes da Patrística. “Santo Agostinho morreu em 430 d.C., mas desperta fascínio até hoje. A quantidade de livros que são escritos sobre ele é impressionante. Até na China, tem gente escrevendo tese sobre Santo Agostinho”, afirma Dom Justino de Almeida Bueno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir do século IV, cada membro da comunidade passou a fazer uma pequena contribuição (dízimo) ao bispo, que ficava responsável por administrar o dinheiro da Igreja. Em cada diocese, o dinheiro arrecadado servia para custear as despesas dos clérigos, manter o funcionamento da igreja e atender a necessidade dos menos favorecidos. Esmolas eram pagas regularmente a viúvas e órfãos. Cada diocese mantinha um hospital que, a exemplo dos mosteiros, oferecia abrigo para pobres, doentes e viajantes. Cada bispo dirigia também uma escola particular, onde educava os aspirantes a presbíteros e diáconos. “Alguns padres viviam em suas próprias casas, com suas respectivas famílias. Outros moravam com o bispo, como é o caso de Agostinho em Hipona. Nestes casos, os padres dependiam exclusivamente do que recebiam dos bispos. Seminários, por exemplo, nunca existiram antes do século XVI. A educação formal dos padres era de responsabilidade dos bispos”, esclarece Francisco José. Já nesta época, as primeiras comunidades cristãs foram buscar inspiração num antigo costume romano de adoção para instituir a tonsura. O hábito de raspar a cabeça do clérigo – presbítero ou diácono – indicava que ele tinha sido “adotado” na família de um bispo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.arquidiocese.org.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=2140&amp;amp;sid=39"&gt;http://www.arquidiocese.org.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=2140&amp;amp;sid=39&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/943926596414377381-4538428045924554740?l=formacaodecatequistas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/feeds/4538428045924554740/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=943926596414377381&amp;postID=4538428045924554740' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/4538428045924554740'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/4538428045924554740'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/2009/10/sacerdocio-na-historia-parte-i.html' title='Sacerdócio na História (Parte I)'/><author><name>Juberto Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09621638691091875264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-GAdUAiWfNE0/Tjny9jvExkI/AAAAAAAAAVk/iKpYIcga3j4/s220/chamado5.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-943926596414377381.post-2327168317806533430</id><published>2009-10-15T01:01:00.003-03:00</published><updated>2009-10-15T01:08:43.818-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='catequisar catequista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='catequese'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='catequisar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História da Igreja'/><title type='text'>Sacerdócio na História (Parte II)</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Padres na Idade Média&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Idade Média é o período histórico que abrange desde a queda do Império Romano do Ocidente, em 476, até a tomada de Constantinopla, capital do Império Romano do Oriente, em 1453. Ao longo de seus quase mil anos de História, o período medieval ficou conhecido, entre outras características, pela fundação de universidades, pelo florescimento da cultura, pelo renascimento das artes e, principalmente, pela expansão do Cristianismo. O professor de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), André Chevitarese, é dos que afirmam que nem tudo no período medieval ligado à Igreja Católica se resume à Inquisição – tribunal eclesiástico instituído em 1231 com o objetivo de combater heresias – ou às cruzadas – expedições militares que levaram milhares de cavaleiros cristãos à Palestina para reconquistar lugares sagrados, como Jerusalém. “Do ponto de vista histórico-cultural, o período medieval foi o grande responsável pela perpetuação da memória através da transcrição de textos antigos. Se não fosse o trabalho de inúmeros monges copistas, não teríamos muita coisa a falar sobre períodos anteriores a Gutenberg”, valoriza Chevitarese.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;- São Bento&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;De fato, transcrever textos da Antiguidade, principalmente os clássicos gregos e romanos, era uma das principais atribuições de algumas ordens monásticas, como os beneditinos, por exemplo. Segundo as normas estabelecidas por São Bento, em 525, os monges deveriam estudar, trabalhar e rezar. Não por acaso, “ora e labora” é a regra monástica da Ordem Beneditina. “O ócio é inimigo da alma”, alertava São Bento. Os mosteiros da Idade Média pareciam verdadeiras cidades. Tinham uma igreja ao centro, dormitório (geralmente dividido em celas), refeitório, biblioteca, oficina e até um abrigo para peregrinos. “Há uma leitura de que a classe religiosa seria vista unicamente como exploradora na medida em que era proprietária de terras. Poucos sabem, porém, que era através do dinheiro dos impostos que os monges podiam comprar papiros e manter grandes bibliotecas”, esclarece Chevitarese. Nos mosteiros, além de copiar documentos antigos, os monges trabalhavam, ainda, no cultivo de trigo, cevada e centeio, e na criação de porcos, vacas e galinhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Professor de Teologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), Frei Izidoro Mazzarolo concorda com André Chevitarese. Segundo ele, a Idade Média foi muito mais do que simplesmente cruzadas e Inquisição. Foi no período medieval, inclusive, que surgiram algumas das mais importantes ordens religiosas, como os franciscanos e os dominicanos. “A principal característica da figura sacerdotal na Idade Média é a volta às origens. Estou me referindo àquele segmento religioso que se propunha a imitar radicalmente a figura do Cristo. O mesmo Cristo que, segundo o Evangelho, não tinha onde repousar a cabeça”, analisa Frei Isidoro Mazzarolo, numa referência ao Evangelho de Mateus 8, 20. “Cada uma dessas ordens religiosas tinha uma característica especial. Enquanto os dominicanos priorizavam o ensino acadêmico, os franciscanos se destacavam pelo serviço aos pobres”, explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;- São Domingos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;São Domingos e São Francisco de Assis foram, indiscutivelmente, dois dos maiores representantes da Igreja Católica no período medieval. A Ordem dos Frades Menores, fundada por São Francisco em 1209, e a Ordem dos Pregadores, por São Domingos em 1215, significaram uma mudança em relação às ordens monásticas tradicionais. Ao contrário dos beneditinos, que viviam em mosteiros e abadias, franciscanos e dominicanos moravam em conventos, geralmente mais próximos às cidades. “Tanto os monges quanto os frades têm características semelhantes: há membros que são ordenados e membros que não são. Internamente, são todos iguais. Todos se chamam de irmãos. A diferença é que, enquanto uns podem celebrar a missa, outros se dedicam apenas a cuidar de serviços internos”, destaca Frei Isidoro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas e os chamados padres diocesanos? Qual seria a principal diferença deles em relação aos padres religiosos? É o próprio Frei Isidoro quem responde: “Os padres religiosos, como os franciscanos e dominicanos, dependem de um superior eleito pelos membros daquela comunidade. Já os diocesanos não escolhem, em tese, seu bispo. O bispo é nomeado pelo papa ou pelo núncio apostólico (embaixador da Santa Sé). Além disso, outra característica marcante das ordens religiosas é a mobilidade. Normalmente, os padres diocesanos trabalham por muitos anos em uma mesma diocese. Já os religiosos não têm endereço certo. Podem trabalhar em muitas dioceses”, compara Frei Isidoro. Diocesanos ou religiosos, os padres viram crescer (e muito!) o número de fiéis na Idade Média. Naquela época, a população assistia à missa não só aos domingos, mas também nos dias santos. Embora só os padres, monges e frades tivessem a oportunidade de comungar todos os dias, a Igreja Católica já recomendava que todo cristão recebesse a Eucaristia, pelo menos, por ocasião da Páscoa. No período medieval, a missa era celebrada em latim e, em algumas basílicas, já havia um coro que entoava cânticos religiosos – também em latim. A assembleia não participava ativamente da celebração. Em algumas paróquias, os padres franciscanos faziam uma invocação a Deus e a comunidade respondia: “Laudate Dominum” – que significa “Louvai ao Senhor”. O sermão já não era mais o único modo de se pregar a Palavra de Deus para uma população quase toda ela composta por camponeses analfabetos. Temas bíblicos eram talhados nas paredes e pintados nos vitrais das igrejas com o objetivo de ensinar, quase que didaticamente, passagens do Antigo e do Novo Testamento para as camadas mais humildes da sociedade. Imagens de santos começaram a ser usados em lugares de destaque nas igrejas para encorajar os fiéis a imitá-los no amor a Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As obrigações dos padres eram as mais variadas possíveis: de celebrar a missa a coletar o dízimo, de visitar os doentes a abençoar as colheitas da paróquia. No século XIV, algumas paróquias já tinham, inclusive, pequenas escolas, dirigidas pelos próprios padres ou pelo sacristão. Lá, os clérigos ensinavam às crianças, basicamente, o Pai-Nosso, a Ave Maria, o Credo, os dez mandamentos e os sete pecados capitais. “Na Idade Média, os padres diocesanos já viviam exclusivamente do ministério. Mas isso não impedia que, por exceção, alguns também exercessem atividades paralelas. É como acontece nos dias de hoje, quando muitos padres diocesanos também lecionam em universidades”, ressalta Frei Isidoro Mazzarolo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com tantos afazeres, os padres ainda conseguiam se dividir entre o matrimônio e o sacerdócio? “O celibato começou a ser discutido no século IV, mas só foi homologado no século XII. Até a homologação do celibato, ele era opcional. A partir do século VII, passou a ser aconselhado. Mas, no século XII, o celibato foi sacramentado. Ainda hoje, no Oriente, os sacerdotes têm duas opções: o celibatário e o casado. Mas há um detalhe importante: só os celibatários podem seguir carreira episcopal”, esclarece Frei Isidoro. Mas e o que pensam os historiadores da tese de que os padres não podem casar para não dividir os bens da Igreja? Para André Chevitarese, essa tese não passa de um “equívoco”. “A questão do casar ou não casar se aplica a uma passagem do Evangelho onde Jesus diz: ‘Há eunucos que nasceram eunucos e outros que se fizeram eunucos por causa do Reino do Céu’ (Mt 19,12). Nesta passagem, Jesus estabelece modelos de vida religiosa. É preciso que se entenda que toda e qualquer decisão da Igreja é respaldada em contextos bíblicos. Dizer que os padres não podem casar para evitar brigas judiciais é remeter a Igreja a uma esfera estritamente humana”, assegura Chevitarese.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, na Idade Moderna, como viviam os padres? Quem foi Martinho Lutero e o que significou a Reforma Protestante? E a Contra-Reforma, o que foi? Qual é a importância do Concílio de Trento para a Igreja Católica? É verdade que os primeiros seminários surgiram na Idade Moderna? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.arquidiocese.org.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=2178&amp;amp;sid=39"&gt;http://www.arquidiocese.org.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=2178&amp;amp;sid=39&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/943926596414377381-2327168317806533430?l=formacaodecatequistas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/feeds/2327168317806533430/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=943926596414377381&amp;postID=2327168317806533430' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/2327168317806533430'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/2327168317806533430'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/2009/10/sacerdocio-na-historia-parte-ii.html' title='Sacerdócio na História (Parte II)'/><author><name>Juberto Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09621638691091875264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-GAdUAiWfNE0/Tjny9jvExkI/AAAAAAAAAVk/iKpYIcga3j4/s220/chamado5.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-943926596414377381.post-1619719129685559756</id><published>2009-10-15T00:59:00.001-03:00</published><updated>2009-10-15T01:01:25.184-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='catequisar catequista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='catequese'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='catequisar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História da Igreja'/><title type='text'>Sacerdócio na História (Parte III)</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#3333ff;"&gt;Padres na Idade da Reforma&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;  A Idade Moderna é o período compreendido entre a queda do Império Romano do Oriente, em 1453, e a Revolução Francesa, em 1789. Ao contrário da Idade Média, que totaliza quase um milênio, a Idade Moderna durou pouco mais de 300 anos. Mesmo assim, pode ser considerada uma das fases mais importantes da Igreja Católica. Prova disso é que foi durante a Idade Moderna – mais precisamente a partir de 1563 – que surgiram os primeiros seminários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Na Idade Média, a maioria dos padres ainda não tinha conhecimento acadêmico ou formação teológica. Muitos eram analfabetos e não sabiam, sequer, ler o Novo Testamento. Mas isso não inviabilizou o fato de eles se sentirem chamados por Deus para pastorear o seu rebanho”, ressalva o Professor de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), André Chevitarese.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa época marcada por uma crescente alfabetização – como a Idade Moderna –, muitos padres não conseguiram mais corresponder às expectativas do povo cristão. “Na maioria das vezes, os candidatos ao baixo clero recebiam uma formação prática, em que o pároco ensinava suas funções, sem deter-se em aspectos teológicos”, reforça o Professor de Ciência da Religião da Universidade Metodista de São Paulo (UMESP), Douglas Nassif Cardoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A criação de seminários para cuidar da formação dos futuros padres foi apenas uma das decisões tomadas pela Igreja no famoso Concílio de Trento – realizado na cidade de mesmo nome, ao norte da Itália, entre os anos de 1545 e 1563. Segundo o Assessor da Comissão Episcopal para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Padre Reginaldo de Lima, o Concílio de Trento apresentou “um conjunto de decisões destinadas a garantir a unidade da fé católica e a disciplina eclesiástica”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Reagindo às ideias protestantes, o Concílio de Trento reafirmou diversos pontos da doutrina católica, como a salvação humana, a fixação dos sete sacramentos e a manutenção do celibato. Em Trento, o Papa reafirmou sua posição de sucessor de Pedro – a quem Jesus Cristo confiou a construção de sua Igreja”, enfatiza Padre Reginaldo de Lima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;- O Concílio de Trento&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Convocado pelo Papa Paulo III, em 1545, o Concílio de Trento reuniu, em sua sessão inaugural, apenas 30 bispos católicos e uns poucos teólogos luteranos. Neste dia, foram discutidos temas importantes como a justificação pela fé e pelas boas obras, a obrigação dos bispos de residir nas dioceses, a reafirmação do Credo Niceno como a base da fé cristã e a fixação dos sacramentos em sete: Batismo, Confirmação ou Crisma, Comunhão ou Eucaristia, Reconciliação ou Penitência, Unção dos Enfermos, Ordem e Matrimônio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com algumas interrupções, o Concílio de Trento durou, ao todo, 18 anos. Na última sessão, realizada em 1562, defendeu a crença no livre-arbítrio do homem e refutou a tese luterana da fé exclusiva. Para a Igreja Católica, a esperança e a caridade também são necessárias à salvação. Quando o Concílio de Trento foi finalmente encerrado, em 1563, os 255 bispos presentes à cerimônia pediram ao Papa que instituísse um catecismo (originalmente apenas para uso dos párocos) com os pontos fundamentais da doutrina católica. “O Concílio de Trento foi a grande Reforma Católica. Foi o concílio mais longo e suas decisões foram as mais duradouras da Igreja. O concílio seguinte (Vaticano I) realizou-se apenas na segunda metade do século XIX”, afirma o Professor de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Carlos Ziller Camenietzki.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Reforma Católica injetou ânimo novo em todos os segmentos da Igreja. Os padres começaram a encorajar os fiéis a se confessar mais habitualmente e a nutrir especial devoção ao sacramento da Eucaristia. Magníficas custódias – nome dado aos ostensórios, geralmente de ouro ou de prata, nos quais se depositam a hóstia consagrada para adoração dos fiéis – passaram a ocupar lugar de destaque dentro das igrejas e basílicas. Logo, procissões eucarísticas se tornaram cada vez mais populares. “A Igreja Católica reafirmou que, no ato da Eucaristia, ocorre a presença real de Cristo no Pão e no Vinho”, explica Padre Reginaldo de Lima, da CNBB, “Essa presença real do Cristo na Eucaristia era rejeitada pelos protestantes”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por inspiração do Concílio de Trento, a literatura devocional tornou-se mais acessível à população. Embora Roma – a princípio – desencorajasse a leitura leiga da Bíblia e se apegasse à Vulgata latina, em 1752 novas traduções foram permitidas pela Igreja Católica desde que com a devida autorização eclesiástica. No final do século XVIII, a Bíblia já havia sido traduzida para mais de 70 idiomas, como alemão, italiano, espanhol, francês e português.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No campo da música, o Concílio de Trento proibiu o uso de melodias profanas em contexto sacro. E recomendou que as letras fossem mais edificantes e inteligíveis. O final do século XVII testemunhou o florescimento da música sacra. Hinos, motetos e salmodias tornaram-se populares. As cidades começaram a competir entre si para ver qual delas tinha o melhor coro e a melhor orquestra. Concertos sacros com música baseada em textos bíblicos passaram a ser executados nos oratórios (capelas de oração). Em pouco tempo, o alemão George Friedrich Häendel tornou-se o maior de todos os compositores de oratórios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Idade Moderna foi marcada também pelo surgimento de novas ordens religiosas. “As diversas ordens fundadas no século XVI, como capuchinhos, lazaritas e barnabitas, entre outras, representavam movimentos reformadores fiéis à tradição do papado e em oposição aos diversos tipos de protestantismo”, analisa o Professor Douglas Nassif Cardoso, da UMESP. Das novas ordens, a que causou mais impacto foi a Companhia de Jesus, fundada na primeira metade do século XVI por Inácio de Loyola. Além de fazer votos de pobreza, obediência e castidade, os jesuítas juravam obedecer ao Papa e empreender qualquer tarefa que o Sumo Pontífice julgasse necessária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;- Santo Inácio de Loyola&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;“Os jesuítas foram os grandes combatentes da Reforma Católica. Eles encarnaram as propostas do Concílio de reorganização centralizada da Igreja ao missionarem por todos os lugares do mundo onde conseguiram chegar. Eles deram um tom prático às propostas de reforma da Igreja Católica”, afirma o Prof. Carlos Ziller Camenietzki, da UFRJ. De fato, missionários cristãos – principalmente frades dominicanos, franciscanos, agostinianos e, mais tarde, jesuítas – começaram a levar a Palavra de Deus aos confins mais distantes da Terra, como Índia, Japão e China. Além de países da América Latina, como o Brasil. “A catequese dos povos recém-descobertos era uma das estratégias dos jesuítas para expandir o domínio católico”, resume o Padre Reginaldo de Lima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, na Idade Contemporânea, como viviam os padres? Quem foi João Batista Maria Vianney, o Cura D’Ars? Qual é a importância do Concílio Vaticano II para a Igreja Católica? É verdade que a missa deixou de ser celebrada em latim durante a Idade Contemporânea? Quais são os principais desafios a ser enfrentados pelos padres no século XXI? Não percam essas e outras respostas na quarta e última parte da série especial sobre o Ano Sacerdotal na próxima terça-feira...