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terça-feira, 5 de outubro de 2010

Dinâmica III

Ess dinâmica é interessante. Faça uma folha matriz com duas dessas imagens e faça cópias. E peça para os integrantes, individualmente, tentarem desvendar o que está na imagem (JESUS).

Boa dinâmica!!!

sábado, 2 de outubro de 2010

Dinâmicas - Parte II

Dinâmica do Tapete

Materiais: 1 tapete (pode ser um lençol, toalha ...) que será colocado no chão e espalhado dentro dele, uma cruz (pode ser de madeira, cartolina ...) , uma Bíblia, uma vela acesa (pode ser o Círio Pascal), flores de papel, pequenas pedras, pegadas (podem ser feitas de cartolina), frases bíblicas (digitadas em folhas ou escritas em pedaços de cartolinas),  um aparelho de som (com músicas instrumentais ou de oração) ou uma pessoa tocando violão executando o mesmo tipo de músicas.

Local: poder ser uma sala, um grande espaço, contudo, se possível, com pouca iluminação para sobressair a luz da vela. As pessoas ficarão sentadas em volta do tapete. O número de participantes é indeterminado. Os participantes podem entrar em fila, um de cada vez silenciosamente.

Desenvolvimento: Há vários modos de se aproveitar essa dinâmica.  O coordenador pode encaixá-la em várias situações: Conflitos dentro do grupo, problemas pessoais dos participantes, cura interior, integração...

Dentre elas, podemos ter:

1 - O coordenador orienta a todos que observem bem tudo o que está dentro do tapete e que vão se sentando calmamente. A  música já estará sendo executada. Deixe que eles permaneçam assim por alguns minutos. Após estes primeiro momento, o coordenador diz que cada participante (em ordem ou aleatoriamente) deverá pegar:

            - Pedras (pode ser mais de uma) – São os problemas, tristezas, as barreiras que o aflige na caminhada, podendo comentá-los.
            - Flores (pode ser mais de uma) – São as graças que têm recebido, as alegrias.
            - Passagens bíblicas – se elas falarem algo para o seu coração.
            - Pegadas – o que te move na fé, no caminho  de Deus.

            E assim, o coordenador orientará o grupo, fazendo-os refletirem em seus problemas, nas situações do mundo (casa, trabalho, escola, faculdade, amigos, namoro, fé, igreja, grupo, pais...). Cada participante mostrará suas fraquezas, seus problemas, e o coordenador poderá trabalhá-los se utilizando também de músicas de oração (importante que todos tenham em mãos a letra) para ampliar essa reflexão.

2 – Com o mesmo estilo, só que, ao final, pode ser feito a queima desses problemas dentro de um recipiente. Os participantes, ao final, escreveriam seus problemas em um papel, ele seria aceso no Círio e colocado, posteriormente,  nesse recipiente para ser queimado por completo simbolizando que tais problemas, pecados podem ser superados, que cada um não o quer mais presente em sua vida.

Dinâmicas - Parte I

DINÂMICA DO TUBARÃO


Material: Um local espaçoso.

Como Fazer:

1- O animador explica a dinâmica: imaginem que agora estamos dentro de um navio, e neste navio existem apenas botes salva-vidas para um determinado número de pessoas, quando for dita a frase "Tá afundando", os participantes devem fazer grupos referentes ao número que comporta cada bote, e quem ficar fora do grupo será "devorado" pelo tubarão (deve ser escolhida uma pessoa com antecedência).

2- O número de pessoas no bote deve ser diminuído ou aumentado, dependendo do número de pessoas.

Conclusão: Responde-se às seguintes perguntas:

1) Quem são os tubarões nos dias de hoje?
2) Quem é o barco?

3) Quem são os botes?
4) Alguém teve a coragem de dar a vida pelo irmão?



MEUS SENTIMENTOS


Objetivo: Apresentação e entrosamento

Material: Papel e lápis de cor

Como Fazer:

a) Cada um deve retratar num desenho os sentimentos, as perspectivas que têm.
b) Dar um tempo para este trabalho individual que deve ser feito em silêncio, sem nenhuma comunicação.
c) Num segundo momento as pessoas se reúnem em subgrupos e se apresentam dizendo o nome, de onde vem, mostrando o seu desenho explicado-o.
d) O grupo escolhe um dos desenhos para ser o seu símbolo apresentando-o e justificando.
e) Pode-se também fazer um grupão onde cada um apresenta mostrando e comentando o seu desenho.

