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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

TIPOS DE CRISTÃOS EM NOSSAS IGREJAS

O "Cristão de IBGE" - porque só se descobre que é cristão em questionário;

O "Cristão INSS" - que acredita que Igreja é para idosos e idosas;

O "Cristão socialite" - pois só aparece em ocasiões sociais, como casamentos, batizados e enterros.

O "Cristão doente" - Pensei que fosse alguém doente pela Igreja, assim como alguns são "doentes" por seus times de futebol, mas não; é aquele que só procura a Igreja quando não tem mais jeito mesmo; está nas últimas.

O "Cristão Turista" - que só aparece na comunidade aos domingos ;

O "Cristão político" - dá o ar da graça de quatro em quatro anos, faz promessas aos santos e ao povo e some.

O "Cristão celeste" - porque vivem olhando para o céu e não querem ouvir nem se preocupar com as coisas da terra.

Ou o "cristão fiel" - aquele católico que segue fielmente a Jesus, que leva a palavra a todos os povos, que vai a missa regularmente, que tem trabalhos em sua comunidade e que não nega o Salvador. (Só responda esta, se você se adequara todas as qualidades)

Então qual destes você se encaixa?

terça-feira, 13 de outubro de 2009

O PECADO



Podemos entender o pecado de várias formas, mas todos sabemos que o Pecado é a doença da Alma. São Tomás de Aquino, na Exposição do Credo, diz que há duas mortes: a primeira é a do corpo, física, quando a alma se separa dele; a segunda é a da alma, espiritual, quando esta se separa de Deus. A pior é a segunda, e tem como causa o pecado. A prática do mal faz parte da experiência humana desde sempre. Nas sociedades primitivas, aparece como transgressão às regras da comunidade, e por esta é castigada; nas sociedades politeístas, aparece como transgressão à ordem do mundo estabelecida pelos deuses, podendo provocar as suas iras. No Antigo Testamento (AT), aparece, sobretudo como violação da Aliança estabelecida por Javé com o seu povo, pelo incumprimento da Lei, levando Deus a deixar o povo à sua triste sorte até que, pelo arrependimento, lhe perdoe e o salve. No Novo Testamento, o conceito de pecado aprofunda-se: ele é desobediência e ofensa a Deus; entrou no mundo pela queda de Adão, tornando o homem sujeito ao poder de Satanás e levando-o à morte; mas a obediência de Jesus Cristo, o Filho de Deus feito homem, enviado pelo Pai num rasgo de misericórdia, salvou-o da situação de perdição pelo sacrifício da cruz.

- O pecado original

A tendência para o mal é sentida, sobretudo por aqueles que se empenham em fazer o bem. A revelação veio projetar luz sobre tal situação, sobretudo com a narrativa da queda dos nossos primeiros pais (Gn 3,1-23). O magistério da Igreja interpreta-a como a sua cedência à tentação demoníaca de confronto com Deus, acarretando a perda da justiça original em que foram criados, com as prerrogativas da imortalidade e da felicidade. Tais tremendas conseqüências refletem-se na humanidade descendente deles, à qual deixaram de poder transmitir o que tinham desgraçadamente perdido. Mas Deus não podia ser vencido pela maldade das suas criaturas. Na sua misericórdia infinita, logo anunciou a salvação (“proto-evangelho”, Gn 1,15). Transformou assim a lamentável queda de Adão na “feliz culpa” (Exultet, do Precónio Pascal), por ter proporcionado a Deus o envio de seu Filho feito Homem a dar a vida em sacrifício de valor infinito, por amor dos homens, operando a sua salvação, e reparando as ofensas e as injúrias cometidas contra Ele pela queda original. (Conf. Catecismo da Igreja Católica [CIC] 385-412).

O Pecado é a transgressão voluntária da Lei de Deus. Pressupõe matéria proibida (ou estimada como tal), advertência e consentimento. Pode cometer-se por ato, omissão, pensamento ou desejo. É ofensa ao amor de Deus, que é infinitamente bom e amável (podendo eventualmente ser também ofensa ao amor do próximo e até de si mesmo, como no caso do suicídio); e é injúria ou lesão do direito de Deus a ser obedecido, tanto mais que Ele só pode querer o nosso bem (podendo também lesar o próximo nos seus direitos). “Se alguém vir seu irmão cometer pecado que não é para morte, orará, e Deus dará a vida àqueles que não pecarem para morte. Há pecado para morte, e por esse não digo que ore. Toda iniqüidade é pecado, e há pecado que não é para morte.” (1 Jo 5.16,17) Na tradição da Igreja, impôs-se a distinção entre pecado mortal (ou grave) e pecado venial (ou leve), distinguindo-se um do outro por natureza e não por simples grau.