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.arquidiocese.org.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=2197&amp;amp;sid=39"&gt;http://www.arquidiocese.org.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=2197&amp;amp;sid=39&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/943926596414377381-1619719129685559756?l=formacaodecatequistas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/feeds/1619719129685559756/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=943926596414377381&amp;postID=1619719129685559756' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/1619719129685559756'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/1619719129685559756'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/2009/10/sacerdocio-na-historia-parte-iii.html' title='Sacerdócio na História (Parte III)'/><author><name>Juberto Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09621638691091875264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-GAdUAiWfNE0/Tjny9jvExkI/AAAAAAAAAVk/iKpYIcga3j4/s220/chamado5.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-943926596414377381.post-1751015302113684363</id><published>2009-10-15T00:55:00.002-03:00</published><updated>2009-10-15T00:59:28.286-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='catequisar catequista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='catequese'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História da Igreja'/><title type='text'>O Sacerdócio na História (Parte IV)</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Os Padres na Idade Contemporânea&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A Idade Contemporânea teve início com a Revolução Francesa, em 1789, e se estende até os dias de hoje. A Revolução Francesa é um movimento político e social que transformou profundamente a França de 1789 a 1799. Sob o lema “Liberdade, Igualdade e Fraternidade”, a burguesia revoltou-se contra a monarquia absolutista e, com o apoio popular, assumiu o poder. Entre outras medidas, os revolucionários acabaram com os privilégios da nobreza e do clero e livraram-se das instituições feudais do antigo regime.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A partir da Revolução Francesa, houve uma separação entre Igreja e Estado. Com isso, os padres deixaram de ter uma renda assegurada pelo Estado. Por um lado, os sacerdotes tomaram consciência de que é preciso haver dedicação plena ao ministério. Por outro, os fiéis tomaram consciência de que é preciso sustentar o clero a partir de um dízimo, uma contribuição. Neste sentido, ganhou-se bastante com essa separação”, analisa o Padre Jesus Hortal Sánchez, Reitor da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O final do século XVIII assistiu a uma assustadora tentativa de destruir o Cristianismo na França. O ataque começou logo após a tomada da Bastilha, episódio que marcou o início da Revolução Francesa. Os privilégios eclesiásticos foram abolidos e as propriedades da Igreja, nacionalizadas. Logo, o novo regime começou a interferir, também, na vida interna da Igreja ao declarar que padres e bispos deveriam ser eleitos por leigos. Pior: passou a restringir, ainda mais, a autoridade do Papa sobre a Igreja Católica na França. Durante o regime de terror, clérigos foram banidos e igrejas, saqueadas. Muitos padres e bispos perderam a cabeça sob a guilhotina acusados de contra-revolucionários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em meio ao turbilhão que tomou conta da França no final do século XVIII e início do XIX, um pastor apascentava calmamente o seu rebanho: João Batista Maria Vianney, o homem que se tornaria o padroeiro dos párocos. Ordenado padre em 1815, aos 29 anos, o Cura D’Ars é tido como um exemplo a ser seguido pelos sacerdotes. Incansável defensor do Sacramento da Penitência, era capaz de passar até 18 horas consecutivas ouvindo confissões e perdoando pecados. Logo, ficou famoso por sua humildade e sabedoria, expressas em frases como “É sempre primavera no coração que ama a Deus” e “Arrepender-se é sempre começar de novo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“João Batista Maria Vianney transformou-se num dos mais competentes confessores que a Igreja já teve. Inicialmente, não achavam que ele pudesse exercer essa função, devido a sua pouca instrução. Mesmo assim, ele se mostrou esforçado e perseverante. No confessionário, possuía uma forma elevada de ver as coisas, que se manifestava nos conselhos que dava aos fiéis. Por vezes, esquecia de si mesmo para doar-se aos outros. As palavras podem até marcar, mas os testemunhos arrastam. E, com certeza, João Batista Maria Vianney deixou um bonito testemunho para todos aqueles que optam por uma vida religiosa”, enaltece Juberto Santos, Professor de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A exemplo do que aconteceu nas Idades Média e Moderna, novas ordens missionárias continuaram a surgir na Idade Contemporânea, como os maristas (fundada em 1817) e os salesianos (em 1859). A essa altura, igrejas já haviam sido fundadas em quase todos os continentes. Mas os missionários fizeram mais do que levar a Palavra de Deus. Eles também alimentavam os famintos, abrigavam os órfãos, ensinavam os analfabetos, condenava os regimes de escravidão e denunciavam os de tráfico de drogas. Para eles, a ordem dada por Cristo aos seus primeiros discípulos de evangelizar todos os povos era, na verdade, uma ordem pessoal dada por Cristo aos cristãos de todas as épocas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas aqueles que optaram por evangelizar todos os povos precisaram (e muito!) do testemunho de João Batista Maria Vianney para não desistir de seu ministério mesmo diante das muitas provações surgidas na Idade Contemporânea. O período é marcado não só pelos grandes movimentos revolucionários europeus que derrubaram o absolutismo, mas também pelo surgimento do imperialismo, por duas guerras de proporções mundiais, pela explosão da Guerra Fria e pelo fenômeno da globalização. Na antiga URSS, logo após a tomada do poder pelos comunistas, mais de mil padres e bispos foram executados e centenas de mosteiros, destruídos. Durante a Segunda Guerra Mundial, o terror se repetiu. Na maioria dos países sob ocupação nazista, como França, Holanda e Polônia, padres e freiras foram presos, torturados e mortos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Idade Contemporânea, no entanto, testemunhou também dois grandes momentos de renovado entusiasmo espiritual da Igreja Católica: os Concílios Vaticano I e II. Em 1870, durante o papado de Pio IX, a Igreja promulgou o Concílio Vaticano I – o primeiro desde o Concílio de Trento, de 1545. Nele, a Santa Sé definiu a infalibilidade papal. Em outras palavras, o Espírito Santo jamais permitiria que a Igreja incorresse em erro seja em ponto essencial da fé ou da moral. Uma curiosidade: o Papa Pio IX, nascido Giovanni Maria Mastai-Ferreti, é responsável pelo papado mais longo da História da Igreja. Ele reinou de 1846 a 1878 – ou, para ser mais exato, por 31 anos e 236 dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;- Papa João XXIII&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Já o Vaticano II foi convocado pelo Papa João XXIII, em 1962, e durou três anos. O Sumo Pontífice explicou que queria reunir os bispos para ‘por a Igreja em dia’ e proclamou os participantes a ‘buscar aquilo que une em vez daquilo que divide’. “O Concílio Vaticano II permitiu que a Igreja Católica entrasse em diálogo com o mundo contemporâneo. E, principalmente, com outras confissões cristãs”, destaca Douglas Nassif Cardoso, Professor de Ciências da Religião da Faculdade de Teologia da Universidade Metodista de São Paulo (UMESP).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente, o Papa João XXIII morreu sem ver um dos momentos mais belos do Concílio Vaticano II. Em 7 de dezembro de 1965, o Papa Paulo VI (que sucedeu João XXIII) e o patriarca Atenágoras publicaram uma declaração conjunta lamentando os terríveis eventos que levaram ao Cisma de 1054: “Um dia virá em que todos os cristãos beberão do mesmo cálice”, declarou, na ocasião, o Papa Paulo VI. Era uma tentativa da Igreja Católica de reduzir uma divisão de 900 anos com a Igreja Ortodoxa. “Algumas pessoas estranharam as modificações feitas pelo Concílio Vaticano II, mas a Igreja é parte da Humanidade. Logo, se esta muda, aquela também precisa renovar os meios práticos e discursivos para continuar levando a mensagem do Evangelho”, analisa Carlos Engemann, Professor do Instituto Superior de Teologia do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas qual teria sido a mais notável modificação promovida pelo Concílio Vaticano II? Na opinião do Professor Carlos Engemann, foi a renovação litúrgica. Após ser rezada em latim por vários séculos, a missa poderia, a partir de então, ser celebrada na língua local do povo. “Partindo do princípio de que a liturgia é a fonte primordial onde o cristão deve beber, a renovação litúrgica para qual é convidado o povo pelo Concílio Vaticano II tem como principal objetivo ensejar a participação. Isso nos trouxe uma mudança bastante interessante. Nos tempos dos mais velhos, dizia-se ‘ouvir a missa’. Depois, passou-se a dizer ‘assistir a missa’. Agora, o mais frequente entre os católicos é dizer ‘participar da missa’. E não se trata apenas de uma mudança linguística”, assegura Engemann.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, segundo estimativas do Anuário Estatístico da Igreja Católica, cerca de 17,3% da população mundial “participa da missa”. Esse percentual corresponde a 1 bilhão e 115 milhões de católicos. De acordo com o mesmo levantamento, o número de sacerdotes católicos, em 2006, é de 407.262. Deste total, 271.091 são diocesanos e 136 mil, religiosos. Para o Professor Carlos Engemann, os desafios enfrentados hoje pelos padres da Idade Contemporânea são os mesmos enfrentados por seus antecessores nas Idades Antiga, Média e Moderna: “amar o povo que pastoreia e ser para ele o Bom Pastor”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Padre Jesus Hortal, da PUC-RJ, concorda. Em sua opinião, o padre do século XXI deve ser alguém com “plena consciência da relevância do seu papel de presença do Cristo no meio dos fiéis”. “O padre do século XXI deve ser alguém com uma consciência muito clara de sua dedicação plena ao ministério. E alguém absolutamente coerente com o que diz e o que faz. Talvez o maior desafio seja o de realizar uma evangelização eficaz no meio de uma sociedade altamente secularizada e cada vez mais afastada dos valores morais cristãos”, conclui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Fonte:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.arquidiocese.org.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=2214&amp;amp;sid=39"&gt;http://www.arquidiocese.org.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=2214&amp;amp;sid=39&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/943926596414377381-1751015302113684363?l=formacaodecatequistas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/feeds/1751015302113684363/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=943926596414377381&amp;postID=1751015302113684363' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/1751015302113684363'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/1751015302113684363'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/2009/10/o-sacerdocio-na-historia-parte-iv.html' title='O Sacerdócio na História (Parte IV)'/><author><name>Juberto Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09621638691091875264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-GAdUAiWfNE0/Tjny9jvExkI/AAAAAAAAAVk/iKpYIcga3j4/s220/chamado5.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-943926596414377381.post-5627248560079234896</id><published>2009-10-13T23:32:00.003-03:00</published><updated>2009-10-13T23:37:29.049-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CR- Catequese Renovada'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='discípulos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fé'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='catequisar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='formação de catequistas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='catecismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Evangelho'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='catequese'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='catequisar catequista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vida'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='contra a vida'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='homem'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='catequista'/><title type='text'>O PECADO</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_LP-8xJB-0MA/StU420_4fiI/AAAAAAAAANY/cz6aHNAaBOI/s1600-h/96512.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 202px; FLOAT: right; HEIGHT: 216px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5392278643436715554" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_LP-8xJB-0MA/StU420_4fiI/AAAAAAAAANY/cz6aHNAaBOI/s320/96512.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Podemos entender o pecado de várias formas, mas todos sabemos que o Pecado é a doença da Alma. São Tomás de Aquino, na Exposição do Credo, diz que há duas mortes: a primeira é a do corpo, física, quando a alma se separa dele; a segunda é a da alma, espiritual, quando esta se separa de Deus. A pior é a segunda, e tem como causa o pecado. A prática do mal faz parte da experiência humana desde sempre. Nas sociedades primitivas, aparece como transgressão às regras da comunidade, e por esta é castigada; nas sociedades politeístas, aparece como transgressão à ordem do mundo estabelecida pelos deuses, podendo provocar as suas iras. No Antigo Testamento (AT), aparece, sobretudo como violação da Aliança estabelecida por Javé com o seu povo, pelo incumprimento da Lei, levando Deus a deixar o povo à sua triste sorte até que, pelo arrependimento, lhe perdoe e o salve. No Novo Testamento, o conceito de pecado aprofunda-se: ele é desobediência e ofensa a Deus; entrou no mundo pela queda de Adão, tornando o homem sujeito ao poder de Satanás e levando-o à morte; mas a obediência de Jesus Cristo, o Filho de Deus feito homem, enviado pelo Pai num rasgo de misericórdia, salvou-o da situação de perdição pelo sacrifício da cruz.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;- O pecado original&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A tendência para o mal é sentida, sobretudo por aqueles que se empenham em fazer o bem. A revelação veio projetar luz sobre tal situação, sobretudo com a narrativa da queda dos nossos primeiros pais (Gn 3,1-23). O magistério da Igreja interpreta-a como a sua cedência à tentação demoníaca de confronto com Deus, acarretando a perda da justiça original em que foram criados, com as prerrogativas da imortalidade e da felicidade. Tais tremendas conseqüências refletem-se na humanidade descendente deles, à qual deixaram de poder transmitir o que tinham desgraçadamente perdido. Mas Deus não podia ser vencido pela maldade das suas criaturas. Na sua misericórdia infinita, logo anunciou a salvação (“proto-evangelho”, Gn 1,15). Transformou assim a lamentável queda de Adão na “feliz culpa” (Exultet, do Precónio Pascal), por ter proporcionado a Deus o envio de seu Filho feito Homem a dar a vida em sacrifício de valor infinito, por amor dos homens, operando a sua salvação, e reparando as ofensas e as injúrias cometidas contra Ele pela queda original. (Conf. Catecismo da Igreja Católica [CIC] 385-412).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Pecado é a transgressão voluntária da Lei de Deus. Pressupõe matéria proibida (ou estimada como tal), advertência e consentimento. Pode cometer-se por ato, omissão, pensamento ou desejo. É ofensa ao amor de Deus, que é infinitamente bom e amável (podendo eventualmente ser também ofensa ao amor do próximo e até de si mesmo, como no caso do suicídio); e é injúria ou lesão do direito de Deus a ser obedecido, tanto mais que Ele só pode querer o nosso bem (podendo também lesar o próximo nos seus direitos). “Se alguém vir seu irmão cometer pecado que não é para morte, orará, e Deus dará a vida àqueles que não pecarem para morte. Há pecado para morte, e por esse não digo que ore. Toda iniqüidade é pecado, e há pecado que não é para morte.” (1 Jo 5.16,17) Na tradição da Igreja, impôs-se a distinção entre pecado mortal (ou grave) e pecado venial (ou leve), distinguindo-se um do outro por natureza e não por simples grau.