Palavra: Fl. 1,3-11 e Salmos 6

MARCHA OU PONTO
Objetivo: Oração, pedido de perdão, preces, revisão de vida...
Material: Uma folha branca com um ponto escuro ou mancha, bem no centro da folha.

Como Fazer:

a) Mostrar ao grupo a folha com o ponto ou mancha no centro.
b) Depois de um minuto de observação silenciosa, pedir que se expressem descrevendo o que viram.
c) Provavelmente a maioria se deterá no ponto escuro. Pedir, então, que tirem conclusões práticas.

Exemplo: Em geral, nos apresentamos nos aspectos negativos dos acontecimentos, das pessoas, esquecendo-nos do seu lado luminoso que, quase sempre, é maior.

Palavra: 1Cor 3,1-4 e Salmos 51


AS FERRAMENTAS


Objetivo: Oração, revisão de vida, Apresentação e integração

Material: Um papel ou pedaço de cartolina com o nome de uma ferramenta escrita nele (martelo, prego, parafuso, serrote, emprumadeira, chave de fenda, pincel, porca, metro...)

Como Fazer: Será distribuído um papel para cada participante. Eles refletirão por alguns minutos. Após esse primeiro momento, o coordenador explicará que cada um terá que se apresentar e dizer qual ferramenta tirou e explicar um pouco como se pode qualificar uma pessoa sendo tal ferramenta, no caso, ele próprio. Se ele se vê daquela forma (dentro e fora da Igreja). O corrdenador pode auxiliar cada um sobre a ferramenta que retirou.

Exemplo: Uma pessoa retirou o “Parafuso”. Ele diz: “– Meu nome é Juberto, tenho 23 anos ..., e a ferramenta que eu retirei foi o parafuso. Ás vezes, vejo que eu dou muitas voltas para chegar aos meus objetivos, que preciso de ajuda assim como o parafuso precisa da chave de fenda...

Conclusão: Todos nós, mesmo sendo diferentes, somos fundamentais para a Evangelização, para Deus. Cada ferramenta possui seus defeitos e qualidades, mas apenas, juntas, conseguem criar cadeiras, mesas, portas. Para Deus também, pois nós temos defeitos e qualidade, mas apenas estando juntos conseguiremos alcançar a Glória de Deus (pode-se cantar a música “Vem Espírito, sozinho eu não posso mais...”)

Palavra: Jo 17, 21 (“Para que todos sejam um”)


A CHUVA

Objetivo: Mostrar como a união pode realizar grandes coisas.

Material: suas mãos

Como Fazer: O coordenador perguntará a todos se é possível chover naquele momento onde todos estão. Isso mesmo dentro da sala? Se realmente acreditam que isso pode acontecer?

Após isso, pedirá para que todos levantem o braço direito e abra bem a mão. Depois peça que todos peguem a mão esquerda e só levantem o dedo indicador


1 - Todos começam a bater o dedo indicador na mão direita (terá a sensação de um “Chuvisco”).
2 - Depois peça que todos levantem o dedo médio junto com o indicador e batam na outra mão (o chuvisco ficará mais forte).
3 - Depois com três dedos ... (começou a chuva)
4 - Depois com quatro dedos ... (Ta caindo um toró!!!)
5 - Depois com cinco dedos ... (Dá uma salva de palmas para o nosso Deus que é 1000!!!)

Repita esse procedimento algumas vezes. Quanto maior o número de participante, melhor será o som da chuva.

Conclusão: Devemos acreditar que Jesus pode realizar milagres em nossas vidas, que Ele pode nos ajudar em nossos problemas, que nos Ama muito. Apenas precisamos crer.

Palavra: Is 43, 1ss / Jo 16, 33 / Jo 11, 26 / 1 Ts 5, 24 / Hb 10, 38 ...


PESSOAS - BALÕES


Objetivo: Reflexão sobre a vivência comunitária; reflexão sobre as dificuldades em se superar críticas ou ofensas recebidas.