Pecados Graves (mortais): São ofensas graves à Deus ou ao próximo. Apagam a caridade no coração do homem; desviam o homem de Deus. Quem morre em pecado grave (mortal) sem arrependimento, merece a morte eterna, conforme o testemunho da Escritura: "Há pecado que leva à morte" (I Jo 5,16b). O pecado mortal pressupõe matéria grave, plena consciência (do ato e da sua gravidade) e propósito deliberado. A matéria grave encontra-se precisada nos dez Mandamentos da Lei de Deus, segundo a resposta de Jesus ao jovem rico: “Não mates, não cometas adultério, não furtes, não levantes falsos testemunhos, não cometas fraudes, honra pai e mãe” (Mc 10,18). A gravidade da matéria depende das circunstâncias concretas, o mesmo se podendo dizer da plena consciência e do total consentimento. O pecado mortal degrada quem o pratica, quebra a amizade com Deus, faz perder a graça santificante e os méritos sobrenaturais adquiridos anteriormente e acarreta a pena eterna. A Igreja nos ensina que não podemos Comungar em pecado mortal sem antes se Confessar.

Pecados Leves (veniais): São ofensas leves a Deus e ao próximo. Embora ofendam a Deus, não destroem a amizade entre Ele e o homem. Quem morre em pecado leve não merece a morte eterna. "Toda iniqüidade é pecado, mas há pecado que não leva à morte" (I Jo 5, 17).O pecado venial não corta a amizade com Deus nem a graça santificante, não acarreta pena eterna, mas pena temporal. O pecado venial cometido por simples fragilidade, sempre que lamentado e combatido, pode mesmo despertar um esforço maior pela santificação própria, mantendo a pessoa na humildade e na paciência; pelo contrário, o pecado venial friamente deliberado enfraquece a caridade e predispõe para o pecado grave (Cf. CIC. 1846-1869). Merecem ainda referência às imperfeições, que se distinguem do pecado leve por serem atos de si bons que se preferem a outros melhores ou são praticados de maneira frouxa.

Pecados Capitais: O papa Gregório Magno no século VI instituiu os sete pecados capitais, que são os princípios que ferem a Deus, a você e ao próximo. Os sete pecados capitais são: Gula: consiste em comer além do necessário e a toda hora; Avareza: é a cobiça de bens materiais e dinheiro; Inveja: desejar atributos, status, posse e habilidades de outra pessoa; Ira: é a junção dos sentimentos de raiva, ódio, rancor que às vezes é incontrolável; Soberba: é caracterizado pela falta de humildade de uma pessoa, alguém que se acha auto-suficiente; Luxúria: apego aos prazeres carnais e bens materiais; Preguiça: aversão a qualquer tipo de trabalho ou esforço físico. Não há registro da enumeração dos sete pecados capitais na Bíblia Sagrada, todavia, esses pecados aparecem no decorrer dos mais de 70 livros. Pecados Capitais na era da globalização: Poluição do ambiente; Pedofilia; Agravamento da injustiça social; Tráfico de droga; Manipulação genética.

- A luta contra o pecado

É obrigação de todo o homem, e particularmente do cristão, lutar contra o pecado e contra tudo o que a ele conduz. Fazem parte dessa incessante luta a fuga das ocasiões, o fortalecimento espiritual pela freqüência dos sacramentos e pela oração, e o recurso aos diversos meios de santificação. Nas atuais condições de vida sociocultural, assumem especial agressividade as fontes do pecado, que tradicionalmente se chamam inimigos do homem: o mundo, o demônio e a carne. ''A linguagem da cruz é loucura para os que se perdem, mas, para os que foram salvos, para nós, é uma força divina.'' (1 Cor 1, 18)

O mundo também abriga mentiras, injustiças, rivalidades, violências, que tornam difícil à generalidade das pessoas discernir o que é bem e é mal, e levar uma vida honesta e santa. Caso particular é o dos pecados sociais, a que a Igreja está hoje mais atenta com o conhecimento mais vivo do que se passa pelo mundo em matéria de falsidades, injustiças e violências a que João Paulo II chamou “estruturas de pecado” (Enc. SRS 36, etc.). Todo o pecado pressupõe um agente livre e responsável, pelo que os pecados sociais resultam do somatório de muitas falhas morais dos membros duma determinada sociedade. A luta contra estes pecados faz-se pela purificação da maneira de pensar e viver da própria sociedade, pela projeção nela dos valores do Evangelho. O demônio, sempre atento às circunstâncias da vida dos homens, não descansa na procura dos meios mais subtis de os tentar. É fácil descobrir a sua interferência nos males denunciados pelo magistério, nomeadamente nas linhas dos atentados contra a vida humana, contra a família, contra o destino universal dos bens, contra o sentido de Deus na vida humana… A carne, como expressão da ânsia desordenada do prazer, encontra-se exacerbada na nossa sociedade, muito marcada pelo erotismo e pelo hedonismo no comer, no beber, no gozar a vida. Como no passado, em tempos difíceis, a resposta da Igreja incluirá a mobilização de espíritos carismáticos que dêem o alegre testemunho duma vida ascética muito consagrada ao serviço dos pobres.