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pecados Graves (mortais): São ofensas graves à Deus ou ao próximo. Apagam a caridade no coração do homem; desviam o homem de Deus. Quem morre em pecado grave (mortal) sem arrependimento, merece a morte eterna, conforme o testemunho da Escritura: "Há pecado que leva à morte" (I Jo 5,16b). O pecado mortal pressupõe matéria grave, plena consciência (do ato e da sua gravidade) e propósito deliberado. A matéria grave encontra-se precisada nos dez Mandamentos da Lei de Deus, segundo a resposta de Jesus ao jovem rico: “Não mates, não cometas adultério, não furtes, não levantes falsos testemunhos, não cometas fraudes, honra pai e mãe” (Mc 10,18). A gravidade da matéria depende das circunstâncias concretas, o mesmo se podendo dizer da plena consciência e do total consentimento. O pecado mortal degrada quem o pratica, quebra a amizade com Deus, faz perder a graça santificante e os méritos sobrenaturais adquiridos anteriormente e acarreta a pena eterna. A Igreja nos ensina que não podemos Comungar em pecado mortal sem antes se Confessar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pecados Leves (veniais): São ofensas leves a Deus e ao próximo. Embora ofendam a Deus, não destroem a amizade entre Ele e o homem. Quem morre em pecado leve não merece a morte eterna. "Toda iniqüidade é pecado, mas há pecado que não leva à morte" (I Jo 5, 17).O pecado venial não corta a amizade com Deus nem a graça santificante, não acarreta pena eterna, mas pena temporal. O pecado venial cometido por simples fragilidade, sempre que lamentado e combatido, pode mesmo despertar um esforço maior pela santificação própria, mantendo a pessoa na humildade e na paciência; pelo contrário, o pecado venial friamente deliberado enfraquece a caridade e predispõe para o pecado grave (Cf. CIC. 1846-1869). Merecem ainda referência às imperfeições, que se distinguem do pecado leve por serem atos de si bons que se preferem a outros melhores ou são praticados de maneira frouxa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pecados Capitais: O papa Gregório Magno no século VI instituiu os sete pecados capitais, que são os princípios que ferem a Deus, a você e ao próximo. Os sete pecados capitais são: Gula: consiste em comer além do necessário e a toda hora; Avareza: é a cobiça de bens materiais e dinheiro; Inveja: desejar atributos, status, posse e habilidades de outra pessoa; Ira: é a junção dos sentimentos de raiva, ódio, rancor que às vezes é incontrolável; Soberba: é caracterizado pela falta de humildade de uma pessoa, alguém que se acha auto-suficiente; Luxúria: apego aos prazeres carnais e bens materiais; Preguiça: aversão a qualquer tipo de trabalho ou esforço físico. Não há registro da enumeração dos sete pecados capitais na Bíblia Sagrada, todavia, esses pecados aparecem no decorrer dos mais de 70 livros. Pecados Capitais na era da globalização: Poluição do ambiente; Pedofilia; Agravamento da injustiça social; Tráfico de droga; Manipulação genética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#3333ff;"&gt;- A luta contra o pecado&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É obrigação de todo o homem, e particularmente do cristão, lutar contra o pecado e contra tudo o que a ele conduz. Fazem parte dessa incessante luta a fuga das ocasiões, o fortalecimento espiritual pela freqüência dos sacramentos e pela oração, e o recurso aos diversos meios de santificação. Nas atuais condições de vida sociocultural, assumem especial agressividade as fontes do pecado, que tradicionalmente se chamam inimigos do homem: o mundo, o demônio e a carne. ''A linguagem da cruz é loucura para os que se perdem, mas, para os que foram salvos, para nós, é uma força divina.'' (1 Cor 1, 18)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mundo também abriga mentiras, injustiças, rivalidades, violências, que tornam difícil à generalidade das pessoas discernir o que é bem e é mal, e levar uma vida honesta e santa. Caso particular é o dos pecados sociais, a que a Igreja está hoje mais atenta com o conhecimento mais vivo do que se passa pelo mundo em matéria de falsidades, injustiças e violências a que João Paulo II chamou “estruturas de pecado” (Enc. SRS 36, etc.). Todo o pecado pressupõe um agente livre e responsável, pelo que os pecados sociais resultam do somatório de muitas falhas morais dos membros duma determinada sociedade. A luta contra estes pecados faz-se pela purificação da maneira de pensar e viver da própria sociedade, pela projeção nela dos valores do Evangelho. O demônio, sempre atento às circunstâncias da vida dos homens, não descansa na procura dos meios mais subtis de os tentar. É fácil descobrir a sua interferência nos males denunciados pelo magistério, nomeadamente nas linhas dos atentados contra a vida humana, contra a família, contra o destino universal dos bens, contra o sentido de Deus na vida humana… A carne, como expressão da ânsia desordenada do prazer, encontra-se exacerbada na nossa sociedade, muito marcada pelo erotismo e pelo hedonismo no comer, no beber, no gozar a vida. Como no passado, em tempos difíceis, a resposta da Igreja incluirá a mobilização de espíritos carismáticos que dêem o alegre testemunho duma vida ascética muito consagrada ao serviço dos pobres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#3333ff;"&gt;- Pecado contra o Espírito Santo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;CIC 1864 – “Aquele que blasfemar contra o Espírito Santo não terá remissão para sempre. Pelo contrário, é culpado de um pecado eterno” (Mc 3,29). A misericórdia de Deus não tem limites, mas quem se recusa deliberadamente a acolher a misericórdia de Deus pelo arrependimento, rejeita o perdão de seus pecados e a salvação oferecida pelo Espírito Santo (DeV 46). Semelhante endurecimento pode levar à impenitência final e à perdição eterna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;- O perdão dos pecados&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pecado original, que não é propriamente cometido, mas adquirido, apaga-se pelo Batismo, que perdoa ainda ao catecúmeno os pecados pessoais de que esteja arrependido. O sacramento da Penitência foi instituído para o perdão dos pecados graves aos pecadores arrependidos, embora seja também muito recomendado para o perdão dos pecados veniais. Para o perdão destes e das imperfeições, a Igreja dispõe ainda de outros meios, como o ato penitencial da Missa e a Comunhão sacramental. O ato de contrição perfeito, por motivo de caridade, também pode perdoar qualquer pecado, desde que, no caso de pecado grave, pressuponha o voto de confissão sacramental. Embora o Batismo elimine o pecado original, as suas seqüelas continuam em nós: os sofrimentos, a doença, a morte, a propensão ao pecado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os judeus não reconheceram Jesus como o Cristo de Deus, exatamente porque eles esperavam um Messias libertador político. Quando Jesus se apresentou como “Aquele que tira o pecado do mundo”, com o sacrifício de si mesmo, se escandalizaram e o pregaram na cruz como um farsante. Assim como a missão de Cristo foi libertar o homem do pecado, a missão da Igreja, que é o seu Corpo místico, a sua continuação na história, é também a de libertar a humanidade do pecado e levá-la à santificação. Fora disso a Igreja se esvazia e não cumpre a missão dada pelo Senhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus, quer dizer, em hebraico, “Deus salva”. Salva dos pecados e da morte. Na Anunciação o Anjo disse a Maria: “... lhe porás o nome de Jesus”. (Lc 1, 31) A José, o mesmo Anjo disse: “Ela dará à luz um filho, a quem porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos seus pecados”. (Mt 1, 21) A salvação se dá pelo perdão dos pecados; e já que “só Deus pode perdoar os pecados” (Mc 2, 7), Ele enviou o Seu Filho para salvar o seu povo dos seus pecados. A primeira coisa que Jesus fez no dia da sua ressurreição foi enviar os Apóstolos para perdoar os pecados. “Como o Pai me enviou, eu vos envio a vós... Recebei o Espírito Santo. Aqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes ser-lhes-ão retidos” (Jo 20, 22´23). &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Isto mostra que a grande missão de Jesus era, de fato, “tirar o pecado do mundo”, e Ele não teve dúvida de chegar até a morte trágica para isto. Agora, vivo e ressuscitado, vencedor do pecado e da mote, através do ministério da Igreja, dá o perdão a todos os homens. Como é grande e precioso o Sacramento da Confissão, chamado de Reconciliação! Pela absolvição do sacerdote, ministro do Senhor, recebemos o Seu próprio perdão, conquistado na obediência da cruz. Diante de nossos pecados, não adianta se desesperar ou desanimar; a única atitude correta é enfrentá-los com boa disposição interior e com a graça de Deus. São Francisco de Sales, bispo e doutor da Igreja, dizia que não adianta ficar “pisando a própria alma”, depois de ter caído no pecado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;em&gt;Até mesmo os nossos pecados, aceitos com humildade, podem nos ajudar a crescer espiritualmente.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Juberto Santos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/943926596414377381-5627248560079234896?l=formacaodecatequistas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/feeds/5627248560079234896/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=943926596414377381&amp;postID=5627248560079234896' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/5627248560079234896'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/5627248560079234896'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/2009/10/o-pecado.html' title='O PECADO'/><author><name>Juberto Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09621638691091875264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-GAdUAiWfNE0/Tjny9jvExkI/AAAAAAAAAVk/iKpYIcga3j4/s220/chamado5.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_LP-8xJB-0MA/StU420_4fiI/AAAAAAAAANY/cz6aHNAaBOI/s72-c/96512.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-943926596414377381.post-8830941473238112268</id><published>2009-10-13T23:22:00.002-03:00</published><updated>2009-10-13T23:26:37.373-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='formação de catequistas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='espirito'/><title type='text'>Somos Templos do Espírito Santo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não sabeis que sois o templo de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós? Se alguém destruir o templo de Deus, Deus o destruirá. Porque o templo de Deus é sagrado - e isto sois vós. Ninguém se engane a si mesmo. Se alguém dentre vós se julga sábio à maneira deste mundo, faça-se louco para tornar-se sábio, porque a sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus; pois (diz a Escritura) ele apanhará os sábios na sua própria astúcia. E em outro lugar: O Senhor conhece os pensamentos dos sábios, e ele sabe que são vãos. (1 Cor 3, 16-20)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mundo atual é muito corrido, o mundo da “rapidez”, da “bola”, dos “modismos”, da “banalização do ato sexual”, da “globalização”, “digital e virtual...” Hoje, vemos que o espírito mundano causa dissensões nas igrejas, tirando pessoas do caminho, desviando e até minando a nossa fé, como o próprio Jesus afirmou na parábola do Semeador (Mt 13, 4-30). A juventude sempre almeja a tão sonhada “liberdade”. Ser livre para andar sozinho, ter liberdade de chegar tarde em casa, de dormir em outros locais, de ter seu próprio dinheiro e ser independente... Todos sabem que os jovens precisam de espaço e que eles precisam crescer e amadurecer. Mas vem a pergunta: O que é ser livre?? Liberdade é apenas isso?? O mudo está cheio de prisões (Internet, televisão, rádio, modismos, alienações, consumismo, materialismo, drogas, violência, prostituições, competições, depressão...), logo, temos de nos posicionarmos perante ele. Jesus nos fala que teremos aflições e sofrimentos no mundo (Jo 16, 33), mas devemos ter sempre a Fé como guia e, assim como Ele: venceremos. Irmãos existem muitas tarefas a serem realizadas, mas são poucos aqueles que as aceitam, ou melhor, entendem o verdadeiro chamado de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, nós somos os instrumentos onde o Senhor pega a água (nossas qualidades) e a areia (nossos defeitos) e os coloca a serviço do Reino. Existem várias passagens bíblicas que exaltam a figura daqueles que seguem verdadeiramente a vontade de Deus. A que eu mais aprecio está em Jeremias: “Eu te constitui profeta para as nações.” (Jr 1, 4-5). Sabemos que existe a igreja (templo) e a Igreja (comunidade de fiéis) e esta segunda é que deve ser exaltada, é ela que deve ser a base da Evangelização (1Cor 10, 17; 12, 12-27). A Igreja vê na juventude uma enorme força renovadora, símbolo da própria Igreja que é chamada a uma constante renovação!! Deus não quer homens e mulheres conformados com este mundo (Rm 12, 2); é preciso ir além e não tomar a forma dada por uma vida paganizada. É preciso sair das margens da Fé avançar para águas mais profundas!! Essa é a única maneira de discernir a vontade de Deus. Todo aquele que assume a Fé em Jesus, deve assumi-la incondicionalmente “Aquele que vive E crê em mim jamais morrerá” (Jo 11, 26). Sabemos também que Lúcifer, o diabo, por inveja, através do “mundo”, tenta nos afastar de Deus. O projeto do “encardido” visa que a felicidade da vida consiste em ter bens, poder, satisfação pessoal e prestigio principalmente. Precisamos saber discernir que o projeto de Jesus Cristo é outro! A vida consiste em ser filho, irmão, amado, servo, um povo livre. Os bens materiais não devem ter o primeiro lugar em nossas vidas (Mt 6, 19-21) e não devemos ter medo de seguir verdadeiramente a Jesus. Assim como Zaqueu (Lc 19, 8-10) devemos, na presença do Senhor, renunciar ao “mundo” e crer fielmente à Boa Nova. Não podemos ser como o “Jovem Rico”, que desistiu de seguir Jesus por possuir muitos bens (Mt 19, 16-25) Todo aquele que assume a Fé em Jesus, deve assumi-la incondicionalmente (Jo 11, 26) e, assim, não podemos ficar em cima do muro (Ap 3, 16), nem brincar se ser Igreja!!! "Aquele que diz que está nele, também deve andar como ele andou." (1Jo 2, 6)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jovem, não podemos brincar se ser Igreja!!! Estamos em guerra contra um exército aguerrido e extremamente maligno, cujo comandante é um anjo decaído, chamado Satanás. É preciso RENUNCIAR, RESISTIR e RESTAURAR. Você tem vivido os Sacramentos? Participado da Eucaristia? Vivenciado a Confissão?? Que tipo de música você ouve? Que tipo de amizades vocês tem buscado? Que lugares você freqüenta? Roupas têm usado? Você realmente busca uma mudança em sua vida? Desde seu início de Crisma, você viu essa mudança acontecer?? Você está orando??... É muito fácil dizer que cremos em Deus, e até os demônios crêem: “Crês que há um só Deus. Fazes bem. Também os demônios crêem e tremem.” (Tg 2, 19) Não basta crer. É preciso viver a fé! (Jo 11, 26) Precisamos ser santos e santas de nosso tempo! Temos que preservar nossos corpos contra esse “mundo”: "Mas o corpo não é para a devassidão, ele é para o SENHOR e o SENHOR é para o corpo” (I Cor 6,13).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há muitos jovens que até possuem uma vida ativa na Igreja, pessoas com uma atividade pastoral intensa, até mesmo com grandes responsabilidades. Há outros que freqüentam só as missas, mas são muito cristãos. Porém, com o tempo, foram se cansando das coisas de Deus, vão desanimando, “esfriando como um pedaço de carvão longe da brasa”, afirmando que não têm mais tempo, se dizem cansados, abatidos, se entregando pouco a pouco aos braços do mundo, ou seja, acabam abandonando a Fé. Começam a buscar um “Cristo Light”, vivem uma “Fé de supermercado”, e pregam um Jesus desfigurado que aceita seus pecados... Adequando o Evangelho as suas vidas. Imaginou isso? Pois bem: Pode haver pessoas assim a sua volta!! Pessoas que sorriem, dão risada quando estão na Igreja, mas que andam cambaleando em suas dúvidas, nos problemas pessoais, familiares, cheias de questionamentos, desanimadas, que estão prestes a perder a Fé. Também existem muitos cristãos falam bonito, mas não possuem atitudes de vida coerente com aquilo que pregam. Assim sem atitude cristã, a nossa fé é Morta! (Tg 2, 17) Um jovem cristão tem que comunicar a fé, o Evangelho, a esperança e amor, ardor missionário, vibração e alegria, responsabilidade e dedicação, ser exemplo perante o próximo e tantas outras virtudes (1Tm 4, 12) Não podemos ser “pescadores de aquário”, como diz Dom Rafael Cifuentes. Mas quem disse que seguir Jesus é fácil??? O verdadeiro cristão é aquele que professa a sua fé onde quer que esteja! Eu preciso ser exemplo (“Sal da terra e luz do mundo”) perante minha família, no colégio, faculdade, no meu trabalho, meu ministério, minha Igreja..., em todo o lugar e a toda a hora!!! O que me adianta ser uma pessoa na igreja, nos encontros e eventos e outra totalmente diferente com a minha namorada, com meus amigos... Mascarado não dá mais pra viver! A atitude de Jesus na Cruz expressa muito mais do que toda a sua pregação anterior. Ele não só pregou o amor. Pagou o preço mais alto: deu a sua vida. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;“Lembra-te do teu Senhor nos dias de sua Mocidade...” (Ecl 12, 1)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Seja Santo!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Juberto Santos&lt;br /&gt;historiador_ufrj@yahoo.com.br&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/943926596414377381-8830941473238112268?l=formacaodecatequistas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/feeds/8830941473238112268/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=943926596414377381&amp;postID=8830941473238112268' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/8830941473238112268'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/8830941473238112268'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/2009/10/somos-templos-do-espirito-santo.html' title='Somos Templos do Espírito Santo'/><author><name>Juberto Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09621638691091875264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-GAdUAiWfNE0/Tjny9jvExkI/AAAAAAAAAVk/iKpYIcga3j4/s220/chamado5.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-943926596414377381.post-3151715762727116825</id><published>2009-10-13T23:16:00.001-03:00</published><updated>2009-10-13T23:19:35.870-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História da Igreja'/><title type='text'>Como é feita a Eleição Papal?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt; Acredito que muitos leitores devam lembrar-se da última eleição papal ocorrida no ano de 2005, com o anúncio do novo sumo pontífice, o papa Bento XVI. Mas será que sabemos a origem dessa eleição? Será que entendemos o porquê do seu nome ser Conclave? Esse é mais um importante tema sobre a História da Igreja Católica, onde podemos entender como se dá a escolha do sucessor do Apóstolo Pedro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;- Aspectos Gerais&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiramente lembro que o Papa é bispo de Roma e sucessor de Pedro (Mt 16, 18-19). É o chefe de toda a Igreja Católica Apostólica Romana. Está acima de todos os bispos (Apóstolos). Ele legisla para toda a Igreja através de Bulas, Encíclicas e Decretais. Jesus de Nazaré, segundo a Bíblia, fez de Pedro o fundamento visível da Igreja, entregou as ”chaves”. Assim, o bispo de Roma, sucessor de Pedro é a cabeça do colégio dos bispos, Vigário de Cristo na Terra, é o Pastor da Igreja Universal. Ele possui três funções: é chefe de Estado (Vaticano), é bispo de Roma e Chefe da Igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cardeais são bispos que fazem parte, desde 1059, com o papa francês Nicolau II (1059-1061), de um colegiado (Prelados do Sacro Colégio Pontifício), os quais têm a função, desde 1274, no Concílio de Lyon II, de elegerem o novo Papa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembro que a Idade Média não pode ser estudada sem que o pesquisador situe no tempo e espaço o alvo de sua pesquisa, contudo, podemos entender de maneira mais ampla que, durante o período medieval, houve uma disputa entre: o poder temporal (dos reis) e o poder espiritual (dos papas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabemos que durante a Idade Média, a Europa Ocidental ficou sob o domínio de grupos germânicos, conhecidos erradamente por “bárbaros” e por muçulmanos. O território ficou subdividido em muitos reinos e o poder foi ficando atomizado (poder local forte). Assim, muitos desses reis tinham forte influência na política local e, por conseguinte, nas questões religiosas. A História nos traz vários exemplos de reis que agiram dessa forma: Imperador Honório (418 d.C.), rei Odoacro (483 d.C.), rei Teodorico (498 d.C.), dentre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa querela teve diferentes desfechos dependendo da época e da localidade, mas uma coisa era muito comum: reis queriam intervir na escolhas dos bispos e demais cargos religiosos. Interferiam querendo eles mesmos eleger tais cargos, ou queria que seus filhos ou seus subordinados fizessem parte desse colegiado. Sabemos que a cidade de Roma teve alguns papas (bispo de Roma) sendo eleitos dessa forma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;- Como ocorre o conclave?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta palavra (Conclave) aparece pela primeira vez num documento do papa Gregório X (1271-1276), no II Concílio de Lion, Julho de 1274. O título do documento era •Ubi periculum.• (Quando houver algum perigo). Tentando diminuir tal interferência de pessoas estranhas, ele ordenou que os cardeais fossem fechados na sala com chave – “Conclave”. E tem sido assim desde então.