Material: balões cheios (um não amarrado) e um alfinete.

Como Fazer:

a) O coordenador deve explicar aos participantes porque certas pessoas em determinados momentos de sua vida, se parecem com os balões:

- Alguns estão aparentemente cheios de vida, mas por dentro nada mais têm do que ar e esvaziam-se com facilidade (pega um balão não amarrado e o solta), para ele voar rapidamente murchando.
- Outros parecem ter opinião própria, mas se deixam lavar pela mais suave brisa; (Dá um tapa no balão para ele voar perante todos)
- Por fim, alguns vivem como se fossem balões cheios, prestes a explodir; basta que alguém os provoque com alguma ofensa para que (neste momento estoura-se um balão com um alfinete) "estourem", deixem a igreja, suas pastorais.


b) Pedir que todos dêem sua opinião e falem sobre suas dificuldades em superar críticas e ofensas.

PASSAR O OBJETO
 Objetivo: Mostrar que, apesar das dificuldades, podemos resolver questões, problemas, aparentemente impossíveis.

Material: Um pequeno objeto (pode ser uma caixinha de papelão ou de madeira, uma bola de meia ou de tênis, um tubo de cola, .......)

Como Fazer: Faz-se um circulo com os participantes e diz que o objeto terá que ser passado de um em um. Só que ele não poderá ser entregue usando as mãos. Terá que ser de outra maneira. Isso deixará todos preocupados. A pessoa que o receber pode pegá-lo com as mãos, mas ao passá-lo, terá que arrumar outro meio. Para complicar um pouco mais, diga que não será aceito a repetição de modos. Ao final pedir que repitam a passagem, com outras formas diferentes das que já foram feitas.

(Cada um deve tentar achar uma saída sozinho!!)

Posteriormente, pode-se auxiliá-lo!

Exemplos: Usando: o pé esquerdo, o direito, o ombro esquerdo, o direito, a cabeça, a boca, pelas mangas esquerda e direita da camisa, com os óculos, tirando o tênis ou sandália e colocando o objeto dentro (tênis do pé esquerdo ou direito), o cordão, as coxas, os calcanhares, as canelas, os braços, tirando a camisa e colocando o objeto dentro, a batata da perna ...

Conclusão: Sempre é possível achar saídas, basta acreditarmos em nós mesmos e ter fé.


AS TRÊS PERGUNTAS...


Material: Um simples objeto (uma flor, uma pedra...)

Finalidade: Fazer com que as pessoas se conheçam e que consigam falar em grupo.

Descrição: inicia-se a dinâmica segurando o objeto e diz seu nome e a primeira pergunta: “O que as suas mãos fazem?”

Você responde e faz a pergunta para á pessoa a sua esquerda. Ela terá que dizer o seu nome e dizer que coisas as suas mãos fazem (trabalham, tocam, acariciam, acolhem, transmitem algo...)

Quando objeto chegar em você de novo, faça a segunda pergunta: “O que a sua cabeça pensa?”

Diga a sua idade e responde o que sua cabeça tem pensado ultimamente (casa, família, trabalho, faculdade, vestibular, desemprego, violência...). E passa para a pessoa a sua direita. Faça a pergunta para ela e pede para ela dizer a idade e que responda a questão. Essa pessoa faz a pergunta para a passa ao lado dela e assim por diante...

Quando o objeto voltar pra você, faça a última pergunta: “O que o seu coração sente?”

Você diria um apelido seu, ou alguma qualidade que você possui, ou a futura profissão que pensa em seguir e responde a terceira pergunta. Essa pergunta é mais pessoal e cada um falará aquilo que está sentindo. Depois, você faz a pergunta para a pessoa que quiser escolher. Dessa vez a escolha da próxima pessoa ficará a critério de cada um, não tem uma ordem pré-estabelecida.

FINALIZAÇÃO: Quando todos tiverem respondido vc pega novamente o objeto e fecha a dinâmica frisando que o mais importante é ter sempre em mente que aquilo que almejamos depende tanto das nossas mãos (ação), quanto da nossa cabeça (pensar, refletir, escolher) e, principalmente, daquilo que temos em nossos corações (perseverança e garra).


Juberto Santos