- Pecado contra o Espírito Santo

CIC 1864 – “Aquele que blasfemar contra o Espírito Santo não terá remissão para sempre. Pelo contrário, é culpado de um pecado eterno” (Mc 3,29). A misericórdia de Deus não tem limites, mas quem se recusa deliberadamente a acolher a misericórdia de Deus pelo arrependimento, rejeita o perdão de seus pecados e a salvação oferecida pelo Espírito Santo (DeV 46). Semelhante endurecimento pode levar à impenitência final e à perdição eterna.

- O perdão dos pecados

O pecado original, que não é propriamente cometido, mas adquirido, apaga-se pelo Batismo, que perdoa ainda ao catecúmeno os pecados pessoais de que esteja arrependido. O sacramento da Penitência foi instituído para o perdão dos pecados graves aos pecadores arrependidos, embora seja também muito recomendado para o perdão dos pecados veniais. Para o perdão destes e das imperfeições, a Igreja dispõe ainda de outros meios, como o ato penitencial da Missa e a Comunhão sacramental. O ato de contrição perfeito, por motivo de caridade, também pode perdoar qualquer pecado, desde que, no caso de pecado grave, pressuponha o voto de confissão sacramental. Embora o Batismo elimine o pecado original, as suas seqüelas continuam em nós: os sofrimentos, a doença, a morte, a propensão ao pecado.

Os judeus não reconheceram Jesus como o Cristo de Deus, exatamente porque eles esperavam um Messias libertador político. Quando Jesus se apresentou como “Aquele que tira o pecado do mundo”, com o sacrifício de si mesmo, se escandalizaram e o pregaram na cruz como um farsante. Assim como a missão de Cristo foi libertar o homem do pecado, a missão da Igreja, que é o seu Corpo místico, a sua continuação na história, é também a de libertar a humanidade do pecado e levá-la à santificação. Fora disso a Igreja se esvazia e não cumpre a missão dada pelo Senhor.

Jesus, quer dizer, em hebraico, “Deus salva”. Salva dos pecados e da morte. Na Anunciação o Anjo disse a Maria: “... lhe porás o nome de Jesus”. (Lc 1, 31) A José, o mesmo Anjo disse: “Ela dará à luz um filho, a quem porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos seus pecados”. (Mt 1, 21) A salvação se dá pelo perdão dos pecados; e já que “só Deus pode perdoar os pecados” (Mc 2, 7), Ele enviou o Seu Filho para salvar o seu povo dos seus pecados. A primeira coisa que Jesus fez no dia da sua ressurreição foi enviar os Apóstolos para perdoar os pecados. “Como o Pai me enviou, eu vos envio a vós... Recebei o Espírito Santo. Aqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes ser-lhes-ão retidos” (Jo 20, 22´23).



Isto mostra que a grande missão de Jesus era, de fato, “tirar o pecado do mundo”, e Ele não teve dúvida de chegar até a morte trágica para isto. Agora, vivo e ressuscitado, vencedor do pecado e da mote, através do ministério da Igreja, dá o perdão a todos os homens. Como é grande e precioso o Sacramento da Confissão, chamado de Reconciliação! Pela absolvição do sacerdote, ministro do Senhor, recebemos o Seu próprio perdão, conquistado na obediência da cruz. Diante de nossos pecados, não adianta se desesperar ou desanimar; a única atitude correta é enfrentá-los com boa disposição interior e com a graça de Deus. São Francisco de Sales, bispo e doutor da Igreja, dizia que não adianta ficar “pisando a própria alma”, depois de ter caído no pecado.

Até mesmo os nossos pecados, aceitos com humildade, podem nos ajudar a crescer espiritualmente.