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A votação se inicia imediatamente depois que todos os cardeais eleitores - os que têm menos de 80 anos - entram na Capela Sistina, no Vaticano. Caso ninguém seja apontado por ao menos dois terços dos membros votantes do colégio cardinalício, nos dias seguintes ocorrem duas votações de manhã e outras duas à tarde. Os cardeais são mantidos em total isolamento do mundo exterior: não podem usar telefone, receber jornais, ver televisão, dentre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles se reúnem e é necessário que se tenha 2/3 de aprovação para que esta eleição seja aceita e validada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após três dias de votações sem resultado, ocorre uma suspensão de um dia para uma “pausa de oração”. Em seguida, as votações voltam a ser realizadas e, se ainda assim o pontífice não for escolhido, será efetuado outro intervalo, seguido por sete tentativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto a decisão ainda não foi tomada, as cédulas de votação são queimadas numa lareira junto com palha úmida, produzindo no Vaticano uma fumaça preta que indica que o processo continua em andamento. A fumaça branca, produzida coma a queima apenas das cédulas, indica que o novo papa foi escolhido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O eleito é oficialmente perguntado se aceita ou não a eleição. Caso a aceite, se quiser, escolhe um novo nome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tradição de os Papas adotarem um novo nome data de 533, quando um padre chamado Mercúrio foi eleito bispo de Roma. Por achar que Mercúrio era um nome pagão demais para um Papa, adotou João II. Até então os Papas eram simplesmente chamados por seu nome de batismo. Lembro ainda que foi o papa João Paulo, em 1978, o primeiro a utilizar um duplo nome. Por ser um grande amigo e admirador, o seu sucessor, continuou esse procedimento, assumindo como João Paulo II.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procede-se depois a uma curta procissão até uma janela da Basílica de S. Pedro que dê para a Praça, onde o novo Sumo Pontífice é revelado e faz a sua primeira bênção: Urbi et Orbi. Minutos antes, o cardeal mais velho anunciará o que é esperado: Annuntio vobis gaudium magnum: Habemus Papam (Anuncio-vos uma grande alegria: Temos Papa), dando o nome de batismo e o nome adotado pelo novo papa.&lt;br /&gt;Após esse momento, os sinos da Basílica de São Pedro começam a soar, e a seguir os das igrejas de todo o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abaixo, podemos observar tal vestuário no dia da eleição dos últimos cinco papas:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 415px; DISPLAY: block; HEIGHT: 101px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5392274209539735314" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_LP-8xJB-0MA/StU00vcdvxI/AAAAAAAAANI/zlSRlp_fx9o/s400/clip_image002.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;No ultimo Conclave realizado em 2005, o Brasil, com oito cardeais, foi, junto com a Alemanha, o quarto maior país em representação no Colégio de Cardiais em Roma. Em primeiro lugar está a Itália, com 40, à frente de Estados Unidos, com 14, e Espanha, com 9. O Colégio contou com 164 cardeais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por continentes, a Europa continua dominando o colégio (101 cardeais), à frente de América Latina (29 cardeais), América do Norte (23 cardeais), África (18 cardeais), Ásia (18 cardeais) e Oceania (05 cardeais).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;- Fontes:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- ALBERIGO, Guiuseppe (dir.) História dos Concílios Ecumênicos. Paulus, São Paulo: 1995.&lt;br /&gt;- BALARD, Michel. GENET, Jean-Philippe. ROUCHE, Michel. A Idade Média do Ocidente. Dom Quixote, Lisboa: 1990.&lt;br /&gt;- COMBY, J. Para Ler a História da Igreja. Das Origens ao século XV. 1 vol. Loyola, São Paulo: 1993.&lt;br /&gt;- FRÖHLICH, Roland. Curso Básico de História da Igreja. Paulinas, São Paulo: 1987.&lt;br /&gt;- GOMES, Francisco José Silva. A Cristandade Medieval entre o mito e a utopia. In: TOPOI. Revista de História. Rio de Janeiro: PPGHIS da UFRJ/7 Letras, set. 2002, nº 5, pp. 221-231.&lt;br /&gt;___________. A Igreja e o poder, representações e discursos. In: RIBEIRO, Maria Eurydice (org.). A vida na Idade Média. Unb, Brasília: 1997, pp. 33-60.&lt;br /&gt;- KNOWLES, D. e OBOLENSKY, D. Nova História da Igreja. A Idade Média. 2 vols. Vozes, Petrópolis: 1974.&lt;br /&gt;- PAREDES, Javier (dir.) et alli. Diccionario de los papas y los concilios. Barcelona: Ariel, 1998.&lt;br /&gt;- PIERNARD, Pierre. História da Igreja. Paulinas, São Paulo: 1982.&lt;br /&gt;- VAUCHEZ, André. A espiritualidade na Idade Média Ocidental (Séc VIII a XIII). Jorge Zahar, Rio de Janeiro: 1995.&lt;br /&gt;- &lt;a href="http://www.vatican.va/"&gt;http://www.vatican.va/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;- &lt;a href="http://www.cleofas.com.br/"&gt;http://www.cleofas.com.br/&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="right"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Juberto Santos&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/943926596414377381-3151715762727116825?l=formacaodecatequistas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/feeds/3151715762727116825/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=943926596414377381&amp;postID=3151715762727116825' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/3151715762727116825'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/3151715762727116825'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/2009/10/como-e-feita-eleicao-papal.html' title='Como é feita a Eleição Papal?'/><author><name>Juberto Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09621638691091875264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-GAdUAiWfNE0/Tjny9jvExkI/AAAAAAAAAVk/iKpYIcga3j4/s220/chamado5.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_LP-8xJB-0MA/StU00vcdvxI/AAAAAAAAANI/zlSRlp_fx9o/s72-c/clip_image002.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-943926596414377381.post-2176873208905705795</id><published>2009-10-13T23:09:00.005-03:00</published><updated>2009-10-13T23:16:04.980-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História da Igreja'/><title type='text'>A Igreja na Atualidade (1962-Atual)</title><content type='html'>Já se sabe que, a partir do pontificado de &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;João XXIII - Ângelo G. Roncalli (1958-1963)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; e de suas encíclicas “Mater et Magistra” e “Pacen in Terris”, a Igreja Católica passa a tomar sérias posições frente aos problemas do mundo contemporâneo. A partir daí, ela assumiu uma posição clara e definida: O Concílio Vaticano II, a encíclica Populorum Progressio, de Paulo VI, e as reuniões do Conselho Episcopal Latino-Americano (CELAM) foram momentos marcantes, pois definiram o posicionamento da Igreja em face das atuais condições de vida. Vamos analisar algumas de suas declarações marcantes. No Brasil, ocorre a Criação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, CNBB, a 14 de outubro de 1952, uma das primeiras a se constituir. &lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;1º CONSELHO EPISCOPAL LATINO-AMERICANO – CELAM (1955)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A Primeira Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano realizou-se no Rio de Janeiro, de 25 de julho a 4 de agosto de 1955. A decisão mais importante desta conferência foi o pedido dirigido ao Papa Pio XII - Eugenio Giuseppe Maria Giovanni Pacelli (1939 -1958) para se criar um organismo que pudesse unir mais as forças da Igreja Católica na América Latina. Nasceu desta proposição o Conselho Episcopal Latino-Americano (CELAM). O Papa aprovou o pedido em 2 de novembro de 1955.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;O CONCÍLIO VATICANO II (1962-1965)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iniciado em 11 de outubro de 1962, ele perdura até 8 de dezembro de 1965. Ele foi o XXI Concílio Ecumênico da Igreja Católica Apostólica Romana. Ele foi criado visando discutir as ações da Igreja nos tempos atuais. Na Homilia (sermão proferido durante as Missas) de abertura do CVII aos padres conciliares, o Papa da época expõe sua intenção: “Procuremos apresentar aos homens de nosso tempo, íntegra e pura, a verdade de Deus de tal maneira que eles a possam compreender e a ela espontaneamente assentir. Pois somos Pastores...” (João XXIII, 1962).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentre as grandes decisões vistas nesse concilio, podemos citar: O culto em língua nacional (a Missa em Latim deixa de ser executada obrigatoriamente); à utilização dos meios de comunicação social (cinema, televisão, rádio, jornais...); liberdade de consciência; a criação das Pastorais; reformas litúrgicas; a ampliação dos leigos na vida da Igreja; nova codificação do Direito Canônico; a definição de uma igreja democrática e ecumênica. O papa Paulo VI assume após a morte de João XXIII após a Primeira cessão do Concílio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;A CAMPANHA DA FRATERNIDADE (1963/1964)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em 13 de dezembro de 1963, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) cria a “Campanha da Fraternidade - CF” com a missão de debater temas atuais e urgentes perante a sociedade. Seu objetivo é despertar a solidariedade dos seus fiéis e da sociedade em relação a um problema concreto que envolve a sociedade brasileira, buscando caminhos de solução. A cada ano é escolhido um tema, que define a realidade concreta a ser transformada, e um lema, que explicita em que direção se busca a transformação. Nos primeiros anos da Campanha, a Igreja buscou trazer os fiéis para o interior das comunidades. Percebem-se isso amplamente ao ver os lemas usados:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CF 1964 – Lembre-se: Você também é a Igreja&lt;br /&gt;CF 1965 – Faça de sua paróquia uma comunidade de fé, culto e amor.&lt;br /&gt;CF 1966 – Somos Responsáveis uns pelos outros&lt;br /&gt;CF 1967 – Somos todos iguais, somos todos irmãos&lt;br /&gt;CF 1968 – Crer com as mãos&lt;br /&gt;CF 1969 – Para o outro, o próximo é você!&lt;br /&gt;CF 1970 – Ser Cristão é Participar&lt;br /&gt;CF 1971 – Reconciliar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem como objetivos permanentes: despertar o espírito comunitário e cristão no povo de Deus, comprometendo, em particular os cristãos na busca do bem comum; educar para a vida em fraternidade, a partir da justiça e do amor, exigência central do Evangelho; renovar a consciência da responsabilidade de todos pela ação da Igreja na Evangelização, na promoção humana, em vista de uma sociedade justa e solidária - todos devem evangelizar e sustentar a ação evangelizadora e libertadora da Igreja, daí o destino da coleta final: realização de projetos de caridade libertadora e manutenção da ação evangelizadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A CF foi passando a atingir, a cada ano, um problema determinado e urgente que precisa do esforço de ação pastoral conjunta no Brasil. Temas como Educação, Saúde, Questão Agrária, Reconciliação, Família, Crianças, Idosos, Água, Violência, Juventude, Meios de Comunicação, Trabalho, Fome, Desigualdade Social, Solidariedade e Paz foram destacados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;2º CONSELHO EPISCOPAL LATINO-AMERICANO (1968)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O II Conselho Episcopal aconteceu em Medelin, Colômbia, em 1968, quando foi fixado o novo posicionamento da Igreja em face das condições socioeconômicas e político-religiosas da América Latina. Em documento episcopal foram analisadas as explosões demográficas, o analfabetismo, a má distribuição de riquezas – como a concentração da propriedade das terras nas mãos de uma minoria –, a dependência ao capital estrangeiro e as tensões entre as classes e os países latino-americanos, bem como as tensões internacionais. O documento apontou a necessidade de promover uma radical modificação nas estruturas políticas, econômicas e sociais, devendo a Igreja comprometer-se nesse processo: assinalou a marginalização política do povo e as formas de opressão de grupos e de setores dominantes. Insistiu em que a Igreja devia se engajar na promoção de uma educação libertadora, na instauração de uma justiça e paz, na ajuda aos oprimidos para conhecer e lutar pelos seus direitos, e no estímulo a todas as iniciativas que contribuíssem para a formação do homem. Há a opção preferencial pelos pobres, envolvimento com os problemas político-sociais, uma educação conscientizadora, dentre outros.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;3º CONSELHO EPISCOPAL LATINO-AMERICANO (1979)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Continuando os trabalhos iniciados em Medelin, de 27 de janeiro a 13 de fevereiro de 1979, reúnem-se em Puebla, no México, a Terceira Confederação Geral do Episcopado Latino-Americano. Lá, as atenções da Igreja voltaram-se mais para os problemas sociais da América Latina, tais como: a pobreza, a fome, o analfabetismo, a dependência ao capital estrangeiro, a adoração ao lucro e, novamente, volta a criticar em termos políticos a marginalização popular. A linha de ação estava voltada para os pobres e para os jovens. Mais uma vez prevaleceu a ala progressista. Reafirmou-se a Teologia da Libertação com as propostas de mudanças profundas nas estruturas latino-americanas, em benefício da maioria, ou seja, dos pobres. Visa uma igreja Missionária, de Comunhão e Servidora. Através das Comunidades Eclesiais de Base (CEBEs), passa atuar nas paróquias e dioceses valorizando a participação ativa dos leigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a morte de Paulo VI – Giovanni B. Montini (1963-1978), o pontificado foi assumido por João Paulo I – Albino Luciani (26/08/1978 – 28/09/1978), o “papa do sorriso”, que morrera um mês após assumir. Seu sucessor foi um polonês, que se autodenominou João Paulo II – Karol Wojtiyla, em 16/10/1978, em homenagem ao papa anterior. Assumindo um caráter missionário, ele viajou por todo o mundo levando mensagens de paz e de conforto aos povos. Pôs fim ao enclausuramento da Cúria Romana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele privilegiou, em suas encíclicas, a família. Ele possuía um caráter mais conservador, visa temas espirituais e disciplinadores, ataca o aborto, o divorcio, o relaxamento da moral, desestruturando o meio familiar. Apontou a aflição do homem diante da tortura, da fome e da guerra. Utiliza em mais demasia o termo “Doutrina Social da Igreja”, visando um olhar mais profundo as necessidades essenciais do ser humano (alimentação, casa...). Reafirma o Celibato, condena o controle da natalidade por meios artificiais, contra a participação de clérigos na política. Faz limitações à Teologia da Libertação**, inclusive punições impostas pela Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé (ex-Santo Oficio) ao frei desviante Leonardo Boff. No dia 11 de outubro de 1992, o papa, após seis anos de trabalho na Cúria, apresenta o novo Catecismo da Igreja Católica visando uma catequese renovada nas fontes vivas da fé. Não se destina a substituir os catecismos locais, mas a encorajar e ajudar a redação de novos textos visando à unidade da fé e a fidelidade à doutrina católica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;4º CONSELHO EPISCOPAL LATINO-AMERICANO (1992)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A quarta Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano foi realizada em Santo Domingo (República Dominicana), em 1992. João Paulo II a convocou oficialmente no dia 12 de dezembro de 1990, estabelecendo como tema “Nova evangelização, Promoção humana, Cultura cristã”, sob o lema “Jesus Cristo ontem, hoje e sempre” (Hb 13,8). O CELAM fora o encarregado de preparar a Conferência, tendo divulgado o Documento de Consulta em 1991. Este, após as contribuições das Igrejas locais, transformou no Documento de Trabalho, base das discussões dos bispos e convidados. Ela teria três objetivos: celebrar Jesus Cristo, ou seja, a fé e a mensagem do Senhor crucificado e ressuscitado; prosseguir e aprofundar as orientações de Medellín e Puebla; definir uma nova estratégia de evangelização para os próximos anos, respondendo aos desafios do tempo. Entre bispos, peritos e convidados participaram cerca de 350 pessoas. No desafio de implementar a Nova Evangelização, Santo Domingo enfatiza que a religiosidade popular é expressão privilegiada da inculturação da fé. Santo Domingo cita entre os desafios a serem enfrentados pela inculturação do Evangelho: a corrupção, a má distribuição de renda, as campanhas anti-natalistas, a deterioração da dignidade humana, o desrespeito à moral natural. Como linhas pastorais, incentiva trabalhar na formação cristã das consciências, zelar para que os meios de comunicação não manipulem nem sejam manipulados, a apresentar a vida moral como seguimento de Cristo, favorecer a formação permanente de clero e laicato, acompanhar pastoralmente os construtores da sociedade. Os bispos pedem ainda ações pastorais junto aos indígenas e aos afro-americanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Teologia da Libertação à O termo libertação foi cunhado a partir das realidades culturais, sociais, econômicas e políticas sob as quais se encontrava a América Latina, a partir das décadas de 1960/70. Alguns teólogos deste período, católicos e protestantes, assumiram a libertação como paradigma de todo fazer teológico. Ela é uma teologia propriamente cristã; por isso, utiliza a Bíblia como pressuposto necessário de seus discursos. É baseada em ideais de amor e libertação de todas as formas de opressão (especialmente opressão econômica. Ela é analisada de três formas, os três P's: Profissional, pelos teólogos; Pastoral, nas igrejas e CEBs (Comunidades Eclesiais de Base); Popular, pelo povo oprimido no dia-dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;A Morte de João Paulo II e o Conclave&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 02 de abril de 2005, João Paulo II morre e, no dia 24 de abril, quem assume o Pontificado é o ex-cardeal alemão Joseph Ratzinger de 78 anos, com o nome de Bento XVI, seguindo a mesma linha de João Paulo II. Com a morte do “papa peregrino”, vimos o mundo com muitas dúvidas a respeito da Doutrina Católica e os rumos do Cristianismo com o novo Pontífice. Questões foram levantadas, propostas novas e muitas críticas. Antes de o Conclave (termo que significa reunião fechada, onde todos estão fechados “com chave”) iniciar, os meios de comunicação diziam: “O novo papa terá que fazer isso...” ou “Ele terá que aceitar aquilo...” e, muitas das vezes, tais propostas e críticas não caberiam a ele decidir. Seria a modernidad e do Catolicismo, com os grupos progressistas. Eis alguns exemplos: Aceitar o casamento Homossexual; Aceitar o aborto; Aceitar o fim da indissolubilidade do casamento; Aceitar a ordenação de mulheres; Aceitar o uso da camisinha e demais métodos anticoncepcionais; Aceitar pesquisas com embriões humanos em futuras pesquisas; Aceitar o fim do Celibato. O resultado dessas intensas pressões mostraria que o Papa jamais poderá ir de encontro à Bíblia, pois é a base da fé católica. Logo, as únicas coisas (das citadas a cima), que ele poderia alterar seria: a questão da ordenação feminina e o celibato, pois estão vinculadas as tradições da Igreja e não nas Escrituras. Vemos ainda o grupo “regressista”, considerado mais conservador dentro da igreja. Outro ponto é a perda de fiéis perante os grupos neopentecostais e doutrinas protestantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;5º CONSELHO EPISCOPAL LATINO-AMERICANO (2007)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;A Vinda de Bento XVI ao Brasil&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A visita do papa Bento XVI ao Brasil, ocorrida no período de 9 a 13 de maio de 2007, foi motivada por algumas circunstâncias. Dentre elas está a canonização de Frei Antônio de Santana Galvão, que ocorreu no dia 11 de maio de 2007, em São Paulo. Outro compromisso foi a participação em um Encontro com os Jovens no Estádio Municipal do Pacaembu e um encontro com os Bispos do Brasil na Catedral da Sé, em São Paulo, no dia 10. O grande motivo foi a Sessão Inaugural dos trabalhos da V CONFERÊNCIA GERAL DO EPISCOPADO LATINO-AMERICANO E DO CARIBE, no Santuário de Aparecida/SP, que aconteceu de 13 a 31 de maio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tema da Quinta Conferência foi: “Discípulos e Missionários de Jesus Cristo, para que nele nossos povos tenham vida”, inspirado na passagem do Evangelho de João que narra “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida” (Jo 14,6). A Conferência foi convocada pelo Papa João Paulo II e confirmada pelo Papa Bento XVI.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A conferência buscou compilar as novas propostas de evangelização para a América Latina, novas frentes de trabalho, novos campos de ação e metidos. Muitos documentos importantes foram escritos durante a Conferência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O papa celebrou Missas, teve ainda um encontro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (foto), onde assinalou a importância do retorno do ensino religioso, condenou a legalização do aborto, enfatizando que o cristianismo prega a vida e não a morte. Sua vinda ao Brasil também foi uma forma de animar os fiéis brasileiros, pois é visto que, a cada ano, cerca de 1% dos católicos deixam a religião, desde 1992. O país mais católico do mundo estaria passando por um momento de turbulência, dizem alguns especialistas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 405px; DISPLAY: block; HEIGHT: 101px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5392272977863230498" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_LP-8xJB-0MA/StUztDF5xCI/AAAAAAAAANA/9B-LhRMEunA/s400/clip_image002.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Juberto Santos&lt;br /&gt;historiador_ufrj@yahoo.com.br&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/943926596414377381-2176873208905705795?l=formacaodecatequistas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/feeds/2176873208905705795/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=943926596414377381&amp;postID=2176873208905705795' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/2176873208905705795'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/2176873208905705795'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/2009/10/igreja-na-atualidade-1962-atual.html' title='A Igreja na Atualidade (1962-Atual)'/><author><name>Juberto Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09621638691091875264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-GAdUAiWfNE0/Tjny9jvExkI/AAAAAAAAAVk/iKpYIcga3j4/s220/chamado5.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_LP-8xJB-0MA/StUztDF5xCI/AAAAAAAAANA/9B-LhRMEunA/s72-c/clip_image002.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-943926596414377381.post-4825139787626109720</id><published>2009-10-13T23:03:00.003-03:00</published><updated>2009-10-13T23:08:47.315-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Campanha da Fraternidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História da Igreja'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;A CAMPANHA DA FRATERNIDADE (CF)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_LP-8xJB-0MA/StUyc7p-jMI/AAAAAAAAAM4/7xBGTXFLQaM/s1600-h/campanha-da-fraternidade_thumbnail.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 195px; FLOAT: right; HEIGHT: 196px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5392271601477520578" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_LP-8xJB-0MA/StUyc7p-jMI/AAAAAAAAAM4/7xBGTXFLQaM/s400/campanha-da-fraternidade_thumbnail.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A Campanha da Fraternidade surgiu durante o desenvolvimento do Concílio Vaticano II (1962-1965). A cada ano, desde 1964, a Igreja no Brasil pr opõe a todos os cristãos, a Campanha da Fraternidade (CF). Essa campanha desenvolveu-se mais intensamente durante a Quaresma, mas aos poucos, seu tema foi sendo refletido e engajado dentro da vida da Igreja durante todo o ano. É sempre um tema bem concreto através do qual, somos convidados a reconsiderar e, sobretudo, nossas atitudes para com o próximo, dando dimensão concreta à nossa conversão pessoal e à de nossas comunidades de Igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Quaresma é o período de 40 dias entre a Quarta-feira de cinzas – logo após o Carnaval - e a Semana Santa (que se inicia com o Domingo de Ramos). Durante a Quaresma, a Igreja e todos os cristãos preparam-se para a Páscoa. A Páscoa possui três interpretações: é a antiga festa de pastores para comemorar a primavera; é a festa dos Hebreus, para relembrar sua saída do Egito, no tempo de Moisés; é a festa anual dos Cristãos para celebrar a Ressurreição de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É nesse contexto que inicia a CF, a qual é um projeto que procura animar todas as comunidades num compromisso pastoral concreto que marque a unidade da Evangelização pelo empenho comum em prol da solidariedade e fraternidade que nascem do amor de Cristo. Durante esse período, a liturgia trabalha paralelamente com a Campanha. Os cantos litúrgicos da missa, as preces e outras orações são voltados também para o tema que está sendo trabalhado. A CF atinge, cada ano, um problema determinado e urgente que precisa do esforço de ação pastoral conjunta no país, desafios sociais, econômicos, políticos, culturais e religiosos da realidade brasileira;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inicialmente, a igreja buscou rever sua parte interna, tanto que as primeiras campanhas tinham por objetivo principal reaproximar os leigos das atividades comunitárias e pastorais, além de reforçar a vivência na paróquia e na comunidade. Dessa forma, os primeiros temas da Campanha da Fraternidade contemplaram mais a vida interna da Igreja. A partir dos anos de 1970 essa postura muda e a Igreja passa a Igreja preocupa-se com a realidade social da população, denunciando o pecado social e promovendo a justiça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;br /&gt;- Algumas Funções da Campanha da Fraternidade (CF):&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• É uma campanha quaresmal, que une em si as exigências da conversão, da oração, do jejum e da doação. Convoca os cristãos a uma maior participação nos sofrimentos de Cristo como possibilidade de auxílio aos pobres&lt;br /&gt;• início na quaresma e ressonância no ano todo (Cf. CNBB, Pastoral da Penitência, Doc. 34, nº. 4.3)&lt;br /&gt;• É um grande instrumento para desenvolver o espírito quaresmal: conversão, renovação interior e ação comunitária em preparação da Páscoa.&lt;br /&gt;• Meio para viver os três elementos fundamentais da espiritualidade quaresmal: Oração – Jejum – esmola&lt;br /&gt;• A CF é especialmente manifestada na evangelização libertadora, clama a renovar a vida da Igreja, a transformar a sociedade e a partir de temas específicos, tratados à luz do Projeto de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;- TODOS OS TEMAS E OS LEMAS DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CF 1964 – Igreja em Renovação - Lembre-se: você também é Igreja&lt;br /&gt;CF 1965 – Paróquia em Renovação - Faça de sua paróquia uma Comunidade de fé, culto e amor&lt;br /&gt;CF 1966 – Fraternidade - Somos responsáveis uns pelos outros&lt;br /&gt;CF 1967 – Co-responsabilidade - Somos todos iguais, somos todos irmãos&lt;br /&gt;CF 1968 – Doação - Crer com as mãos&lt;br /&gt;CF 1969 – Descoberta - Para o outro, o próximo é você&lt;br /&gt;CF 1970 – Participação - Participar&lt;br /&gt;CF 1971 – Reconciliação - Reconciliar&lt;br /&gt;CF 1972 – Serviço e Vocação - Descubra a felicidade de servir&lt;br /&gt;CF 1973 – Fraternidade e Libertação - O egoísmo escraviza, o amor liberta&lt;br /&gt;CF 1974 – Reconstruir a vida - Onde está teu irmão?&lt;br /&gt;CF 1975 – Fraternidade é Repartir - Repartir o Pão&lt;br /&gt;CF 1976 – Fraternidade e Comunidade - Caminhar juntos&lt;br /&gt;CF 1977 – Fraternidade na Família - Comece em sua casa&lt;br /&gt;CF 1978 – Fraternidade no Mundo do Trabalho - Trabalho e justiça para todos&lt;br /&gt;CF 1979 – Por um mundo mais humano - Preserve o que é de todos&lt;br /&gt;CF 1980 – Fraternidade No mundo das migrações - Para onde vais?&lt;br /&gt;CF 1981 – Saúde e Fraternidade - Saúde para todos&lt;br /&gt;CF 1982 – Educação e Fraternidade - A verdade vos libertará&lt;br /&gt;CF 1983 – Fraternidade e Violência - Fraternidade sim, violência não&lt;br /&gt;CF 1984 – Fraternidade e Vida - Para que todos tenham Vida&lt;br /&gt;CF 1985 – Fraternidade e Fome - Pão para quem tem fome&lt;br /&gt;CF 1986 – Fraternidade e Terra - Terra de Deus, terra de irmãos&lt;br /&gt;CF 1987 – A Fraternidade e o menor - Quem acolhe o menor, a Mim acolhe&lt;br /&gt;CF 1988 – A Fraternidade e o negro - Ouvi o clamor deste povo!&lt;br /&gt;CF 1989 – A Fraternidade e a Comunicação - Comunicação para a verdade e a paz&lt;br /&gt;CF 1990 – A Fraternidade e a Mulher - Mulher e homem: imagem de Deus&lt;br /&gt;CF 1991 – A Fraternidade e o mundo do Trabalho - Solidários na dignidade do trabalho&lt;br /&gt;CF 1992 – Fraternidade e Juventude - Juventude - caminho aberto&lt;br /&gt;CF 1993 – Fraternidade e Moradia - Onde moras?&lt;br /&gt;CF 1994 – Fraternidade e Família – A Família, como vai?&lt;br /&gt;CF 1995 – A Fraternidade e os excluídos - Eras tu, Senhor?&lt;br /&gt;CF 1996 – A Fraternidade e a Política - Justiça e paz se abraçarão!&lt;br /&gt;CF 1997 – A Fraternidade e os encarcerados - Cristo liberta de todas as prisões!&lt;br /&gt;CF 1998 – Fraternidade e Educação - A serviço da vida e da esperança!&lt;br /&gt;CF 1999 – Fraternidade e os Desempregados - Sem trabalho... Por quê?&lt;br /&gt;CF 2000 – Dignidade Humana e Paz - Novo milênio sem exclusões (Ecumênica)&lt;br /&gt;Na celebração do Grande Jubileu da Encarnação a Campanha da Fraternidade foi realizada pelo Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC).&lt;br /&gt;CF 2001 – Vida Sim, Drogas Não!&lt;br /&gt;CF 2002 – Fraternidade e povos Indígenas - Por uma terra sem males&lt;br /&gt;CF 2003 – Fraternidade e pessoas Idosas&lt;br /&gt;CF 2004 – Fraternidade e Água - Dignidade, Vida e Esperança&lt;br /&gt;CF 2005 – Solidariedade e Paz - Felizes os que promovem a Paz&lt;br /&gt;CF 2006 – Fraternidade e pessoas com deficiência - Levanta-te, vem para o meio!&lt;br /&gt;CF 2007 – Fraternidade e Amazônia - Vida e missão neste chão&lt;br /&gt;CF 2008 – Fraternidade e defesa da vida - Escolhe, pois a vida&lt;br /&gt;CF 2009 – Fraternidade e Segurança Pública - A paz é fruto da justiça&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;- COLETA NO DOMINGO DE RAMOS&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final da Campanha, cada comunidade é chamada a um gesto generoso, cuja destinação não contemplará apenas necessidades dela. Pela sua doação, a comunidade vai ajudar a Igreja desenvolver obras de promoção humana e a sustentar a ação pastoral. Certamente não há Diocese do Brasil que não tenha já recebido ajuda de irmãos e instituições eclesiais de outros países. Numerosas paróquias e comunidades receberam ajuda financeira de entidades católicas do estrangeiro para as mais diversas finalidades: construção de igrejas, de centros comunitários, programas de formação, seminários... Dessa forma, a CF se expressa concretamente pela oferta de doações em dinheiro na Coleta da solidariedade. É um gesto concreto de fraternidade feito em âmbito nacional, em todas as comunidades cristãs, paróquias e dioceses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na coleta da Campanha, cada comunidade dá conforme pode, com cada uma colaborando de acordo com suas possibilidades. A colaboração deve ser generosa, gratuita, solidária e libertadora. A coleta da Campanha da Fraternidade, grande gesto concreto de fraternidade, deve tornar-se logo meio privilegiado para a auto-sustentação da Igreja no Brasil, garantindo recursos financeiros para ela manter obras sociais, programas de formação de leigos engajados, a infra-estrutura pastoral. A CNBB já recebe razoável recurso desta coleta para preparar a Campanha de cada ano e para as atividades que desenvolve. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;- QUANDO TERMINA A CAMPANHA?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns podem pensar que, após a Páscoa, a campanha chega ao fim, todavia, é um grande equívoco. Ela perdura pelo ano inteiro, junto com o Ano Litúrgico, atuando com fervor nas outras atividades pastorais que são desenvolvidas ao longo do ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cartazes, desenhos, músicas, texto-base, textos voltados para cada pastoral, vídeos... Várias são as formas que a Campanha da Fraternidade pode ser trabalhada nas comunidades, sendo debatida e refletida pela comunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Juberto Santos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="mailto:historiador_ufrj@yahoo.com.br"&gt;historiador_ufrj@yahoo.com.br&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/943926596414377381-4825139787626109720?l=formacaodecatequistas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/feeds/4825139787626109720/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=943926596414377381&amp;postID=4825139787626109720' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/4825139787626109720'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/4825139787626109720'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/2009/10/campanha-da-fraternidade-cf-campanha-da.html' title=''/><author><name>Juberto Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09621638691091875264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-GAdUAiWfNE0/Tjny9jvExkI/AAAAAAAAAVk/iKpYIcga3j4/s220/chamado5.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_LP-8xJB-0MA/StUyc7p-jMI/AAAAAAAAAM4/7xBGTXFLQaM/s72-c/campanha-da-fraternidade_thumbnail.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-943926596414377381.post-3427919140888532000</id><published>2009-10-13T22:50:00.005-03:00</published><updated>2009-10-13T23:03:26.266-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História da Igreja'/><title type='text'>A Igreja no Período da Reforma e Contra-Reforma</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;A Reforma Protestante&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Foi o movimento que rompeu a unidade do Cristianismo centrado pela Igreja de Roma. Esse movimento é parte das grandes transformações econômicas, sociais, culturais e políticas ocorridas na Europa nos séculos XV e XVI, que enfraqueceram a Igreja permitindo o surgimento de novas doutrinas religiosas – Protestantes. A Igreja estava em crise, a burguesia crescia em importância, o nacionalismo desenvolvia-se nos Estados modernos e o Renascimento Cultural despertava a liberdade de Crítica. O termo “Igreja Católica” é posterior ao Concílio de Trento, uma forma de diferenciação perante os protestantes. Antes só existia a Cristandade. A esse movimento de divisão no cristianismo e surgimento das novas doutrinas dá-se o nome de REFORMA e à reação da Igreja, realizando modificações internas e externas, de CONTRA-REFORMA. Contudo, esse movimento foi precedido por várias manifestações nos séculos anteriores, mas nenhuma delas conseguiu o rompimento definitivo com a Igreja Romana. Dentre elas, vemos:&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;&lt;br /&gt;- Heresias Medievais (Arianismo, Valdenses, Albigenses);&lt;br /&gt;- Querela de Investiduras (disputas entre os papas e os imperadores da Alemanha a partir de 1074, pelo direito de nomear bispos e abades. Só se resolve no século XII);&lt;br /&gt;- Cisma do Ocidente – (Ocorrido em 1378, em que a Igreja passa a ser governada por TRÊS papas – ela se unifica em 1417);&lt;br /&gt;- Movimentos Reformadores – John Wiclif (1320? -1384) e Jonh Huss (1369-1415).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os primeiros questionamentos são referentes à questão das Indulgências (documentos assinados pelo papa, que absolviam o comprador de alguns pecados cometidos, diminuindo o tempo de sua pena no purgatório, era um comércio em vista da salvação); a Simonia {comercialização de coisas sagradas (Cargos eclesiásticos, cobrança por sacramentos, objetos...)}; o celibato, culto às imagens, excesso de sacramentos, atitude mundana do Alto Clero, dentre outras. Havia um abismo muito grande entre o que a Igreja pregava e o que fazia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;A REFORMA LUTERANA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A região da atual Alemanha não está centralizada, é agrária e feudal. A Igreja possui um terço das terras. Há descontentamento geral. Vendo tantos abusos por parte do Clero, o monge agostiniano Martinho Lutero (1483-1546) não se calou. Elaborou 95 teses e afixou-as na porta da Igreja do Castelo de Wittenberg, em 1517. A maioria era contra as indulgências. Principalmente as indulgências visando à construção da Basílica de São Pedro. Apoiado pela nobreza alemã, Lutero pôde divulgar suas idéias, calcada em dois princípios que se constituiriam no núcleo de sua doutrina: A Salvação somente pela fé e não pelas práticas religiosas e a Inutilidade dos Mediadores (Clero). Em Junho de 1518 foi aberto o processo contra Lutero, com base na publicação das suas 95 Teses. Alegava-se que este incorria em heresia, a ser examinado pelo processo. Nas aulas que dava na Universidade de Wittenberg, espiões registram os comentários negativos de Lutero sobre a excomunhão. Depois disso, em agosto de 1518, o processo é alterado para heresia notória. Lutero é convidado para ir a Roma, onde desmentiria sua doutrina. Lutero recusa-se a fazê-lo, alegando razões de saúde e pretende uma audiência em território alemão. O seu pedido foi aceito, ele foi convidado para uma audiência com o cardeal Caetano de Vio (Tomás Caetano), durante a reunião das cortes (Reichstag) imperiais de Augsburg. Entre 12 e 14 de Outubro de 1518, Lutero fala a Caetano. Este pede-lhe que revogue a sua doutrina. Lutero recusa-se a fazê-lo. Do lado da Igreja de Roma, o caso pareceu terminado. Por causa da morte de Imperador Maximiliano I (Janeiro de 1519), houve uma pausa de dois anos. Após a escolha de Carlos V como imperador (26 de junho de 1519), o processo de Lutero voltará a ser reatado. Em junho de 1520 reaparece a ameaça no escrito "Exsurge Domini", em Janeiro de 1521 a bula "Decet Romanum Pontificem". Com ela foi excomungado Lutero. Em 1546, no dia 18 de fevereiro, aos 62 anos, Martinho Lutero faleceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;à Eis suas reivindicações e críticas principais:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Substituição do Latim pelo idioma alemão nos cultos religiosos; Questiona a grande quantidade de sacramentos (Preserva dois sacramentos: batismo e eucaristia); Livre interpretação da Bíblia; Contra o Celibato; Rejeita a Hierarquia Religiosa da Igreja de Roma; pregava a Salvação pela fé; Negava a Transubstanciação – afirmava a Consubstanciação (misturados); Pecado Original: Marca do gênero Humano (nem Cristo, nem o Batismo o retiram);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;A REFORMA CALVINISTA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;João Calvino (1509-1564) era francês, que inicia sua ruptura em Genebra, Suíça, por volta de 1536. Lá começa a publicar estudos sistemáticos sobre a nova religião. Funda uma nova doutrina que expande a Reforma. A burguesia dessa cidade havia adotado os princípios da reforma para lutar contra seu governante, o católico Duque de Savóia, o que favoreceu a atuação do reformador. Ele divergia de Lutero em alguns pontos, principalmente na questão da Salvação. Diferente de Lutero (salvação pela fé), ele defendia a idéia de que a fé não era suficiente, uma vez que o homem já nasce predestinado, ou seja, escolhido por Deus para a vida eterna ou para a sua condenação. Calvino tornou-se todo-poderoso, conseguindo impor sua doutrina, interferir nos costumes, nas crenças e na própria organização político-administrativa da cidade. O Calvinismo propagou-se rapidamente atingindo a França, a Holanda, a Inglaterra e a Escócia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;à Eis algumas de suas teorias e questionamentos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A riqueza material era um sinal da graça divina sobre o indivíduo. Essa teoria é assimilada pela burguesia local, que justificava não só seu comércio, como também as atividades financeiras e o lucro a elas associado. Ele justifica as atividades econômicas até então condenadas pela Igreja romana.