Juberto Santos

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

As práticas que nos santificam

A quarta-feira de Cinzas abre o tempo da Quaresma e também dá início à Campanha da Fraternidade, que propõe sempre - mas particularmente este ano - a defesa da vida. Este tempo de renovação espíritual nos prepara para celebrar a Páscoa de Jesus. Os 40 dias que nos separam da maior festa dos cristãos, a Páscoa, lembram os 40 anos de deserto do povo de Israel em busca da libertação e os 40 dias de jejum de Jesus.
O evangelho de hoje nos apresenta três práticas fundamentais do cristão: a caridade, a oração e o jejum. Essas práticas envolvem a pessoa com o próximo (esmola), com Deus (oração) e consigo mesma (jejum).
A esmola ou caridade nos lembra o aspecto da solidariedade que todo critão deve ter. O "gesto concreto" da Campanha da Fraternidade tem esta função: auxiliar alguém em dificuldades ou alguma instituição filantrópica. É um compromisso concreto com alguém.
A oração nos põe em contato com o trancendente, com a divindade. A oração faz parte da vida do cristão e nos lembra que, acima de nós, há alguém que não pode ser dispensado e do qual dependemos - Deus.
O jejum, muito incentivado na Bíblia, continua válido atualmente. Além de promover a renúncia de algum alimento em alguns dias do ano e libertar-nos da "febre do cnsumismo", ele tem a função de purificar nossa vid e é sinal de espera vigilante do Deus que vem e de cultivo da paciência e da tolerância para com os outros.
Se esses três elementos fazem parte da vida cristão nos 365 dias do ano, na Quaresma, com empenho e coragem, devem ser ainda mais valorizados e assumidos. Eles são o caminho de nossa santificação.
Durante o tempo quaresmal - há várias décadas - a Igreja nos apresenta também a Campanha da Fraternidade. Para este ano, o tema em destaque é "fraternidade e defesa da vida" e o lema, "escolhe, pois, a vida".
Pe. Nilo Luza,ssp
Fonte: Semanário Litúgico-catequético "O DOMINGO"
Editora: Paulus

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Slides da cf-2008, é bom estudar.

Barreiras-Ba, 09 de janeiro de 2007

Epifania do Senhor.

Aos meus amigos catequistas e animadores de comunidades,
a paz e a graça de nosso Senhor Jesus-menino estejam com todos.

Venho através deste comunicado, apresentar-lhe os datas-show que a CNBB preparou para melhor nos aprofundarmos no tema da CF deste ano de 2008. E o que mais chama a atenção é a apresentação realizada por médicos que contem o outro lado dos problemas hoje considerados polêmicas para a sociedade, onde , o certo seria que todos tivéssemos a consciência e ser contra a tais assuntos.
Garanto a vocês, assim como eu fiquei, vocês também terão uma visão mais forte do que os nossos cientistas fazem esquecendo assim o lado humano.
É super importante ficarmos atentos aos materiais que serão lançados pela igreja, afim de não ter dúvida e ser instrumento para conscientização de tantos outros.
A CF-2008 não só abordara temas como aborto, eutanásia, etc, como a questão do meio ambiente, Amazônia e o Rio São Francisco para que não esqueçamos que cada um tem uma vida e que o homem não está respeitando.

Desejo a todos bons estudos. e para adquirir os slides, basta acessar o site www.cnbb.org.br no menu esquerdo procurar por campanhas e depois clicar em Campanha da Fraternidade, então você encontrar ainda arquivos da CF-2007, mais aos poucos eles disponibilizaram mais materiais totalmente grátis.
Outra sugestão é baixar diretamente do nosso blog
  • Síntese do texto base
  • Data show - CF 2008
  • Oração da CF 2008


Que a Paz se estenda a você, seus familiares e a todos que lhe rodeia.
Abraços fraternos!

Em que mundo nós estamos. Nem as Leis de Deus respeitam mais.

Hoje, eu não vim só falar de catequese, mais argumentar um assunto em que, infelizmente atinge a toda população. Talvez mas do que só um alerta, nosso assunto será uma verdadeira catequese.
Se eu perguntar a vocês, como está o nosso paíz hoje, o que você responderia? Para e pense um pouco.
Com certeza vocês me apontaram inumeros acontecimentos de agreção a pessoa humana, de roubos, desonestidade, assasinatos, enfim, e olha que nem precisamos ir muito longe, apontando problemas de outros paises e/ou cidades/estados, vomos procurar um fato que vivemos ou que presenciamos.
Então, é com um fato em que eu presenciei que lhes contarei:
Hoje, 09/01/08, apareceu em meu trabalho um jovem pedindo para fazer uma ligação gratuita pois tinha sido sortiado na promoção. Então peguntei o número, onde o mesmo nem se quer soletrou o 0800, ja veio com código de interurbano, que logo indaguei, mais ele insistiu que continuasse afirmando ser ligação gratuita.
Bem, querendo ver até onde ia tal fato, continuei a discar os demais números, de um número de celuluar, a pessoa do outro lado da linha atendeu e passei para o rapaz conversar.
E sentada, resolvendo outros problemas, fiquei a prestar a atenção na conversa. E sem muito entender o porque de tanta demora e sendo ele, nas mãos com créditos de recarga e 2 latas de leito moça. Então quando eles, do outro lado da linha, pediram para aguardar, perguntei ao rapaz do que se tratava. O mesmo resppondeu dizendo que fez um cadastro pelo celular para a promoção do programa "Domingo Legal" emisora do SBT, apresentado pelo Gugu Liberato, e a noite ele recebeu uma sms dizendo que tinha sido sorteado e que só precisava comprar as latas de leite moça e mais R$50,00 em recargas para as operadoras Tim e Claro, totalizando R$ 100,00, e depois receberia uma casa no valor de R$80.000,00.
Tentando aconselhar que isso não se passa de um golpe, o pobre rapaz acreditou, e saiu acreditando, tento esperanças de ganhar tal "prêmio". Para tentar ajuda-lo, ainda entrei no site do programa e mostrei que não tem nenhuma promoção e muito menos no site do SBT, semelhante a que ele acreditou.
As pessoas perderam totalmente o sentido do que é um trabalho digno e lutar para conquistar os seus bens. Pesam sempre em obter suas casas, carros, imóveis atravéz de bingos, rifas, e/ou em promoções Televisivas.
Sem esquecer é claro da cara de pau, falta de vergonha na cara das pessoas que ligam para seu telefone, seja fixo ou móvel, para ofertar "sorteios" e fazer você apenas comprar crédito para celular, pois te garanto que a lata de leito moça, não passa pela linha telefonica muito menos chega via sms. É um dos golpes mais divulgados pela impressa, que de certa forma é um alerta para que, mesmo o mais inocente não caia nã tentação.
Por tanto, nunca esqueça que, não furtar, faz parte dos 10 mandamentos de Deus e que este golpe também se encaixa, só que estão do outro lado da linha, no conforto de suas casas e o governo não toma nenhuma providência para melhor a segurança pública e acabar com essas gangues telefonicas. E pra o goverso só lhe resta, se existisse, o XI mandamento, omissão do fatos.
E um ultimo recado, TOMEM MUITO CUIDADO, POR MAIOR QUE SEJA OFERTADO NO "PRÊMIO", PEÇA SEMPRE OS DADOS DE QUEM ESTÁ DANDO E EM CASO DE DÚVIDAS LIGUE PRA A POLICIA, DENUNCIE, POIS SÓ ASSIM ESTAREMOS AJUDANDO A ACABAR COM ESSA PESTE DA TELEFONIA.
E para não esquecermos quais sãos e os siginificados dos 10 mandamento, estou lintando para que você possa aprofundar melhor:
I - Amar a Deus sobre todas as coisas.
II - Não tomar seu santo nome em vão.
III - Guardar os domingos e dias santos.
IV - Honrar pai e mãe.
V - Não matar.
VI - Não pecar contra a castidade.
VII - Não furtar.
VIII - Não levantar falso testemunho. I
X - Não desejar a mulher (o marido) do(a) próximo(a).
X - Não cobiçar as coisas alheias.