&lt;br /&gt;- Grande rigidez na moral&lt;br /&gt;- Questiona a Liturgia da Missa (simplifica com o Sermão, a oração e a leitura da Bíblia).&lt;br /&gt;- Questiona o uso das Imagens (houve quebra-quebra nas paróquias locais)&lt;br /&gt;- Acaba com os jogos, dança ida ao teatro...&lt;br /&gt;- “O homem que não quer trabalhar, não merece comer.” afirma.&lt;br /&gt;- Livre Interpretação da Bíblia;&lt;br /&gt;- Nega o culto aos santos e a Virgem;&lt;br /&gt;- Questiona a autoridade do Papa;&lt;br /&gt;- Defende a separação entre a Igreja e o Estado;&lt;br /&gt;- Questiona o Celibato do clero;&lt;br /&gt;- Questiona a Transubstanciação (propõe uma presença material, o Cristo está presente, mas não materialmente).&lt;br /&gt;- Ele cria um conselho para reger a vida religiosa em Genebra de “12 anciãos”. Eles julgavam, ditavam regras. Consistório de Genebra.&lt;br /&gt;- A doutrina afirma que não há certeza da salvação;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;A REFORMA ANGLICANA&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os ingleses, durante a época dos Tudor, também criticavam os abusos da Igreja Romana, a ineficiência dos tribunais eclesiásticos e o favoritismo na distribuição de cargos públicos para membros do Clero, além de queixar-se do pagamento e do envio de dízimos para Roma. Durante o governo de Henrique VIII (1509-1547), a burguesia fazia pressão para o aumento do poder do parlamento. O rei, necessitando aumentar as riquezas do Estado, confisca as terras da Igreja, o que gera desentendimentos com o Papa. Isso se agrava quando o monarca solicita a anulação do casamento com Catarina de Aragão. Ele não tinha sucessores masculinos, temia que seu trono caísse em mãos espanholas. Toda a nação, com medo deste fato, apóia esse pedido. O Papa Clemente VII nega o pedido. O Rei rompe com o papado e faz uma reforma na Igreja Inglesa. Obriga seus membros a reconhecê-lo como chefe supremo e a jurar-lhe fidelidade e obediência. Obtém do clero inglês o divórcio e se casa com uma dama da corte, Ana Bolena. O Papa tenta intimidá-lo excomungando-o, mas não adianta. Em 1534, Henrique VIII decreta o Ato de Supremacia, que consolida a separação entre a Inglaterra e o papa. Torna-se o chefe da Igreja de seu país. A Reforma anglicana, na prática, apresenta poucas modificações com a Igreja romana: Questiona o Culto aos santos; A autoridade máxima é o Rei e não o papa; Questiona o culto às relíquias; Prega a popularização da leitura da Bíblia. A Reforma anglicana resolveu, na prática, dois problemas para a monarquia: a questão da herança do trono e com a venda das terras da Igreja para a burguesia e nobreza, dá um suporte financeiro para a Coroa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OBSERVAÇÃO - O Calvinismo também criou raízes na Inglaterra. Seus adeptos, os puritanos, iriam entrar em choque com os anglicanos, gerando inúmeros conflitos no século XVII, que levaram às imigrações maciças para a região da Nova Inglaterra, na América do Norte.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;A REFORMA ANABATISTA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;THOMAS MÜNTZER (1489 - 1525) liderou uma revolta em 1524 com camponeses da região do Reno. Além de atacar a Igreja pela cobrança de dízimos, passam a reivindicar a reforma agrária e a abolição dos privilégios feudais. Ele afirmava ser Luterano. O movimento se espalhou por várias regiões alemãs com assaltos a castelos, queima dos mosteiros e roubo de colheitas. A essas manifestações, seguiu-se uma repressão violenta, apoiada por Lutero em prol da Nobreza alemã. Müntzer foi preso e decapitado e houve o massacre de milhares de camponeses. Ele foi um dos grandes pregadores do ANABATISMO (os convertidos são batizados na idade adulta, mesmo já sendo batizados quando criança). Tinham a necessidade de rebatizar os indivíduos, de separar a Igreja e o Estado, de abolir as imagens e o culto dos santos, queria uma igualdade absoluta entre os homens, viver com simplicidade, pois todos eram inspirados pelo Espírito Santo. Uma das principais questões de sua formulação teológica é a igualdade. Através do sacrifício de Cristo na cruz todos os homens se tornaram iguais perante Deus e livres do “jugo do pecado”. Com base nisso, Müntzer coloca no mesmo patamar tanto os senhores como os servos e é criticado por Lutero, uma vez que estaria reduzindo a liberdade a algo meramente carnal. Esse traço do pensamento de Müntzer (associado ao lema "omnia sunt communia") foi interpretado por alguns como uma formulação pré-socialista. No entanto, o que está em questão é algo muito diferente do socialismo do século XIX e à preocupação em se viver, em todos os sentidos, segundo a natureza humana do Filho de Deus. Com a decapitação do teólogo Thomas Müntzer, a 27 de maio de 1525, terminou a Guerra dos Camponeses, responsável pela morte de pelo menos cinco mil pessoas na região da Alemanha. Seus adeptos foram fortemente reprimidos seja nos Estados Católicos, Luteranos ou Calvinistas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#3333ff;"&gt;A Contra-Reforma ou Reação Catótica&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O avanço do Protestantismo, não só neste momento, levou a Igreja Romana a se reorganizar. Foi um movimento de reação ao protestantismo também chamado de “Reação Católica”. A Igreja precisava se auto-reformar ou não sobreviveria, pois precisava, ainda, evitar que outras regiões virassem protestantes. Esse movimento de reforma interna já existia, mas é nesse momento que ele é aprofundado. Entre 1545 e 1563, foi convocado o CONCÍLIO DE TRENTO, pelo papa Paulo III (1534-1549) onde houve reafirmações e mudanças. O Concílio de Trento foi o mais longo da história da Igreja: é chamado Concílio da Contra-Reforma. Emitiu numerosos decretos disciplinares. O concílio especificou claramente as doutrinas católicas quanto à salvação, os sacramentos e o cânone bíblico, em oposição aos protestantes e estandardizou a missa através da igreja católica, abolindo largamente as variações locais. A nova missa estandardizada tornou-se conhecida como a "Missa Tridentina", com base no nome da cidade de Trento, onde o concílio teve lugar. Regula também as obrigações dos bispos e confirma a presença de Cristo na Eucaristia. São criados seminários como centros de formação sacerdotal e reconhece-se a superioridade do papa sobre a assembléia conciliar. É instituído o índice de livros proibidos Index Librorum Prohibitorum e reorganizada a Inquisição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eleito Papa em 13 de Outubro de 1534, procurou reformar a Igreja. Paulo III provou a criação da Companhia de Jesus de Inácio de Loyola em 1540. Convocou o Concílio de Trento em 1545. Excomungou Henrique VIII de Inglaterra, mas não conseguiu travar a Reforma Protestante. Concedeu a Inquisição em Portugal a D. João III. Lançou as bases da Contra-Reforma. Após a morte de Paulo III, assume o pontificado o papa Júlio III (1550-1555). Em 1536 foi nomeado cardeal-bispo de Palestrina pelo Papa Paulo III, a quem serviu em importantes legações; ele foi o primeiro a presidir ao Concílio de Trento, abrindo a primeira sessão em Trento, em 13 de Dezembro de 1545, com uma breve oração. Durante o concílio, foi o líder do partido papal contra o imperador Carlos V, com quem entrou em conflito por variadas vezes, especialmente quando, em 26 de Março de 1547, transferiu o Concílio para Bolonha. Foi sucedido pelo papa Marcelo II (9 de abril de 1555 - 1 de maio de 1555), que faleceu provavelmente por causa de sua constituição débil e pela fadiga acumulada ao fim de 21 dias de pontificado. Essa nova eleição papal atrasou as reformas. Foi eleito para seu lugar o papa Paulo IV (1555-1559). Foi nomeado cardeal em 1536 e após o curtíssimo pontificado de Marcelo II, foi eleito papa em 23 de maio de 1555, apesar da decidida oposição dos cardeais do partido ligado ao imperador Carlos V. Mesmo com idade avançada, o papa, que assumiu o nome de Paulo IV, dedicou seus anos de governo, sobretudo à organização da Inquisição romana, fundada por Paulo III graças à sua sugestão, e à reconstrução administrativa e moral das altas hierarquias católicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi Papa de 25 de Dezembro de 1559, o papa Pio IV (1559-1565), sendo o 225º papa. Contaminado pelo nepotismo, mudou a política anti-imperial do Papa anterior, Paulo IV e conseguiu concluir o concílio de Trento (1562-1563) cujos decretos começaram a ser aplicados nos últimos dois anos de seu pontificado. Publicou um novo Índice de Livros Proibidos em 1564 e reformou o Sacro Colégio. A pedido do imperador, permitiu a Eucaristia sob as duas espécies a alemães, austríacos e húngaros em 1564 para frear o avanço do protestantismo. Fracassou porem esse seu intento no leste da Alemanha, França e Inglaterra, embora se abstivesse de excomungar a Rainha Elizabeth I. Condenou a Simonia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;O Concílio acabou sendo dividido em três períodos:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;1º Período (1545-48) — Celebraram-se 10 sessões, promulgando-se os decretos sobre a Sagrada Escritura e tradição, o pecado original, a justificação e os sacramentos em geral e vários decretos de reforma;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2º Período (1551-52) — Celebraram-se 6 sessões, continuando a promulgar-se, simultaneamente, decretos de reforma e doutrinais ainda sobre sacramentos em geral, a eucaristia, a penitência, e a extrema-unção. A guerra entre Carlos V e os príncipes protestantes constituiu um perigo para os padres de Trento;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3º Período (1562-63) — Convocado pelo Papa Pio IV, foi presidido pelos legados cardeais Ercole Gonzaga, Seripando, Osio, Simonetta e Sittico. Estiveram ainda no concílio os cardeais Cristoforo Madruzzo, bispo de Trento e Carlos Guise. O Papa enviou os núncios Commendone e Delfino aos príncipes protestantes do império reunidos em Naumburgo, e Martinengo à Inglaterra para convidar os protestantes a virem ao concílio. Neste período realizaram-se 9 sessões, em que se promulgaram importantes decretos doutrinais, mas, sobretudo decretos eficazes para a reforma da Igreja. Assinaram as suas actas 217 padres oriundos de 15 nações.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 546px; DISPLAY: block; HEIGHT: 193px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5392269276979615874" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_LP-8xJB-0MA/StUwVoOfWII/AAAAAAAAAMw/6mDWyK-y6Bw/s400/papas.JPG" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Eis as mais importantes resoluções vistas no Concílio de Trento:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Esclarece a Doutrina, conserva os sete Sacramentos e confirma os Dogmas;&lt;br /&gt;- Afirma a presença real de Cristo na Eucaristia, a Transubstanciação;&lt;br /&gt;- Inicia a redação de um Catecismo; Criação de Seminários para a formação de sacerdotes;&lt;br /&gt;- Reafirma o Celibato, a veneração aos Santos e a Virgem;&lt;br /&gt;- Aprova os Estatutos da Companhia de Jesus, criada antes do Concílio por Inácio de Loyola;&lt;br /&gt;- Mantém o Latim como língua do Culto e tradução oficial das Sagradas Escrituras;&lt;br /&gt;- Organizou a disciplina do clero: os padres deveriam estudar e formar-se em seminários. Não poderiam ser padres antes dos 25 anos, nem bispos antes dos 30 anos;&lt;br /&gt;- Reafirmava a infalibilidade do papa e o dogma da Transubstanciação;&lt;br /&gt;- Confirma como texto autêntico, a tradução de São Jerônimo, no século IV; Fortalece a Hierarquia e, portanto a unidade da Igreja Católica, ao afirmar a supremacia do Papa como “Pastor Universal de toda a Igreja”&lt;br /&gt;- Revê a prática das Indulgências, condenando os abusos. Revê a Simonia&lt;br /&gt;- Reorganizou o tribunal da Inquisição ou Santo Ofício, que fica encarregado de combater a Reforma;&lt;br /&gt;- Criação do “Índex” (índice), encarregada da censura de obras impressas, lista de livros cuja leitura era proibida aos fiéis; &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Professor Juberto Santos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/943926596414377381-3427919140888532000?l=formacaodecatequistas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/feeds/3427919140888532000/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=943926596414377381&amp;postID=3427919140888532000' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/3427919140888532000'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/3427919140888532000'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/2009/10/igreja-no-periodo-da-reforma-e-contra.html' title='A Igreja no Período da Reforma e Contra-Reforma'/><author><name>Juberto Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09621638691091875264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-GAdUAiWfNE0/Tjny9jvExkI/AAAAAAAAAVk/iKpYIcga3j4/s220/chamado5.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_LP-8xJB-0MA/StUwVoOfWII/AAAAAAAAAMw/6mDWyK-y6Bw/s72-c/papas.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-943926596414377381.post-3441809470029863596</id><published>2009-10-13T22:44:00.002-03:00</published><updated>2009-10-13T22:50:10.370-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História da Igreja'/><title type='text'>A Igreja na Idade Média (476-1453)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Em meio à desorganização administrativa, econômica e social produzida pelas “invasões” ou migrações germânicas e ao esfacelamento do Império Romano, praticamente apenas a Grande Igreja, com sede em Roma, conseguiu manter-se como instituição. Vemos os Vândalos na África, os Visigodos na Hispania, os Francos na Gália, os Anglos e Saxões nas Ilhas Britânicas, os bárbaros(Germânicos) na Itália. Consolidando sua estrutura religiosa, a Igreja foi difundindo o cristianismo entre os povos “bárbaros”, enquanto preservava muitos elementos da cultura greco-romana. Valendo-se de sua crescente influência religiosa, a igreja passou a exercer importante papel em diversos setores da vida medieval, servindo como instrumento de unificação, diante da “fragmentação política” (processo de atomização do poder – poder local forte) da sociedade feudal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;OBSERVAÇÃO:&lt;/strong&gt; O termo católico (adjetivo grego que significa “Universal”) é usado a partir do Concílio de Trento (1545 - 1563) para designar a Igreja Romana em oposição às Igrejas da Reforma. Antes, o termo utilizado era Cristandade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;· Primeiramente, vamos entender a periodização:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            A Idade Média (Medium Aevum ou Middle Age) é o termo usado para o período situado entre a Antiguidade e a Idade Moderna. Conceito estipulado no período do Renascimento Cultural (século XVI) voltado somente para a região da Europa Ocidental, ou seja, não há Idade Média na África, Japão, China... Cada um desses locais possuem denominações próprias para esse período. Tem como marco inicial o ano de 476 d.C (com o fim do Império Romano no Ocidente – tomada de Roma, pelo imperador germânico Odoacro) e tem seu término no ano de 1453 d.C (com o fim do Império Romano no Oriente - Tomada de Constantinopla pelos Turcos Otomanos). Suas características, entretanto, nunca foram às mesmas no tempo ou no espaço, pois não havia unidade nesse período. É preciso dizer o contexto específico. O período está dividido em: Alta Idade Média (séc. VI - X), Idade Média Central (séc. XI - XIII) e Baixa Idade Média (séc. XIV e XV). Há até hoje um forte preconceito sobre este período, tomado como “Idade das Trevas”, “Escuridão”, de “Pestes e Guerras”, não havia “cidades, nem comércio”, dentre outros adjetivos. Contudo, deve ser levado em consideração que num período de mil anos, não houve apenas pestes, guerras... Temos que ter um olhar consciente: Nesse período houve a criação das Universidades, da letra minúscula,  do parlamento, Hospitais, Tribunal com Júri, aperfeiçoamento da Matemática, geografia, escrita...  Devemos estudá-la sem preconceitos, com um olhar crítico e consciente. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;br /&gt;· Entendendo o Surgimento da Cristandade&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;            Entende-se Cristandade por um sistema de relações da Igreja e do Estado (ou qualquer outra forma de poder político) numa determinada sociedade e cultura. Ela perdura até praticamente a Revolução Francesa (1789), com várias modalidades dentro desse processo através dos séculos. Na história do cristianismo, o sistema iniciou-se por ocasião da Pax Ecclesiae em 313 (paz concedida pelo imperador Constantino à Grande Igreja), com o Edito de Milão (ele põe fim às perseguições) e deu origem à primeira modalidade de Cristandade dita “constantiniana”; a qual se apresenta como um sistema único de poder e legitimação da Igreja e do Império tardo-romano. As características gerais desta modalidade “constantiniana” são, entre outras, o cristianismo apresentar-se como uma religião de Estado, obrigatória, portanto para todos os súditos; a relação particular da Igreja e do Estado dar-se num regime de união; a religião cristã tender a manifestar-se como uma religião de unanimidade, multifuncional e polivalente; o código religioso cristão, considerado como o único oficial, ser, todavia diferentemente apropriado pelos vários grupos sociais, pelos letrados e iletrados, pelo clero e leigos. A figura ao lado é o “Monograma de Cristo”, da época de Constantino. Ele é formado por duas letras entrelaçadas, as letras gregas "chi" (X) e "rô" (P).  Essas letras são as iniciais de "Christós".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;· Os Padres da Igreja&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Os tempos de ouro da Patrística foram os séculos IV e V, embora possa se entender que se estenda até o século VII a chamada "idade dos Padres". Os principais Pais do Oriente foram: Eusébio de Cesaréia, Santo Atanásio, Basílio de Cesaréia, Gregório de Nisa, Gregório Nazianzo, São João Crisóstomo e São Cirilo de Alexandria. Os principais Padres do Ocidente são: Santo Agostinho, autor das "Confissões", obra prima da literatura universal e Santo Ambrósio; Eusébio Jerônimo, dálmata, conhecido como São Jerônimo que traduziu a Bíblia diretamente do hebraico, aramaico e grego para o latim. Esta versão é a célebre Vulgata, cuja autenticidade foi declara pelo Concílio de Trento. Outros pais que se destacaram foram São Leão Magno e Gregório Magno, este um romano com vistas para a Idade Média, as suas obras "os Morais e os Diálogos" serão lidas pelos intelectuais da Idade Média, e o canto "gregoriano" permanece vivo até os dias de hoje. Santo Isidoro de Sevilha, falecido em 636, é considerado o último dos grandes padres ocidentais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;·  A Cristandade Medieval&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            A Cristandade medieval ocidental é, em certa medida, a continuadora da Cristandade antiga, a do “Império Cristão” dos séculos IV e V. No contexto medieval, acentuaram-se muito mais a situação de unanimidade e conformismo, obtida por um consenso social homogeneizador e normatizador, consenso este favorecido pela constituição progressiva de uma vasta rede paroquial e clerical. As instituições todas tendiam, pois, a apresentar um caráter sacral e oficialmente cristão. Sabemos que nela predominou, em geral, a tutela do clero. Não, todavia durante os séculos IX e X, quando a tutela dos leigos sobre as instituições eclesiais a levou à sua feudalização, o que provocou a partir do século XI, o grito dos reformadores, sobretudo eclesiásticos: libertas Ecclesiae. Ocorreu então a Reforma Gregoriana, no século XI, que operou a síntese de uma reforma na e da Igreja, de uma melhora “na cabeça e nos membros”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse período vemos muitos pontos importantes. Vale a pena relembrar alguns deles:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;- Fragmentação do Império Romano no Ocidente&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Com as migrações germânicas e a queda do Império Romano no ocidente (476) os bispos começam a buscar a unificação. Apelam para a elite romana “Romanitas”, que passam a defender os valores cristãos. Os reis bárbaros vão se convertendo ao longo dos anos. Vemos a ação do papa Gregório I, o Magno (590-604) assinala que “todo o poder foi dado ao alto aos meus senhores para ajudar os homens a fazer o bem”. Assim os bispos e o Imperador e os reis têm a função de ajudar o bem e punir o mal. Primeiro papa monge, intitulava-se Servidor dos Servidores de Deus. Aproveitou-se da falência imperial na Itália para assumir o poder temporal. Desligou-se da influência bizantina e aproximou-se dos germânicos. Visigodos, suábios e lombardos se converteram. Agostinho foi à Inglaterra e converteu os anglo-saxões. Os escritos de Gregório Magno instruíram o clero e fortaleceram a religiosidade dos fiéis. Sua Regra Pastoral serviu de manual para os padres em toda a Idade Média.