O PRIMEIRO MANDAMENTO
"Amaras ao senhor teu Deus de todo o coração, de toda a alma e de todo o entendimento". "Amarás o senhor teu Deus com todo o seu coração, com toda atua alma e com todas as suas forças" (Dt - 6,5). "Adorarás o senhor teu Deus" (Mt - 4,10). O primeiro mandamento convida o homem a crer em Deus, a esperar nele e a amá-lo acima de tudo. Adorar a Deus, orar-lhe, oferecer-lhe o culto que lhe é devido, cumprir as promessas e os votos que lhe foram feitos a eles são os atos da virtude de religião que relevam da obediência ao primeiro mandamento. O dever de prestar um culto autêntico a Deus incumbe ao homem, tanto individualmente quanto em sociedade. O homem deve "poder professar livremente a religião, tanto em particular quanto em público". A superstição é um desvio do culto que rendemos ao verdadeiro Deus. Ela mostra-se particularmente na idolatria, assim como nas diferentes formas de adivinhação e de magias. A ação de tentar a Deus, em palavras ou em atos, o sacrilégio, a simonia são pecados de irreligião proibidos pelo primeiro mandamento. Enquanto rejeita ou recusa a existência de Deus, o ateísmo de Deus, é um pecado contra o primeiro mandamento. O culto às imagens sagradas está fundamentado no mistério da encarnação do verbo de Deus. Não contraria o primeiro mandamento.
O SEGUNDO MANDAMENTO
"Não pronunciarás em vão o nome do senhor teu Deus"(Ex -20,7). "Senhor nosso Deus, quão prescreve respeitar o nome do Senhor. O nome do Senhor é santo". O segundo mandamento proíbe todo o uso impróprio do nome de Deus. A blasfêmia consiste em usar o nome de Deus, de Jesus Cristo, da Virgem Maria e dos Santos de maneira injuriosa. O juramento falso invoca Deus como testemunha de uma mentira. O perjúrio é uma falta grave contra o senhor, sempre fiel as suas promessas. "Não jurar nem pelo criador, nem pela criatura, se não for por verdade, necessidade e reverência".No batismo o cristão recebe seu nome na igreja. Os pais, os padrinhos e o pároco cuidarão que lhe seja dado um nome de cristão. O patrocínio de um santo oferece um modelo de caridade e garante a sua oração. O cristão começa as suas orações e ações pelo sinal -da- cruz "em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém". "Deus chama cada um por seu nome.
"O TERCEIRO MANDAMENTO
"Lembra-te do dia de Sábado para santificá-lo. Trabalharás durante seis dias e farás todas as tuas obras. O sétimo dia, porém, é o Sábado do senhor, teu Deus. Não farás nenhum trabalho"(Ex 20,8-10). "O Sábado foi feito para o homem e não o homem para o Sábado, de modo que o filho do homem é senhor até do Sábado"(Mc 2,27-28). "Guardarás o dia de Sábado para santificá-lo"(Dt 5,12). "No sétimo dia se fará repouso absoluto em honra do Senhor"(Ex 31,15). O Sábado que representava o termo da primeira criação é substituído pelo Domingo, que lembra a criação nova, inaugurada com a ressurreição de Cristo. A Igreja celebra o dia da ressurreição de Cristo no oitavo dia, que é corretamente chamado dia do senhor, ou Domingo. "O Domingo... deve ser guardado em toda e Igreja como o dia de festa por excelência". "No Domingo e em outros dias de festa de precito, os fiéis têm a obrigação de participar da missa". "No Domingo e nos outros dias de festa de preceito, os fiéis devem abster-se das atividades e negócios que impeçam o culto a ser prestado a Deus, a alegria própria do dia do senhor e o devido descanso da mente e do corpo".A instituição do Domingo contribui para que "todos tenham tempo de repouso e do lazer suficiente para lhes permitir cultivar sua vida familiar, cultural, social e religiosa". Todo cristão deve evitar impor sem necessidade aos outros aquilo que os impediria de guardar o dia do senhor.
O QUARTO MANDAMENTO
"Honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o senhor, teu Deus, te dá"(Ex 20,12). "Era-lhes submisso"(Lc 2,51). "Honra teu pai e tua mãe"(Dt 5,16; MC 7,8). De acordo com o quarto mandamento, Deus quis que, depois dele, honrássemos nossos pais e os que ele, para nosso bem, investiu de autoridade. A comunidade conjugal está fundada na aliança e no consentimento dos esposos. O casamento e a família estão ordenados para o bem dos cônjuges, a procriação e a educação dos filhos. "A salvação da pessoa e da sociedade humana está estreitamente ligada ao bem-estar da comunidade conjugal e familiar"Os filhos devem a seus pais respeito, gratidão, justa e obediência e ajuda. O respeito filial favorece a harmonia de toda a vida familiar. Os pais devem respeitar e favorecer a vocação de seus filhos. Lembrem-se e ensinam que a primeira vocação do cristão consiste em seguir a Jesus. A autoridade pública deve respeitar os direitos fundamentais da pessoa humana e as condições de exercício de sua liberdade. É dever dos cidadãos colaborar com os poderes civis para a edificação da sociedade num espírito de verdade, de justiça, de solidariedade e de liberdade.
O QUINTO MANDAMENTO
"Não matarás"(Ex20, 13).Toda vida humana, desde o momento da concepção até a morte, é sagrada porque a pessoa humana foi querida por si mesma à imagem e semelhança do Deus vivo e santo.O assassino de um ser humano é gravemente contrário à dignidade da pessoa e a santidade do Criador.A proibição de matar não ab-roga o direito de tirar a um opressor injusto a possibilidade de prejudicar. A legítima defesa é um dever grave para quem é responsável pela vida alheia ou pelo bem comum. Desde a concepção a criança tem direito à vida. O aborto direto, isto é, o que se quer como um fim ou um meio, é uma "prática infame” gravemente contrária à lei moral. A igreja sanciona com pena canônica de excomunhão este delito contra a vida humana. Visto que deve ser tratado como uma pessoa desde a sua concepção, o embrião deve ser definido em sua integridade, cuidado e curado como qualquer outro ser humano. A eutanásia voluntária, sejam quais forem os motivos, constitui um assassinato. È gravemente contrária à dignidade da pessoa humana e ao respeito do Deus vivo, seu Criador. O suicídio é gravemente contrário à justiça, à esperança e à caridade. É proibido pelo quinto mandamento.O escândalo constitui uma falta grave quando por ação ou por omissão leva deliberadamente o outro a pecar. Por causa dos males e injustiças que toda guerra acarreta, devemos fazer tudo o que for razoavelmente possível para evitá-la. A Igreja ora: "Da fome, da peste e da guerra livrai-nos, Senhor". A Igreja e a razão humana declaram a validade permanente da lei moral durante os conflitos armados. As práticas deliberadamente contrárias ao direito dos povos e a seus princípios universais constituem crimes. "A corrida armamentista é a praga mais grave da humanidade,que lesa intoleravelmente o pobre". "Bem-aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus” (Mt5, 9).
O SEXTO MANDAMENTO