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;- A Distinção Gelasiana (494)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Bispo de Roma, “Papa” Gelásio I (492-496) efetuou a distinção entre o poder temporal dos imperadores e o espiritual dos papas, considerando superior o poder destes últimos. Envia um documento ao imperador do Oriente (Anastácio).Definiu a teoria dos dois poderes: o poder temporal (poder do imperador) e o poder espiritual (poder dos bispos). Os bispos, de acordo com essa teoria, seriam superiores ao poder temporal. Estabelecido ainda que a figura do papa não poderia ser julgada por ninguém. Dizia que o papel do Pontífice era antes ouvir do que julgar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;- As Heresias&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;           &lt;br /&gt;Define-se como negação ou dúvida pertinaz de uma verdade que se deve crer com fé divina e católica, por quem recebeu o batismo. Ao longo da história da Igreja vemos: O Gnosticismo (séc. II); Maniqueísmo (séc. III); Arianismo (séc. IV); Pelagianismo (séc. V); Iconoclastas (séc. VIII); Cátara e valdense (séc. XII-XIII); Protestantismo e Anglicanismo (séc. XVI); Jansenismo (séc. XVII); Modernismo (séc. XIX). O relativismo doutrinal e moral são tidos como a grande heresia atual. O rigor da Igreja no combate às heresias e cismas variou ao longo dos tempos, com períodos de grande repressão, sobretudo quando tais desvios eram cominados com penas graves pelo poder político.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;- Os Mosteiros&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;           &lt;br /&gt;Vemos com São Bento de Nursia (529), uma retomada e revigoramento dos mosteiros. Os ermitões (Ermo – significa desertos) atuavam sozinhos e passam a se organizar em pequenos grupos. São Bento traça uma regra, dando uma forma a vida monástica, a qual passa a ser copiada em outros mosteiros. O dia do monge é dividido em 7 momentos de oração, mais o trabalho manual (penitência), produz seu alimento. “Ora et Labora”. Não é necessário buscar mosteiros distantes, mas se santificar com aqueles que convive. Deu forma ao monasticismo medieval.  Ao longo da Idade Média vemos que os mosteiros preservam as escrituras sagradas, tornam-se refúgio, guardam as obras de arte e cultura...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;- As Cruzadas&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;           &lt;br /&gt;Atendendo ao apelo do papa Urbano II, em 1095, foram organizadas na Europa expedições militares conhecidas como cruzadas (esses missionários assim se chamavam pela cruz de pano que levavam na veste), cujo objetivo oficial era conquistar os lugares sagrados do cristianismo (Jerusalém, por exemplo) que estavam em poder dos muçulmanos e turcos. Entretanto, além da questão religiosa, outras causas motivaram as cruzadas: a mentalidade guerreira da nobreza feudal, canalizada pela Igreja contra inimigos externos do cristianismo (os muçulmanos); e o interesse econômico de dominar importantes cidades comerciais do Oriente. Os cristãos eram estimulados pelas indulgências que lhes prometiam o perdão dos pecados e a posse do céu. De 1095 a 1270, a cristandade européia organizou muitas cruzadas, tendo como bandeira promover guerra santa contra os infiéis. Era a guerra santa, justa, pois se dizia que os muçulmanos estavam difamando o santo sepulcro, a terra santa. Logo era “justo” que eles fossem retirados, mesmo que fosse a força. Foram, ao todo, oito grandes incursões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;- A Inquisição&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;           &lt;br /&gt;Tribunal eclesiástico para averiguar e julgar os acusados de heresia. A sua instituição jurídica data de 1232 (Inquisição Medieval); pelo papa Gregório IX, para disciplinar as freqüentes práticas persecutórias da parte do povo e dos príncipes, muitas vezes sob a forma de linchamentos. A desmoralização pública era a maior pena para os hereges condenados pelos inquisidores (bispos). No séc. XI apareceu uma heresia fanática e revolucionária, como não houvera até então: o Catarismo (do grego katharós, puro) ou o movimento dos Albigenses (de Albi, cidade da França meridional, onde os hereges tinham seu foco principal). Em geral, a Inquisição quando condenava um herege entregava-o ao braço secular, para lhe aplicar o castigo previsto nas respectivas leis e costumes, incluindo a morte na fogueira. A Igreja aplicava a condenação espiritual, “no outro mundo”. O seu funcionamento dependia muito dos inquisidores, que eram normalmente dominicanos, alguns deles elevados às honras dos altares (como S. Pedro de Verona, morto às mãos dos Cátaros). Devem reconhecer-se, além da crueza própria dos costumes de então, verdadeiros abusos e injustiças (como a condenação dos Templários e de Sta. Joana de Arc). Ficou também célebre a condenação (sem execução) de Galileu. Nos séculos. XV e XVI, a Inquisição foi reorganizada para enfrentar a heresia protestante, em geral, a pedido dos príncipes católicos. Em Espanha foi autorizada em 1478, em moldes que a fazia depender muito do poder civil. Em Portugal teve acuação moderada desde o séc. XIV, mas só se tornou particularmente rigorosa com D. Manuel I e D. João III, pelas medidas discriminatórias contra judeus e cristãos-novos. A Inquisição é inconcebível para a atual mentalidade, mas a sua correta apreciação deve ter em conta os tempos em que vigorou, em que a heresia era sentida como perigo grave para a unidade da Igreja e do Estado, e em que as penas aplicadas eram comuns no direito corrente dos povos. A Igreja aplicava as penas espirituais (na outra vida), tais como a excomunhão. Os condenados pela inquisição eram entregues às autoridades administrativas do Estado, que se encarregavam da execução das sentenças seculares. As penas aplicadas a cada caso iam desde a confiscação de bens até a morte em fogueiras. A intervenção do poder secular exerceu profunda influência no desenvolvimento da inquisição. As autoridades civis anteciparam-se na aplicação da forma física e da pena de morte aos hereges; instigaram a autoridade eclesiástica para que agisse energicamente; provocaram certos abusos motivados pela cobiça de vantagens políticas ou materiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;- A Querela das Investiduras&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Questão das Investiduras refere-se ao problema de a quem caberia o direito de nomear sacerdotes para os cargos eclesiásticos, ao papa ou ao imperador.  No século X, o imperador Oto I, do Sacro Império Romano Germânico, iniciou um processo de intervenção política nos assuntos da Igreja a fim de fortalecer seus poderes. Fundou bispados e abadias; nomeou seus titulares (abades leigos) e, em troca da proteção que concedia ao Estado da Igreja, passou a exercer total controle sobre as ações do papa. Durante esse período, a Igreja foi contaminada por um clima crescente de corrupção, afastando-se de sua missão religiosa e, com isso, perdendo sua autoridade espiritual. As investiduras (nomeações) feitas pelo imperador só visavam os interesses locais. Os bispos e os padres nomeados colocavam o compromisso assumindo com o soberano acima da fidelidade ao papa.  No século XI surgiu um movimento reformista, visando recuperar a autoridade moral da Igreja, liderado pela Ordem Religiosa de do mosteiro de Cluny (França). Esses ideais foram ganhando força dentro da Igreja, culminando com a eleição, em 1073, do papa Gregório VII, antigo monge daquela ordem reformista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;- A Reforma Gregoriana (Século XI)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os papas escolhidos passam a ser de origem germânica (monges), logo os papas romanos saem de cena, pois os primeiros não teriam parte com a política local. Com isso as reformas têm inicio com esses papas de origem monástica, com amplas mudanças de cima para baixo, hierarquizada, uma reforma das instituições. Hildebrando, reformador ligado ao movimento de Cluny, tinha acesso ao papa e, sob sua influência, Nicolau II criou em 1059 o Colégio dos Cardeais, com finalidade de eleger o papa, limitado o cesaropapismo.  Primeiro, há uma reforma do clero, contra os abusos existentes, das instituições (reforma da Igreja). Também havia a necessidade da mudança dos corações, dos pensamentos (reforma na Igreja). A reforma viria do papado, passaria pelos bispos, presbíteros e monges até chegar aos leigos. Esse espírito de reforma foi lento e progressivo, aos poucos, vemos os abusos sendo retirados. Em 1073, Hildebrando foi eleito papa, com o nome de Gregório VII. Instituiu totalmente o celibato dos sacerdotes, em 1074, e proibiu que o imperador investisse sacerdotes em cargos eclesiásticos, em 1075. O Imperador alemão Henrique IV reagiu dando o papa como deposto. Desenvolveu-se, então, um conflito aberto entre o poder temporal do imperador e o poder espiritual do papa. O papa considerou o imperador igualmente deposto, excomungando-o, e proibindo os vassalos de lhe prestar serviço, sob pena de excomunhão. Há uma interdição (sem batismos, sem eucaristia, sem extrema unção). Henrique foi ao Castelo de Canossa em 1077 e pediu perdão ao papa, que o concedeu. Esse conflito foi resolvido somente em 1122, pela Concordata de Worms, assinada pelo papa Calixto III e pelo imperador Henrique V. Adotou-se uma solução de meio termo: caberia ao papa a investidura espiritual dos bispos (representada pelo báculo), isto é, antes de assumir a posse da terra de um bispado, o bispo deveria jurar fidelidade ao imperador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;- Hospitalários (Ordem dos)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ideal cavalheiresco da Idade Média levou à criação de várias instituições de apoio aos doentes internados, ordem leiga de caráter assistencialista (1113), hospital para os peregrinos que vinham feridos e cansados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;em&gt; - Os Templários (Ordem dos)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Ordem fundada em França (1119) para lutar contra os infiéis. O nome veio-lhes da casa que tiveram em Jerusalém sobre as ruínas de uma mesquita (cavaleiros da Ordem doTemplo). Fazem votos dados pelo patriarca de Jerusalém. Em 1129, vê-se a implantação militar. Prestaram notáveis serviços na Terra Santa e no Sul da Europa, chegando a ter 5 províncias e 4000 membros. É oficializada em 1199. As benesses recebidas de reis e papas deram-lhes grande poder financeiro, o que levou Filipe o Belo, rei de França, a acusá-los, com a conivência da Inquisição, de crimes graves, obrigando o Papa (Clemente V) a suprimi-los. Muitos foram mortos. Os seus bens, em França, foram confiscados pelo rei; em Portugal, passaram para a Ordem de Cristo, fundada por D. Dinis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;- O Cisma do Ocidente (1378-1417)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi resultante da coexistência de papas e antipapas, fruto de rivalidades dentro e fora da Igreja. Não há um “cisma” de fato, pois o que se dividiu é a obediência a dois papas e não à obediência eclesial. Após a morte do papa Gregório XI, há um conclave com 16 cardeais e depois de muitas dificuldades elegem um italiano, Urbano VI. Ele era intransigente, rude, indelicado e os cardeais assinalam que querem rever a decisão e pedem a sua renúncia. Ele rejeita. Grande parte dos cardeais vão para Nápoles e realizam novo Conclave, elegendo Clemente VII. A Igreja passa a ter “dois papas”. Eles ficam em Avinhão (França). A obediência fica dividida, ambos governando. Estados que apoiavam Urbano VI (Escandinávia, Flandres, Inglaterra, o Imperador e a maioria dos príncipes) usam a força para destituir Clemente VII (apoiado pelos parentes do rei da França Carlos V, Escócia, Castela), como uma cruzada. Essa seria a “Via Facti”. Os reis, os prelados, os párocos, as ordens religiosas tomam partido e ajudam nessa adesão de obediências. Em 1394, morre Clemente VII e é eleito Bento XIII. Também morre Urbano VI e é eleito Gregório XII. Continuam dois papas a governar. Em 1409, os dois grupos buscam uma via conciliar para resolver a situação, com o Concílio de Pisa, destituem os dois papas e elegem Alexandre V (com a maior parte das Ordens Religiosas decididas a fazer uma inteira reforma na Igreja). Os dois papas não aceitam e a igreja passa a ser governada por 3 papas.  Alexandre V morre e é eleito João XXIII (nome depois cancelado e renascido somente no século XX - e já no ano seguinte tomou posse da catedra romana). Apenas em 1417, vemos uma solução: João XXIII se demite, Gregório XII abdica e Bento XIII é deposto e se isola na Catalunha, sem apoio. Martinho V (1417-1431) é eleito e traz a unicidade novamente. Retorna para Roma. Em 1439, ainda teríamos o antipapa Félix V, contudo, não avança tal fato.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;·  Concluindo...&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A intervenção do poder secular exerceu profunda influência no desenvolvimento da inquisição. As autoridades civis anteciparam-se na aplicação da forma física e da pena de morte aos hereges; instigaram a autoridade eclesiástica para que agisse energicamente; provocaram certos abusos motivados pela cobiça de vantagens políticas ou materiais. De resto, o poder espiritual e o temporal na Idade Média estavam, ao menos em tese, tão unidos entre si, que lhes parecia normal recorrer um ao outro em tudo que dissesse respeito ao bem comum. Quanto a Inquisição Romana instituída no séc. XVI era herdeira das leis e da mentalidade da lnquisição medieval e ampliada pela profunda relação entre o “Trono e o Altar”, mas isso é assunto para um outro texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Deixo um breve texto do nosso saudoso D. Estevão Bettencourt sobre o tema:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;“Em nossos tempos, o Papa João Paulo II pediu perdão repetidamente por falhas dos filhos da Igreja. É de notar que não mencionou ‘falhas da igreja’, mas ‘falhas dos filhos da Igreja’. Implicitamente retomou a distinção entre pessoa e pessoal da Igreja: pessoa seria a Igreja Esposa de Cristo, que o Senhor vivifica e à qual garante a fidelidade ao Evangelho; pessoal seriam os fiéis, que nem sempre obedece às normas da Santa Mãe Igreja. O pecado está na Igreja, mas não é da Igreja; é resquício da velha criatura dentro da novidade da criatura oriunda do Batismo e da inserção em Cristo.”&lt;/span&gt; (in: BETTENCOURT, E. in: Na História da Igreja luzes e sombras)&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;Professor Juberto Santos&lt;br /&gt;historiador_ufrj@yahoo.com.br&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/943926596414377381-3441809470029863596?l=formacaodecatequistas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/feeds/3441809470029863596/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=943926596414377381&amp;postID=3441809470029863596' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/3441809470029863596'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/3441809470029863596'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/2009/10/igreja-na-idade-media-476-1453.html' title='A Igreja na Idade Média (476-1453)'/><author><name>Juberto Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09621638691091875264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-GAdUAiWfNE0/Tjny9jvExkI/AAAAAAAAAVk/iKpYIcga3j4/s220/chamado5.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-943926596414377381.post-8951621904862115016</id><published>2008-04-18T00:58:00.004-03:00</published><updated>2008-04-18T01:22:34.302-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Igreja Católica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Igreja'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='catequisar catequista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='discípulos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='formação de catequistas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História da Igreja'/><title type='text'>Falece Dom Estevão Bettencourt</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.aquinate.net/figuras-aquinate/destevao.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 134px; CURSOR: hand; HEIGHT: 192px" height="251" alt="" src="http://www.aquinate.net/figuras-aquinate/destevao.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;Falece Dom Estevão Bettencourt&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Faleceu no dia 14 de abril, no Rio de Janeiro, no mosteiro de São Bento, o monge beneditino, exegeta e teólogo brasileiro, Dom Estevão Bettencourt. O corpo foi velado no local e a Missa de corpo presente às 16 horas. Foi enterrado no dia 15/04 no Mosteiro de São Bento.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;1. VIDA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os elementos biográficos de D. Estêvão Bettencourt são aqui considerados em três etapas: do nascimento ao ingresso no Mosteiro de São Bento (A); do ingresso na Abadia do Rio aos estudos em Roma (B); do retorno de Roma até a presente data (C).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A. Do Nascimento ao Ingresso no Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Flávio Tavares Bettencourt nasceu na cidade do Rio de Janeiro aos 16 de setembro de 1919, sendo seus genitores Antônio de Souza Bettencourt e Maria Tavares Bettencourt. Aos 9 de novembro de 1919 recebeu o sacramento do Batismo ministrado pelo Monsenhor Luiz Gonzaga do Carmo na Igreja Nossa Senhora da Glória (Laranjeiras). Fez sua Primeira Comunhão aos 15 de agosto de 1930, na Capela do Colégio de Nossa Senhora de Sion (RJ). Aos 4 anos de idade viajou com os pais para Paris, onde permaneceu até 1928 quando então regressou ao Brasil. Os estudos, iniciados em Paris no Lyceé Buffon prosseguiram no Colégio de São Bento do Rio de Janeiro, onde, de 1931 a 1935, fez o curso ginasial. Foi através do convívio diário com os monges - sobretudo com D. Pedro Candiota, D. Vicente Ribeiro e D. Tarcísio Silva Ferreira - que Flávio Bettencourt chegou a conhecer a vida monástica. Esses monges tiveram papel preponderante no crescimento de sua vida espiritual e na descoberta de sua vocação beneditina. Tendo já concluído o curso ginasial, ingressou no Mosteiro de São Bento a 1 de fevereiro de 1936.