"Não cometerás adultério" Ex20, 14; Dt5, 17). "Ouviste o que foi dito:'Não cometerás adultério'. Eu, porém, vos digo: todo aquele que olha para uma mulher com desejo libidinoso já cometeu adultério com ela em seu coração"(Mt 5,27-28). Ao criar o ser humano homem e mulher, Deus dá a dignidade pessoal de uma maneira igual a um e outro. Cada um, homem e mulher, devem chegar a reconhecer e aceitar sua identidade sexual. Cristo é o modelo da castidade. Todo batizado é chamado a levar uma vida casta, cada um segundo seu estado de vida própria. A castidade significa a integração da sexualidade na pessoa. Inclui a aprendizagem do domínio pessoal. Entre os pecados gravemente contrários à castidade é preciso citar a masturbação, a fornicação, a pornografia e as práticas homossexuais. A aliança que os esposos contraíram livremente implica um amor fiel.Impõe-lhes a obrigação de guardar seu casamento indissolúvel. A fecundidade é um bem, um fim do casamento. Dando a vida, os esposos participam da paternidade de Deus. A regulação da natalidade representa um dos aspectos da paternidade e da maternidade responsáveis. A legitimidade das intenções dos esposos não justifica o recurso aos meios moralmente inadmissíveis (por exemplo, a esterilização direta ou a contracepção). O adultério e o divórcio, a poligamia e a união livre são ofensas graves à dignidade do casamento.
O SÉTIMO MANDAMENTO
"Não roubarás"(Ex20, 15; Dt5, 19). "Nem os ladrões, nem os avarentos. Nem os injuriosos herdarão o Reino de Deus" (1Cor 6,10). O sétimo mandamento prescreve a prática da justiça e da caridade na administração dos terrenos e dos frutos do trabalho dos homens. Os bens da criação são destinados a todo o gênero humano. O direito à propriedade privada não abole a destinação universal dos bens. O sétimo mandamento proíbe o roubo. O roubo é a usurpação de um bem de outrem contra a vontade razoável do proprietário. Toda forma de apropriação e uso injusto dos bens de outrem é contrária ao sétimo mandamento. A injustiça cometida exige reparação. A justiça comutativa exige a restituição do bem roubado. A lei moral proíbe os atos que, visando fins mercantis ou totalitários, conduzem à servidão dos seres humanos, à sua compra, venda e troca como mercadorias. O domínio concedido pelo Criador sobre os recursos minerais, vegetais e animais do universo não podem ser separados do respeito às obrigações morais, inclusive para com as gerações futuras. Os animais são confiados à administração do homem que lhes deve benevolência. Podem servir para a justa satisfação das necessidades do homem. A Igreja emite um juízo em matéria econômica e social, Quando os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas o exigem. Preocupa-se com o bem comum temporal dos homens em razão de sua ordenação ao Sumo Bem, nosso fim último. O próprio homem é o autor, o centro e o fim de toda a vida econômica e social. O ponto decisivo da questão social é que os bens criados por Deus para todos de fato cheguem a todos, conforme a justiça e com bens criados por Deus para todos de fato cheguem a todos, conforme a justiça e com a ajuda da caridade. O verdadeiro desenvolvimento abrange o homem inteiro. O que importa é fazer crescer a capacidade de cada pessoa de responder à sua vocação, portanto ao chamamento de Deus. A esmola dada aos pobres é um testemunho de caridade fraterna: é também uma prática de justiça que agrada a Deus. Na multidão de seres humanos sem pão, sem teto, sem terra, como não reconhecer Lázaro, mendigo faminto da parábola? Como não ouvir Jesus que diz: “Foi a mim que deixaste de fazer”.
O OITAVO MANDAMENTO
"Não apresentará um falso testemunho contra teu próximo" (EX 20,16). "Ouvistes também o que foi dito aos antigos: Não perjurarás, mas cumprirás os teus juramentos para com o senhor"(Mt 5,33)."Não levantarás falso testemunho contra teu próximo"(EX 20,16). "Os discípulos de Cristo revestiram -se do homem novo, criado segundo Deus na justiça e santidade da verdade"(Ef 4,24). A verdade ou veracidade é a virtude que consiste em mostrar-se verdadeiro no agir e no falar, fugindo da duplicidade, da simulação e da hipocrisia. O cristão deve "se envergonhar de dar testemunho de nosso Senhor” (2 Tm 1,8) em atos e palavras. O martírio é o supremo testemunho prestado à verdade da fé. O respeito à reputação e à honra das pessoas proíbe toda atitude ou palavra de maledicência ou calúnia. A mentira consiste em dizer o que é falso com intenção de enganar o próximo. Toda falta cometida contra a verdade exige reparação. A regra de ouro ajuda discernir, nas situações concretas, se convém ou não revelar a verdade àquele que a pede. "O sigilo sacramental é inviolável. Os segredos profissionais devem ser guardados. As confidências prejudiciais a outros não devem ser divulgadas"A sociedade tem direito a uma informação fundada na verdade, na liberdade e na justiça. É conveniente que se imponham moderação e disciplina no uso dos meios de comunicação social. As artes, mas, sobretudo a arte sacra, tem em vista, “por natureza exprimir de alguma forma possível nas obras humanas à beleza infinita de Deus e procuram aumentar seu louvor e suas glórias na medida que não tiverem outros propósitos senão o de contribuir poderosamente para encaminhar os corações humanos a Deus”.
O NONO MANDAMENTO
"Não cobiçaras a casa de teu próximo, não desejarás sua mulher, nem seu servo, nem sua serva, nem seu boi, nem seu jumento, nem coisa alguma que pertença ao seu próximo"(Ex 20,17) "Todo aquele que olha para uma mulher com desejo libidinoso já cometeu adultério com ela em seu coração"(Mt 5,28). O nono mandamento adverte contra a cobiça ou concupiscência carnal. A luta contra a cobiça carnal passa pela purificação do coração e pela prática da temperança. A pureza do coração nos permitirá ver a Deus e nos permite desde já ver todas as coisas segundo Deus. A purificação do coração exige a oração, a prática da castidade, da pureza da intenção e do olhar. A pureza do coração exige o pudor, que é paciência, modéstia e descrição. O pudor preserva a intimidade da pessoa.
O DÉCIMO MANDAMENTO
"Não cobiçarás coisa alguma que pertença ao teu próximo" (Ex 20,17). "Onde está teu tesouro, aí estará teu coração” (Mt 6,21). "(Ex 20,17). O décimo mandamento proíbe a ambição desregrada, nascida, da paixão imoderada das riquezas e de seu poder. A inveja é a tristeza sentida diante do bem de outrem e o desejo imoderado de dele se apropriar. E um vício capital. O batizado combate à inveja pela benevolência, pela humildade e pelo abandono nas mãos da providência Divina. Os fiéis de Cristo "crucificaram a carne com suas paixões e concupiscências" (Gl 5,24); são conduzidos pelo Espírito e seguem os destinos dele. O desapego das riquezas é necessário para entrar no reino dos Céus. "Bem aventurados os pobres de coração".Eis o verdadeiro desejo do homem: "quero ver a Deus". A sede de deus é saciada pela água da vida eterna.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Discípulos e Missionários, em defesa da vida.

O mês de fevereiro, este ano, introduz a Igreja na Quaresma com a cerimônia das Cinzas ja no dia 6. O convite - repetido individualmente a cada fiel que se coloca na fila dos que desejam acompanhar o caminho de Jesus para a Páscoa - é "Convertei-vos e crede no evangelho".
A proposta específica deste "tempo favorável" é a conversão buscada e acolhida na penitência, na oração, na reflexão, morte e ressurreição. O profetas voltam para apresentar exortações pertinentes aos que, incluídos no mistério da salvação pelo batismo, desejam aprofundar a novidade que Cristo trouxe ao mundo pela oferta da sua vida. Na liturgia da palavras, especialmente aos domingos, vamos deparar com textos do evangelho que nos recordarão que somos homens e mulhres renascidos no batismo e configurandos com Cristo.
Coincidindo com o tempo da Quaresma, a Igreja no Brasil propõe a Campanha da Fraternidade. Este ano o tema em foco é a vida - Fraternidade e defesa da vida -, com o seguinte objetivo geral: "levar a Igreja e a sociedade a defender e promover a vida humana, desde a sua concepção até a sua morte natural, compreendida como dom de Deus e co-responsabilidade de todos, na busca de sua plenificação a partir da beleza e do sentido da vida em todas as circuntâncias e do compromisso ético do amor fraterno".
A Igreja está em estado de missão. O convite feito pelo documento de Aparecida é o de "abraçar todo o continente para transmitir-lhe o amor de Deus e nosso", desejando que "este abraço possa alcançar o mundo inteiro". O entusiasmo com que o continente latino-americano, especialmente o Brasil, recebeu as conclusões da V Conferência Geral enseja como que um "novo pentecostes" que impulsina a todos a ir em busca dos que pouco conhecem e amam Jesus Cristo, para formar com alegria a comunidade de amor do nosso Deus e Pai. A missão deve, pois, atingir a todos de forma permanente e profunda.
A Quaresma é tempo oportuno para, entrando mais uma vez na escola de Jesus, formar discípulos e missionários. Homens e mulheres que avancem com esperança na construção de comunidades marcadas pela força do Espírito e iluminadas pela luz do evangelho.
Que todos, nos seguimento do salvador Jesus, nos demos as mãos para fazê-lo mais conhecido e mais amado - sendo sempre fiéis defensores da vida.

Dom Geraldo Majella Agnelo, Cardeal Arcebispo de Salvador-Ba.
Fonte: Liturgia Diária
Editora: Paulinas