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;B. Do Ingresso na Abadia do Rio aos Estudos em Roma&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Decorridos sete meses de sua entrada, recebeu aos 6 de outubro de 1936 o hábito de noviço das mãos do Abade D. Tomás Keller e, em razão de sua devoção aos mártires da Igreja primitiva, teve como padroeiro onomástico o protomártir S. Estêvão. Emitiu seus primeiros votos monásticos a 7 de outubro de 1937 na sala capitular do Mosteiro; sua profissão temporária foi recebida pelo Prior D. Bento Martins. Desde a mocidade quer durante o curso ginasial no Colégio de São Bento, quer no período de seu noviciado, foi D. Estêvão um apaixonado pelos estudos. Ele é a figura típica do homem plenamente dedicado ao estudo. Imbuído do conhecimento do grego, do latim, do francês, do inglês e do alemão, ele foi mandado por D. Tomás Keller para Roma a fim de doutorar-se em Filosofia no Pontifício Ateneu de Santo Anselmo, onde permaneceu de novembro de 193 a janeiro de 1945. Chegou no Colégio de S. Anselmo a 1 de novembro de 193, iniciando logo o curso de Filosofia. Em julho de 1939 recebeu o grau de bacharel e, em seguida, presta exame de Licenciatura (De universa) aos 18 de maio de 1940.Pouco antes de iniciar o curso de Teologia, fez sua profissão solene em Monte Cassino aos 7 de novembro de 1940, nas mãos do Abade D. Gregório IX Diamare. Recebeu o diaconato aos 12 de julho de 1942, conferido pelo Arcebispo D. Aloísio Tráglia, na Basílica de Santo Antonio de Pádua, em Roma. A ordenação presbiteral realizou-se na igreja de S. Agnese na Piazza Navona aos 18 de julho de 1943, ministrada pelo mesmo Arcebispo que o fez diácono.Importante foi o seu contato com o monge beneditino D. Anselmo Stolz. Percebendo em D. Estêvão Bettencourt uma inteligência lúcida e profunda bem como sua formação monástica-espiritual, procurou com habilidade convencê-lo a fazer o doutorado em Teologia. Não obtendo êxito, resolveu escrever uma carta a D. Tomás Keller solicitando gentilmente que seu aluno D. Estêvão Bettencourt tivesse a permissão de doutorar-se em Teologia Dogmática. O pedido foi prontamente acolhido pelo Abade do Rio1.Assim, depois de ter iniciado o curso de Teologia em 1940, recebe o grau de bacharelado em 1942 e presta o exame de Licenciatura em julho de 1943. Em novembro de 1944 defende a tese de doutorado sobre Orígenes2, tendo como moderador D. A. Stolz. Em outubro de 1944 matriculou-se no Pontifício Instituto Bíblico de Roma para cursar algumas matérias, pois ele antecipara a redação e a defesa de sua tese de doutorado. Aos 21 de janeiro de 1945 apresentou-se a oportunidade rara de voltar ao Brasil devido à II Guerra Mundial.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;C. Retorno de Roma&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aos 2 de fevereiro de 1945 chegou ao Rio. No Mosteiro realizou um Seminário sobre a Sabedoria Hipostática no Antigo Testamento sob a orientação do Abade D. Tomás Keller, a fim de completar os créditos necessários com a autorização do Pe. Reitor do Colégio de S. Anselmo. Iniciou-se então uma nova fase de sua vida, marcada sobretudo por uma intensa atividade no campo teológico, sempre associada à contemplação e ao ritmo do "ora et labora" de S. Bento. Assim podemos destacar três aspectos desse labor eclesial:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;a) O ensino das ciências bíblicas e da teologiaDesde o ano letivo de 1945, D. Estêvão assumiu a cátedra bíblica na Casa de Estudos da Congregação que funcionava no interior da Abadia do Rio de Janeiro e que, como Escola Teológica da Congregação Beneditina do Brasil, passou a funcionar em sede própria no Mosteiro. Ao longo dos anos foi professor também de diversas disciplinas filosóficas e teológicas em várias Universidades e Institutos do Riop de Janeiro: na Universidade Santa Úrsula (de 1946 a 1980), na Pontifícia Universidade Católica (de 1958 a 1961 e de 1968 a 1974), na Universidade Católica de Petrópolis (de 1968 a 1978), no Instituto Superior de Teologia da Arquidiocese do Rio de Janeiro (desde 1985), na Escola Superior de Catequese "Mater Ecclesiae", na Escola "Luz e Vida" de Catequese, no Instituto Pio X do Rio de Janeiro (1957 e 1958).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;b) Participação em cursos, simpósios e congressosAlém das aulas regulares durante os semestres acadêmicos, D. Estêvão Bettencourt participou de várias Semanas Bíblicas Nacionais promovidas desde 1947 pela Liga de Estudos Bíblicos (LEB) do Brasil3, bem como nas Semanas Teológicas organizadas pelo "Studium Theologicum" de Petrópolis. Na qualidade de representante da LEB, tomou parte na XX Semana Bíblica Italiana realizada no Instituto Bíblico de Roma de 23 a 28 de setembro de 1968. Foi também conferencista e debatedor nas quatro Semanas Internacionais de Filosofia, realizadas respectivamente em São Paulo (1972), Petrópolis (1974), Salvador (1976) e Curitiba (1978). Representou a Arquidiocese do Rio de Janeiro no IV Congresso Eucarístico Internacional realizado em Melbourne (Austrália) em 1973. Ainda nesse mesmo ano foi para Jerusalém aperfeiçoar-se em arqueologia bíblica na Escola Bíblica Franciscana e em exegese bíblica na Escola Bíblica dos Dominicanos. De 23 a 25 de junho de 1976 participou do I Seminário de Integração "Sistemas de Ensino-Comunidade do Estado do Rio de Janeiro" como representante da Universidade Santa Úrsula. Entre suas participações mais recentes em encontros internacionais, destacamos, por fim, o Congresso de Teologia realizado em Caracas (Venezuela) de 14 a 17 de fevereiro de 1988, onde apresentou a conferência intitulada "Jesus Histórico"4.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;c) Outras atividadesEntre outras atividades importantes, salientamos as seguintes: Diretor do Instituto de Teologia da Associação Universitária Santa Úrsula em 195; Decano do Centro de Teologia, Filosofia e Ciências Sociais em 196 e 197; Vice-Reitor da Faculdade Eclesiástica de Filosofia João Paulo II desde 1981; Membro dos Conselhos Universitários e de Ensino e Pesquisa de 1976 a 1980; Vice-Presidente da Sociedade Brasileira de Filósofos Católicos desde 1974; Vice-Presidente da LEB de 1964 a 1967 e de 1975 a 1977; Consultor da Comissão Episcopal de Doutrinas da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil; Membro da Comissão de Diálogo Judeo-Cristão da CNBB; Diretor Executivo das Escolas "Mater Ecclesiae" do Rio de Janeiro. Assinalamos, por fim, que desde 1982 é secretário da Instituição Communio e redator-chefe da revista homônima no Brasil, participando anualmente dos encontros internacionais organizados pela entidade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;2. A OBRA EXEGÉTICO-TEOLÓGICA&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tínhamos originariamente a esperança de que este festschrift incluísse uma bibliografia completa de tudo quanto D. Estêvão Bettencourt escreveu ao longo de 44 anos de cátedra. Esta empresa não foi possível porque ultrapassaria os limites deste [escrito]. Por essa razão decidimos elencar aqui todos os seus livros e artigos mais significativos, bem como seus cursos por correspondência e suas traduções. Não fazem parte deste levantamento suas recensões, suas cartas e seus artigos publicados nas revistas Pergunte e Responderemos5 (a não ser quando este período reproduza comunicações feitas em Congressos) e Em Comunhão6. Antes, porém, de enumerar seus escritos, convém ressaltar alguns aspectos de sua obra exegético-teológica:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O primeiro aspecto a destacar em toda obra de D. Estêvão Bettencourt é essencialmente este: fidelidade plena ao Evangelho tal como é professado pelo Magistério da Igreja. Em seus livros recorre sempre ao dado bíblico, aos Santos Padres e às diretrizes emanadas da Santa Sé, sem negligenciar as conquistas do método histórico-crítico (formgeschichte) aplicado à Bíblia. Suas obras sobre o Antigo e o Novo Testamento trouxeram imensos progressos para o Movimento Bíblico no Brasil7, de tal modo que foram leitura obrigatória para todos intelectuais católicos e teólogos brasileiros que se interessavam pelo estudo sério da Bíblia. Como estudioso e homem da Igreja, procura transmitir e explicar o depósito comum da fé. Todo seu labor teológico é plenamente um serviço eclesial. Na revista Pergunte e Responderemos nota-se não somente a preocupação de anunciar as verdades que pertencem à essência da fé católica, mas também o empenho pastoral em enfatizar que a Bíblia é a Palavra de Deus para o Povo de Deus. Além de apresentar o pensamento autêntico da Igreja em relação aos diversos ramos do saber (exegese, teologia, filosofia, antropologia, etc.), Pergunte e Responderemos aclara também as verdades fundamentais da fé quando estas são impugnadas por qualquer tipo de publicação. Até hoje esta revista continua a trazer informações atualizadas sobre questões bíblicas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 132px; CURSOR: hand; HEIGHT: 181px" height="260" alt="" src="http://www.cot.org.br/igreja/img/dom-estavao-bettencourt-04.jpg" border="0" /&gt;O segundo aspecto é o seu modo de fazer teologia sempre a partir de sua vivência espiritual. Ele realizou uma integração entre exegese científica e exegese espiritual, entre crítica e investigação teológica. Longe de se contentar com o estudo de aspectos secundários dos textos bíblicos, ele valoriza a mensagem que eles contêm: mensagem principal, que é uma mensagem religiosa, um apelo à conversão e uma boa nova de salvação capaz de transformar os homens, introduzindo-os na comunhão divina. Seu interesse pela significação teológica e religiosa da Bíblia se deve ao fato de que a Palavra de Deus é portadora de valores permanentes (conversão, fé, reconciliação). Sempre procura projetar em seus leitores que a Igreja de ontem e de hoje, com suas normas e ritos, é a expressão da iniciativa salvífica de Deus e o lugar privilegiado do encontro com Cristo e com o Pai. Ao mesmo tempo em que conduz os fiéis a um compromisso sério com a Igreja, D. Estêvão Bettencourt lhes incute também a esperança de uma vida póstuma que o anima continuamente em sua vivência de amor e doação a Deus, à Igreja e ao mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Autor: D. Bento Silva Santos, OSBFonte: Coletânea Tomo I: Homenagem a D. Estêvão Bettencourt, OSB (Edições Lumen Christi, 1990, pp. 1-11&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=257101"&gt;http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=257101&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://blogdasagradafamilia.blogspot.com/2008/04/dom-estevo-bittencourt-sepultado.html"&gt;http://blogdasagradafamilia.blogspot.com/2008/04/dom-estevo-bittencourt-sepultado.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/943926596414377381-8951621904862115016?l=formacaodecatequistas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/feeds/8951621904862115016/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=943926596414377381&amp;postID=8951621904862115016' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/8951621904862115016'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/8951621904862115016'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/2008/04/falece-dom-estevo-bettencourt.html' title='Falece Dom Estevão Bettencourt'/><author><name>Juberto Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09621638691091875264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-GAdUAiWfNE0/Tjny9jvExkI/AAAAAAAAAVk/iKpYIcga3j4/s220/chamado5.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-943926596414377381.post-607791927436186523</id><published>2008-03-25T10:57:00.006-03:00</published><updated>2010-10-02T19:01:45.205-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jesus Cristo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='catequisar catequista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='catequese'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cristo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jesus'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='catequisar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='oração'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='formação de catequistas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dinâmica'/><title type='text'>Pai Nosso Meditado. Um diálogo muito interessante...</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_LP-8xJB-0MA/R-kHhEdXNSI/AAAAAAAAAEc/yhUHHdE3low/s1600-h/1008136.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5181681110980441378" src="http://bp2.blogger.com/_LP-8xJB-0MA/R-kHhEdXNSI/AAAAAAAAAEc/yhUHHdE3low/s320/1008136.jpg" style="cursor: hand; float: right; margin: 0px 0px 10px 10px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;&lt;span style="font-size: 180%;"&gt;Pai-Nosso Meditado&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;CRISTÃO: Pai nosso que estais no céu...&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: 85%;"&gt;DEUS: Sim? Estou aqui.CRISTÃO: Por favor, não me interrompa, estou rezando! DEUS: Mas você me chamou!CRISTÃO: Chamei? Eu não chamei ninguém. Estou rezando. Pai nosso que estais no céu...DEUS: Aí, você chamou de novo.CRISTÃO: Fiz o que?DEUS: Me chamou. Você disse: Pai nosso que estais no céu. Estou aqui. Como é que Posso ajudá-lo?CRISTÃO: Mas eu não quis dizer isso. É que estou rezando. Rezo o Pai Nosso todos os dias, me sinto bem rezando assim. É como se fosse um dever. E não me sinto bem até cumpri-lo...DEUS: Mas como podes dizer Pai Nosso, sem lembrar que todos são seus irmãos, como podes dizer que estais no céu, se você não sabe que o céu é a paz, que o céu é amor a todos?CRISTÃO: É, realmente ainda não havia pensado nisso.DEUS: Mas, prossiga sua oração.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;CRISTÃO: Santificado seja o Vosso nome...&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: 85%;"&gt;DEUS: Espere aí! O que você quer dizer com isso?CRISTÃO: Quero dizer... quer dizer, é... sei lá o que significa. Como é que vou saber? Faz parte da oração, só isso!DEUS: Santificado significa digno de respeito, Santo, Sagrado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;CRISTÃO: Agora entendi. Mas nunca havia pensado no sentido dessa palavra SANTIFICADO "Venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu..."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: 85%;"&gt;DEUS: Está falando sério?CRISTÃO: Claro! Porque não?DEUS: E o que você faz para que isso aconteça?CRISTÃO: O que faço? Nada! É que faz parte da oração, além disso seria bom que o Senhor tivesse um controle de tudo o que acontecesse no céu e na terra também.DEUS: Tenho controle sobre você?CRISTÃO: Bem, eu freqüento a igreja!DEUS: Não foi isso que Eu perguntei. Que tal o jeito que você trata os seus irmãos, a maneira com que você gasta o seu dinheiro, o muito tempo que você dá à televisão, as propagandas que você corre atrás, e o pouco tempo que você dedica à Mim?CRISTÃO: Por favor. Pare de criticar!DEUS: Desculpe. Pensei que você estava pedindo para que fosse feita a minha vontade. Se isso for acontecer tem que ser com aqueles que rezam, mas que aceitam a minha vontade, o frio, o sol, a chuva, a natureza, a comunidade. CRISTÃO: Está certo, tens razão. Acho que nunca aceito a sua vontade, pois reclamo de tudo: se manda chuva, peço sol, se manda o sol reclamo do calor, se manda frio, continuo reclamando, se estou doente peço saúde, não cuido dela, deixo de me alimentar ou como muito...DEUS: Ótimo reconhecer tudo isso. Vamos trabalhar juntos Eu e você, mas olha, vamos ter vitórias e derrotas. Eu estou gostando dessa nova atitude sua.CRISTÃO: Olha Senhor, preciso terminar agora. Esta oração esta demorando muito mais do que costuma ser. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Cristão: Vou continuar: "o pão nosso de cada dia nos daí hoje..."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: 85%;"&gt;DEUS: Pare aí! Você está me pedindo pão material? Não só de pão vive o homem, mas também da minha palavra. Quando me pedires o pão, lembre-se daqueles que nem conhecem pão. Pode pedir-me o que quiser, desde que me veja como um Pai amoroso! Eu estou interessado na próxima parte de sua oração. Continue!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;CRISTÃO: "Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido"&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: 85%;"&gt;DEUS: E o seu irmão desprezado?CRISTÃO: Está vendo? Olhe Senhor, ele já criticou várias vezes e não era verdade o que dizia. Agora não consigo perdoar. Preciso me vingar.DEUS: Mas, e sua oração? O que quer dizer sua oração? Você me chamou, e eu estou aqui, quero que saias daqui transfigurado, estou gostando de você ser honesto. Mas não é bom carregar o peso da ira dentro de você, não acha? CRISTÃO: Acho que iria me sentir melhor se me vingasse!DEUS: Não vai não! Vai se sentir pior. A vingança não é tão doce quanto parece. Pense na tristeza que me causaria, pense na sua tristeza agora. Eu posso mudar tudo para você. Basta você querer.CRISTÃO: Pode? Mas como?DEUS: Perdoe seu irmão, Eu perdoarei você e te aliviareiCRISTÃO: Mas Senhor, eu não posso perdoá-lo.DEUS: Então não me peças perdão também!CRISTÃO: Mais uma vez está certo! Mais do que quero vingar-me, quero a paz com o Senhor. Esta bem, esta bem; eu perdôo a todos, mas ajude-me Senhor. Mostre-me o caminho certo para mim e meus inimigos.DEUS: Isto que você pede é maravilhoso, estou muito feliz com você. E você como está se sentindo?CRISTÃO: Bem, muito bem mesmo! Para falar a verdade, nunca havia me sentido assim! É tão bom falar com Deus.DEUS: Ainda não terminamos a oração. Prossiga...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;CRISTÃO: "E não deixeis cair em tentações, mas livrai-nos do mal..."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: 85%;"&gt;DEUS: Ótimo, vou fazer justamente isso, mas não se ponha em situações onde possa ser tentado.CRISTÃO: O que quer dizer com isso?DEUS: Deixe de andar na companhia de pessoas que o levam a participar de coisas sujas, intrigas, fofocas. Abandone a maldade, o ódio. Isso tudo vai levá-lo para o caminho errado. Não use tudo isso como saída de emergência!CRISTÃO: Não estou entendendo!DEUS: Claro que entende! Você já fez isso comigo várias vezes. Entra no erro, depois corre me pedir socorro.CRISTÃO: Puxa, como estou envergonhado!DEUS: Você me pede ajuda, mas logo em seguida volta a errar de novo, para mais uma vez vir fazer negócios comigo!CRISTÃO: Estou com muita vergonha, perdoe-me Senhor!DEUS: Claro que perdôo! Sempre perdôo a quem está disposto a perdoar também, mas não esqueça, quando me chamar, lembre-se de nossa conversa, medite cada palavra que fala! Termine sua oração.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;CRISTÃO: Terminar? Há, sim, "Amém!"&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: 85%;"&gt;DEUS: O que quer dizer amém?CRISTÃO: Não sei. É o final da oração.DEUS: Você só deve dizer amém quando aceita dizer tudo o que eu quero, quando concorda com minha vontade, quando segue os meus mandamentos, porque AMÉM! Quer dizer: assim seja, concordo com tudo que rezei.CRISTÃO: Senhor, obrigado por ensinar-me esta oração e agora obrigado por fazer-me entendê-la.DEUS: Eu amo cada um dos meus filhos, amo mais ainda aqueles que querem sair do erro, quer ser livre do pecado. Abençôo-te e fica com minha paz! CRISTÃO: Obrigado, Senhor! Estou muito feliz em saber que és meu amigo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;(Autor Desconhecido)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/943926596414377381-607791927436186523?l=formacaodecatequistas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/feeds/607791927436186523/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=943926596414377381&amp;postID=607791927436186523' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/607791927436186523'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/943926596414377381/posts/default/607791927436186523'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://formacaodecatequistas.blogspot.com/2008/03/pai-nosso-meditado-um-dilogo-muito.html' title='Pai Nosso Meditado. Um diálogo muito interessante...'/><author><name>Juberto Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09621638691091875264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-GAdUAiWfNE0/Tjny9jvExkI/AAAAAAAAAVk/iKpYIcga3j4/s220/chamado5.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_LP-8xJB-0MA/R-kHhEdXNSI/AAAAAAAAAEc/yhUHHdE3low/s72-c/1008136.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-943926596414377381.post-8645225526335555734</id><published>2008-03-25T10:42:00.002-03:00</published><updated>2008-03-25T10:53:29.625-03:00</updated><category scheme='http://
